23 de dez. de 2014

Chevrolet divulga vídeo do novo Volt 2016

Chevrolet divulga vídeo do novo Volt 2016



A Chevrolet iniciou a semana divulgando um vídeo com uma série de imagens inéditas do novo Volt 2016. Como é inverno no hemisfério norte, muitos comerciais estão apostando no desempenho dos carros no gelo, e com o Volt não foi diferente. O carro aparece enfrentando uma pista cheia de gelo. Mas as imagens ainda revelam muito pouco da identidade visual que será adotada pelo novo Volt. Em todo o vídeo o carro aparece camuflado. Mas a ideia principal que a montadora quer passar, pelo menos neste primeiro teaser, é a de que o Volt 2016 vai transmitir ao condutor uma nova experiência em termos de condução, além de segurança e versatilidade.

Juntamente com o vídeo a montadora também divulgou algumas informações interessantes relacionadas as características técnicas deste novo carro. O carro será equipado com uma unidade com dois motores, que é 45 kg mais leve e de 5 a 12% mais eficiente em comparação com o seu modelo atual. O carro deverá ser revelado por completo no ano de 2015, durante o North American International Auto Show, em Detroit.
Imagens mostram o carro em ação na neve.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Jaguar Land Rover lança pedra fundamental e inicia obras da fábrica de Itatiaia (RJ)

Jaguar Land Rover lança pedra fundamental e inicia obras da fábrica de Itatiaia (RJ)






Projeção mostra como ficará a entrada da fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro Divulgação

Luiz Fernando Pezão (direita), governador do RJ, compareceu ao lançamento da pedra fundamental com executivos da marca Divulgação Veja a galeria completa Primeiro Land Rover nacional será o inédito Discovery Sport Divulgação A Jaguar Land Rover iniciou nesta terça-feira (2) a construção de sua fábrica de Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro. A unidade — cuja inauguração está marcada para 2016 — foi confirmada no fim de outubro, na abertura do Salão do Automóvel de São Paulo. Na ocasião, os executivos da fábrica inglesa de jipões confirmaram a nacionalização do Discovery Sport, SUV inédito de sete lugares que sucederá o Freelander. Com investimento de R$ 750 milhões, a linha de produção sul-fluminense terá capacidade para entregar 24 mil carros/ano, empregando cerca de 400 funcionários diretos. Trata-se da primeira unidade de uma fabricante britânica em solo brasileiro, e a primeira própria da Jaguar Land Rover fora do Reino Unido — na China, onde os ingleses também possuem fábrica, leis obrigam a formação de joint venture com empresas locais. Linha nacional deve ter Jaguar Por enquanto, apenas o Discovery Sport tem montagem confirmada em Itatiaia. Mas os próprios executivos do grupo inglês — que pertence à indiana Tata Motors — já falam em outros modelos. Um deles é o sedã XE, também apresentado o motor show paulistano. Este estreou mundialmente em setembro, no Salão de Paris, e será o carro de entrada da Jaguar, com preços para brigar com Audi A4, BMW Série 3 e Mercedes-Benz Classe C. Outro forte candidato a ganhar cidadania brasileira é o Range Rover Evoque, atual campeão de vendas da Land Rover no País. Este é o trio com maior potencial para ganhar fabricação local, mas independente de que modelos serão escolhidos, a Jaguar Land Rover já garantiu que o projeto envolve também a nacionalização de componentes. No comunicado, o grupo inglês garante que usará peças locais e ampliará seu uso nos anos seguintes. Modelos chegarão importados em 2015 Como a fábrica só fica pronta em 2016, a Jaguar Land Rover já prepara o lançamento tanto do Discovery Sport quanto no XE para o início de 2015. O SUV de sete lugares já tem até preço: vai custar a partir de R$ 179.900. Já o sedã de entrada da marca felina não teve o valor confirmado, mas terá inicial abaixo dos R$ 200 mil. Os modelos virão inicialmente importados em diferentes versões, com estreias quase simultâneas em relação à Europa. Confira abaixo os destaques de Jaguar e Land Rover no Salão do Automóvel de São Paulo 2014.     Saiba tudo sobre carros! Acesse www.r7.com/carros

Fonte: R7

Diferenças entre aros de pneus

Diferenças entre aros de pneus

Pneus afetam o desempenho e influenciam o consumo de combustível do seu carro. A compreensão de como essas peças são afetadas pelo tamanho, peso e até mesmo psi (libras por polegada quadrada) irá ajudá-lo a tomar a melhor decisão quando se trata de tempo para pesquisar sobre as substituições.

Performance



Veja também:

  • Como funciona o Calibrador Automático de Pneus
O tamanho e o tipo dos pneus de um veículo determinam o quão bem ele se comporta na estrada. Uma boa regra é ter certeza de que todos os quatro pneus são do mesmo tamanho. Quando os pneus não combinam, um veículo está em risco de responder de forma inadequada em situações de emergência. Pneus maiores ou menores fazem o carro responder mal. É essencial que os pneus do seu veículo sejam capazes de suportar o peso do carro. Jantes também influenciam a forma como um carro executa na estrada. Jantes de peso aumentar a tendência para um carro de carro pesado. Jantes de liga leve, como liga leve de alumínio, reduzem o estresse sobre o sistema de suspensão. Por serem mais leves, ajudam a rotação do eixo motor com menos esforço, aumentando a potência. Jantes de liga leve também dissipam o calor melhor do que os metais pesados. Isso mantém rotores e outras peças de freio cooler. Em resumo, esteja ciente do peso do seu veículo e da performance de condução e considere Jantes de liga leve, quando fizer a atualização.

Economia de Combustível



Pneus inflados corretamente não são apenas mais seguros. Eles podem melhorar a milhagem de gás e vão durar mais tempo. Sempre verifique o manual do fabricante para a quantidade recomendada de pressão necessária. Alguns motoristas também verificar se há um lembrete adesivo no batente da porta, porém é importante lembrar-se de não usar os números impressos no pneu. Estes números são a pressão máxima para o pneu e não necessariamente referem-se à marca ou ao modelo do seu veículo. Clima sazonal pode afetar a pressão, de modo que verificar o psi como rotina no calendário para economizar gás é uma forma de dirigir com segurança.. No Brasil são usados pneus 13,14,15,16,17,18,20. As especificações dos pneus indicam a velocidade máxima e o índice de carga que suporta o pneu. Em 1962 os fabricantes de pneus sediados no Brasil se reuniram na ALAPA, associação de fabricantes para unificar e criar normas técnicas. A ALAPA hoje pretende através de suas normas assegurara a qualidade dos pneus fabricados no Brasil e a segurança do consumidor.
Pneus afetam o desempenho e influenciam o consumo de combustível do seu carro. Entenda!

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Curiosidades

Audi apresenta novo Q7 2016

Audi apresenta novo Q7 2016

O novo Audi Q7 segunda geração foi revelado nas primeiras imagens que vazaram na Internet. A partir deles, podemos dizer que o novo Audi Q7 adota um olhar um pouco reminiscente de vagões que SUVs.

Características internas

Mesmo que o Q7 2016 tenha a mesma altura que o antigo, ele parece menor, mas na verdade, é mais largo e mais longo. Graças a truques visuais inteligentes como a superfície da guarnição fosco e o alumínio entre as rodas dianteiras e traseiras, a linha do teto afinando suavemente, e as poderosas chamas de defesa, o novo Q7 parece mais com uma wagon do que nunca. A vibração não é meramente visual: relocalização do motor menor no chassis do Audi arrancou centro do Q7 de gravidade para baixo por um reivindicou 2 polegadas.

Além de ser mais agradável para a visão, a cabine do Q7 também é mais agradável para ocupar. Há 0,8 polegadas extra de segunda linha espaço para as pernas, e altura livre aumenta de 1,6 polegadas na frente e 0,9 polegada na segunda fila.

Motores potentes

TFSI? TDI? PHEV? Olhando para as especificações, ao que parece o Q7 2016 é alimentado por siglas. Não é. Em vez disso, ele recebe um carry-over 333-hp supercharged de 3.0 litros V-6, bem como um novo 272-hp V-6 TDI turbo-diesel que agita a um ingrato £ 443-ft de torque. Em um movimento que provavelmente foi precipitado pela enorme perda de peso do SUV, o Q7 oferece um motor turbo de 2.0 litros de quatro cilindros; faz 252 cavalos.

Audi Q7 e tecnologia



A lista do Q7 de tecnologia se estende com a engrenagem semi-autônoma como Traffic Jam Assistant da Audi, que tanto pode modular totalmente os freios e acelerador e orientar o Q7 na estrada em velocidades de até 37 mph; esta é a primeira vez que a Audi colocou esta tecnologia experimental até agora (que foram amostrados em um Avant A6 em Las Vegas) em produção. Um novo assistente de reboque vai fazer backup de um reboque para você, simplesmente ditando aonde você quer que o reboque vá com o botão MMI, e o Q7 lida com a direção. O sistema também pode estabilizar o trailer ao fazer backup em linha reta e até alertar o condutor se uma entrada de direção resultará em contato entre o reboque e o pára-choque traseiro do SUV. Tecnologia de segurança mais familiar como aviso pista da partida, o monitoramento de ponto-cego, controle de cruzeiro adaptativo, e travagem automática também aparecem, e Audi promete mais. Logo depois que ele for lançado, o Q7 vai ganhar a capacidade de dirigir em torno de obstáculos na estrada e do freio do carro quando virar à esquerda contra o tráfego para evitar colisões com veículos em sentido contrário.
O Novo Audi Q7 oferece um motor turbo de 2.0 litros de quatro cilindros; entrega 252 cavalos.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

22 de dez. de 2014

Volvo vende carros na internet

Volvo vende carros na internet

A Volvo está começando as vendas de carros on-line. Essa fabricante de automóveis oferece aos compradores mais resistentes, e a aqueles que compram tudo na Internet, uma forma de ignorar as concessionárias e fazer compras a partir de seus computadores ou dispositivos móveis. O movimento, iniciado nos EUA no início deste ano com uma versão de primeira edição do SUV XC90 cruzamento redesenhado, será lançado mundialmente ao longo do tempo e irá abranger todos os modelos da Volvo. É parte de um plano mais amplo, que tem a intenção de usar as vendas da empresa e os dólares de marketing com mais eficiência e eficácia.

Montadora Sueca diversifica sua ação de vendas



A montadora sueca, agora de propriedade da empresa de automóveis chinesa Geely, é pequena o suficiente e tem poucos modelos, sendo facilmente ofuscada em feiras automóveis por rivais de maior porte. "Salões de automóveis são um assunto bastante tradicional em que as marcas mundo afora se jogam na batalha pela exposição na imprensa", disse Alain Visser, vice-presidente sênior de marketing, vendas e atendimento ao cliente da Volvo Cars. A sugestão de venda de carros online imediatamente cria um conflito entre os clientes que querem uma maneira mais rápida e limpa para comprar carros e os concessionários que se preocupam se serão excluídos e perder os seus lucros. A Tesla, fabricante de carros elétricos, vende diretamente para os compradores online, prática proibida em alguns locais devido a leis que protegem os concessionários de franquia.

Comprador online



Um comprador pode pedir um Volvo on-line, enviar um pagamento com cartão de crédito, transmitido pela Volvo para um vendedor local, que entrará em contato com o comprador. Por sua vez, um comprador pode obter reembolso se o ele e o vendedor não concordarem com o preço, a data de entrega ou outras indicações. A Volvo tentou iniciar as operações no início deste ano nos EUA e vendeu a primeira edição SUVs XC90 de crossover, um modelo redesenhado há muito aguardado pelos fãs da Volvo. Agora ela está fazendo o mesmo para o que chama de modelos de escolha XC90 do Designer, composta por quatro modelos diferentes, com equipamentos e cores escolhidas pelos designers da Volvo. O novo XC90, que até agora não carrega uma designação do modelo do ano, deve estar à venda na próxima Primavera em os EUA substituir o modelo 2014. Esta estratégia de venda cabe bem no tamanho da empresa sueca e na opção pela qualidade dos carros, um marca da Volvo.
Um comprador pode pedir um Volvo on-line, enviar um pagamento com cartão de crédito, transmitido pela Volvo para um vendedor local. Entenda!

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Curiosidades

Fiat chama Grand Siena para substituição do volante 

Fiat chama Grand Siena para substituição do volante 






Falha pode gerar perda de controle com risco de acidentes Eduardo Enomoto/R7 A Fiat anunciou no último sábado (29/11) um recall envolvendo o Grand Siena para verificação do volante e possível troca do componente. Os modelos envolvidos no chamado são o Grand Siena Attractive 1.4 MPI Fire 8V FlexGrand Siena Attractive 1.4 MPI Fire 8V Terafuel e Grand Siena Essence 1.6 E.torQ 16V Flex, fabricados entre 30 de maio a 16 de julho de 2014, com numeração de chassis de 9BD197132F3207533 a 9BD197163F3216402. De acordo com a montadora, o chamado é para constatar se a base de encaixe do volante à coluna de direção pode apresentar trincas, o que pode ocasionar a separação dos componentes. Caso seja constatado a falha e o item não seja substituido, o volante pode se soltar com possibilidade de acidentes com ferimentos aos ocupantes e a terceiros. A Fiat orienta que os proprietários dos modelos acima citados entrem em contato para agendar a inspeção pelo site www.fiat.com.br ou pelos telefones 0800 707 100 e 0800 282 1001 para avaliação e, se necessário, a troca do componente.
Saiba tudo sobre carros! Acesse www.r7.com/carros

Fonte: R7

21 de dez. de 2014

Auto Papo - Quem precisa do protetor de cárter?

Auto Papo - Quem precisa do protetor de cárter?



O protetor de cárter não é mais unanimidade faz tempo. Saiba por que no Auto Papo. Protetordecarter.mp3

Fonte: R7

Mustang 1966

Mustang 1966






Fonte: 4 Rodas Carburada
Categoria: Publicidade em Quatro Rodas
Autor: Fabio Paiva

20 de dez. de 2014

Tomada de impressões

Tomada de impressões

Por Péricles Malheiros O teste de Longa Duração tem como uma de suas missões mais importantes o acompanhamento da indústria. Já passou de tudo por aqui: 4×4, três-cilindros, turbo, etanol, gasolina, diesel, flex, GNV. Agora chegou a hora de antecipar como é ter um carro elétrico. O Leaf é o novo integrante da frota de Longa Duração. Exclusivo, o hatch pediu alguns ajustes no processo de avaliação. Serão 12 meses de convívio, sem uma quilometragem determinada nem desmonte no final. Como não é vendido por aqui, o Leaf foi fornecido pela Nissan. Logo, a rede não faz suas revisões. As manutenções serão efetuadas pela própria Nissan, como acontece com os outros 25 Leaf táxis que rodam no Brasil (15 no Rio de Janeiro e dez em São Paulo).

A instalação de um ponto de recarga garantiu ao Nissan um espaço só dele em nossas vagas, na sede da Editora Abril. Segundo a fábrica, nessa tomada de 220 volts, são de 6 a 8 horas para uma recarga completa, o que assegura uma autonomia média de 150 km. No decorrer do teste, avaliaremos ainda outras duas fontes de carregamento: nas cinco concessionárias Nissan e em alguns shopping centers com vagas especiais para veículos elétricos. Sobre este último caso, contatamos a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) para saber quais oferecem vagas exclusivas para elétricos, com tomadas especiais para recarga durante as compras. Não conseguimos descobrir: a Abrasce respondeu que ainda não compilam essa informação. O editor Péricles Malheiros, que já havia dirigido um Leaf, em junho de 2011, foi o primeiro a dirigir o modelo da frota. “Mantenho a opinião de que o sistema dos pinheirinhos é uma ótima forma de estimular a condução ecológica”, disse Péricles ao se referir ao gráfico que acumula no painel fatias horizontais de um pinheiro à medida que o motorista evita acelerações bruscas. Tirar o pé do acelerador nas descidas ou ao se aproximar de um semáforo, por exemplo, também rende bônus. Quando a árvore é completada, ela diminui de tamanho e é deslocada para o lado – e um novo pinheiro começa a brotar.

Ao volante, o editor destacou a forte sensação de segurança. “As baterias sob o assoalho colocam o centro de gravidade na parte mais baixa do carro. Em curvas, parece que uma força magnética atrai a carroceria para o chão”, diz Péricles. Nas frenagens, os 1 531 kg do Leaf jogam contra: é preciso redobrar a atenção, mesmo com o sistema regenerativo iniciando a retenção do carro assim que o pé sai do acelerador. Com comprimento equivalente ao de um Honda City, o Leaf oferece câmera de ré com linhas ativas que projetam o espaço que ele ocupará em função do ângulo do volante (bastante leve, com assistência elétrica). O sistema de ar-condicionado também é alimentado por um compressor elétrico. Nas manobras em ré, uma sirene é ativada para alertar pedestres, uma vez que o único som que se ouve em movimento é o dos pneus com o solo. Pelo mesmo motivo, em alguns mercados, a lei obriga que os veículos elétricos tenham um sistema de alto-falante que funcione quando o carro roda em baixa velocidade.

Com transmissão direta de torque do motor para as rodas, veículos elétricos não precisam de câmbio. Mesmo assim, no console um botão cumpre a função dele, oferecendo as tradicionais posições de uma caixa automática: D (para dirigir), P (estacionamento), N (ponto morto) e R (ré). Esta última, na verdade, é um mero inversor de polaridade.

Fontes ligadas às fábricas informam que os elétricos estão prestes a ser contemplados pelo Inovar-Auto, o programa do governo federal de incentivo ao desenvolvimento da indústria local. “Se isso acontecer, o Leaf pode entrar em nossos planos de importação”, diz uma fonte ligada à Nissan. Hoje eles rodam por aqui em caráter experimental. Enquanto as vendas não se iniciam, você descobre com a gente – e a partir de agora – como é a vida de quem tem um carro elétrico no Brasil.
Por Péricles Malheiros O teste de Longa Duração tem como uma de suas missões mais importantes o acompanhamento da indústria. Já passou de tudo por aqui: 4×4, três-cilindros, turbo, etanol, gasolina, diesel, flex, GNV. Agora chegou a hora de antecipar como é ter um carro elétrico. O Leaf é o novo integrante da frota de […]

Fonte: 4 Rodas Longaduração
Categoria: Nissan Leaf
Autor: Redação

Teste do Ford Ka 1.5 SEL

Teste do Ford Ka 1.5 SEL

Poucos automóveis caem na “graça” do consumidor brasileiro logo de cara. Chevrolet Onix e Hyundai HB20 são os dois exemplos mais recentes, de 2012. Esse ano, a Ford entrou para esse clube de “arrasa-quarteirão” com o Ka. Em um curto espaço de tempo, o hatch conseguiu um êxito impressionante. Lançado em agosto no Brasil, a nova geração do compacto vem em um crescente. No primeiro mês cheio de vendas registrou mais de 7 mil emplacamentos. Em setembro, foram 9.603 unidades. E os 10.748 modelos comercializados em novembro o colocaram como quarto automóvel mais vendido no país no período. Essa progressão indica que as previsões da Ford no lançamento, de atingir 12 mil unidades/mês, estavam bem calculadas. A recém-chegada motorização 1.5 litro, no entanto, não foi pensada para ser uma versão de alto volume de vendas. Sua função é ajudar a consolidar a impressão positiva que o compacto do Ford já angariou. Mas, além disso, também pode ser exatamente o modelo que faltava para que a tal profecia de lançamento se concretize.

Veja também:

  • Impressões dos novos Ford Ka e Ka+ Sedan
  • Teste do novo Ford Ka 1.0 SEL
Mecanicamente, a versão “top” do Ka ganhou recentemente a companhia do motor 1.5 litro. Proveniente da família Sigma e já presente na gama do Fiesta, o propulsor bicombustível tem bloco de alumínio, duplo comando no cabeçote e oferece 105 cv e 14,6 kgfm de torque com gasolina no tanque. Com etanol, os números sobem para 110 cv e 14,9 kgfm e torque. A transmissão é sempre manual de cinco velocidades. Na versão SEL, a motorização mais potente da linha vem acompanhada por uma lista de equipamentos de série à altura do posto de topo de gama e que em parte justificam o preço de R$ 44.990. Chamam atenção, principalmente, os itens de segurança. Os controles eletrônicos de tração e estabilidade e o assistente de partida em rampa vêm de fábrica nessa versão. Entre as “comodidades”, o Ka 1.5 SEL vem com o “básico”. Estão lá ar-condicionado, vidros elétricos, computador de bordo e volante com regulagem de altura e o systema Sync com comandos por voz, Bluetooth e entradas USB/AUX. Há até assistente de emergência, que liga sozinho para o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU – em caso de acidentes graves. De fora mesmo, ficou o sistema integrado de navegação. Além disso, itens simples – e cada vez mais comuns no segmento — contraditoriamente estão ausentes. Caso de retrovisores com ajustes elétricos, sensor de estacionamento traseiro, câmara de ré e sensor de ponto cego estão de fora. Mas estes podem ser adquiridos e instalados como acessórios nas concessionárias. Na verdade, é uma forma de a Ford ajudar na sobrevivência de sua rede.

Ponto a ponto

Desempenho – A combinação de um hatch compacto de baixo peso com um motor de até 110 cv e 14,9 kgfm de torque é promissora. E o Ka equipado com o conhecido propulsor Sigma 1.5 litro não decepciona. Os 25 cv e 4 kgfm de torque a mais em relação ao propulsor 1.0 fazem diferença. Não se trata de um desempenho que “cole” o motorista no banco, mas deixa o compacto bastante ágil e rápido. Nota 8. Estabilidade – A dinâmica do Ka não pede retoques. Ele segue na direção apontada, tem rolagens de carroceria bem controladas e direção elétrica bastante direta. Para qualquer exagero, os controles eletrônicos de tração e estabilidade – itens de série na versão SEL – devolvem o carrinho ao rumo. Mesmo em altas velocidades não há sensação de insegurança. Nota 8. Interatividade – O convívio com o Ka 1.5 SEL é simples. Os comados mais importantes estão bem localizados, o painel de instrumentos é bem legível e, na versão SEL, ainda há botões no volante para controlar os recursos do dispositivo multimídia Sync. Os engates da transmissão manual de cinco marchas são corretos e visibilidade é boa. Faltam apenas os retrovisores elétricos. Nota 7.

Consumo – Aferido pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem do InMetro, o Ka 1.5 SEL registrou médias de 7,9 km/l e 9,5 km/l com etanol e 11,5 km/l e 13,6 km/l com gasolina, respectivamente nos ciclos urbano e rodoviário. Os números renderam nota “A” dentro no segmento e “B” no geral. Seu índice de consumo energético – de 1,75 MJ/km. Nota 8. Conforto – O conjunto suspensivo do Ka absorve bem as imperfeições do asfalto e deixa o motorista sempre com o carro na mão. Os bancos, no entanto, não acomodam bem os passageiros. São rígidos demais e provocam cansaço em trajetos mais demorados. No habitáculo, os ruídos do motor não incomodam, mas espaço interno só carrega dignamente quatro adultos. Um quinto elemento compromete a “convivência”. Nota 6. Tecnologia – O Ka é um projeto novo e compartilha a plataforma, inclusive eletrônica, com Fiesta e EcoSport. Daí ser um compacto de entrada que dispõe de tecnologias presentes apenas em modelos mais sofisticados, como controles de estabilidade e tração ou assistente de partida em rampa. Na versão SEL, o sistema multimídia Sync é item de série e traz comandos de voz, lê SMS, opera aplicativos para celular e ainda liga sozinho para o SAMU em caso de acidentes. Nesta configuração, o carro já traz ar-condicionado e direção, travas e vidros elétricos nas quatro portas. O motor Sigma 1.5 litro é simples, mas eficiente. Nota 9.

Habitabilidade – O bom ângulo de abertura das quatro portas garante o acesso tranquilo ao interior, que recebe bem os ocupantes – são 21 porta-objetos espalhados pelo habitáculo. Já o porta-malas de 257 litros fica ligeiramente abaixo da média do segmento, que é de 280 litros. Nota 7. Acabamento – Apesar de ser a versão mais cara, o Ka 1.5 SEL não ganha em requinte das outras versões. Há plásticos rígidos por todos os lados. Pelo menos são visual e tatilmente agradáveis e tem encaixes bem feitos. Na versão SEL, o console central tem pintura prateada e botões organizados simetricamente, na mesma lógica do Ford Fiesta. Nota 6. Design – A Ford encontrou um resultado estético interessante no hatch. A grande grade trapezoidal, integrante do estilo Kinetic 2, está lá e garante um “ar” de robustez. E os generosos faróis dão personalidade ao carrinho. No perfil, a linha de cintura alta e ascendente dá o tom. A traseira teve uma solução preguiçosa, com lanternas bem triviais. Nota 7.

Custo/benefício – Dotado do motor 1.5 litro, o Ka SEL custa R$ 44.990. Frente aos concorrentes, é o único equipado com controle eletrônico de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa. Volkswagen Gol e Chevrolet Onix, equipados à altura, chegam a R$ 50 mil. Com propulsor 1.6 litro de 128 cv, o Hyundai HB20 Comfort Plus tem preço de R$ 46.690. Mais barato é o Nissan March SV. Com motor 1.6 de 111 cv, rodas de 16 polegadas, ar-condicionado digital, câmara de ré e o sistema multimídia com tela “touch” de 5,8 polegadas sai por R$ 43.990. No geral, o Ka 1.5 SEL se posiciona bem. Nota 8. Total – O Ford Ka 1.5 SEL somou 74 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

De carro descolado, carroceria duas portas e “queridinho” das jovens universitárias a modelo racional que chega para brigar no feroz subsegmento de hatch de entrada. A impressão é que o repaginado Ka perdeu o carisma, mas o sucesso bate à porta. Com novo design, quatro portas e mais tecnologia, o carrinho conseguiu agradar. E a versão SEL 1.5 é um bom exemplo. Com motor do Fiesta, o Ka mostra uma boa relação de peso/potência de 9,4 kg/cv. São 25 cv a mais que a configuração com o motor tricilíndrico, que rende 85 cv. Na prática, o conjunto não torna o Ka um “foguete”, mas o deixa bem à vontade em estradas e subidas íngrimes. No trecho urbano, o carrinho também ganha em agilidade. Já o acerto da suspensão é firme, mas não rígido. Ele consegue entregar um bom conforto aos ocupantes ao filtrar as irregularidades do asfalto, mas também não deixa o carro mole a ponto de fazer o condutor se sentir inseguro. Os “anjos da guarda” eletrônicos – controles de tração e estabilidade –, além de consertar algum abuso do condutor, ainda agrega valor ao Ka. A direção elétrica progressiva facilita a vida do motorista. Se mostra extremamente leve para manobras em velocidades baixas e ganha peso conforme o ponteiro do velocímetro sobe. Porém, mesmo com dimensões diminutas, sensores de estacionamento ou câmara de ré fazem falta ao carrinho na hora de parar em uma vaga. Outro item que pode incomodar é o simplório ajuste dos retrovisores, manual. É preciso uma ginástica desagradável para regular o espelho do lado direito. E não reflete uma boa imagem para o moderno Ka.

Ficha técnica

Ford Ka 1.5 SEL

Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.498 cm³, quatro cilindros em linha, duplo comando no cabeçote e quatro válvulas por cilindro. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle de tração.
Potência: 105/110 cv com gasolina/etanol a 6.500 rpm. 
Torque: 14,6/14,9 kgfm com gasolina/etanol a 4.250 rpm.
Diâmetro e curso: 79 mm X 76,4 mm.
Taxa de compressão: 11,1:1
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira semi-independente por eixo de torção, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos. Oferece controle de estabilidade.
Pneus: 195/55 R15. 
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. ABS com EBD e assistência de frenagem.
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,89 metros de comprimento, 1,70 m de largura, 1,53 m de altura e 2,45 m de entre-eixos.
Peso: 1.034 kg.
Capacidade do porta-malas: 257 litros.
Tanque de combustível: 51,6 litros. 
Produção: Camaçari, Bahia, Brasil. 
Lançamento mundial: 2014.
Lançamento no Brasil: 2014.
Itens de série: Ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas com controle remoto, chave canivete, airbags frontais, freios ABS com EBD, abertura elétrica do porta-malas, ajuste de altura da coluna de direção, sistema de multimídia com comandos de voz e assistência de emergência, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, rodas de liga leve com 15 polegadas, faróis de neblina dianteiros, computador de bordo e alarme.
Preço: R$ 44.990.

Autor: Raphael Panaro (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/Carta Z Notícias

O toque que faltava - Versão SEL 1.5 chega para ajudar na imagem e nas vendas do bem-sucedido Ford Ka

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

19 de dez. de 2014

Teste da Chevrolet Trailblazer V6 3.6 LTZ

Teste da Chevrolet Trailblazer V6 3.6 LTZ

A Chevrolet tinha planos ambiciosos quando introduziu a Trailblazer no mercado brasileiro no final de 2012. O objetivo era brigar no topo do segmento de utilitários esportivos, principalmente com Toyota SW4 e Mitsubishi Pajero Dakar. A marca norte-americana traçou uma média de 400 unidades mensais que se mostrou exagerada. Em um único mês, novembro de 2013, o SUV ultrapassou a meta, com 453 exemplares vendidos. Isso logo após a introdução da potente motorização diesel da S10, mas a elevação das vendas não se sustentou. Atualmente, com a queda geral do mercado automotivo brasileiro, o modelo emplaca pouco mais de 170 veículos a cada mês. Mas a Chevrolet não se deu por vencida. Em outubro último, introduziu novidades na versão a gasolina – que responde por 40% do “mix” – e ainda promoveu melhorias no acabamento. Nada disso, porém, ajudou a equacionar um dos principais responsáveis pelo tímido poder de atração do utilitário: o preço.

Veja também:

  • Teste da TrailBlazer LTZ 2.8 CTDI
  • Vídeo: Apresentação da Chevrolet Trailblazer
As atualizações no trem-de-força promovidas pelo fabricante norte-americano podem até amenizar o traumático valor pedido pelo modelo. O motor continua o V6 3.6 litros, mas com modificações. Uma delas um novo cabeçote, que traz coletor de exautão integrado, sistema de injeção direta de gasolina e comando de válvulas com abertura continuamente variáveis na admissão e no escape. A outra foi na parte interna dos cilindros, que tem camisa e pistão em alumínio. Este conjunto de mudanças permite o propulsor trabalhar com maior eficiência e menor esforço. O resultado pode ser medido pelos 15% a mais de potência e 6% a mais de torque – ou 38 cv e 2,2 kgfm a mais. Os números atuais ficam em 277 cv a 6.400 rpm e 35,7 kgfm a 3.700 rotações. Com injeção direta, a Chevrolet afirma que, além de mais potência, houve redução nas emissões de poluentes e de até 4% no consumo de combustível. A transmissão automática de seis marchas também recebeu nova calibração para efetuar trocas de forma mais suave. Todas as alterações mecânicas resultaram em ganho de performance. O zero a 100 km/h é feito em 7,6 segundos – 1,5 s a menos que na motorização anterior.

A Trailblazer passou também por outras evoluções. O SUV teve a suspensão dianteira recalibrada com o intuito de deixar o conjunto mais firme e a direção mais direta. Uma das mudanças promovidas está nas buchas, com maior rigidez. O habitáculo ganhou materiais fonoabsorventes mais espessos para reduzir a intromissão de ruídos no interior. O painel exibe um tom mais sóbrio, o que ressalta as novas molduras em preto brilhante e os detalhes cromados, como a anel decorativo do sistema do ar-condicionado digital. Já o revestimento dos bancos de couro é predominantemente marrom – a Chevrolet chama pomposamente de “brownstone” – com costuras pespontadas. Mesmo com todas as melhorias, a Chevrolet tentou não mexer muito no preço, que já era seletivo. O utilitário sai por R$ 147.790 pela configuração LTZ, única vendida com motor a gasolina – o que representa um aumento de pouco mais de R$ 3 mil, ou 2%. Não é muito, levando-se em conta o aumento médio dos automóveis no ano, em torno de 6%. A lista de equipamentos, por outro lado, continua a mesma. Itens como ar-condicionado digital, airbags laterais e de cortina, os controles eletrônicos de tração e de estabilidade, assistente de partida em rampas e descidas e banco do motorista com regulagens elétricas são de série. O sistema multimídia é o difundido My Link, mas na Trailblazer ele é mais completo e traz GPS integrado e câmara de ré.

 

Ponto a ponto

Desempenho – Com injeção direta de gasolina, o motor V6 3.6 litros agora entrega 277 cv de potência, além dos 35,7 kgfm de torque. Os números são superlativos, mas não conferem um comportamento “esportivo” ao modelo – nem é esse o intuito. Mas a força gerada é mais que suficiente para empurrar os 2.104 kg da Trailblazer de forma eficaz. A potência “extra” ainda ajudou a diminuir em 1,5 segundo o zero a 100 km/h, que caiu de 9,1 para 7,6 segundos, de acordo com a Chevrolet. Nota 8Estabilidade – A Trailblazer não tem uma dirigibilidade exemplar. As dimensões avantajadas e as mais de 2 toneladas de peso exigem atenção especial nas curvas – mesmo com as efetivas melhorias no conjunto suspensivo. Nas retas, o comportamento é mais amistoso. O curso dos amortecedores e a grande “massa” ajuda a Trailblazer manter as rodas sempre em contato com o solo, o que ajuda em situações off-road. Nota 7. Interatividade – Os comandos estão bem posicionados, mas o cluster de instrumentos, inspirado na primeira fase do esportivo Camaro, merecia um desenho mais simples. A visibilidade é muito boa, principalmente pela posição alta de condução. Os retrovisores são largos e a câmara de ré ajuda na hora de estacionar. O difícil é achar uma vaga que caiba. Nota 8.

Consumo – A Chevrolet não participa do Programa Brasileiro de Etiquetagem do InMetro. Durante a avaliação, o computador de bordo marcou nunca registrou médias acima de 6 km/l em trajeto misto. Levando-se em conta a “nova” motorização, o tamanho e o peso do carro, o resultado não é dos piores. Nota 6. Conforto – Os 4,88 metros de comprimento e 2,85 m de entre-eixos trazem bastante comodidade para os ocupantes. Os dois passageiros dianteiros esbanjam espaço, assim como os três que viajam atrás. Já os dois assentos da terceira fileira até acomodam adultos, com um certo sacrifício. O espaço é mais indicado mesmo para crianças. As modificações na suspensão e amortecedores permitem um rodar bem tranquilo e o isolamento acústico é digno de elogios. Nota 9. Tecnologia – A Trailblazer é um projeto bem recente, de 2011, e lançada em 2012 por aqui. A plataforma é da nova S10, com uma suspensão traseira multilink, mais afável ao uso social. O motor V6 3.6 litros ganhou modificações interessantes e move o “jipão” sem problemas, embora não tenha resolvido o problema de “sede” excessiva. A transmissão automática de seis marchas cumpre bem o seu papel e dá muita suavidade ao rodar. E a lista de equipamentos é bem extensa. Nota 8.

Habitabilidade – Na Trailblazer, o condutor tem de, literalmente, subir a bordo. Os acessos são largos, mas a altura demanda esforço para alcançar o habitáculo. Uma vez “lá em cima”, dirigir o modelo traz uma sensação de “superioridade”, de estar em um outro patamar em relação ao resto do trânsito. A área para bagagens varia de acordo com a quantidade de assentos oferecidos. Fica em míseros 205 litros com sete ocupantes, mas chega a volumosos 1.830 litros com as duas fileiras traseiras rebatidas. Nota 8. Acabamento – Uma das preocupações da Chevrolet na recente atualização da Trailblazer foi com o interior. Mas apesar de ser um carro de quase R$ 150 mil, a Trailblazer V6 3.6 não transmite requinte. O revestimento é quase todo em plástico duro, sem conforto tátil. Mas os detalhes em preto brilhante no painel central e o revestimento dos bancos de couro marrom – mais sóbrio que o bege anterior – passam uma leve sensação de sofisticação. Ao menos, os encaixes são precisos e não há rebarbas aparentes. Nota 7. Design – A estética da Trailblazer é imponente e valoriza suas dimensões hipertrofiadas. De perfil, a coluna em forma de T e as rodas de 18 polegadas são o destaque. As lanternas traseiras parecem “pequenas” em relação ao tamanho do carro, mas são charmosas. No geral, um conjunto bem harmônico. Nota 8.
Custo/benefício – A Chevrolet cobra R$ 147.790 pela Trailblazer LTZ a gasolina. A favor, tem o espaço interno, o bom motor de 277 cv e a lista de equipamentos. Entre os SUVs derivados de picapes com sete lugares, a Mitsubishi pede R$ 146.990 pela Pajero Dakar HPE e a Toyota, R$ 122.280, mas não tem tração 4X4. As rivais também são bem menos potentes – 205 cv e 163 cv, respectivamente – e trazem câmbios automáticos de apenas quatro marchas. Nota 6. Total – A Chevrolet Trailblazer V6 3.6 LTZ somou 75 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

Apesar de ter dois anos de mercado, a Trailblazer ainda é “novidade” nas ruas. O utilitário esportivo de exatos R$ 147.790 vende menos que, por exemplo, um luxuoso Range Rover Evoque. Mas a Chevrolet continua a investir no modelo – inclusive porque compartilha grande parte de componentes com a campeã de vendas S10. A aposta da marca fica visível desde o primeiro momento em que se “sobe” no SUV. O estribo lateral serve como uma espécie de degrau para alcançar o habitáculo que, por sua vez, ganhou melhorias no acabamento. O interior está mais sóbrio com o couro dos bancos e dos painéis das portas em um belo tom marrom. Ele substitui o chamativo bege do modelo anterior.  A Trailblazer empresta ao condutor uma sensação de poder. A posição de dirigir é elevada e a grande área envidraçada facilita a visualização do trânsito. Os novos 277 cv e 35,7 kgfm de torque também contribuem para inflar o “ego” de quem está ao volante. O motor empurra sem dificuldades – e com certa agilidade – o pesado SUV. Mas a maneira com que ele ganha velocidade é progressiva, sem grandes trancos. O propulsor, inclusive, é demasiadamente silencioso. Em uma tocada tranquila, quase não se houve ruído – graças também as novos isolantes acústicos que a Chevrolet usou na versão 2015. Somente uma profunda pisada no acelerador faz “despertar” o V6 que solta um “ronco” de respeito. A transmissão automática tem trocas suaves, mas o fato de o torque máximo só aparecer em giros médios não permite que o motor seja devidamente explorado nas ultrapassagens. A direção é menos direta que a de um carro de passeio, mas ainda assim garante controle às reações do carro, que responde bem a mudanças de trajetória – desde que não muito bruscas. Com o novo acerto suspensivo, a carroceria rola menos mas ainda não aceita tocas mais esportivas. E nem foi feito para isso. A Trailblazer está mais para a vida campestre, onde a eficiente tração 4X4 com reduzida por ser aplicada em terrenos de baixa aderência ou para superar algum pedaço de mau caminho.

Ficha técnica

Chevrolet Trailblazer V6 3.6 LTZ

Motor: Gasolina, dianteiro, longitudinal, 3.564 cm³, seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Injeção direta de combustível.
Transmissão: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré. Possui controle de tração. Tração integral com reduzida controlada por seletor eletrônico rotatório.
Potência máxima: 277 cv a 6.400 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 7,6 segundos.
Velocidade máxima: 180 km/h.
Torque máximo: 35,7 kgfm a 3.700 rpm.
Diâmetro e curso: 94 mm X 85,6 mm.
Taxa de compressão: 11,5:1
Suspensão: Dianteira independente com braços articulados com barra estabilizadora. Traseira do tipo multilink com barra estabilizadora. Oferece controle eletrônico de estabilidade de série.
Pneus: 265/60 R18.
Freios: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Utilitário esportivo montado em longarinas, com quatro portas e sete lugares. Com 4,88 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,84 m de altura e 2,85 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina de série.
Peso: 2.104 kg em ordem de marcha.
Altura mínima do solo: 19,3 cm.
Ângulo de ataque: 32°.
Ângulo de saída: 19,4°.
Capacidade do porta-malas: de 205 a 1.830 litros.
Tanque de combustível: 76 litros.
Produção: São José dos Campos, São Paulo.
Lançamento: 2012.
Itens de série: ar-condicionado automático com saída para a parte traseira, assistente de partida em aclive, banco do motorista com ajustes elétricos,  computador de bordo, controle de velocidade em declive, espelho interno eletrocrômico, faróis de neblina, bancos em couro, rodas de alumínio de 18 polegadas, sensor de estacionamento traseiro com câmara de ré, trio elétrico, rádio/CD/MP3/Bluetooth/AUX/USB e volante multifuncional.
Preço: R$ 147.790.

Autor: Raphael Panaro (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/Carta Z Notícias

Injeção de ânimo - Chevrolet tenta alavancar vendas da Trailblazer com motor a gasolina ainda mais potente

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Ford convoca recall de mais de 20 mil unidades do EcoSport na Índia

Ford convoca recall de mais de 20 mil unidades do EcoSport na Índia

Mais uma notícia sobre um grande processo de recall envolvendo uma das principais montadoras do mundo surgiu com destaque no noticiário especializado, mostrando que esta prática já está se tornando extremamente comum nos dias de hoje. O mais recente foi feito pela Ford, que acabou de convocar um recall que envolve mais de 20 mil unidades do seu utilitário médio EcoSport dentro do mercado indiano, que é um dos maiores da atualidade.

Problemas



A boa notícia para os consumidores brasileiros é que a Ford informou que a convocação não envolve o Brasil, onde o EcoSport é bastante popular, mas que ela envolve apenas o mercado da Índia. Ao todo são 20.752 unidades do modelo que foram afetadas, sendo que seus proprietários foram convocados para que seja realizada a revisão e para que seja dada solução para dois problemas de fabricação. O primeiro dos problemas que afeta o Ford EcoSport indiano tem a ver com a possibilidade de corrosão da linha de combustível, o que pode, entre outras coisas, causar incêndios. Já o segundo dos problemas tem mais a ver com algumas falhas de projeto que foram identificadas, que podem causar problemas na fiação dos airbags laterais, prejudicando a segurança dos ocupantes em casos de colisões laterais.

Os modelos afetados

A Ford, em seu comunicado de convocação oficial de recall, informa que os modelos afetados pelos problemas foram fabricados entre janeiro de 2013 e setembro de 2014. Para a solução dos problemas, reparos simples serão realizados gratuitamente nas concessionárias da marca espalhadas pelo país asiático, sendo que no que diz repeito ao segundo problema, segundo a própria Ford, ele já motivou outro recall, só que desta vez na Austrália, feito há pouquíssimos das.

Prejuízo à imagem da marca

Para muitos especialistas, processos de recall indicam preocupação maior por parte das montadoras para com seus produtos e para com a segurança dos consumidores. Mas o fato é que para os consumidores, excessivos processos de recall podem simplesmente significar um prejuízo considerável à imagem das marcas envolvidas, já que expõem falhas em seus processos de produção. Como já foi dito anteriormente, para o mercado brasileiro, a Ford não tem previsão de que qualquer convocação de recall seja realizada nos próximos dias ou nos próximos meses para o EcoSport, sendo que se trata de um problema exclusivamente voltado para o mercado indiano. 
O mais recente recall foi feito pela Ford, que acabou de convocar mais de 20 mil unidades do seu utilitário médio EcoSport, na Índia.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

BMW anuncia chegada do X5 com motor a diesel ao Brasil

BMW anuncia chegada do X5 com motor a diesel ao Brasil

Não é muito comum ver veículos utilitários equipados com motor movido a diesel no Brasil, e a justificativa indica que a maior parte dos consumidores não aprecia este tipo de motor, tendo preferência por motores movidos à gasolina, ao contrário do que o ocorre em outros mercados, como o europeu, por exemplo. No entanto, isto esta para mudar com o anúncio feito pela BMW nesta semana, que indica a chegada do SUV X5 equipado com motor movido a diesel, o que é algo inédito dentro do mercado brasileiro.

A BMW informou que o X5 que chega ao Brasil deverá trazer motor 3.0 litros com 6 cilindros dispostos em linha, sendo que o grande diferencial para o mercado tupiniquim será o fato de ser movido a diesel. Apesar de o motor ser o mesmo, haverá duas configurações diferentes para agradar aos consumidores brasileiros, sendo que a mais potente será a M50d, que deverá entregar uma potência de nada menos do que 381 cavalos. A outra versão atende pelo nome de xDrive30d e é um pouco mais conservadora no que diz respeito à sua potência, conseguindo entregar 258 cavalos, o que não pode ser considerado pouco.

Os detalhes do xDrive30d

A versão xDrive30d do BMW X5 chega ao mercado com preço de R$ 379.950, equipada com diversos itens de série interessantes e com diferenciais importantes. Esta versão chega com suspensão adaptativa e também com sistema de entretenimento instalado no banco traseiro, perfeito para as viagens mais longas e mais cansativas. O modelo também conta com direção ativa e com sistema de navegação chamado de Professional, e com seu motor capaz de entregar a potência de 258 cavalos este SUV consegue acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,9 segundos. O X5 xDrive30d apresenta sistema de transmissão automática com 8 velocidades e tração integral xDrive.

Os detalhes do M50d

Mais esportivo, o BMW X5 M50d apresenta uma configuração que lhe permite entregar uma potência de 381 cavalos e um torque de 75,5 kgfm, o que faz com que consiga acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos. Sua velocidade máxima é controlada e limitada, sendo que por conta disto, não pode passar de 250 km/h, mas isto não é um impeditivo para que este SUV seja um dos que melhor desempenho apresenta na atualidade. Seu preço é de R$ 474.950. 
A BMW informou que o X5 que chega ao Brasil deverá trazer motor 3.0 litros com 6 cilindros dispostos em linha, sendo movido a diesel.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

Confira o incrível drift de dois carros promovido pela Nissan

Confira o incrível drift de dois carros promovido pela Nissan



A Nissan divulgou um vídeo esta semana que mostra dois dublês quebrando o recorde mundial de drift mais longo realizado por dois carros ao mesmo tempo. As manobras foram realizadas em uma pista preparada especialmente para a ocasião, inclusive com o asfalto molhado. As imagens do vídeo mostram apenas alguns trechos da prova, já que os dois veículos percorreram uma distância total de 28 quilômetros apenas realizando drift na pista circular.

O evento foi realizado durante o lançamento de um programa chamado Nissan 370Z Drift Experience, do Oriente Médio. A ideia é permitir com que as pessoas aprendem ou aperfeiçoem estas técnicas. “Com a conquista de hoje, não só garantimos nosso lugar no Guinness Book, mas também provamos a força dos nossos veículos” disse o gerente da Nissan do Oriente Médio, Samir Cherfan. A equipe da marca ressaltou ainda que o Nissan Z é um veículo muito popular entre as pessoas que praticam drifts em competições oficiais. 
Marca bateu recorde mundial e foi para o Guinness Book.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos