18 de set de 2014

Aceleramos: novo Kia Soul ganha itens para justificar preço alto 

Aceleramos: novo Kia Soul ganha itens para justificar preço alto 






Novo Kia Soul ficou maior, mais equipado e caro na linha 2015 Divulgação Quando o Kia Soul chegou por aqui, em 2009, seu estilo descolado e espaço generoso caíram no gosto do público, que passou a vê-lo como uma opção ao Ford Ecosport e Honda Fit, seus rivais desde então. Porém, a segunda geração do carro, mostrada nesta semana, chamou atenção por outra característica: o preço. Tabelado em R$ 88.900 (R$ 92.900, com teto solar panorâmico), o carro encareceu muito ante 2012, quando custava R$ 70.990. A Kia explica que a geração anterior, mais barata, lucrava em volume, mas o aumento de 30 pontos percentuais no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos importados interrompeu essa estratégia. Assim, a solução foi rechear a lista de itens e buscar subi-lo um degrau em luxo e sofisticação para encarar modelos do naipe de Mercedes-Benz Classe A, Mini Cooper, Audi A1 e Peugeot 3008. Equipado com motor 1.6 de 128 cavalos a 6.000 rpm (etanol) — o mesmo do Hyundai HB20 — e câmbio automático de seis marchas, o Soul é dócil e fácil de guiar. A direção elétrica exige esforço mínimo e a suspensão macia prioriza o conforto. Interior ganhou bancos em couro com costura amarela Divulgação A posição elevada de dirigir, por sua vez, garante ótima visibilidade do trânsito. Por outro lado, as respostas em arrancadas e retomadas são lentas e o ruído interno deixou a desejar, sobretudo acima dos 100 km/h. Nada, é claro, que prejudique o conforto do habitáculo, que tem bom acabamento e acomoda até cinco adultos com relativo conforto. O destaque do espaço interno, contanto, é o porta malas de 686 litros. Em relação aos itens, o carro traz ar-digital, sistema de som MP3 com tela de LCD no painel, chave smart key para abertura das portas, botão start-stop, portas luvas climatizados, volante multifuncional e seis air bags, entre outros. Embora generosa, a lista fica devendo equipamentos como controles de estabilidade e tração e central multimídia com GPS — disponíveis até em modelos ‘populares’ atualmente. Neste ponto, a pergunta do lançamento vem novamente à tona: vale o quanto custa? O presidente da Kia, José Luiz Gandini, é direto: “O carro não é barato, mas é completo”. Seja como for, a previsão de vendas do modelo é tímida: apenas 100 unidades por mês. Uma expectativa modesta perto do que o carro vendeu no seu auge, mas realista frente ao disputado mercado "premium" que o Soul quer entrar. Saiba tudo sobre carros! Acesse www.r7.com/carros

Fonte: R7
Publicado em: 2014-08-31T17:37:00-03:00
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