13 de jun. de 2016

Confira os detalhes do novo carro das Caça-fantasmas

Confira os detalhes do novo carro das Caça-fantasmas

Conteúdo em Vídeo
Muitos filmes acabam tendo os veículos, se não como protagonistas, como parte importante da história. Eles entram para a cultura pop, e acabam sendo imitados ao redor do planeta. Aconteceu com o veículo utilizado pela equipe original da franquia Caça-fantasmas, e também pode acontecer com o novo filme. A produção do filme resolveu presentear os fãs com um vídeo que mostra muitos detalhes da escolha do novo Ecto-1, que mudou radicalmente quando comparado com o veículo original. Ele segue sendo um Cadillac, mas desta vez o modelo Fleetwood Station Wagon 1980. No filme, o carro é utilizado pelo tio de uma das integrantes da nova equipe, que trabalha em uma funerária.

Tudo indica que, assim como aconteceu com os filmes anteriores, a produção do novo longa deverá fazer com que o veículo das Caça-fantasmas rode pelas ruas da cidade de NY.
Novo filme da franquia estreia no dia 14 de julho.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

11 de jun. de 2016

March e Versa 2017 chegam com câmbio CVT opcional

March e Versa 2017 chegam com câmbio CVT opcional



A Nissan lançou a linha 2017 dos compactos March e Versa, que chegam oferecendo, como opcional, câmbio automático do tipo CVT nas versões topo de linha como motor 1.6. São os modelos mais baratos do mercado a oferecer esse tipo de transmissão. - Siga o AUTOPOLIS no Facebook AUTOPOLIS esteve presente no evento de lançamento […] The post March e Versa 2017 chegam com câmbio CVT opcional appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

Novo Audi RS5 com motor de 500 cv pode chegar em 2016

Novo Audi RS5 com motor de 500 cv pode chegar em 2016

Com a aproximação do segundo semestre, as montadoras começam a se mexer para apresentar os seus próximos lançamentos para o mercado automotivo. E é claro, a Audi não poderia ser deixada de fora, e apresentou algumas novidades potentes e interessantes. A Audi é conhecida por seus potentes, elegantes e sofisticados veículos. E na última semana e marca apresentou a sua nova linha de carros, composta pelo S5 que vai chegar utilizando um motor de 354 cv. Porém, para a alegria de quem gosta de bastante potência, a montadora anunciou que um novo veículo vai fazer parte da linha: o RS5. Segundo rumores, a nova geração do esportivo já está em processo de desenvolvimento e deve abandonar o motor atual que é V8 aspirado e deve adotar um novo conjunto de seis cilindros.

O possível Audi RS5



É esperado que o novo RS5 deve chegar equipado com um novo motor V6 biturbo que vai ser capaz de render até 500 cv. Para efeito de comparação a atual geração do esportivo é capaz de gerar 456 cv. Completando o potente motor deverá estar um novo câmbio automático de oito velocidades ao lado de uma tração integral quattro. E mais ainda do que a maior potência do motor e também do novo câmbio,o novo modelo também deve aparecer mais leve. É esperado que ele chegue com até 60 kg a menos, tudo por causa da nova plataforma adotada pela marca, a modular MLB Evo. De quebra, o esportivo deve chegar com uma aerodinâmica melhorada, com cx de 0,25. Porém, nenhuma informação completa ainda foi confirmada pela Audi, nem sobre mais detalhes sobre o veículo e muito menos sobre as datas de lançamento da nova geração do esportivo Audi RS5 no mercado mundial. Porém, é esperado que a novidade desembarque em um lançamento oficial ainda em 2016, senão em meados de 2017.

A novidade deve chegar ao mercado para ser o veículo o modelo mais quente de toda a família de veículos da montadora. Hoje, na linha atual, o carro mais forte da linha da marca é o S5, que conta com um motor V6 turbo de 355 cv. É o motor desse veículo da linha que está servindo de inspiração para a versão mais forte, que como mencionamos vai chegar consideravelmente mais potente. A opção da marca de abandonar o seu V8 e criar um V6 ainda mais potente vem por causa da crescente necessidade de redução de consumo, o que tem tornado o downsizing praticamente obrigatório até mesmo em modelos completamente esportivos, como o RS5.
A opção da marca de abandonar o seu V8 e criar um V6 ainda mais potente vem por causa da crescente necessidade de redução de consumo.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

10 de jun. de 2016

Renault Twingo GT chega com motor 0.9 turbo e 110 cv

Renault Twingo GT chega com motor 0.9 turbo e 110 cv

Sem dúvida alguma, o meio do ano é uma época de novidades no mercado automobilístico. Ano após ano as montadoras apostam em seus lançamentos nessa época do ano, que é um verdadeiro deleite para os amantes do mercado automotivo. E a última montadora a apresentar as suas novidades foi a francesa Renault. Na semana passada já havia sido lançado um teaser sobre uma novidade da Renault que deixou muitos curiosos. E finalmente a montadora francesa revelou de vez a sua novidade: o novo Twingo GT. A versão revelada ainda não se trata da versão mais brava do modelo, a RS, que existia na geração anterior do veículo, mas aparece com uma honesta aparência bastante esportiva e um motor 0.9 que aparece turbo e em uma versão mais potente.

O novo Renault Twingo GT

O que mais chama atenção no novo Twingo GT é o que ele abriga sob o capô. Isso porque ele conta com um motor 0.9 TCe de três cilindros que agora é capaz de render até 110 cv, contra 90 cv que aparecem na versão normal do Twingo, e alcança o torque máximo de 17,3 kgfm. Tudo isso chega associado a um câmbio manual. De acordo com informações que foram divulgadas pela Renault, o aumento da potência no veículo foi conseguido por meio de uma otimização da entrada de ar e também com um novo mapeamento da injeção eletrônica. Apesar do acréscimo de potência parecer pequeno, junto com a tração traseira ele pode render algumas surpresas no pequeno e divertir o motorista do Twingo. Por fora, a novidade conta com uma aparência mais esportiva e agrada. Para isso ele chega com quatro opções de cores: branco, cinza, preto e laranja, e também chega com rodas de liga leve aro 17, saída dupla de escape central e adesivos que são bastante parecidos com aqueles presentes no conceito Twin Run, que foi apresentado em 2013 pela montadora.

Além disso, a novidade preparada pela Renault Sport ganhou um novo acerto de chassi, novos ajustes em sua suspensão, sua direção e seu controle de estabilidade. Por enquanto tudo o que temos são as imagens do exterior do veículo, restando apenas curiosidade para saber como a novidade vai chegar por dentro. Porém, é esperado que o novo Twingo GT chegue com pedaleiras esportivas, soleiras personalizadas e detalhes internos feitos na cor laranja. Mas aí é esperar para ver. A apresentação oficial do veículo completo ao público vai acontecer ainda no fim do mês no Festival de Velocidade de Goodwood, que vai acontecer no Reino Unido, na Europa.
O aumento da potência no veículo foi conseguido por meio de uma otimização da entrada de ar e também com um novo mapeamento da injeção eletrônica.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

Motorista enfrenta manada de camelos na estrada

Motorista enfrenta manada de camelos na estrada

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Os motoristas, quando estão trafegando por uma estrada ou rodovia durante a noite, devem tomar diversos cuidados, especialmente quando está passando por um meio rural. Mas estes cuidados devem ser redobrados quando as pessoas estão passando por alguma rodovia da Rússia. Afinal de contas, a qualquer momento é possível que o veículo seja atacado por uma manada de camelos! As imagens acima foram captadas pelas famosas câmeras que são instaladas na frente de cada veículo que circula por alguns países, como a Rússia. O motorista estava andando tranquilamente, quando se depara com um movimento estranho na sua frente. Para o carro, e logo aparecem diversos camelos, que vão para cima do veículo.

De acordo com as informações que foram divulgadas pela polícia local, os animais teriam se assustados com um sinal sonoro de um outro veículo que circulava pela estrada. Apesar dos animais terem causado uma certa destruição na região, ninguém teria ficado ferido no incidente.
Imagens foram registrada na Rússia.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

9 de jun. de 2016

Teste da quarta geração do Toyota Prius no Brasil

Teste da quarta geração do Toyota Prius no Brasil

No final do século passado, a indústria automotiva mundial discutia como seria a mobilidade neste, com a inexorável necessidade de reduzir as emissões e o consumo de combustível. A Toyota fez sua aposta na tecnologia híbrida, que combina propulsores elétricos com motores movidos a explosão. Em 1997, lançou o Prius, que se tornou o primeiro automóvel híbrido a ser vendido em larga escala. Quase 20 anos depois, tudo indica que a aposta da marca japonesa foi acertada – tanto que cada vez mais fabricantes investem em híbridos. Nesse tempo, o Prius vendeu 5,7 milhões de unidades em 90 países – apenas 783 delas no Brasil, onde começou a ser comercializado em 2013. Agora, chega ao país a quarta geração do modelo, que incorpora nova estética, novas tecnologias e preço mais competitivo – sai por R$ 119.950. Por esse valor, a Toyota acredita que vai conseguir popularizar a tecnologia híbrida no país.

Lançada no Japão, Estados Unidos e Europa no final do ano passado, a quarta geração do Prius representa uma renovação total em relação ao modelo anterior. O carro é o primeiro a utilizar a nova plataforma global, denominada TNGA – Toyota New Global Architecture ou nova arquitetura global da Toyota. O estilo continua como um hatchback radicalmente aerodinâmico, com um perfil próximo ao de um cupê. O carro foi ligeiramente redimensionado: está 6 centímetros mais comprido, 2 cm mais largo e 2 cm mais baixo – apenas o entreeixos se manteve em 2,70 m. O design também evoluiu em relação ao anterior – uma evolução expressa matematicamente pela redução do coeficiente de penetração aerodinâmica, que caiu de 0,25 cx para 0,24 cx. Na frente, o capô está mais baixo e musculoso e os conjuntos óticos, em formato de T, incorporaram leds e estão mais agressivos. No perfil, o acabamento em preto fosco na coluna traseira dá a impressão de que o teto é flutuante. Na traseira, destaque para as lanternas com leds em forma de bumerangue, bem mais afiladas e elegantes que as antigas trapezoidais, e a antena estilo “barbatana de tubarão”. A “bossa” da luz azul sob as logomarcas dianteira e traseira da Toyota, presente na geração anterior, foi preservada.

O interior radicalizou o aspecto futurista apenas insinuado no Prius anterior e está mais incrementado e estiloso. O grande “nicho” que ficava sob o console, atrás da manopla de câmbio, não existe mais. A manopla agora está fixada pouco abaixo dos comandos de ar-condicionado e da grande tela de 7 polegadas da central multimídia. Fica posicionada horizontalmente no tablier e não verticalmente no console central – onde fica na maioria dos carros. Como na geração anterior, não há mostradores atrás do volante. Eles estão no alto do console central, na altura do vidro – algumas informações mais importantes, como a velocidade, são projetadas no parabrisas à frente do motorista, graças ao “head-up dsplay”. Os revestimentos cinza claros deram lugar a um interior predominantemente preto, com detalhes cromados.

Em termos da tecnologia híbrida em si, a quarta geração do Prius também apresenta evolução expressiva. Agora, o motor 1.8 litro VVT-1 16V DOHC a gasolina de 98 cv e 14,2 kgfm, que atua em parceria com um motor elétrico de 72 cv e 16,6 kgfm, é gerenciado pelo novo sistema Hybrid Sinergy Drive. A Toyota fala em uma economia de até 20% no consumo de combustível na cidade, em relação ao Prius anterior. Segundo o InMetro, o modelo agora faz 18,9 quilômetros por litro de gasolina em circuito urbano e 17 km/l em rodovias – uma singularidade dos híbridos é consumir menos no circuito urbano, quando o motor elétrico atua mais em baixas velocidades. Segundo a Toyota, dependendo do motorista, é possível alcançar médias superiores a 33 km/l, em percurso urbano. O seletor de modo de condução permite escolher entre Normal, Eco (mais economia), Power (mais performance) e EV (exclusivamente elétrico).

Pelo que oferece e pelo valor que se pede por ele, é possível que o novo Prius obtenha o aumento de vendas que a Toyota espera.  É o híbrido mais barato do país – com seu preço de R$ 119.950, custa quase R$ 30 mil a menos que o híbrido mais vendido atualmente no Brasil, que é o Ford Fusion, de R$ 149 mil. Uma diferença expressiva, que pode fazer a balança pender para o lado japonês da disputa.

Ponto a ponto

Desempenho – Performance esportiva não é algo que se espera de um automóvel híbrido urbano, normalmente mais focados em redução de emissões e consumo. Mas o novo Prius perverte um pouco essa lógica e, literalmente, deixa para trás o modelo anterior. Agora, o sedã híbrido médio oferece um comportamento dinâmico bem mais interessante. Por conta disso, tornou-se bem mais divertido de dirigir que o anterior, apesar da opção pela racionalidade inerente aos carros com câmbio CVT, que é progressivo e não favorece arrancadas mais vigorosas. Nota 8. Estabilidade – Mais largo e mais baixo, o novo Prius entrega um comportamento bem mais consistente nas curvas que a terceira geração. A suspensão está mais bem calibrada e tornou o carro até divertido de acelerar em trechos sinuosos, sem dar sinais de perder o equilíbrio. Nas retas e frenagens, não foi possível perceber sinais de instabilidade. Nota 9. Interatividade – Os comandos estão onde deveriam estar e é fácil se adaptar ao novo Prius. O painel central ostenta de forma bastante lúdica e didática o desempenho da tecnologia híbrida através de um gráfico que revela qual motor está movendo o carro e os fluxos de energia entre os sistemas. E o “head-up display” projeta informações mais relevantes na parte superior do painel, para que o motorista tome conhecimento delas sem tirar os olhos da pista. A direção elétrica ajuda nas manobras de estacionamento. O acionamento do freio de estacionamento é por um pedal à esquerda do freio, um posicionamento mais comum em picapes. Nota 8.

Consumo – É a “cereja do bolo” dos híbridos. Segundo o InMetro, em uso urbano, a média foi de 18,9 km/l de gasolina. Na estrada, média de 17 km/l. Obteve um triplo A – na categoria, no geral e nas emissões. Com seu tanque de 43 litros, o modelo chega a atingir espantosos 812,7 km de autonomia em trânsito urbano. Admirável. Nota 10. Conforto – A suspensão do novo Prius evoluiu de forma expressiva e passa bastante conforto para o interior. A ergonomia dos bancos é boa e ajuda. O espaço interno continua dentro dos padrões desejáveis em um hatch médio. Quatro adultos e uma criança viajam com conforto. Três adultos no banco traseiro não ficam tão confortáveis. Nota 8. Tecnologia – Nesse aspecto, o novo Prius esbanja. O motor gasolina de 1.8 litro e o propulsor elétrico movido pelas baterias de níquel fazem uma parceria bem harmoniosa, explicitada através de vistosos paineis luminosos. É possível até acompanhar a energia das frenagens sendo convertida em eletricidade e encaminhada à bateria, Em termos de segurança, lá estão sete airbags, controle de estabilidade, de tração e ABS, além de freios a disco nas 4 rodas com EBD. Os equipamentos de conforto também são generosos e o sistema de infoentretenimento, além dos óbvios som, GPS e Bluetooth, inclui até TV Digital. É difícil lembrar algum equipamento automotivo relevante que não esteja a bordo. Quase um abuso. Nota 10.
Habitabilidade – O modelo japonês vem com uma generosa quantidade de porta-objetos. Os acessos são corretamente projetados e não é difícil entrar e sair do carro. O porta-malas, que já não era grande, perdeu um pouco de espaço - levava 445 litros, mas agora leva apenas 412 litros. Nota 8. Acabamento – O interior de aspecto futurista, que antes era todo em plásticos rígidos, ganhou requinte e agora incorpora até alguns revestimentos com “soft touch”. Os encaixes são bastante precisos e a percepção geral é de qualidade. Nota 8. Design – O modelo antigo até tinha personalidade com seu estilo aerodinâmico, mas já estava meio datado. O atual, como era de se esperar, é bem mais contemporâneo e incorpora modernidades que se tornaram padrão nos projetos mais recentes, como a iluminação por leds. Um interessante detalhe herdado da geração anterior é a iluminação azul nas logomarcas dianteira e traseira, que reforça o aspecto futurista. Na soma dos detalhes, o Prius de quarta geração é um automóvel atraente, que se destaca entre os outros. Nota 8.
Custo/benefício – O preço do Prius de quarta geração – R$ 119.950 –tornou o modelo bastante competitivo. Em janeiro de 2013, a terceira geração foi lançada no Brasil por R$ 120.830. Como todos os automóveis vendidos no país encareceram desde então, o valor relativo pedido pelo Prius ficou bem mais interessante. Agora, pode até roubar consumidores dos sedãs médios com motorizações convencionais, em versões “topo de linha” - todas em torno dos R$ 100 mil. Nas próprias concessionárias Toyota, o Corolla Altis, de R$ 110 mil, pode sentir o efeito do “fogo amigo”. Nota 8. Total – O Toyota Prius somou 85 pontos em 100 possíveis.

Primeiras impressões

Brasília/DF – Em movimento, o novo Prius surpreende positivamente em relação ao modelo anterior. Em baixas velocidades, a ausência de som no modo elétrico chega a ser assustadora. Mas, nas largas avenidas que atravessam o Distrito Federal, o híbrido da Toyota mostrou que acelera com muito mais disposição que o anterior. Além da evolução do trem de força, agora a condução transmite maior percepção de segurança nas curvas em alta, graças ao baixo centro de gravidade e à maior rigidez torcional trazida pela nova arquitetura utilizada no híbrido. O Prius não passa vergonha em vias expressas, onde oferece retomadas vigorosas e ultrapassagens seguras, sempre que solicitado. Como qualquer CVT, eventualmente a transmissão é um pouco rumorosa, mas nada que chegue a incomodar. Apesar das complexas tecnologias envolvidas, o funcionamento do Prius é relativamente simples. Ao sair da inércia e nas baixas velocidades, usa apenas o motor elétrico. Nas velocidades constantes, a central eletrônica se encarrega de dosar a utilização do propulsor a explosão e o elétrico. Nas acelerações, o motor a gasolina auxilia o motor elétrico. Nas frenagens, a energia cinética gerada  recarrega as baterias. E, quando o carro para, o “start-stop” desliga ambos os motores, zerando o consumo. Mais racional, impossível.
Por dentro, o Prius investe bastante no aspecto lúdico dos gráficos que explicitam o funcionamento do sistema híbrido. Bonitos e coloridos, eles induzem o motorista a dirigir de forma que reduza o consumo. A fartura de equipamentos a bordo atende à maioria das demandas e os comandos são quase sempre bastante intuitivos. É um veículo de agradável convivência e que efetivamente inspira uma “tocada” mais tranquila por parte do motorista. Por instigar um modo de direção menos estressante nesses tempos de tensão quase onipresente, não é difícil se afeiçoar a ele. Talvez por isso, seja um dos modelos de maior índice de fidelização da marca No conjunto, a impressão é que o Toyota Prius de quarta geração perdeu boa parte do aspecto “experimental” que ainda predominava até a geração anterior. Aos 18 anos, parece ter atingido a maturidade. Vai muito além de ser uma mera opção de veículo para ecologistas fanáticos e endinheirados. Com o preço de R$ 119.950, tornou-se um automóvel de verdade, que pode encarar de igual para igual – e muitas vezes com vantagens – as versões topo de linha dos sedãs médios mais vendidos no país. Nesses tempos de gasolina cada vez mais cara, talvez mais pessoas o incluam entre os modelos a serem considerados para uma próxima compra.

Ficha técnica

Toyota Prius

Motores: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.798 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção eletrônica de combustível e acelerador eletrônico. Elétrico, síncrono, tranversal, alimentado por bateria de íons de lítio.
Transmissão: Câmbio automático CVT com uma marcha a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência combinada: 123 cv.
Potência do motor a gasolina: 98 cv a 5.200 rpm
Potência do motor elétrico: 72 cv.
Aceleração 0-100 km/h: 11,4 s.
Velocidade máxima: 180 km/h.
Torque máximo do motor a combustão: 14,2 kgfm de torque a 3.600 rpm.
Torque máximo do motor elétrico: 16,6 kgfm. 
Diâmetro e curso: 80,5 mm x 88,3 mm.
Taxa de compressão: 13,0:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira com triângulos superpostos do sistema multilink. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/65 R15.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS com EBD
Carroceria: Fastback com quatro portas e cinco lugares. Com 4,54 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,49 m de altura e 2,70 m de entre-eixos. Oferece sete airbags: dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um para o joelho do motorista. Airbags frontais, laterais, de cortina e de joelhos para motorista. 
Peso: 1.840 kg.
Capacidade do porta-malas: 412 litros.
Tanque de combustível: 43 litros.
Produção: Nagoya, Japão.
Itens de série: Ar-condicionado dual zone automático, ganchos de reboque dianteiro e traseiro, sensor de chuva, relógio digital, banco do motorista com regulagem lombar elétrica, controle de velocidade de cruzeiro, vidros, travas e retrovisores elétricos,  central multimídia com áudio JBL com rádio AM e FM, CD player, MP3, Bluetooth, GPS, TV, USB, AUX e tela de 7 polegadas sensível ao toque, banco do motorista com ajuste manual para distância, inclinação e altura, bancos revestidos com padrão couro e partes em material sintético, chave presencial, volante multifuncional, tomada de energia (12 V) na dianteira e traseira, carregador de celular sem fio, bancos dianteiros com sistema de aquecimento, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, computador de bordo, rodas de liga leve de 15 polegadas, câmara de ré, alarme, luz de neblina traseira em leds, controle de estabilidade e tração, airbags frontais, laterais, de cortina e de joelhos para motorista, faróis de neblina em leds, luzes diurnas em leds, faróis de leds. 
Preço: R$ 119.950.
Autor: Luiz Humberto Monteiro Pereira (Auto Press)
Fotos: Luiz Humberto Monteiro Pereira/Carta Z Notícias

Ousadia viável - Nova geração do Toyota Prius pretende popularizar tecnologia híbrida no Brasil

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Primeiras impressões do Fiat Mobi Way

Primeiras impressões do Fiat Mobi Way

A Fiat evita falar sobre as expectativas em relação ao posicionamento do Mobi no mercado automotivo. Mas é notório que as 2.407 unidades emplacadas em maio, o primeiro mês de vendas fechadas do modelo, não condizem com o que se esperava. Agora, no entanto, a marca italiana acredita ter um trunfo capaz de aumentar bastante essa aceitação do subcompacto no mercado: a linha aventureira Way, que engloba as variantes Way e Way On. Com a suspensão aprimorada – com direito até a barra estabilizadora na dianteira e amortecedores de maior curso, além dos 15 mm a mais de altura em relação ao solo – e sem a quantidade imensa de opcionais dos outros modelos de volume da fabricante, a intenção é de que essas duas configurações respondam por, pelo menos, 35% das vendas a partir de agora.

Veja também:
  • Fiat Mobi Way chega com grandes expectativas
As alterações estéticas deixam o subcompacto – são apenas 3,57 metros de comprimento, 1,63 m de largura, 1,55 m de altura e 2,30 m de distância entre-eixos – com um visual mais robusto. Entram barras longitudinais de teto, para-choques exclusivos, molduras nas caixas das rodas e, no caso da versão Way On, rodas de liga leve de 14 polegadas. No interior, as mudanças vão além. O Mobi Way já traz tecidos exclusivos nos bancos, mas a versão com a assinatura On ganha duas cores nos revestimentos e acabamento em preto brilhante no painel. A identificação Way aparece na tampa traseira, em adesivo.

A lista de itens de série é condizente com o segmento de hatches de entrada de hoje. Há ar-condicionado, direção hidráulica e vidros dianteiros e travas elétricas. Volante e banco do motorista com regulagem de altura e computador de bordo também fazem parte do pacote. O rádio com Bluetooth e volante multifuncional, opcional no Mobi Way, é de série no Way On. Esta variante, aliás, é a mais completa de todas e não tem qualquer opcional disponível. Em termos de segurança, porém, nada além dos obrigatórios airbags frontais e freios ABS. Mesmo assim, a marca garante que conseguirá ao menos três estrelas nos testes de colisão do Latin NCAP – já considerando os novos critérios adotados pela organização, ainda mais exigentes.

O preço, infelizmente, não segue a mesma lógica compacta das dimensões do Mobi. A versão Way começa em R$ 39.300, com pintura sólida, mas chega a R$ 41.400 com o sistema de som e alarme. Já a Way On tem valor fixado em R$ 43.800. A escolha por um tom metalizado adiciona R$ 1.250 à conta, em qualquer uma das situações. Na comparação com o principal concorrente, o Volkswagen Up Cross, a conta até é vantajosa, já que o carro da marca alemã parte de R$ 47.690. Mas a diferença no espaço interno, além das cinco estrelas conquistadas no próprio Latin NCAP, podem chamar mais atenção para alguns consumidores do que a diferença inferior a 10% entre o Mobi Way e o Up Cross.

Primeiras impressões

A Fiat quis provar, na prática, que o Mobi Way está, de fato, mais apto que seu principal concorrente, o Volkswagen Up Cross, a enfrentar estradas de terra. Para isso, promoveu um teste no interior de São Paulo, nos arredores de Campinas, que envolvia boa parte do percurso em trechos que enfatizassem as diferenças entre essa e as outras configurações do subcompacto.

Longe de se tratar de um carro aventureiro, o Mobi Way ao menos se mostrou bem mais preparado para enfrentar os desníveis típicos dos trechos de terra que suas outras versões. A suspensão dianteira é mais alta, com amortecedores de maior curso e barra estabilizadora. Em percursos com até um pouco de lama, em função da chuva, o subcompacto se mostrou correto e capaz de absorver bem as irregularidades do solo sem abdicar da firmeza. Uma característica que deve satisfazer, em ambiente urbano, quem trafega por vias com muitos buracos ou lombadas.
Na cidade, o motor 1.0 8V de 73/75 cv e torque de 9,5/9,9 kgfm com gasolina/etanol do Mobi tem um desempenho correto. O propulsor é antigo – e a Fiat jura que o modelo não receberá, tão cedo, o novo 1.0 tricilíndrico que será lançado em breve pela marca – e sua entrega é inferior à dos blocos mais modernos usados por outras fabricantes no mesmo segmento. Para que as respostas sejam mais coerentes, é preciso sempre elevar bem os giros. Até porque o torque máximo só aparece plenamente a 3.850 rpm. A barra estabilizadora da suspensão dianteira ajuda a controlar as rolagens de carroceria e a segurar o modelo diante de curvas acentuadas. Porém, é só abusar um pouquinho para perceber que a proposta do modelo, definitivamente, passa longe de qualquer impulso de esportividade.

Ficha técnica

Fiat Moby Way

Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 999 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro. Injeção multiponto e acelerador eletrônico.
Transmissão: Manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração.
Potência: 73/75 cv com gasolina/etanol a 6.250 rpm.
Torque: 9,5/9,9 kgfm com gasolina/etanol a 3.850 rpm.
0-100 km/h: 13,8 segundos.
Diâmetro e curso: 70,0 mm X 64,9 mm.
Taxa de compressão: 12,15:1.
Velocidade máxima: 153 km/h.
Suspensão: Dianteira do tipo Mc Pherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores e barra estabilizadora, amortecedores hidráulicos e telescópicos de duplo efeito e mola helicoidal. Traseira com eixo de torção com rodas semi-independentes, amortecedores hidráulicos e telescópicos de duplo efeito e mola helicoidal. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 175/65 R14.
Freios: Discos sólidos na frente e tambores atrás. Freios ABS com EBD. 
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,57 metros de comprimento, 1,63 m de largura, 1,50 m de altura (1,49 m na versão Easy e 1,55 m nas configurações Way e Way On) e 2,30 m de distância entre-eixos. Airbags frontais.
Peso: Entre 940 kg ou 966 kg (Way On).
Capacidade do porta-malas: 215 litros.
Tanque de combustível: 47 litros.
Produção: Betim, Brasil.

Itens de série e Preços 

Versão Way: ar-condicionado, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, banco do motorista com regulagem de altura, vidros e travas elétricas, brake light, predisposição para rádio, computador de bordo, chave telecomando para abertura e fechamento das portas, limpador e desembaçador traseiro, cintos de segurança dianteiros ajustáveis em altura, espelho no para-sol para motorista e passageiro, rodas de aço de 14 polegadas com calotas, barras longitudinais de teto, molduras nas caixas das rodas e suspensões elevadas.
Preço: R$ 39.300.
Opcionais: Alarme antifurto, rádio integrado ao painel com RDS, entrada USB e auxiliar e Bluetooth com função Audio Streaming e volante multifuncional.
Preço completo: R$ 41.400. 
Versão Way On: itens da versão Way com todos os opcionais mais rodas de liga leve de 14 polegadas exclusivas, faróis de neblina, retrovisores elétricos com tilt-down e luzes de setas, sensores de estacionamento traseiros, painel com acabamento em preto brilhante, apoia pé, porta-óculos e alças de segurança no teto e console de teto com porta-objetos e espelho adicional.
Preço: R$ 43.800.
Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Márcio Maio/Carta Z Notícias e Divulgação/Fiat (interior)

Proposta multiuso - Fiat inicia vendas da versão Way do subcompacto Mobi, com suspensão elevada e reforçada

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

8 de jun. de 2016

Fiat Mobi Way chega com grandes expectativas

Fiat Mobi Way chega com grandes expectativas

Recentemente a Fiat anunciou o lançamento do Mobi, o mais novo compacto da sua linha que aparece como o novo carro mais barato da marca. A novidade chegou para bater de frente com outros compactos já existentes no mercado, como o up!, da VW, e o March, da Nissan. Até agora só conhecíamos a versão mais de entrada do veículo, que apesar de aparecer barata quando colocada lado a lado com os seus concorrentes, era bastante basicona e contava apenas com o necessário para o carro sair do lugar, sem nenhum conforto adicional. E agora, apostando na mesma fórmula de sucesso que a marca utilizou para colocar o antigo Palio Adventure – de 1999 – no roteiro de vendas, a Fiat apresenta o novo Mobi Way, a versão mais completa do compacto que deve chegar às lojas ainda em junho deste ano.

A chegada do Fiat Mobi Way



A chegada da versão top de linha do mais novo compacto da Fiat está repleta de expectativas. Isso porque a Fiat espera que a versão do carrinho seja responsável por responder por pelo menos 35% do mix do modelo. Em resumo, a expectativa da Fiat é que, somando as vendas de sua nova versão mais aventureira e completa, o novo Mobi tenha cerca de 4 mil unidades mensais comercializadas. Para ter uma noção da expectativa, o número chega para bater de frente com as 2.047 unidades que foram vendidas no primeiro mês de loja da novidade da marca. E foi exatamente para promover a novidade e instigar o aumento das vendas que a Fiat anunciou novamente o Mobi à imprensa, desta vez em sua versão mais aventureira, a Way. A diferença do modelo para a versão comum é principalmente visual, que fica por conta dos apetrechos off-road que a versão apresenta, bem como por sua suspensão modificada.

Mas o grande fator competitivo da novidade fica por conta do seu preço, que chega novamente consideravelmente menor do que o do seu principal concorrente, o up!. Isso porque enquanto o Mobi Way tem preço de tabela de R$ 39.300 e o Way On chega por R$ 43.800, o Cross up! não pode ser adquirido por um preço menor do que o R$ 47.690. Mas é claro que isso tem um motivo. Quando colocados lado a lado, percebemos que o compacto da VW é bem mais equipado do que o Mobi, da Fiat, e também apresenta números de rendimento e performance melhores do que os do concorrente. Agora resta esperar para ver se a novidade da Fiat realmente vai embalar no mercado e conquistar o coração dos consumidores do Brasil.
A novidade chegou para bater de frente com outros compactos já existentes no mercado, como o up!, da VW, e o March, da Nissan.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

Novo Prius custa R$ 119.950 e vem recheado de tecnologia

Novo Prius custa R$ 119.950 e vem recheado de tecnologia

Os carros elétricos já são um fenômeno que tem feito sucesso no mundo, principalmente nos Estados Unidos e na Europa. E aos poucos a nova plataforma tem ganhado as ruas brasileiras e mostra que está vindo para ficar, com carros cada vez mais interessantes, potentes e bonitos. Prova disso é a chegada do novo Prius ao país. Lançada ao mundo no ano passado, a nova geração do híbrido finalmente desembarcou por aqui e por um preço nada amigável: R$ 119.950. A novidade é o resultado de uma aposta pioneira e arriscada da Toyota que acabou se tornando o carro híbrido mais vendido de todo o mundo desde a sua primeira geração, que surgiu em 1997. Porém, o veículo ainda está ganhando espaço por aqui. Vindo ao Brasil apenas em 2011 na terceira geração, por falta de incentivo por parte do governo teve até hoje apenas 800 unidades vendidas.

O Novo Prius chega ao Brasil

A novidade chegou mais bonita e melhor do que nunca. O novo Prius é o primeiro carro a chegar ao mercado utilizando a plataforma TNGA – a Nova Arquitetura Global da Toyota – que no futuro vai dar origem às novas gerações do sedã Corolla, do RAV4 e também do lançamento mais esperado da marca, o utilitário C-HR, que vai chegar para bater de frente com o rival da Honda, a HR-V. O Prius chega ao país em sua nova geração com um design que continua ousado e arrojado, dono de linhas que são marcantes e bem angulares que podem causar um pequeno estranhamento em um primeiro momento. Com uma nova carroceria 60% mais rígida, o novo hatch chega com uma dirigibilidade ainda melhor. Além disso, novidades como faróis, luzes de neblina e lanternas de LED chegam para garantir uma melhor visibilidade e maior segurança ao veículo.

A cabine do veículo chegou completamente repaginada. Com um novo painel de instrumentos que continua central, conta com uma lista de equipamentos considerável, que inclui sete airbags, central multimídia com TV digital, navegação e tela sensível ao toque, ar-condicionado dual zone, entrada e partida com chave presencial, head-up display e um inédito e surpreendente carregador sem-fio para smartphones que fica no console do veículo. Com dois motores, o veículo é capaz de rodar tanto no regime híbrido de consumo, como também pode rodar apenas no modo elétrico, que pode ser acionado por botão no painel. Uma grande aposta da Toyota em decolar o Prius fica por conta dos preços das revisões, que são tabelados e não muito maiores do que os praticados no colega de marca, o Corolla.
Vindo ao Brasil apenas em 2011 na terceira geração, por falta de incentivo por parte do governo teve até hoje apenas 800 unidades vendidas.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

7 de jun. de 2016

Novo vídeo mostra bastidores das gravações do novo Velozes e Furiosos

Novo vídeo mostra bastidores das gravações do novo Velozes e Furiosos

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Uma das franquias mais queridas pelos amantes de carros e da velocidade está com seu novo filme sendo gravado a todo vapor. Novas imagens surgiram das captações que estão sendo feitas nos Estados Unidos, mostrando que a ação acontece para valor. Depois dos vídeos que foram divulgados das gravações que aconteceram na Islândia e também em Cuba, novas imagens foram flagradas por espectadores durante as gravações que aconteceram em Cleveland, nos Estados Unidos.

Grande parte dos filmes de ação são feitos em estúdios, diante de cenários verdes, mas a franquia Velozes e Furiosos acabou se tornando conhecida no mundo inteiro pelas cenas de ação realísticas, e isso inclui atirar carros de prédios e explosões de verdade no meio da cidade. Velozes e Furiosos 8 está previsto para estrear nos cinemas no dia 13 de abril de 2017.
Imagens foram captadas em Cleveland.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Vendas de veículos sobem em maio, mas produção desce ao nível de 2004

Vendas de veículos sobem em maio, mas produção desce ao nível de 2004


Vendas de veículos sobem em maio, mas produção... por thevideos11 Presidente vê melhora no 2° semestre Diogo de Oliveira/R7

Produção chegou ao mesmo nível de 2004, com 834.054. Pátios cheios chegam com volume suficiente para 42 dias 11.04.2014/MÁRCIO FERNANDES/ESTADÃO CONTEÚDO A Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos) divulgou nesta segunda-feira (6) o balanço da indústria automobilística em maio. O cenário de crise aguda persiste, mas pela primeira vez em meses o mercado dá sinais de recuperação na produção e também nos emplacamentos. Houve um aumento tímido de 2,8% nas vendas, e de 3,2% no total de unidades entregues pelas fábricas. Segundo Antonio Megale, presidente da entidade, há esperança de que os resultados melhorarem no segundo semestre. — É uma questão de confiança. Na medida em que a política e a economia começam a se estabilizar, os efeitos serão mais explícitos, o mercado vem junto. Já estamos num nível de estabilização de emplacamentos, e normalmente temos números mais positivos no fim do ano. Então acreditamos em um aumento gradual das vendas em relação a 2015, com a melhoria da confiança dos consumidores. Entendemos também que ainda há espaço para crescimento das exportações, e isso deve resultar consequentemente numa produção maior. No acumulado de janeiro a maio, porém, os números seguem para lá de preocupantes. A produção chegou ao mesmo nível de 2004, com 834.054 veículos entregues no período contra 1.101.686 modelos produzidos nos cinco primeiros meses de 2015 — uma queda de 24,3%. Já os emplacamentos somaram 811.739 unidades, total 26,6% inferior aos 1.106.425 veículos comercializados nos cinco meses do ano passado. Estoque segue alto e exportações são alento Segundo a associação das montadoras, o pequeno incremento nas vendas reduziu os estoques na rede, mas os pátios ainda estão cheios, com volume suficiente para 42 dias. Ainda é uma quantidade elevada e deve haver ações das empresas para redução desse valor. A capacidade ociosa atual nas fábricas é de mais de 50% para veículos leves e de quase 70% para caminhões. Diante do cenário, as exportações passam a ser o principal combustível para a indústria. Em 2016, já foram enviados 183.253 veículos ao exterior, um avanço de 21,8% em relação ao volume exportado de janeiro a maio do ano passado. Já em relação aos empregos, houve um fechamento de 1.300 vagas, ainda há um esforço das montadoras para manutenção dos postos de trabalho, porém o nível segue nos patamares de 2010. Segundo Megale, "foram observadas contratações pontuais, para fazer frente a contratos ligados ao aumento de exportações". Contudo, há 27 mil funcionários com contratos suspensos, sendo 6 mil deles em layoff e 21 mil enquadrados no PPE (Programa de Proteção ao Emprego). Incentivos fiscais e novas projeções A Anfavea divulgou também novas projeções para 2016 na indústria. De acordo com a associação, apesar da tradicional alta nos negócios no segundo semestre, que ocorre por conta de fatores econômicos como o 13° salário, as vendas deverão cair 19% frente a 2015, no acumulado de janeiro a dezembro, totalizando algo como 2.080 milhões de unidades. Já a produção deve recuar 5,5% no mesmo período, com quase 2,3 milhões de veículos entregues. Megale também comentou que não espera que o governo federal conceda incentivos fiscais para o setor, e que a crise é muito mais impactada pela falta de confiança do consumidor agravada pelo momento político e econômico do País. — Não vemos nenhuma possibilidade de desoneração dos veículos, tampouco algum apoio nesse sentido por parte do governo. O que estamos buscando é uma estabilidade em relação às linhas de financiamento, e também clareza em relação à normas e regulamentos para os próximos anos. O país precisa voltar a crescer e esse é o principal vetor. Estamos tentando simplificar os processos de exportação, para estimular as fábricas, fornecedores e toda a cadeia produtiva. Assine o R7 Play e veja a Record online!

Fonte: R7

Vídeo mostra reação de pessoas que se deparam com carro sem motorista

Vídeo mostra reação de pessoas que se deparam com carro sem motorista

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Hoje em dia existe uma grande corrida entre as montadoras e empresas de tecnologia para o lançamento do carro autônomo que realmente vai mudar a indústria automobilística. Até agora, existem diversos esforços e alguns lançamentos na área, mas os profissionais da área concordam que ainda existe um grande caminho para ser trilhado. E parece que para grande parte dos motoristas também existe um estranhamento com relação aos veículos que podem andar um determinado trecho sem que exista uma pessoa ao volante. O vídeo acima mostra algumas das reações das pessoas quando enxergam um veículo sem motorista andando pelas estradas e vias públicas.

O responsável pela gravação do vídeo conseguiu se “disfarçar” de banco, acionou o piloto automático do Tesla Model S, para passar a impressão de que realmente não existia ninguém dentro do veículo. As reações das pessoas que passam ao lado do veículo são as mais variadas possíveis, desde surpresas até espantos.
Imagens foram registradas nos Estados Unidos.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

6 de jun. de 2016

Conheça o esportivo Karmann-Ghia, de R$ 140 mil

Conheça o esportivo Karmann-Ghia, de R$ 140 mil

Se existe um mercado que encanta gerações com opções esportivas de tirar o fôlego, esse mercado é o automobilístico. Há gerações as montadoras são responsáveis por criar verdadeiros objetos de desejo que mexem com a imaginação de homens e mulheres amantes das quatro rodas ao redor do mundo. E um dos esportivos que marcou a história e fez a cabeça da população de sua época foi o Karmann-Ghia, o fruto de uma parceria que deu muito certo. O estilo marcante dos italianos do estúdio de design Ghia e a mecânica impecável dos alemães da Karmann resultaram em um esportivo que hoje é considerado uma verdadeira raridade.

O esportivo Karmann-Ghia



Dono de uma mecânica já conhecida na época, a robusta e de fácil manutenção do VW Fusca, o Karmann-Ghia começou a ser produzido na Europa em 1955 e em pouco tempo se tornou um verdadeiro sucesso. Para se ter uma ideia, a própria VW comercializava e distribuía o veículo para todos os países do continente. E foi durante esse período que a montadora alemã começou a se instalar em terras brasileiras. Foi assim que o charmoso Karmann desembarcou por aqui em 1962 se opondo completamente aos carrões americanos que dominavam a frota de automóveis da época no Brasil. Depois de passar por algumas dificuldades no mercado brasileiro, em 1971 o tradicional Karmann-Ghia deixou de ser produzido e cedeu o seu lugar para o Karmann-Ghia TC que tinha linhas que propositalmente remetiam ao Porsche 911. Porém, o TC não encontrou o mesmo sucesso que o seu antecessor no mercado brasileiro tanto pela concorrência quanto por problemas em sua composição, deixando oficialmente de ser produzido em 1975. Dessa forma, foi o primeiro Karmann-Ghia que realmente conseguiu alcançar o seu lugar como clássico. Fabricado aqui no Brasil de 1962 até 1971 hoje o charmoso esportivo é considerado uma verdadeira raridade. Para se ter uma ideia, eles hoje são avaliados entre R$ 80 mil e R$ 100 mil, dependendo de sua originalidade.

Mas esse valor pode subir ainda mais quando falamos dos super raros Karmann-Ghia conversíveis que foram produzidos a partir de 1968. Com apenas 177 unidades produzidas na época, o carro hoje é considerado uma verdadeira joia da história da indústria automobilística brasileira, sendo negociado por colecionadores a preço de ouro. Para se ter uma ideia do valor de um Karmann-Ghia conversível, hoje esses veículos chegam a valer até R$ 140 mil, tamanha a sua raridade. Realmente uma peça de colecionador para quem é apaixonado pela história dos veículos não só no Brasil, mas também de todo o mundo. Um objeto para verdadeiramente poucos apaixonados por este mundo.
O Karmann-Ghia começou a ser produzido na Europa em 1955 e em pouco tempo se tornou um verdadeiro sucesso.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Clássicos

Jaguar F-Pace já pode ser adquirido em pré-venda

Jaguar F-Pace já pode ser adquirido em pré-venda

As novidades do mercado automobilístico de luxo costumam gerar a curiosidade e o desejo de muitos e a novidade na garagem de poucos. E é assim que acontece com a Jaguar, marca conhecida por seus esportivos potentes e sofisticados que está se preparando para lançar mais uma verdadeira máquina no mercado: o seu novo Jaguar F-Pace. Na última terça-feira (31) a montadora apresentou ao mercado todas as versões com seus respectivos preços do seu novo F-Pace que vão ser vendidas no Brasil. O primeiro SUV da história da marca, que é conhecida por seus sedãs e cupês, vai chegar às ruas brasileiras efetivamente apenas em setembro, mas a pré-venda da novidade já vai começar agora em junho.

Jaguar F-Pace: o primeiro SUV da marca

A novidade foi mostrada pela primeira vez no Salão de Frankfurt que aconteceu no ano passado, mas apenas agora vai ganhar as ruas de verdade. O novo utilitário da marca foi desenvolvido sobre a plataforma do sedã XE da marca e vai estrear no país a família de motores Ingenium da marca, que prioriza o uso de alumínio, inclusive o reciclado. Prova disso é que cerca de 80% da carroceria do SUV, além do bloco do propulsor a diesel são produzidos no material. Com preços a partir de R$ 309.300, o F-Pace vai ser construído no Reino Unido e vai trazer como itens, um painel de instrumentos 100% digital de 12,3 polegadas, uma central de multimídia de 10,2 polegadas que vai chegar conectável a até quatro aparelhos celulares de maneira simultânea, head-up display com imagens projetadas a laser e até mesmo uma chave auxiliar utilizada como uma pulseira que é à prova d’água e permite que o motorista tranque e destranque o veículo com a chave principal dentro do mesmo.

Todos esses novos itens servem para fazer com que o veículo bata de frente com outros SUVs médios de luxo disponíveis no mercado, em especial com o Porsche Macan e com o BMW X4. Com um visual de tirar o fôlego e equipamentos interessantes, o novo Jaguar F-Pace já mostrou que não vai chegar para brincadeira e que pretende ser um verdadeiro sucesso de vendas da marca. O objetivo da marca com a chegada do F-Pace é dobrar a participação da Jaguar no mercado brasileiro até 2017. Por aqui vão ser vendidas quatro versões do veículo. São elas a Prestige, por R$ 309.300, a R-Sport, por R$ 360.500, a S, por R$ 405.900, e a First Edition, versão top de linha do novo F-Pace que vai chegar ao mercado custando nada menor de R$ 416.400. Um modelo verdadeiramente para poucos.
Por aqui, serão vendidas 4 versões do veículo: a Prestige, por R$ 309.300, a R-Sport, por R$ 360.500, a S, por R$ 405.900, e a First Edition.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias