12 de out. de 2016

Vespa chega ao Brasil

Vespa chega ao Brasil

A grande empresa italiana de motos Piaggio, conhecida mundialmente pelo modelo da scooter da marca Vespa, chega finalmente ao nosso país com uma produção incrível de quatro modelos. A Piaggio escolheu a dedo quatro modelos para estrear em nosso mercado nacional com uma das melhores scooters de todo o mundo. Os modelos são a Primaveira (com modelos de 125 cc e 150 cc), Sprint (150 cc), GTS 300 (300 cc) e Vespa 946 Empório Armani. Apesar de terem anunciado oficialmente em uma coletiva de emprensa no dia 4 desse mês aqui em São Paulo que estão finalmente chegando ao Brasil, não fizeram a divulgação de nenhum dos preços que serão comercializados. Especialistas indicam que o modelo mais básico (Primavera 125 cc) ficará por cerca de R$ 20 mil, enquanto o modelo mais avançado tecnologicamente, e um dos orgulhos da marca para esse ano (Vespa 946 Empório Armani) deve chegar ainda na faixa de R$ 36 mil.

Nada de concessionárias

O posicionamento já diferencial dessa marca em sua entrada de mercado não é acompanhado somente da sua decisão de lançamentos inusitados, mas também em como e onde eles serão comercializados e vendidos. Abandonando o comum sistema de venda de automóveis por redes de concessionárias adquiridas por grandes marcas, a Piaggio optou por fazer uma inovação também nesse quesito. Suas lojas serão séries de boutiques que poderão ser encontradas tanto nas ruas das cidades quanto dentro de grandes redes de shopping.  Os primeiros lançamentos estarão à venda em São Paulo, no Iguatemi. Os próximos por enquanto ainda confirmados são somente em Campinas e em Alphaville. A intenção da Piaggio é conseguir inaugurar até 8 Boutiques antes do ano acabar, e aumentar para mais 10 durante o ano de 2017. Após isso, eles em mais um ano querem conseguir mais 22 lojas, totalizando 40 boutiques de vendas abertas até o fim de 2018.

O conceito das boutiques não será somente da venda direta das motos, mas sim ser um espaço de convivência para os fãs da marca, oferecendo diversos serviços e acessórios especiais dedicados a todos os modelos produzidos pela marca. Além disso, o atendimento das lojas será diferenciado e cheio de luxo, com um barista para oferecer drinks e cafés, e até um vendedor com Ipad para personalizar todos os detalhes possíveis que o cliente deseje modificar na sua scooter.

Fábrica local

A Vespa também deseja inaugurar aqui no Brasil uma fábrica para seus modelos no país, muito provavelmente sediada em Manaus, para conseguir montar localmente os modelos e peças das scooters oferecidas no por aqui. Isso ajudará a diminuir o custo das motos sendo vendidas, além de diminuir também o custo de diversos serviços, como troca de peças, revisão e seguros.
Especialistas indicam que o modelo mais básico (Primavera 125 cc) ficará por cerca de R$ 20 mil, podendo chegar a R$ 36 mil, na premium.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos

11 de out. de 2016

UP! ganha campanha publicitária na Europa

UP! ganha campanha publicitária na Europa

Conteúdo em Vídeo
Enquanto os brasileiros ainda terão que esperar um pouco mais para o lançamento do Volkswagen UP! 2017, os europeus já estão sendo alvos das primeiras campanhas de marketing do lançamento. Diversos países começaram a veicular sposts de televisão e também anúncios na mídia impressa. A Volks quer atingir especialmente os mais jovens com a nova versão do UP.

O destaque dos comerciais fica por conta de alguns recursos tecnológicos que estarão disponíveis no UP, como é o caso do “Maps & More dock” para conectar o smartphone com o veículo. Outro destaque é a possibilidade de personalização do veículo, já que os consumidores poderão escolher entre algumas opções de cores para o interior do carro. No Brasil, o lançamento deve acontecer na próxima edição do Salão do Automóvel de São Paulo.
Carro será apresentado aos brasileiros durante o próximo Salão de São Paulo.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Ser ou não ser esportivo, eis a questão do Toyota GT86

Ser ou não ser esportivo, eis a questão do Toyota GT86


A primeira impressão, o GT86 assusta com o visual superesportivo Eduardo Enomoto/R7

O motor boxer de 4 cil responde bem em alta, mas nada assustador Eduardo Enomoto/R7

Destaque para o difusor traseiro; bonito, mas de plástico bem mole Eduardo Enomoto/R7

Interior é carnavalesco, mas a ergonomia reina pela esportividade Eduardo Enomoto/R7

Os pneus 215/45 raio 17 seguram bem o cupê em curvas, seu forte Eduardo Enomoto/R7
Porta-malas traz capacidade para 245 litros; apenas para um casal Eduardo Enomoto/R7 Muitos leitores apaixonados (ou não) por carros, ao ver este Toyota GT86, muito provavalmente sentirão leve nostalgia à época em que ficavam horas jogando Gran Turismo, criado por Kazunori Yamauchi, em 1997, e desenvolvido pela Polyphony Digital. Traçando um paralelo, os anos 90 foram recheados de esportivos japoneses, idolatrados até hoje e ainda será por muito tempo. Mas, quando falamos nesses ícones, logo vêm à mente carros potentes, como Toyota Supra, Honda NSX e Nissan Skyline.  O Toyota GT86, que fez sua estreia em 2011, no Salão de Toquio, não faz parte deste "bonde", mas seu design nos remetem a tal época, principalmente com o falcido MR-2, conhecido vulgarmente por "Ferrari dos pobres". O cupê também pode ser chamado de Toyota 86 e Subaru BRZ, modelo quase idêntico, a não ser por detalhes visuais, desenvolvido em conjunto pela fabricante japonesa, a Toyota e sua afiliada Subaru. O engenheiro responsável pelo projeto é Tetsuya Tada, que tratou logo de quebrar a monótona tradição de fazer modelos comportados e ecologicamente corretos. Veja, não que isso seja errado, claro que precisamos urgentemente de mais investimentos "verdes". Mas um esportivinho aqui e acolá não cai mal, certo? Seu conjunto mecânico O GT86 ganhou este nome graças ao diâmetro e curso do pistão a exatos 86 mm, o que originou a nomenclatura. Além, claro, a alusão do Corolla mais "divertido" que a marca fez, internamente conhecido pelo codinome AE86. Era disponível apenas na versão cupê, era equipado com um excelente motor 4 clindros em linha 1.6 litro, DOHC de 16 válvulas e 130 cv. Mas voltemos ao atual 86. Um dos seus pontos fortes e que favorece bastante a dirigibilidade do carro é a excelente distribuição de peso, com 53% na parte da frente e 47% na traseira. O motor é o quatro cilindros longitudinal boxer 2.0 16V da Subaru, com ótima taxa de compressão 12.5:1, injeção direta e indireta de combustível. A potência é de 200 cavalos a 7 mil rpm , com 20,9 kgfm entre 6.400 a 6.600 rpm. Bom, aos 100 km/h são necessários 8 segundos. Já a velocidade final ultrapassa a barreira dos 230 km/h, graças ao bom escalonamento das marchas. A versão avaliada pelo R7 possui câmbio manual de seis velocidades (fora daqui, existe uma opção automática com também seis marchas), tração traseira, direção com assistência elétrica, suspesnão independente Mac Pherson na dianteria e multilink na traseira, freios com discos ventilados na dianteria e sólidos na traseira, com ABS e rodas aro 17" com pneus 215/45 R17. Sim, o modelo existe para a imprensa, mas ele não será vendido por aqui. Pelo menos agora não. Ao volante do esportivo Confesso que ao retirar o carro no galpão da Toyota, a emoção era grande. Sim, pois eu nunca havia dirigido este modelo e, além de ser único no Brasil, o carro chama a atenção para caramba, o que gera certa insegurança. Ao sentar no GT86, logo percebo o quanto ele é baixo (apenas 460 mm) e quanto a posição de guiar remete esportividade. Ao ligar o carro e se fechar o olho, quase me sinto como se tivesse dentro de uma pista, pronta para acelerar tudo o que o motor de 200 cv e tração traseira podem me oferecer. Ao sair de lá, percebo o quanto o motor é elástico, favorecido pela boa relação do câmbio manual de seis marchas. Os engates são precisos e os bancos, no formato concha, abraçam de forma "carinhosa" meu corpo. Um convite à velocidade! Mas calma, saibamos respeitar os limites de velocidade, tudo dentro da lei. Não tem como, o GT86 chama a tenção por todos os lados — homens, mulheres, idosos e crianças. Meio tímido, eu continuo o trajeto até a redação. Olho e percebo os detalhes esportivos. O interio é bicolor, preto e vermelho, com acabemento em Alcântara e couro. As pedaleiras, com boa distânci entre embreagem, freio e acelerador (não que eu seja alto, mas lembro do meu pai, quando eu era pequeno, reclamar da pouca distância entre os pedais de alguns modelos, como a extinta Fiat Palio Weekend Sport). A posição do câmbio é bacana, o que enaltece a excelente ergonomia do cupê, e os engates são muito precisos. Ah, tem ainda um relógio analógico dos anos 90 e um rádio que, digamos, não tem muito a ver, algo que poderia ser facilmente trocado pela marca. Pego a Rodovia Anchieta, sentido São Paulo, e dou uma esticadinha de segunda para terceira marcha. Os motoristas que estão à frente saem do caminho sem que eu ao menos peça. Também pudera, a frente do modelo é intimidadora, com faróis em LED diurno e bixenon. Acredito que os mais leigos chegam a desconfiar de que se trata de alguma Ferrari. O ronco dos dois cilindros boxer mostra sua cara logo ao pisar um pouco mais fundo no acelerador. O torque de 20,9 kgfm não é nada assustador, mas não chega a ser decepcionante. Os controles eletrônicos de estabilidade e de tração podem ser desligados individualmente por botões no console, o carro fica um pouco mais esperto, mas não muita coisa. A suspensão "cagueta" sem filtro o que o asfalto tem a dizer ao motorista. Então todo cuidado é pouco. Por falar nelas, na dianteira é do tipo McPherson e atrás é multlink. A direção traz assitência elétrica, o que ajuda na condução em alta e baixa velocidade. Em síntese, para entender como este motor aspirado funciona, precisa manter sempre o giro alto, sempre acima dos 4 mil giros por minuto. Este modelo não foi desenvolvido para dar grandes emoções em arrancadas e retomadas, mas sim em trechos sinuosos. Em serras.  São nelas que ele mostra a que veio. A sensação de pista é mais clara quando estamos livres para abusar nas curvas. Os pneus 215/45 R17, que se agarram ao asfalto, somam-se a ótima posição de pilotar. Isto é o elixir! Tenho a perfeita impressão que o carro está nas minhas mãos. Mas a realidade nem sempre é doca. Um engraçadinho, a bordo de um Golf GTI avistou-me de longe. Logo o percebi chegando perto. Logo pensei que não daria para brincar por dois motivos: primeiro por não estar dentro de um autódromo. Segundo porque os 220 cv do alemão falam bem mais grosso do que os 200 cv que possuo sob o capô. Pensei, deixa quieto.  Veredicto É aquela coisa, o carro é bonito e traz um apelo esportivo maior do que ele pode oferecer. O torque máximo está disposto em 6.400 rpm. Isso é bom para as pistas, não em cidades, pois é um tanto duro e bastante baixo, complicando a vida de quem precisa passar em lombadas e valetas! A bordo, mais parece que estamos dentro de um carro de corrida, com excelente posição de pilotar e ergonomia. Entretanto, caro leitor, o GT86 quer mesmo é estar dentro de um autódromo com curvas acentuadas e sem medo de ser feliz.Não pense em levar alguém no banco traseiro e também não viaje para longe, pois o porta-malas possui apenas 245 litros. *Colaborou Lucas Henk Assine o R7 Play e veja a Record online!

Fonte: R7

Fiesta WRC 2017 aparece realizando testes

Fiesta WRC 2017 aparece realizando testes

Conteúdo em Vídeo
O vídeo acima mostra o início dos testes que estão sendo realizados com o Ford Fiesta WRC, veículo que está sendo esperado para o ano de 2017 e que deve servir como base para a nova geração do modelo. Os testes foram registrados na Espanha.

De acordo com as informações que foram divulgadas pela montadora, a partir da próxima temporada os carros do modelo WRC vão crescer em todos os sentidos, sendo que um dos principais destaques fica para a largura do carro. O veículo também será mais leve e aumentará em termos de potência, chegando próximo aos 400cv.
Vídeo foi feito na Espanha.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

10 de out. de 2016

Ford Fiesta apresenta 2 novas versões para linha 2017

Ford Fiesta apresenta 2 novas versões para linha 2017

Desde 1903, a marca Ford está presente no mercado com inovações que vão desde a linha de montagem inusitada de Henry Ford aos modelos charmosos ou esportivos muito eficientes desenvolvidos pela marca. Se você também vem acompanhando a história da marca por seus lançamentos de modelos extremamente populares, ficará feliz em saber que, no dia 28 de setembro, a Ford anunciou a linha 2017 do Fiesta. Somente o modelo Titanium Plus Ecoboost não possui motor 1.6 de 125 cv. A versão SE Style porta rodas de 16 polegadas, luzes de neblina (moldura brilhante), controles de tração, estabilidade e assistência em rampas e grade dianteira.

O SEL terá ar-condicionado digital, estacionamento traseiro e dispositivos para assistência em emergências. O Titanium vem com câmbio manual ou dupla embreagem (automático powershift), bancos de couro, controle de velocidade e faróis cromados. A versão Plus do Titanium possui duas formações de motor, sendo 1.6 ou 1.0 EcoBoost. Contendo as seguintes características; partida no veículo sem precisar da chave, airbags na lateral, sensor de luz e chuva, retrovisor interno.

Preços

Os novos modelos não obtiveram grandes mudanças em relação ao visual e motores atuais, entretanto, introduziu duas novas versões. Os preços terão a base do valor estipulado de R$ 51.990 e chega a R$ 71.990. Todas versões, menos o Titanium Plus Ecoboost, possuindo motor 1.60 de 125 cv. A opção mais relevante continua sendo a SE, por R$ 51.990. Logo em seguida, com um valor pouco acima a SE Style, de 54.660, com grade dianteira, luzes de neblina e retrovisores com moldura e controles de tração. Depois, um modelo que já existe, SEL, por R$ 58.790, com sensor de estacionamento e ar-condicionado digital. Mantendo a mesma base, porém com visual Style custa R$ 59.330. Partindo para as novidades, as versões lançadas Titanium, manual R$ 63.300 ou automático com dupla embreagem R$ 67.890. Por fim, Titanium Plus oferecendo com motor 1.6 (R$ 70.690) ou 1.0 EcoBoost (R$ 71.990), com airbags laterais, sendo eles de cortina e joelho, partida no carro sem precisar da chave.
  • SE 1.6 MT – R$ 51.990
  • SE 1.6 Style MT – R$ 54.660
  • SEL 1.6 MT – R$ 58.790
  • SEL Style 1.6 MT – R$ 59.330
  • SEL 1.6 DCT – R$ 64.990
  • Titanium 1.6 MT – R$ 63.300
  • Titanium 1.6 DCT – R$ 67.890
  • Titanium Plus 1.6 DCT – R$ 70.690
  • Titanium 1.0 EcoBoost – R$ 71.990


Mercado

Buscando atender a todos os clientes, a Ford lançará o New Fiesta, e com essas novas versões aumenta o leque de opções para os clientes que preferem carros com visuais diferenciados, ou seja, esportivo, adequando-se o valor baseado em preço intermediário. É um carro completo, não apenas externamente, mas também com motores eficazes. Acompanhando o design à funcionalidade mais atrativa, é a dirigibilidade que reforça o enfoque do lançamento da linha.

Resumo

O grande objetivo da produtora de automóveis americana é proporcionar um lançamento com sucesso, trazendo um Fiesta mais esportivo e com preços interessantes ao público. Os detalhes são incluídos com a pura tecnologia avançada, cores e afins são altamente qualificados.
Os novos modelos não obtiveram grandes mudanças em relação ao visual e motores atuais.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

LaFerrari conversível chega à Paris

LaFerrari conversível chega à Paris

Desde que a LaFerrari Aperta foi apresentada ao grande Salão de Automóveis de Paris não se fala em outra coisa! O novo modelo impressionou a todos com sua beleza, potência e pela presença de uma máquina que não passaria despercebida em lugar nenhum. O automóvel conversível é resultado de um processo de produção limitada da Ferrari para comemorar os 70 anos de sua fundação. Por ser uma edição especial, o modelo foi destinado exclusivamente a clientes da Ferrari e colecionadores. A exclusividade chamou a atenção de alguns compradores bilionários e o modelo já está esgotado para as vendas. Saiba tudo sobre o lançamento e detalhes do automóvel ao longo deste artigo. Confira!

LaFerrari Aperta: saiba tudo sobre o novo modelo



Para quem não sabe, a LaFerrari Aperta (termo que significa “aberta”, em italiano) é a versão conversível do seu famoso híbrido (LaFerrari). Ao contrário da cor predominante vermelha do seu antecessor, o modelo exclusivo foi todo produzido na cor preta. Mas, para não falar que sua marca registrada foi ignorada, a máquina possui finas linhas vermelhas em locais estratégicos. A mecânica da Aperta não sofreu alterações. Assim como a LaFerrari convencional, o conversível conta com o mesmo motor V12 de 6.3 litros de 800 cv, que continua a trabalhar com um motor elétrico de 163 cavalos. A combinação de ambos resulta em uma potência máxima de 963 cavalos e torque de 91,8 kgfm a 6.750 rpm.

Mudanças no conversível

Durante a apresentação no Salão de Paris a Ferrari também anunciou novas modificações na LaFerrari Aperta. Segundo a montadora, as principais mudanças foram feitas na carroceria do conversível. As alterações foram feitas para proporcionar o máximo de segurança e desempenho do automóvel. Outro destaque foi a estrutura fabricada para o teto removível. No modelo conversível essas estruturas tiveram que ser reforçadas, característica que agregou um pouco mais de peso para o modelo Aperta. A velocidade máxima do novo automóvel é de 350 km/h. A aceleração do veículo ganha destaque também pela rapidez de resposta. De acordo com a Ferrari, a aceleração inicial, de 0 a 100 km/h, pode ser feita em menos de três segundos. Já os 200 km/h podem ser alcançados em apenas 7,1 segundos.

Outros lançamentos

Além da LaFerrari Aperta, a Ferrari também anunciou em Paris  o lançamento da GTC4Lusso T. Esse foi o primeiro modelo de automóvel quatro lugares da marca que foi equipado com motor V8. Essa versão conta com turbo de 3.9 litros e 610 cv. De acordo com a Ferrari, o GTC4Lusso T vai de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos, superando também os 320 km/h de velocidade. A aceleração da máquina é de apenas 0,1 segundo a menos do que a versão equipada com o motor V12 de 6.3 litros aspirado, que comporta 690 cv e 71,1 kgfm de torque. Além destes, outras marcas também revelaram grandes máquinas no Salão de Automóveis de Paris, todas exclusivas e diversificadas. E você? O que achou dos novos lançamentos?
Assim como a LaFerrari convencional, o conversível conta com o mesmo motor V12 de 6.3 litros de 800 cv.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Não é o Creta: Hyundai prepara novo SUV concorrente do Juke

Não é o Creta: Hyundai prepara novo SUV concorrente do Juke



Enquanto a Hyundai confirma a chegada do Creta ao Brasil com visual exclusivo, um estranho SUV foi flagrado nos Estados Unidos, indicando planos da montadora. Até então cotado como um Kia, o SUV compacto de estilo ousado será, na verdade, um Hyundai para mercados onde o Creta/ix25 não será vendido. - Siga o AUTOPOLIS no […] The post Não é o Creta: Hyundai prepara novo SUV concorrente do Juke appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

9 de out. de 2016

Suzuki confirma Vitara no Brasil ainda em 2016

Suzuki confirma Vitara no Brasil ainda em 2016



Bem recebido e premiado internacionalmente, o SUV compacto Vitara está chegando no Brasil. O novo modelo não encerra a vida do Grand Vitara por aqui, já que o veterano é um SUV maior, mais sofisticado e, consequentemente, mais caro. O novo Suzuki Vitara terá, no Brasil, a missão de bater de frente com Jeep Renegade, Honda […] The post Suzuki confirma Vitara no Brasil ainda em 2016 appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

8 de out. de 2016

Honda divulga novas informações do Civic Hatch

Honda divulga novas informações do Civic Hatch



Membro mais ousado da nova família Civic, a nova geração do Honda Civic Hatch, em sua variante destinada ao mercado Europeu, acaba de ser revelada antes da estreia oficial no Salão de Paris. Produzido no Reino Unido em Swindon, o hatch será exportado para 70 países, incluindo os Estado Unidos. - Siga o AUTOPOLIS no Facebook- […] The post Honda divulga novas informações do Civic Hatch appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

7 de out. de 2016

Ford apresenta novo tipo de camuflagem para seus veículos

Ford apresenta novo tipo de camuflagem para seus veículos

Conteúdo em Vídeo
A Ford anunciou um novo sistema que deve dificultar ainda mais a identificação de características de carros que estão em teste pelas ruas e que ainda não foram mostrados oficialmente pela marca. Trata-se de um novo padrão de camuflagem que foi batizado de 3D Brick. Ela consegue criar uma ilusão de ótica que acaba tornando muito difícil a identificação de determinados elementos do veículo.

A nova camuflagem acaba sendo interessante especialmente para que as câmeras não consigam definir as linhas e os contornos dos veículos. Desta forma, o padrão acaba tornando o design do veículo um tanto quanto caótico. Para conseguir este efeito, a camuflagem nova se utiliza de milhares de pequenos cilindros pretos, cinza e brancos combinados de forma aparentemente aleatória. Mesmo que ela consiga esconder os contornos dos carros, o veículo camuflado segue chamando a atenção pelas ruas, o que é importante para a segurança no trânsito.
Padrão torna mais difícil identificar elementos do carro que está sendo testado.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Cinquentão: Toyota Corolla comemora 50 anos

Cinquentão: Toyota Corolla comemora 50 anos



Aos cinquenta anos, é fácil imaginar uma vida bem estabelecida, filhos crescidos e independentes, além uma posição de respeito na sociedade. O cinquentão Corolla não tem do que reclamar. Apesar de nascido em 1966, o Toyota ainda parece jovem – quem dera, foram inúmeras plásticas ao longo de sua vida. - Siga o AUTOPOLIS no […] The post Cinquentão: Toyota Corolla comemora 50 anos appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

6 de out. de 2016

Impressões do novo Mercedes-Benz AMG C43 4Matic Coupé

Impressões do novo Mercedes-Benz AMG C43 4Matic Coupé

A preparadora AMG tem uma função cada vez mais estratégica para a Mercedes-Benz. Pode tanto desenvolver um carro completo, como aconteceu com o AMG-GT, quanto acrescentar exclusividade aos modelos normais de linha. Neste ano, a marca alemã decidiu explorar uma nova vertente e criar versões esportivas mais acessíveis – coisa semelhante à linha S da Audi, intermediária entre as versões normais e a RS. As configurações AMG 43 começaram a chegar na virada deste ano, quando o cupê-conversível SLK foi rebatizado de SLC – já disponível no Brasil. Agora, desembarcam por aqui duas variantes esportivas para modelos da Classe C, o AMG C43 sedã e Coupé – este último exibe a nova configuração de carroceira com duas portas para esta geração. Eles desembarcam com preços bem diferentes, como costuma acontecer com as versões de duas e quatro portas da marca: R$ 350.900 para o sedã e R$ 397.900 para o Coupé.

Leia também:
  • Primeiras impressões do Mercedes-Benz GLE 400 4Matic cupê
  • Teste da Mercedes-Benz C200 Avantgarde
  • Teste do Mercedes-Benz E63 AMG
Apesar de salgado, o valor do AMG C43 Coupé fica bem mais em conta que o da versão mais “pura” da preparadora, a AMG C63 S, de R$ 615.900. Isso porque a “pureza” e o preço têm a ver com a forma como os modelos são construídos. Os motores da nova linhagem 43 – 3.0 V6 biturbo de 367 cv de potência e 53 kgfm de torque – são feitos em série, sem o acompanhamento e a assinatura de um engenheiro responsável. Esse é um dos paradigmas mais rígidos da AMG em seus outros três propulsores, todos biturbo: o 45, um 2.0 de quatro cilindros de 381 cv, o 63, um 4.0 V8 de 510 cv, e o 65, um 6.0 V12 de 630 cv. É claro que o modelo 43 também abre mão de alguns recursos interessantes. Caso dos coxins de motor ativos, que alteram o nível de vibração sentido pelo motorista/piloto, e também do câmbio automatizado de múltiplas embreagens, capaz de manter uma marcha engatada e as outras seis pré-engatadas.

Esta tática para baratear a produção, porém, não torna o C43 um esportivo de poucos recursos. Ele chega com o câmbio automático de 9 marchas retrabalhado para reduzir o tempo de resposta. A suspensão esportiva pneumática possui o sistema Ride Control, com três configurações de rigidez selecionáveis. O controle eletrônico de estabilidade também pode ser regulado em três níveis, tanto diretamente pelo motorista quanto automaticamente pelo sistema de seleção com cinco modos de condução: eco, comfort, sport, sport+ e individual. O sistema de freios foi reforçado, com discos maiores com ventilação interna e perfurados na frente. O painel de instrumentos é capaz de acompanhar detalhadamente o comportamento do modelo, com informações sobre a força G aplicada ao carro, medição em percentual de uso de acelerador e dos freios – como nos gráficos das transmissões de Fórmula 1 – e total de potência e torque gerados pelo propulsor em tempo real.

Tão importante quanto os recursos dinâmicos é o aparelhamento visual do esportivo. O C43 se diferencia de cara pela imponente grade do radiador com pinos cromados – semelhantes aos usados pelos Cadillac dos anos 1950. Os para-choque são mais bojudos e recebem frisos em preto brilhante nas entradas de ar inferiores. No traseiro, chamam a atenção as duas ponteiras duplas cromadas. As rodas de liga leve com 14 raios são de 19 polegadas e usam pneus 225/40 na frente e 245/35 na traseira. O acabamento interno também é bem caprichado, com bancos em couro pespontado, revestimento em fibra de vidro no console e diversos detalhes em alumínio e cromado.

A Mercedes espera que os modelos AMG repitam neste ano a performance comercial de 2015, quando 500 unidades foram emplacadas. Mas com a chegada dos modelos mais em conta da preparadora, a expectativa é que esses números subam em 2017. Afinal, na carroceria Coupé, também fica mais barato que o principal rival, o BMW M4 Coupé, que custa pouco mais de R$ 450 mil. Ou seja: a ideia de lançar mão de um motor de menor potência e de produção em série tem, de fato, boas chances de aumentar a base de clientes da marca.

Primeiras impressões

Entre o virtual e o real

Mogi-Guaçu/SP – Há um dilema objetivo quando uma marca apresenta um modelo de alto valor: é complicado disponibilizar muitas unidades sem arrombar o orçamento. Um jeito de amenizar o drama é utilizar um ambiente controlado, como uma pista de corrida – no caso, o Autódromo Velo Cittá –, que permite um contato rápido, mas um pouco mais intenso com o novo carro. No caso da apresentação do AMG C43 4Matic, havia apenas dois exemplares na versão Coupé e outros dois no sedã. Resultado: o trajeto consistiu em uma saída do boxe, uma passagem na reta e volta para o boxe. É o que se chama de 178, ou seja, uma volta e sete oitavos.
Na experiência, pode-se perceber a grande capacidade de enfrentar curvas, de frear e de acelerar do C43. Dá também para sentir que os bancos esportivos de abas bem pronunciadas realmente seguram o corpo nos trechos de maior aceleração lateral. As diversas informações oferecidas pelo conjunto de instrumentos aproximam a condução a um game e deixam tudo bastante lúdico. É possível também brincar com o sem-número de configurações de suspensão, motor, direção, câmbio e escapamento – que pode fazer mais ou menos barulho. No autódromo, de fato, o C43 está no seu elemento.
Mas difícil é prever como seria enfrentar o dia a dia, com buracos, valas e para-e-anda do trânsito. No caso da versão cupê, o acesso ao banco traseiro requer um certo contorcionismo, apesar da ajuda do banco elétrico que avança automaticamente para facilitar a manobra. De qualquer forma, o esportivo da Mercedes-AMG traz um nível de requinte e luxo que impressiona pelo bom gosto na combinação e nos materiais. O que justifica parcialmente o preço quase indecoroso pedido por ele.

Ficha técnica

Mercedes-AMG C43 Coupé 

Motor: Gasolina, dianteiro, longitudinal, 2.996 cm³, biturbo, seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro e comando duplo no cabeçote. Injeção direta. Acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático de nove marchas à frente e uma a ré. Tração integral. Controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 367 cv entre 5.500 rpm e 6 mil rpm.
Torque máximo: 53 kgfm entre 2 mil e 4.200 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 4,9 segundos.
Velocidade máxima: 250 km/h limitada eletronicamente.
Diâmetro e curso: 88,0 mm x 82,1 mm.
Taxa de compressão: 10,7:1.
Suspensão: Pneumática com sistema Ride Control, com três configurações de rigidez. Controle eletrônico de estabilidade. 
Pneus: 225/40 R19 à frente e 245/35 R19 atrás.
Freios: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD e assistente de frenagem de emergência.
Carroceria: cupê com duas portas e quatro lugares. Com 4,70 metros de comprimento, 2,02 m de largura, 1,43 m de altura e 2,84 m de entre-eixos. 
Tanque de combustível: 66 litros.
Porta-malas: 480 litros.
Peso: 1.690 kg.
Preço: R$ 397.900.

Autor: Eduardo Rocha (Auto Press)
Fotos: Eduardo Rocha/CZN

Esportivos em série - Mercedes apresenta versão AMG C43 e estreia no Brasil a configuração Coupé

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Volvo V90 Cross Country mantém legado da Volvo

Volvo V90 Cross Country mantém legado da Volvo



Há vinte anos, a Volvo mantém uma forte tradição criando peruas aventureiras. A sueca ajudou a criar uma tendência de mercado, seguida pelas marcas rivais em todo o topo de perua, além de dar base para a explosão dos SUVs. Substituindo a terceira geração da V70 Cross Country, a nova V90 Cross Country tem a […] The post Volvo V90 Cross Country mantém legado da Volvo appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

Renault e Waze podem fechar integração em automóveis

Renault e Waze podem fechar integração em automóveis

Quem gosta de aplicativos para facilitar trajetos no trânsito certamente já ouviu falar do Waze. Mas, se você ainda não o conhece, você irá saber agora tudo sobre o Waze e a mais nova parceria com a montadora de automóveis Renault. O GPS é um verdadeiro salva-vidas em passeios para lugares desconhecidos ou viagens de carros mais longas. No Brasil, essa ferramenta é usada nos dispositivos móveis de mais de 75% da população, seja em uso profissional (como taxistas, por exemplo) ou não. A tecnologia, que chegou ao país por volta de 1992, hoje já conta com diversas funcionalidades e recursos extras. O próprio Waze, que você irá conhecer a seguir, é um desses aplicativos mais utilizados atualmente.

Mas, afinal, o que é o Waze e como ele funciona?

Basicamente, o Waze é um aplicativo de navegação GPS 100% móvel. Diferentemente de outras ferramentas similares, ele se destaca por indicar sempre o trajeto mais rápido ao destino escolhido. Atualmente, esse é um dos programas de navegação mais utilizados em smartphones no mundo todo. O aplicativo foi comprado pela Google em junho de 2013 e mistura caraterísticas de uma rede social e funções de um GPS. Muitos usuários da ferramenta a descrevem como uma “comunidade móvel de usuários para combater o tráfego”. Outro ponto de atenção é que o app funciona de forma gratuita e colaborativa. Ou seja, por meio do compartilhamento de informações dos seus usuários, o Waze é capaz de apresentar uma descrição em tempo real da visão geral do tráfego do local em questão.

Saiba mais sobre a parceria entre Renault e Waze



Agora que você já sabe o que é e qual a função do tão falado Wave, é hora de conhecer a possível parceria do aplicativo e da montadora de automóveis francesa Renault. Recentemente, a empresa anunciou uma possível parceria com o Waze para desenvolver um projeto de integração do aplicativo com as centrais multimídia da montadora. Um protótipo do programa, adaptado para operar em veículos Renault e desenvolvido com o sistema Android Auto, já foi exposto no estande da Renault no famoso Salão do Automóvel de Paris.   A expectativa é que, em breve, automóveis da montadora siga para as vendas equipados com as funcionalidades do Waze que, como você já sabe, é um app gratuito que tem como maior diferencial oferecer sugestões de rotas muito mais rápidas e de maneira participativa.

Mas, será que vai dar certo?

Essa nova parceria tem o objetivo de melhorar a experiência dos condutores no trânsito. Graças à otimização do tempo de percurso proporcionada pelo Waze, espera-se que o dia-a-dia dos motoristas se torne mais fácil e agradável. E você? Acha que a parceria entre as empresas vai mesmo funcionar?
Essa nova parceria tem o objetivo de melhorar a experiência dos condutores no trânsito.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Mercado