26 de set. de 2016

Fiat Grand Siena 2017 ganha nova grade e parte de R$ 50.750

Fiat Grand Siena 2017 ganha nova grade e parte de R$ 50.750



Enquanto a sobrevivência do Fiat Grand Siena não é ameaçada pelo projeto X6S, o veterano sedã da Fiat ganha pequenas novidades para a linha 2017. Na tentativa de alinhar o estilo do Siena a nova linguagem visual da marca sem apelar para uma reestilização, a Fiat deu ao modelo uma nova grade frontal e outras […] The post Fiat Grand Siena 2017 ganha nova grade e parte de R$ 50.750 appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

25 de set. de 2016

Fique ligado: Quanto mais alto, menor a potência

Fique ligado: Quanto mais alto, menor a potência



Motor de automóvel funciona com um combustível líquido que se mistura ao oxigênio do ar para entrar em forma de gás dentro do cilindro. E a combustão é tanto mais eficiente quanto mais adequada a proporção entre oxigênio e combustível. É a chamada relação estequiométrica: no caso da gasolina, ela deve ser misturada a cerca de 15 partes de oxigênio. Quem mora no litoral onde dirige habitualmente seu automóvel e viaja com ele para regiões montanhosas, com altitudes mais elevadas, pode estranhar que o carro tenha uma redução gradativa de desempenho. Um leitor da coluna comenta que mora perto da praia mas que, nas férias, “subiu o morro” e sentiu uma nítida redução de performance do motor. Chegou a levar o carro à concessionária mas a oficina disse que é assim mesmo.  Ele se sentiu engabelado e pergunta se existe alguma explicação técnica para este efeito. Tem: a perda de rendimento se explica cientificamente pela variação da relação estequiométrica. Ou seja, quanto maior a altitude, mais rarefeito se torna o ar e menor o volume de oxigênio. Então, há uma variação da relação ar/combustível e o motor perde potência. Existe até uma tabelinha que mostra a redução de rendimento do motor à medida que aumenta a altitude. Entre o nível do mar e uma altura de mil metros, há uma redução de 10% na potência. Numa altitude de dois mil metros, a redução é de 23%. A dois mil e quinhentos metrôs, a potência se reduz em 31%. Claro que dá para o motorista perceber, pois a potência se reduz em quase um terço quando comparada com o mesmo motor funcionando na praia. Entretanto, esse raciocínio só é válido para automóveis com motor aspirado: se for turbinado, o ar entra comprimido dentro dos cilindros, não há redução de oxigênio e nem do desempenho em altitudes mais elevadas.

Fonte: R7

24 de set. de 2016

Fique ligado: querosene é só para aviação!

Fique ligado: querosene é só para aviação!



É surpreendente a quantidade de boatos e falsas dicas que circulam (principalmente na internet) sobre o automóvel. Como reduzir o consumo, ganhar desempenho, controlar combustíveis e outras tantas, pois não faltam no Brasil “técnicos” em manutenção mecânica que não fazem a menor ideia do que estão falando... Voltou recentemente à baila a mal explicada dica para se misturar querosene ao etanol, que é muito “seco” e, com esta mistura, proteger o motor. Antes do flex, houve uma época (Proálcool) que só se produziam carros com motor a etanol. Existiam postos (eu cheguei a ver um deles) que instalavam um bomba de querosene. Pois principalmente os motoristas de taxi aderiam à ideia e colocavam alguns litros de querosene ao abastecer com etanol. Perguntei ao dono do posto se aquela bomba era para aviões. Ele me olhou surpreso e eu disse que querosene como combustível, só em turbinas... Não há dúvida de que a gasolina tem um poder maior de lubrificação que o etanol, o que poderia fundamentar tecnicamente esta dica. Hoje, com o flex, há quem aconselhe o motorista, depois de abastecer várias vezes com o álcool, intercalar um tanque de gasolina. Neste caso, mal não faz, embora seja desnecessário. Mas colocar querosene no tanque pode causar danos ao motor e deve ser evitado. A rigor, existe uma utilização para o querosene no automóvel, mas não é no motor. Quando o carro passa por uma estrada que está sendo asfaltada, costuma grudar “piche” na pintura. Uma mancha preta difícil de ser removida. Esfregar água com shampoo não adianta. A solução é misturar 5% de querosene na água (não mais do que este percentual) e lavar a região atingida pelo piche. Não se esquecer, logo depois, de lavar a região com bastante água pura para remover qualquer resíduo do querosene, pois ele pode atacar a pintura.
 

Fonte: R7

Uno 2017 terá motor tricilíndrico

Uno 2017 terá motor tricilíndrico

Quando a nova geração do Uno foi lançada há alguns anos, uma grande campanha publicitária garantiu que praticamente todas as pessoas do país ficassem curiosas para conhecer o novo carro. O sucesso se refletiu nas vendas (talvez não na proporção esperada, mas ainda assim ele veio), e o Uno rapidamente se recolocou como um modelo dos mais atraentes para uma boa parcela dos consumidores do Brasil. Pois uma grande novidade está para surgir com o lançamento do novíssimo Uno 2017: a Fiat finalmente, ao que tudo indica, vai ingressar no mundo dos motores tricilíndricos, o escolhido foi o Uno.

Buscando recuperar a hegemonia no mercado brasileiro



A Fiat perdeu a liderança do mercado brasileiro para a General Motors, e por conta disto, ela luta para buscar recuperar a hegemonia dentro do território nacional por meio de inovações e mudanças importantes em seus veículos. O maior candidato a ser o modelo capaz de resgatar esta hegemonia é o Uno 2017, que deverá chegar repleto de mudanças importantes, sendo que a mais interessante de todas elas é a chegada do tão aguardado motor 1.0 tricilíndrico. Além dele, também chegará o motor 1.3 de quatro cilindros, que irá equipar as versões mais potentes, enquanto que o primeiro irá equipar as versões mais econômicas e mais populares.

Potência e desempenho

Apesar de não serem grandes motores, o fato é que ambos poderão trazer ótimos resultados para o Uno 2017, gerando as tão sonhadas vendas que a Fiat tanto deseja para recuperar a ponta na tabela. O motor tricilíndrico 1.0 que irá equipar o Uno 2017 apresenta o torque mais alto do Brasil em comparação com outros motores de cilindrada similar, e isto mostra que potência e desempenho serão duas coisas presentes na nova linha da Fiat. O torque é de 10,9 kgfm quando é abastecido com álcool e de 10,4 kgfm quando é abastecido com gasolina, e a potência máxima fica em 77 cavalos e 72 cavalos respectivamente. Já para o motor 1.3 de quatro cilindros, o torque é de 14,2 kgfm quando abastecido com álcool, e de 13,7 kgfm quando abastecido com gasolina, e a potência é de 109 cavalos e de 101 cavalos respectivamente.

Custos de produção

Além das melhoras de desempenho e economia, a mudança de motores, especialmente no que diz respeito ao motor 1.0 tricilíndrico se deu muito por conta dos custos de produção. A produção destes motores é muito mais barata, e a Fiat, assim como outras grandes montadoras, está buscando soluções para deixar a produção dos seus modelos mais enxuta e mais barata. Evidente que além dos novos motores, o Fiat Uno 2017 também trará algumas mudanças no visual (bem singelas, é verdade), e alguns recursos novos, como a nova central multimídia, por exemplo. Todas as versões do novo modelo vão chegar com direção elétrica de série e a função “City”, que serve para aliviar o peso do volante durante manobras feitas em baixas velocidades. A verdade é que a maior parte das mudanças está reservada para o que estará debaixo do capô do novo Fiat Uno 2017. Vamos aguardar!
O motor tricilíndrico 1.0 que irá equipar o Uno 2017 apresenta o torque mais alto do Brasil em comparação com outros motores de cilindrada similar.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Detalhes do novo SUV da Toyota SW4

Detalhes do novo SUV da Toyota SW4

Muitas pessoas aguardavam ansiosamente para saber mais sobre o mais novo lançamento da Toyota no mercado brasileiro: o novo SUV da marca, o SW4, que chegou recentemente às concessionárias autorizadas. Com uma versão mais em conta, que chega disponível na versão com cinco lugares (pelo preço de 159.600 reais) e na versão com sete lugares (pelo preço de 164.900 reais), o novo SUV da Toyota SW4 Flex se tornou mais acessível ao grande público e ganhou novidades. Vamos conhecê-las a seguir!

Robustez



Uma das principais características que fazem do novo SUV da Toyota, o SW4 Flex, um modelo realmente diferenciado dentro do mercado atual é a sua robustez, já que ele é um dos poucos modelos que ainda trazem esta característica tão marcante. Forte e robusto, este modelo também traz muito conforto para seus ocupantes, já que a Toyota sabe de uma maneira brilhante como equilibrar muito bem estas duas características, a robustez esperada e o conforto desejado.

O motor não mudou

Apesar das novidades, no que diz respeito ao seu motor, o novo Toyota SW4 Flex ainda traz o mesmo propulsor 2.7 litros, que consegue desenvolver 159 cavalos quando abastecido com gasolina e 163 cavalos quando abastecido com álcool. No entanto, apesar do motor ser o mesmo, ele traz uma grande novidade, que foi a retirada do tanquinho de gasolina, já que agora ele conta com sistema de partida a frio, entre outras coisas. O motor também conta com duplo comando variável. E para facilitar ainda mais a vida de quem conduz este robusto e confortável SUV da Toyota, a montadora japonesa decidiu trocar o sistema de transmissão automática, que agora conta com seis velocidades, ao invés de somente quatro, como era antes.

Mais acessível



Antes da chegada desta nova versão do SUV da Toyota, o SW4 Flex, a versão mais em conta do modelo era a versão V6 4.0 movida a gasolina, que custa 216.700 reais, mas que não era tão acessível. Com esta nova versão, o novo modelo agora se torna muito mais acessível para os consumidores de uma faixa mais intermediária e que desejam ter em mãos a oportunidade de conduzir um modelo tão robusto como este. Competindo diretamente com o Chevrolet Trailblazer, que é mais potente, mas que não é Flex, esta nova versão do SUV da Toyota poderá se mostrar como sendo uma das melhores opções do mercado em sua faixa. Com a chegada desta versão mais em conta, a linha da Toyota fica completa, os consumidores brasileiros passam a ter muito mais opções na hora de escolher uma versão do utilitário japonês para levar para casa. Com bom acabamento, excelente espaço interno, bancos considerados macios, maciez na suspensão também e um silêncio incrível dentro da cabine, o novo Toyota SW4 Flex surpreende a todos pela sua qualidade e pelo seu preço. Ele está acima da média e com certeza os consumidores brasileiros vão notar esta diferença facilmente, fazendo com que a Toyota fique ainda mais satisfeita com o rendimento de seus modelos.
O novo Toyota SW4 Flex ainda traz o mesmo propulsor 2.7 litros, que consegue desenvolver até 163 cv.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

23 de set. de 2016

Hackers invadem sistema da Tesla

Hackers invadem sistema da Tesla

Conteúdo em Vídeo
O vídeo acima mostra o que foi a ação de hackers chineses contra o sistema eletrônico de um Tesla Model S. De acordo com as informações que foram divulgadas, eles teriam encontrado uma brecha que permitiu com que o veículo fosse controlado de uma certa distância. Primeiramente, os hackers fizeram com que o sistema do carro se conectasse em um ponto de Wi-Fi malicioso. Depois disso eles conseguiram encontrar uma brecha no navegador que permitiu que o sistema se tornasse vulnerável. A partir desta brecha, eles ordenaram que o carro buscasse o posto maios próximo para recarregar sua bateria.

Felizmente os hackers em questão não queriam fazer nada de errado com o veículo, eles eram contratados de uma empresa de segurança justamente para conseguir explorar as possíveis falhas que o sistema pode apresentar. Outras coisas que eles também conseguiram fazer a partir de um sistema a distância foram: var suas portas, abrir o teto solar, ligar as setas e ajustas os bancos. O grupo também conseguiu controlar o carro enquanto ele ainda estava em movimentos. A Tesla já se pronunciou sobre o assunto, reconhecendo a vulnerabilidade e anunciando que vai fazer uma correção no programa.
Vídeo divulgado foi registro da ação dos chineses.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Primeiras impressões da Mitsubishi L200 Triton Sport 2017

Primeiras impressões da Mitsubishi L200 Triton Sport 2017

O segmento automotivo dá atenção especial às picapes desde o fim do ano passado. Primeiro, veio o lançamento da Renault Oroch e da nova geração da Toyota Hilux com motorização diesel. Depois, surgiram a Fiat Toro e a nova geração da Ford Ranger, além de um face-lift providencial na Chevrolet S-10, que perdeu a até então consolidada liderança para a Hilux. E a partir de outubro outra representante japonesa aparece renovada: a Mitsubishi L200 Triton. Nesta quinta geração, ela passa a se chamar Triton Sport, até para se diferenciar das demais versões, que se mantém no modelo antigo. Além disso, estreia um novo propulsor turbodiesel.

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  • Mitsubishi L200 Triton Sport chega em outubro
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Fabricada em Catalão, em Goiás, a L200 Triton Sport chega em três versões, GLS, HPE e HPE top, que encabeçarão o lineup do modelo, composto ainda por outras seis configurações da quarta geração: Savana MT/AT, Outdoor AT, GLX, 2.4 Flex Outdoor e GL. Os preços partem de R$ 131.990 na GLS, passam pelos R$ 164.990 da HPE e atingem R$ 174.990 na HPE Top. Todas, no entanto, se movem com o mesmo motor, um turbodiesel 2.4 litros com bloco feito em alumínio e comando variável de válvulas.

O propulsor é capaz de entregar 190 cv e 43,9 kgfm de torque, ou seja, são 10 cv e 5,9 kgfm a mais que o 3.2 litros da geração atual. O uso do alumínio permitiu uma redução de peso de 30 quilos e a turbina, de geometria variável, facilita a entrega de torque em baixas rotações e de potência em regimes elevados. A transmissão é automática de cinco velocidades nas duas configurações HPE – com possibilidade de trocas a partir de aletas no volante – e manual de seis marchas na GLS.

O sistema de tração envolve os modos 4X2, 4X4 – que pode rodar no asfalto –, 4X4 com bloqueio do diferencial central e 4X4 reduzida. As trocas são feitas por um seletor giratório no console central. Além disso, a L200 Triton Sport HPE Top tem bloqueio do diferencial do eixo traseiro, indicado para situações em que as rodas ficam suspensas, como valetas transversais ou terrenos com erosões. O acionamento é feito através de um botão localizado no console central e a troca de 4X2 para 4X4 pode ocorrer com a picape em movimento, em velocidades até 100 km/h.

A lista de itens de série é extensa e contempla diversas comodidades típicas dos carros de passeio desde a versão GLS. Caso do ar-condicionado de duas zonas e da nova central multimídia, com tela sensível ao toque de 7 polegadas e GPS integrado. Os bancos são em couro, mas trazem ajustes elétricos para o motorista apenas na variante mais cara. Partida por botão, sensor de chuva e crepuscular, controles de estabilidade e tração, assistentes para partida em aclives e controle de descida e sistema Isofix para a fixação de cadeirinhas infantis também são comuns às três opções da nova geração. Mas câmara de ré, sensores de estacionamento, assistente de condução com trailer e nove airbags são exclusividades da HPE Top – as outras duas saem apenas com as bolsas frontais de segurança. 

Primeiras impressões

Mogi Mirim/SP - A avaliação foi realizada na versão Sport HPE Top da Mitubishi L200 Triton e começou no autódromo Velo Cittá. Lá, foi possível comprovar que o nome Sport adotado na picape não é à toa. O bom torque de 43,9 kgfm do motor 2.4 turbodiesel que equipa a nova geração do modelo propiciou boas arrancadas e se mostrou valente em simulações de ultrapassagens, retomadas e uma série de curvas fechadas encaradas em velocidades consideradas abusivas para um veículo desse porte. O controle eletrônico de estabilidade apareceu nos momentos em que deveria e a sensação de segurança imperou mesmo nas situações mais improváveis para uma picape média.

Em seguida, já fora do autódromo, a L200 Triton Sport HPE Top enfrentou um trajeto de “off-road” que incluiu muita terra, lama, pedras e água. E não fez feio. A Mitsubishi tem grande tradição em competições aventureiras – com direito a premiações no badalado Rally Paris-Dakar – e não hesitou em valorizar todas as capacidades lameiras de seu produto. A picape deu conta do recado não apenas na hora de passar pelos caminhos mais difíceis, mas também ao garantir um grau de conforto inesperado diante de tantas subidas íngremes, descidas em meio a lamaçais e pedregulhos e buraqueira extremamente escorregadia. O sistema de suspensão reduz o movimento da carroceria a tal ponto que deixa o carro estável de um jeito que impressiona.
Já no asfalto, em um trajeto rodoviário de cerca de 90 quilômetros, a L200 pôde mostrar outras características que a favorecem na acirrada disputa de seu segmento. E uma das que mais se destacam é o isolamento acústico. Nada daquele barulho típico dos propulsores a diesel. O interior é até um pouco simples, mas traz tudo que um veículo de passeio deve ter para garantir uma viagem confortável, divertida e segura. Desde a central multimídia – com uso bem intuitivo – ao ar-condicionado de duas zonas, muitas são as facilidades que contrapõem a vocação profissional e lameira da picape.

Ficha técnica

Mitsubishi L200 Triton Sport

Motor: Diesel, dianteiro, longitudinal, 2.442 cm³, turbo e intercooler, quatro cilindros em linha, com quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas. Injeção direta Common-rail e acelerador eletrônico. 
Transmissão: Câmbio manual de seis marchas à frente e uma a ré ou automático de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração integral com opções 4X2, 4X4, 4X4 com bloqueio do diferencial central e 4X4 com reduzida. Controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 190 cv a 3.500 mil rpm.
Torque máximo: 43,9 kgfm a 2.500 rpm.
Diâmetro e curso: 86 mm x 105,1 mm.
Taxa de compressão: 15,5:1.
Suspensão: Dianteira independente, braços triangulares duplos, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira de eixo rígido, molas semi-elípticas, e amortecedores hidráulicos defasados. Controle eletrônico de estabilidade. Bloqueio de diferencial do eixo traseiro na versão HPE Top. 
Pneus: 265/70 R16. 
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS com EBD e BAS de série. 
Carroceria: Picape sobre longarinas com quatro portas e cinco lugares. Com 5,28 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,80 m de altura e 3,00 m de distância entre-eixos. Airbags frontais de série. Na versão HPE Top, airbags frointais, laterais, de cortina e de joelho para motorista – nove no total. 
Ângulo de entrada: 30°.
Ângulo de saída: 22°.
Altura livre do solo: 22 cm.
Peso: Entre 1.875 kg e 1.950 kg. 
Capacidade de carga: 1.075 kg.
Tanque de combustível: 75 litros.
Produção: Catalão, Brasil.

Versões e Preços

Versão GLS: Brake light integrado na tampa da caçamba, retrovisores externos elétricos, retráteis e com luz indicadora de direção, estribos laterais, faróis halógenos, farol de neblina dianteiro, acendimento automático dos faróis, acionamento automático do limpador do para-brisa, ar-condicionado automático dual zone, câmbio manual de seis marchas, banco do motorista com ajuste de altura, banco traseiro com descansa-braço central e porta-copos, bancos revestidos em couro, console central com descansa-braço, piloto automático, sistema "keyless" de abertura das portas, sistema multimídia com tela touchscreen de 7 polegadas com CD/DVD player, GPS integrado, entrada auxiliar P2 e USB com interface para iPod, MP3, sistema Bluetooth, rádio AM/FM, tomada 12V, vidros e travas elétricos, volante com ajuste de altura e profundidade revestido em couro com controle de áudio, direção hidráulica, assistente de partida em rampa, barras de impacto das portas e sistema Isofix.
Preço: R$ 131.990.
Versão HPE: adiciona transmissão automática de cinco velocidades com aletas para trocas manuais no volante.
Preço: R$ 164.990. 
Versão HPE Top: adiciona luzes diurnas em leds, faróis bi xênon, banco do motorista com ajustes elétricos, câmara de ré, sensores de estacionamento traseiros, assistente de condução com trailer, bloqueio de diferencial traseiro, airbags laterais, de cortina e de joelhos para motorista.
Preço: R$ 174.990.
Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Divulgação

De cima para baixo - Nova geração da Mitsubishi L200 Triton estreia motor e assume posto de topo da linha de picapes

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Nissan Sentra ganha motor 1.6 turbo de 188 cv nos EUA

Nissan Sentra ganha motor 1.6 turbo de 188 cv nos EUA



Mais uma vez o Nissan Sentra tenta reafirmar sua personalidade interior e negar seu estigma de “carro de tiozão”. Apesar de ter deixado de lado o visual careta após a reestilização e ter um desempenho agradável, o sedã japonês não era um modelo que poderia ser descrito como verdadeiramente divertido. Mas a versão SR Turbo […] The post Nissan Sentra ganha motor 1.6 turbo de 188 cv nos EUA appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

Ford lança novo Fusion 2017

Ford lança novo Fusion 2017

Tendo vendido mais de 300 mil unidades somente nos Estados Unidos no ano passado, o Ford Fusion é uma peça chave para os seus criadores dominarem o mundo do desenvolvimento automobilístico, com estilo graça e inovação a cada novo modelo. E agora, após três anos parado na mesma geração de carros, a Ford decidiu relançar o Ford Fusion, com diversas novas mudanças para conseguir encarar com gosto a grande gama de competidores que estão presentes atualmente no mercado. Com a ressureição de uma das peças principais, o Fusion Sport, é então finalmente possível fugir do cenário suburbano com um incrível motor de 325 cv de 6 válvulas e com direito a turbo. Além disso, tração nas quatro rodas e chassis reforçados garantem que esse modelo fará tudo que até então já foi prometido pela Ford. Essa família de sedans está vindo com tudo, frente renovada, interior com novos planejamentos e importantes upgrades para conseguir se levantar da atual quarta posição que se encontra no ranking de carros de porte médio.

Os membros da família

A principal forma de identificação entre os diversos modelos do Fusion são detalhes no design. O modelo Sport é o que possui o design com detalhes mais negros, enquanto os modelos Platinum, SE e Titanum Fusion possuem detalhes frontais mais arrojados e brilhantes. Farois de LED são padrões e opcionais no Fusion agora. O Fusion Híbrido e Energi plug-in híbrido são ainda excelentes máquinas e a Ford optou por não tentar concertar o que não estava quebrado, adicionando somente um novo sistema de calibragem para os freios. Os motores de todos são ainda basicamente os mesmos, com exceção do motor que foi mencionado do Fusion Sport. Naturalmente, a base de cavalos dos motores está a 175. O motor EcoBoost de 1.5 e 2.0 de quatro cilindros agora tem turbochargers duplos, então a expectativa é de 200 a 250 cv para cada Fusion respectivo. O sistema de marchas para todos os Fusions é de oito velocidades e sempre automático para qualquer Ford Fusion que não seja híbrido.

Tecnologia de ponta

O novo Ford Fusion também renovou seu arsenal tecnológico, uma das marcas principais dos modelos na época de seu lançamento. Agora o Ford Fusion tem a possibilidade de usar sistema de estacionar o carro automatizado, controle de velocidade de cruzeiro adaptativo (ou acc), freio automatizado para prevenção de colisões, assistente de alinhamento de faixa, sistema de aviso de afastamento da faixa de rodagem de veículos, alerta para motorista com sono, e sistema opcional de motor stop/start. O novo sistema é adaptado para usar o Apple CarPlay, Android Auto, 4G LTE e outros essenciais aplicativos juntos ao MyFord Touch . Siri poderá ser comandada por voz caso o usuário não queria usar o touchscreen, e usuários de Android deverão usar o Google para mapas e músicas que queiram usar e ouvir. Uma versão mobile do aplicativo COncur auxilia na utilização do GPS do Fusion e até do gerenciamento de rotação de milhas, além de marcar em seus mapas postos e diversos outros pontos úteis.
O novo Ford Fusion também renovou seu arsenal tecnológico, uma das marcas principais dos modelos na época de seu lançamento.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Vale a pena pagar mais caro na Gasolina Premium?

Vale a pena pagar mais caro na Gasolina Premium?

Quando você vai ao posto, a decisão de qual gasolina utilizar não é algo tão simples. Assim que entra você vê diversas opções. A gasolina comum junto ao etanol (ou álcool) tem os preços mais em conta, enquanto algumas outras opções são mais caras mas dizem trazer diversos benefícios ao seu carro. Muita gente mal sabe a diferença entre a gasolina comum e a premium. A diferença principal é a variação de octanagem dentro do combustível. A gasolina premium é um tipo de combustível vendido com um tipo maior de octanagem. A octanagem foi criada como um índice para indicar o comprimento das cadeias das diferentes cadeias de carbono presentes nos diversos modelos de gasolina. Quanto maior o índice de octanagem, mais difícil é o processo que ocorre a pré-detonação, também chamada de batida de pino, que é a ignição do combustível antes da vela enviar a centelha.

Hora certa de detonação

O dono da Power Burst, Eduardo Polatti é figura chave no desenvolvimento de tecnologias energéticas, que chegou até a trabalhar em combustíveis para fórmula 1 quando estava na empresa Shell e disse uma vez que “Gasolina boa não é a que queima fácil, mas sim a que queima na hora certa. “  E esse é exatamente o segredo da gasolina premium. Detonando na hora certa, o motor faz a queima também na hora certa e isso permite o aproveitamento total do curso do cilindro para gerar movimentação após a explosão ocorrida. A queima ideal só deve ocorrer quando o pistão está no ponto mais auto de seu curso, nunca antes e também nunca depois. Uma gasolina com índice de octanagem mais baixo gera a queima antecipada e a pré-detonação, o que obriga o motor a fazer o adiamento da centelha e a explosão se dá com o pistão já em curso decente, o que diminui por completo a eficiência.

A gasolina premium é mais econômica?

Se você busca a gasolina premium pela economia, tome cuidado pois pode ser uma enrascada imensa. O motor flex da maiora dos carros brasileiros não aproveita do auto-índice de octanagem, então a mudança tanto na potência quanto no consumo é praticamente nula. Explicando com mais detalhes, o objetivo da gasolina é obter um rendimento maior, porém o motor certo é necessário para isso. No manual do automóvel que você adquiriu, estará mostrando a porcentagem de octanagem do motor do seu veículo. A possível economia seria decorrente da economia de combustão, somente em motores em que a octanagem faria sim uma grande diferença. Porém, a economia não é o objetivo dessa gasolina, e deve resultar em no máximo 10% de economia, enquanto o preço dessas gasolinas pode ser de pelo menos 30% mais caro comparado as gasolinas comuns. Os pontos principais da gasolina premium são o aumento da vida útil do motor, e a diminuição da poluição, ambos decorrentes do mesmo fato: a diminuição de enxofre em partes por milhão dentro da gasolina de 800 ppm para somente 30 ppm.
A diferença principal entre os tipos de gasolina é a variação de octanagem dentro do combustível.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Curiosidades

22 de set. de 2016

Karma Revero terá novo motor GM

Karma Revero terá novo motor GM

O olhar automotivo do mundo todo focou nesses últimos dias no lançamento (ou talvez relançamento) do famoso Karma Revero na California. O improvável renascimento do Fisker Karma demorou bastante, principalmente pela falência sofrida pela Fisker em 2013, que havia para muitos indicado o fim dessa série de automóveis híbridos plug-in. Naquela época parecia que a era dos carros plug-in híbridos que mal havia começado já estaria acabando, e ninguém nunca esperaria um ressurgimento de modelos antigos, ainda mais do Karma Revero, pelo anúncio de falência. A empresa com base na China chamada Wanxing comprou os direitos de produção da Fisker em Fevereiro de 2014 por cerca de 150 milhões de dólares, planejando então continuar a produção desses modelos. Na época, a Fisker tinha somente 22 empregados ainda trabalhando na empresa. Após um ano, em Março de 2015 eles atingiram a marca de 203 funcionários na nova Karma Automóveis. Em Agosto de 2016 eles cobriram a impressionante marca de 697 funcionários, e o plano é atingir cerca de 967 até o fim de 2016. Esse é somente um dos exemplos do irreverente crescimento internacional da Karma simplesmente por colocar o modelo Revero no mercado. Ou de volta ao mercado, melhor dizendo.

O motor do Karma Revero



Assim como o adorado Fisker, o Karma Revero usa um motor da General Motors (GM) de quatro cilindros com potência de 260 cv para a parte não-elétrica do carro. Porém, para a parte elétrica, ele sofreu algumas melhoras. Agora como uma das opções de carga, é possível utilizar o carregamento rápido de corrente direta na voltagem de 40 KW. Além disso o carregador de bordo foi melhorado de 3.3kW para 6.6kW. Ainda utilizam a bateria A123, um modelo familiar dos antigos Fisker, mas a capacidade da bateria foi aumentada de 20.4kWh para 21.4kWh, o que será ótimo para rodovias, entre outros. O tempo para o carro ir de 0 a 60 km/h foi diminuído para 5.4 segundos no modo Sport. Ainda não é um modelo finalizado, mas aparentemente o Karma Revero terá resultados de eficiência praticamente idênticos a seus modelos mais antigos. É válido também lembrar a qualidade da tecnologia que compõe o teto solar poderá ser uma das principais mudanças do Karma. Já foi anunciado pelos produtores que é muito possível e bem provável que o teto solar poderá “absorver energia o suficiente para manter o carro em movimento. “ no entanto, nenhuma informação adicional sobre o assunto foi adquirida.

No geral, sua qualidade ficou praticamente na mesma, mudando alguns poucos números com a mudança de motor, e penando mais para a economia, sem abandonar uma melhora na potência comparado aos seus modelos mais antigos. Deja vús são famosos no mundo dos carros, e não é a primeira vez que um modelo que tinha saído completamente de série renasce das cinzas com poucas mudanças em uma marca nova. No mínimo, as mudanças tiveram um impacto positivo no carro e modelo, e podemos somente esperar para mais informações em um breve futuro.
O tempo para o carro ir de 0 a 60 km/h foi diminuído para 5.4 segundos no modo Sport.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Com motor 1.0 turbo, Civic Hatch europeu é revelado

Com motor 1.0 turbo, Civic Hatch europeu é revelado

O mais novo modelo do famoso Civic da Honda, o Hatch, foi flagrado inicialmente na China antes de seu lançamento oficial, porém, já foi oficialmente lançado ao redor do mundo. Quando flagrado na China, ele não possuía camuflagem alguma, e estava já equipado com seu novo motor com inédito propulsor de modelo 1.0 i-VTEC, exclusividade da Honda. As mudanças são poucas comparado ao 1.5 turbo. A falta de faróis de neblina, retrovisores externos de cor preta e rodas aro 16’’ de liga leve são as principais mudanças notáveis, além do escrito 180 turbo que referencia o torque do modelo. Com (finalmente) o lançamento de um carro Honda com turbos, a empresa finalmente cessou a sua resistência final em relação ao crescente mercado dos turbos com a chegada do mais novo modelo do Civic.

Aspectos do novo motor

Os protótipos de três cilindros de 127 bhp não poderia ser mais diferente que os modelos anteriores 1.8.  Por exemplo, há um torque muito maior com níveis de rotação de motor mais baixos. Igualmente alguns de seus rivais, o Civic levemente de empurra para frente entre 2 e 3 rpm. No protótipo, no entanto, havia uma certa lerdeza na resposta. Se você estava abaixo de 3500, havia sempre uma pausa antes do carro entrar com sua força total. Sendo o décimo de sua geração, tais melhoras já eram de se esperar para o novo Civic e são esperadas para o lançamento oficial do novo modelo. O câmbio é de seis marchas, para um torque de cerca de 148. Os valores ainda não são definitivos pois a Honda ainda não anunciou os números oficiais do veículo que está ainda em fase de protótipos. No entanto, a Honda já adiantou que os resultados provavelmente serão muito semelhantes aos modelos mais recentes do Honda. A principal mudança da Honda focou na diminuição de emissão de CO2 para apenas 99 gramas por quilometro. Isso também responde como uma economia do combustível que será utilizado pelo novo modelo. O anúncio oficial do Honda Civic Hatchback 2017 será no fim desse ano, porém enquanto na Europa o modelo que será vendido será o 1.0, aparentemente nos Estados Unidos e na America do Norte será vendido principalmente o modelo 1.5 junto com uma variação de cambio um pouco mais focada no estilo esportivo.

Virou o modelo base

O modelo Civic 180 Turbo virou efetivamente o modelo base para a produção no mercado Chinês da Honda, juntamente ao modelo 220 Turbo. Ambos os modelos serão produzidos em massa graças a uma parceria entre a Honda e a Dongfeng Motors. Comparado a seus modelos anteriores, o Honda Civic Hatchback também perdeu alguns detalhes de sua funcionalidade, dando lugar as luzes halogênicas quando antes eram de LED e prendo os comandos do carro em atalhos no volante. Interessantemente, no modelo 180 foi observado somente o câmbio manual até agora, enquanto no 220 Turbo já foi visto um seletor de câmbio automático CVT.
Os protótipos de três cilindros de 127 bhp não poderia ser mais diferente que os modelos anteriores 1.8.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Peugeot reinventa 5008 e o transforma de minivan em SUV

Peugeot reinventa 5008 e o transforma de minivan em SUV



Alguns carros passam por gigantescas transformações em mudanças de geração, mas sempre mantendo sua essência. A antiga Peugeot 5008 era uma minivan (por isso era tratada no feminino) com poucos atrativos perante sua prima Citroën C4 Picasso, agora o 5008 (no masculino por ser um SUV), pega carona no segmento em voga no mundo e […] The post Peugeot reinventa 5008 e o transforma de minivan em SUV appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

Teste do novo Ford Fusion 2017

Teste do novo Ford Fusion 2017

Lançar o Fusion no Brasil foi uma bela sacada da Ford. Desde que chegou ao mercado nacional, em 2006 – um ano depois de ter sido lançado no México, de onde é importado –, o sedã médio-grande incomodou bastante a concorrência. Seu "segredo" é ser um modelo "de amplo espectro". Consegue interessar tanto os consumidores habituais das versões topo de linha dos sedãs médios de marcas generalistas – Toyota Corolla, Honda Civic, Chevrolet Cruze e Nissan Sentra –, quanto os dos médio-grandes – Honda Accord, Toyota Camry, Hyundai Azera e Volkswagen Passat – e até os que buscam os sedãs médios das marcas de luxo – Audi A4, BMW Série 3 e Mercedes-Benz Classe C. Em todas essas brigas, o Fusion sempre teve o design como um ponto positivo – principalmente com a chegada da atual geração, em 2012. E a Ford continua acreditando no potencial do produto. Tanto que o Fusion apresenta sua linha 2017 com novidades discretas: ligeiras atualizações estéticas nos conjuntos óticos dianteiro e traseiro e na grade, além de ajustes nos motores. Para se manter competitivo, também incorporou novos equipamentos, especialmente na versão "top".

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Entre os novos "gadgets" do Fusion na linha 2017, os destaques são as chamadas tecnologias semiautônomas – que substituem parcialmente o trabalho do motorista. No caso do Fusion "top", agora é item de série um assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres. Operado por radar e sensores, pode atuar diretamente sobre o sistema de freios para evitar atropelamentos e colisões. Outros atrativos tecnológicos são o piloto automático adaptativo com "stop & go" – que monitora e mantém uma distância segura do veículo da frente – e um sistema de estacionamento automático, em vagas paralelas ou perpendiculares à via. Em termos de segurança, o Fusion traz ainda oito airbags, cintos de segurança traseiros infláveis, sistema de monitoramento de ponto cego, sistema de monitoramento de faixas, sistema de detecção de cansaço do motorista, monitoramento de pressão individual dos pneus no cluster, além do controle de estabilidade e tração Advance Trac. Com tudo isso, o novo Fusion obteve classificação máxima de segurança dos institutos norte-americanos National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) e do IIHS (Insurance Institute for Highway Safety). A conectividade também foi aprimorada com a incorporação do Sync 3 com tela capacitiva de 8 polegadas e acesso aos softwares de espelhamento de smartphones Apple Car Play e Android Auto. As fontes de letras e ícones do sistema estão maiores e mais fáceis de visualizar.

Esteticamente, o Fusion ainda estava "bem na foto", de acordo com as pesquisas da marca. Por isso, a opção foi por preservar as características existentes, com discretas modernizações. A grade dianteira foi sutilmente redesenhada e passa a contar com sistema de fechamento ativo, semelhante ao adotado nos modelos de competição, para aprimorar a refrigeração do motor e a aerodinâmica. Os farois ganharam uma assinatura em leds e são full led na versão Titanium. As lanternas foram redesenhadas, ganharam luzes em leds e estão mais amplas - agora são unidas por um friso cromado. As rodas são de 18 polegadas, com diferentes desenhos para cada versão. Em um interior onde os acabamentos estão mais requintados, a grande novidade é que a tradicional manopla do câmbio automático dá lugar a um seletor giratório - que a marca chama de E-shifter. Lembra os seletores existentes em modelos da Jaguar e da Land Rover. Nele é possível indicar os modos Park, Drive, Reverse, Neutral e Sport - esse último, apenas nas versões com motor Ecoboost. Na versão 2.5 Flex, conta com a função Low, que ajuda a segurar o carro em declives usando o freio-motor.  O câmbio automático é sempre de seis velocidades.

Em relação aos trens de força, segundo a marca, o objetivo das alterações foi aumentar a eficiência energética do 2.0 Ecoboost turbo a gasolina, que empurra as versões SEL e Titanium, e o 2.5 aspirado flex, de 175 cv, que move a versão de entrada SE. Com redução dos atritos e outros aprimoramentos mecânicos, a Ford assegura que ambos os motores estão, em média, 7% mais em relação aos modelos da linha 2016. Para dar uma pitada a mais de esportividade, o motor 2.0 Ecoboost também ganhou 8 cv de potência - agora são 248 cv Como a proposta do Fusion é disputar consumidores em diferentes segmentos, existem versões pensadas "na medida" para todas as demandas. No modelo 2017, o mais barato é o 2.5 Flex SE, que parte de R$ 121.500. Logo acima está versão intermediária 2.0 Ecoboost SEL, que sai por R$ 125.500. E a "top" de linha é a Ecoboost Titanium, que custa por R$ 138 mil com tração dianteira. Mas existe ainda uma versão que poderia ser definida como "top do top", que oferece tudo que um Fusion pode ter. Trata-se da 2.0 Ecoboost Titanium AWD, com tração integral, que atinge os R$ 154.500.

Ponto a ponto

Desempenho - A versão 2.0 Ecoboost Titanium AWD ganhou 8 cv em relação ao modelo anterior. Agora, são 248 cv - uma bela potência para um sedã desse porte. Mas o mais interessante é que o novo compressor faz com que 95% do torque esteja disponível já em 1.750 rpm. Para quem dirige, isso se traduz em um veículo sempre esperto em todas as faixas de giro. Nota 9. Estabilidade - A suspensão sempre foi um ponto alto do Fusion, na versão 2017, as molas foram recalibradas, para aprimorar. O modelo é equilibrado e se comporta bem em trechos sinuosos, feitos em alta velocidade. Quando é necessário, os sistemas eletrônicos também estão lá para ajudar: controle de estabilidade, de tração, assistente de partida em rampas, etc. Nota 9.

Interatividade - O E-shifter, comando circular que substitui a antiga manopla do câmbio, é eficiente e fácil de acionar.  O posicionamento dos comandos é correto e favorece a utilização. O isolamento acústico evoluiu expressivamente, com menos ruídos e vibrações. A direção eletricamente assistida ajuda a tornar a relação com o motorista mais amistosa. E a versão "top" do Fusion oferece algumas mordomias usuais em sedãs de marcas de luxo - é possível até ligar o ar-condicionado antes de chegar ao carro, para já encontrá-lo fresquinho. Nota 8. Consumo - Segundo a Ford, os dois motores estão em média 7% mais econômicos. Segundo dados da Ford, as versões com motor 2.0 Ecoboost, movido a gasolina, fazem média de 8,6 km/l em trânsito urbano e 11,7 km/l na estrada. Já o motor 2.5 flex faz 6 km/l com etanol e 8 km/l com gasolina na cidade e 8,5 km/ com etanol e 11,3 km/l com gasolina em circuito rodoviário. Nota 7.

Conforto - O Fusion sempre foi um sedã confortável e aconchegante. Os ajustes elétricos dos bancos facilitam que se ache posições agradáveis para viajar. Além disso, eles são bem projetados e proporcionam um conforto acima da média. Na versão Titanium, os bancos contam com aquecimento ou refrigeração. A suspensão absorve bem as irregularidades do piso, mas um detalhe incomoda um pouco, principalmente em trajetos com muitas lombadas. O carro é baixo e, mesmo em baixas velocidades, tende a raspar o fundo. Tal inconveniente é especialmente desagradável nas lombadas grotescas e mal projetadas, que proliferam na maioria do país. Nota 8. Tecnologia - Nesse aspecto, a versão 2.0 Ecoboost Titanium AWD certamente é o melhor Fusion de todos os tempos. Vem com tudo que o sedã mexicano pode oferecer: assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, piloto automático adaptativo com "stop & go", sistema de estacionamento automático, cintos de segurança traseiros infláveis, sistema de monitoramento de ponto cego, sistema de monitoramento de faixas, sistema de detecção de cansaço do motorista, monitoramento de pressão individual dos pneus no cluster,  controle de estabilidade, controle tração Advance Trac e o moderno sistema de infoentretenimento Sync 3, com menus simplificados para as funções de telefone, navegação, áudio, ar-condicionado e aplicativos. Chave com sensor de presença para acesso inteligente e partida sem chave, ar-condicionado automático de dupla zona com saída para os bancos traseiros, partida remota, sensor de chuva e tomada de 110 V e oito airbags – frontais, laterais e, de cortina e de joelho, para motorista e passageiro – são outros itens oferecidos pelo modelo. Além disso, os motores receberam modernizações e se tornaram mais eficientes – e finalmente o Fusion eliminou o anacrônico "tanquinho" de gasolina para as partidas a frio. Nota 9.
Habitabilidade - Os acessos são eficientes, proporcionados pelas amplas portas. A adoção do E-shifter no lugar da antiga manopla do câmbio permitiu uma melhor ergonomia para o apoio de braços e o porta-copos do console. E a ampla área envidraçada proporciona boa visibilidade. O porta-malas leva bons 453 litros – não houve mudanças em relação ao modelo anterior. Nota 9. Acabamento - O Fusion 2017 traz mais superfícies almofadadas e revestimentos de aspecto mais sofisticado que a versão anterior. Os couros usados em boa parte do revestimento aparentam boa qualidade e os acabamentos parece mais precisos. Nota 8.
Design - Embora seu estilo já não seja mais novidade, o Fusion conseguia uma interessante combinação de sofisticação e esportividade, com seu perfil dinâmico e esportivo. O parabrisas e a coluna traseira são bastante inclinados, o que dá um design fluido que remete aos cupês. Todas essas características foram preservadas na linha 2017. A reestilização dos conjuntos óticos rejuvenesceu um pouco o design. A grade trapezoidal também foi sutilmente redesenhada e ganhou uma nova moldura. O adorno cromado tornou a traseira mais imponente e dá a impressão de que o carro é mais largo. As ponteiras de acabamento em aço inox reforçam o aspecto esportivo. No interior, também houve interessantes evoluções, que tornaram o carro mais requintado. Nota 8. Custo/benefício - A linha 2017 do Fusion começa no 2.5 Flex SE, que parte de R$ 121.500. Logo acima está a 2.0 Ecoboost SEL, que sai por R$ 125.500. Já a "top" de linha Ecoboost Titanium custa por R$ 138 mil com tração dianteira e R$ 154.500 na versão AWD, com tração integral. Longe de ser barato, o sedã consegue valores competitivos com toda a ampla faixa de concorrentes que de dispõem a encarar. Nota 6. Total - O Fusion 2.0 Ecoboost Titanium AWD obteve 81 dos 100 pontos possíveis.

Impressões ao dirigir

Percepção de qualidade

Mata de São João/Bahia - O Fusion é produzido em cinco países – Estados Unidos, México, Espanha, Rússia e China – e vendido em mais de 160 mercados. No Brasil, já vendeu mais de 96.000 unidades. Uma das razões de sua boa aceitação em todo o mundo está em seu interior. Na linha 2017, o habitáculo do Fusion continua a ser um lugar agradável e bem projetado. Os designers da Ford pensaram em soluções criativas – umas são evidentes, mas outras são tão discretas que o motorista vai descobrindo e apreciando gradualmente, na medida em que conhece mais o carro. Na versão 2.0 Ecoboost Titanium AWD, uma dessas soluções é o sistema de iluminação da cabine em sete cores, com leds localizados em pontos tradicionalmente sombrios e mal iluminados – dentro dos porta-objetos, no console, áreas vazadas do painel, console do banco traseiro e sob o painel de instrumentos. Uma ideia simples, mas que amplia consideravelmente a percepção de espaço a bordo e torna o ambiente mais "clean".
Quando começa a rodar, o motorista logo adquire confiança no sedã "top" da Ford. Basta pisar no acelerador que o motor comparece, sem vacilações. A entrega do torque máximo acontece já em 1.750 rpm, o que deixa o sedã "esperto" em qualquer faixa de giros. O sedã circula com facilidade no "para e anda" do trânsito urbano, mas é quando atinge as estradas que ele se sente "em casa". Oferece retomadas vigorosas e ultrapassagens seguras e precisas. Nas retas e curvas, mesmo em velocidades elevadas, o equilíbrio do sedã da Ford impressiona – nesse aspecto, a tração integral AWD e os diversos controles eletrônicos de tração e estabilidade dão sua contribuição sempre que necessário. E, quando é necessário frear bruscamente, o Fusion também o faz de forma serena e elegante.
Um charme a mais do Fusion 2.0 Ecoboost Titanium AWD linha 2017 são as tecnologias semiautônomas, aparentemente, se tornaram uma verdadeira "obsessão" da indústria automotiva mundial. No Fusion, elas se fazem representar principalmente pelo assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres. O sistema dispara um alerta sonoro e visual ao detectar a possibilidade de colisão com um veículo à frente, ao mesmo tempo em que pré-carrega os freios para uma resposta mais rápida. Se o motorista não realizar nenhuma ação, o veículo pode desacelerar e parar automaticamente. Outra tecnologia semiautônoma presente no Fusion "top" é o sistema de estacionamento automático. Seja em vagas paralelas ou perpendiculares à via, ao acionar o sistema, o motorista controla apenas os freios, o câmbio e o acelerador, seguindo as indicações no painel, enquanto a direção é manobrada automaticamente. Tais tecnologias semiautônomas são um tanto "invasivas" e certamente irão incomodar alguns motoristas mais arraigados às velhas tradições. Mas são bastante efetivas em termos de segurança.

Ficha técnica

Novo Ford Fusion 

Motor 2.5 Flex: Bicombustível, dianteiro, transversal, 2.489 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré com modo sequencial e trocas no volante. Tração integral. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 167 cv/175 cv a 6.000 rpm com gasolina/etanol. 
Torque máximo: 23,2 kgfm/24,1 kgfm a 4.500 rpm com gasolina/etanol.
Diâmetro e curso: 89,0 mm x 100 mm.
Taxa de compressão: 9,7:1. Motor 2.0 Ecoboost: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.999 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, turbo. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré com modo sequencial e trocas no volante. Tração dianteira ou integral. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 248 cv a 5.500 rpm. 
Torque máximo: 39 kgfm entre 1.750 rpm e 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 87,5 mm x 83,1 mm.
Taxa de compressão: 9,3:1. Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira independente do tipo Multilink, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 235/45 R18.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Sedã com quatro portas e cinco lugares. Com 4,87 metros de comprimento, 1,91 m de largura, 1,49 m de altura e 2,85 m de entre-eixos. Oferece sete airbags: dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um para o joelho do motorista.
Peso: 1.599 kg.
Capacidade do porta-malas: 453 litros.
Tanque de combustível: 63 litros.

Itens de série e Preços

Fusion 2.5 Flex SE: seletor E-shifter, chave com sensor de presença, abertura e partida sem chave (Ford Power), grade dianteira com controle ativo, faróis com luz diurna de LED, rodas de liga leve 18”, sensor de monitoramento individual de pressão dos pneus e sistema de conectividade SYNC 3 com 11 alto-falantes, compatível com Apple CarPlay e Android Auto.
Preço: R$ 121.500
Fusion 2.0 EcoBoost SEL: adiciona sistema Auto Start-Stop, partida remota e rodas de liga leve com outro desenho. O teto solar é opcional por R$ 4.000.
Preço: R$ 125.500
Fusion 2.0 EcoBoost Titanium: soma faróis Full LED, novas rodas de liga leve 18”, sistema de conectividade SYNC 3 com Sony Premium Sound e 12 alto-falantes, sistema de monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, sistema de permanência em faixa, farol alto automático, ajuste elétrico do banco do passageiro em 10 direções, bancos dianteiros aquecidos e refrigerados, sensor de chuva, sistema de personalização da luz ambiente e aerofólio. É possível adicionar teto solar por R$ 4.000.
Preço: R$ 138.000
Fusion 2.0 EcoBoost Titanium AWD: tração integral, piloto automático adaptativo com “stop and go”, alerta de colisão com assistente autônomo de frenagem, assistente autônomo de detecção de pedestres, estacionamento automático de segunda geração e teto solar.
Preço: R$ 154.400
Autor: Luiz Humberto Monteiro Pereira (Auto Press)
Fotos externas: Luiz Humberto Monteiro Pereira/CZN; Fotos internas: Divulgação

Para manter o status - Discreto “facelift”, evoluções nos motores e novos equipamentos marcam as diferenças da linha 2017 do Ford Fusion

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes