13 de jul. de 2016

Impressões do Mercedes-Benz Vito Tourer Luxo

Impressões do Mercedes-Benz Vito Tourer Luxo

Ao anunciar o lançamento do furgão médio Vito, no final de 2015, a Mercedes-Benz buscava expandir sua participação no mercado de veículos comerciais, além de estrear no segmento de furgões e vans leves. Muito mais do que uma aposta em um ramo inédito, o Vito funciona como uma espécie de elo entre as três vertentes da marca alemã no mundo automotivo: os automóveis de luxo, os caminhões e os ônibus. E sua versão “top”, a Tourer 119 Luxo, é a que melhor expressa essa conexão.

Em versões para carga ou passageiros, o Vito introduziu no segmento alguns sistemas comuns nos automóveis fabricados pelas Mercedes, mas inusitados entre as vans. Há sistemas de monitoramento de cansaço – Attention Assist –, de assistência de partida em rampa – Hill Start Assist – e de assistência em caso de ventos laterais – Crosswind Assist. Além deles, o Vito traz o programa eletrônico de estabilidade ESP – que inclui, juntamente com o ABS, sistema de controle de tração, servofreio de emergência e sistema de distribuição eletrônica da força de frenagem. A direção eletricamente assistida de série também é inédita no segmento no Brasil, facilitando a vida do motorista durante manobras.

Vendido exclusivamente em concessionárias de veículos comerciais da Mercedes-Benz, o Vito possui capacidade de carga menor que a da Sprinter. As medidas externas são um diferencial e facilitam o acesso a locais com restrição de altura, largura ou comprimento, como estacionamentos de shopping centers, hotéis, prédios ou hospitais. As medidas enxutas do Vito –  5,14 m de comprimento, 2,25 m de largura (incluindo retrovisores), 3,20 m de distância entre-eixos e 1,91 m de altura – são semelhantes às encontradas em picapes médias de cabine dupla vendidas por aqui. Sua versatilidade também é explicita na hora de ser guiada. Por ter PBT menor que 3.500 kg, o Vito pode ser dirigido por motoristas habilitados na categoria B, diferentemente de vans maiores, caso da Sprinter.

Na versão avaliada, a topo de linha Tourer 119 Luxo 7+1, o motor é um 2.0 turbo flex de 184 cv e torque de 30,6 kgfm acoplado a um câmbio manual de seis marchas, de série em todas as versões. Os bancos são revestidos em courino e contam com inclinação individual. Além disso, incorpora volante multifuncional, painel de instrumentos mais completo, farol de neblina, rodas de liga leve e para-choque na cor do veículo, assentos com encosto reclináveis para passageiros, banco para motorista e acompanhante com regulagem de altura, profundidade e inclinação do encosto. Em termos de segurança, a célula de sobrevivência do Vito é fabricada com ligas de aço de grande resistência. Além disso, suas amplas zonas de deformação controlada, na dianteira e traseira, são projetadas para absorver parte das forças de impacto, protegendo os passageiros. 

Impressões ao dirigir

A tarefa de achar a melhor posição para guiar o Vito Tourer 119 Luxo é surpreendentemente simples. Há regulagem de altura do banco, assim como altura e profundidade da coluna de direção, adequando-se a qualquer posição desejada. O estilo de direção é um pouco mais elevado que nos carros de passeio, mas nada que comprometa a dirigibilidade. A visibilidade é excelente, graças a enorme área envidraçada da van. A manobrabilidade do Vito se aproxima dos carros de passeio e é facilitada pela direção elétrica de série, que varia de acordo com a velocidade. Quanto maior a velocidade, menos assistência. Já durante manobras em baixa velocidade, a atuação do assistente aumenta, facilitando o movimento do volante. A condução é bem intuitiva e, apesar do tamanho da Vito, necessita-se de pouco tempo ao volante para se acostumar com o veículo.

Os 184 cv e 30,6 kgfm de torque do 2.0 turbo dão conta de colocar os 1.825 kg da van em movimento. Com a cabine vazia, a van acelera com disposição de carro de passeio. Quando guiada de forma econômica, a Vito alcançou médias de até 12 km/l, queimando gasolina. O câmbio é manual de seis marchas em todas as versões e possui um bom escalonamento para o trânsito urbano. A sexta marcha funciona como um overdrive, diminuindo as rotações do motor e melhorando o consumo da van. Os engates poderiam ser mais precisos, mas não chegam a atrapalhar a interatividade do motorista com o motor.

Apesar da farta disponibilidade de equipamentos tecnológicos, a Vito peca em alguns detalhes que, aparentemente, seriam fáceis de resolver. Nem mesmo a versão Luxo possui um assistente de estacionamento, seja ele um sensor de proximidade ou uma câmara de ré – auxílios profundamente relevantes em um veículo destas proporções. A falta de um GPS também é chamativa, ainda mais se tratando da versão topo de linha. Se não ajuda a estacionar ou a localizar, pelo menos o sistema de entretenimento do Vito Tourer 119 Luxo reproduz com eficiência as mídias através do bluetooth – e a qualidade do som, por sinal, é muito boa. A conectividade para ligações telefônicas também funciona bem.
No quesito espaço interno, a Vito esbanja. Todos os passageiros viajam com conforto, em bancos revestidos em courino, podendo até reclinar os assentos individualmente. Há ainda a possibilidade de remover todos os bancos, flexibilizando a utilização do espaço e aumentando a área para carregar bagagens, se necessário. Na parte da frente, ao mesmo tempo que existe a sensação de bastante espaço pelo vão entre os dois bancos individuais dianteiros, possibilitando até o acesso direto ao espaço traseiro, há também uma certa sensação de vazio. A impressão é de que um console central se encaixaria bem ali.
Autor: Fabio Perrota Junior (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/Carta Z Notícias

Completa tradução - Na versão Tourer Luxo, Vito sintetiza predicados dos automóveis, dos caminhões e dos ônibus da Mercedes-Benz

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Mercado

Jaguar mostra sistema de condução autônoma off-road

Jaguar mostra sistema de condução autônoma off-road

Conteúdo em Vídeo
A Jaguar Land Rover divulgou alguns vídeos de demonstração da sua nova tecnologia de condução autônoma. Diferentemente de outros sistemas parecidos que estão sendo lançados por outras empresas, o da Jaguar foca nas necessidades dos pilotos que precisam conduzir seus carros em condições adversas, mais especificamente no off-road. O nome do projeto da empresa britânica é Autonomous All-Terrain Driving. A tecnologia permite que exista um estudo sobre as possibilidades de condução independente do motorista, em qualquer tipo de terreno. Para isso ser possível, o projeto conta com um nível elevado de inteligência artificial, para que o carro possa tomar decisões seguras ao longo do trajeto.

Um dos principais dispositivos deste sistema é o escaneamento 3D que acontece no terreno em frente ao carro, e que permite que o veículo consiga ajustar os mais variados parâmetros, de acordo com o tipo de pista que se apresenta. Além disso, o sistema de condução autônoma off-road conta com monitoramento de 360 graus, radares, sensores de ultrassom e varreduras laser.
Tecnologia foi desenvolvida para conduções em condições fora da estrada.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Fique ligado: você sabe como funciona o câmbio CVT?

Fique ligado: você sabe como funciona o câmbio CVT?



Antes presente somente  em automóveis maiores e mais sofisticados, o CVT já está disponível opcionalmente até em carros compactos produzidos no Brasil.   O “Continuosly Variable Transmission” é um câmbio do tipo automático, mas seu princípio de funcionamento não se assemelha nem ao automático convencional, nem ao automatizado (do tipo Dualogic da Fiat ou I-Motion da VW).   No câmbio automático ou automatizado não existe o pedal da embreagem. O motorista não passa as marchas, mas elas existem e se percebe nitidamente quando a caixa está cambiando. De primeira para segunda, ou reduzindo de quarta para terceira, por exemplo.   Aí vem o CVT com outro conceito completamente diferente. O sistema também não tem o pedal de embreagem, mas também não conta com um número fixo de marchas. É como se tivesse infinitas opções de marchas.   Para explicar melhor: numa subida forte quando a quarta é fraca, mas a terceira é forte e o faz o motor subir muito de giro? Neste caso, o ideal seria uma “terceira e meia”, mais forte que a quarta, mais fraca que a terceira. Se você continuar o raciocínio, vai perceber que sempre se poderia ter uma marcha mais adequada naquele momento. Este é o princípio do CVT: como diz o nome, ele é continuamente variável e vai se ajustando exatamente às necessidades do carro e do motorista em cada momento. Ele vai continuamente variando a relação das marchas e por isso o motorista nem percebe esta mudança: não existe, no CVT, a tradicional mudança de ruído, do mais forte para o mais fraco ou vice-versa. São infinitas relações de câmbio, como se fossem milhares de marchas.   Assim como no câmbio automático, existe uma alavanca para engatar “D” (Drive) ou “L” (Low, que reduz a relação), Neutro, Ré ou Parking.   Algumas caixas CVT oferecem a opção de  “engatar” marchas na alavanca. É um recurso que fixa o sistema em algumas posições, criando marchas virtuais e permitindo que o motorista faça a opção por alguma delas.  

Fonte: R7

Honda City DX com câmbio CVT chega por R$ 65,2 mil

Honda City DX com câmbio CVT chega por R$ 65,2 mil

Se existe um mercado no mundo que é movimentado, este é o mercado automotivo. Isso porque ano após ano são novidades, lançamentos e reformulações que fazem a cabeça dos apaixonados por carro. E a época escolhida para esses lançamentos é sempre o meio do ano. E como não poderia deixar de ser, a Honda também apresentou a sua novidade, desta vez no Honda City, o seu sedã compacto. A novidade em questão é o câmbio automático CVT, que agora vai ser oferecido na versão de entrada do sedã, algo que não acontecia até então.

O novo Honda City DX



A novidade foi anunciada pela montadora já no final de maio, mas só agora aparece no site da Honda. A nova variante do sedã compacto, o City na versão DX com transmissão automática, vai chegar ao mercado com o preço sugerido de R$ 62,5 mil. O novo valor representa um aumento de R$ 5,8 mil em relação ao mesmo modelo, mas equipado com câmbio manual, e também uma diferença de R$ 3,8 mil para a versão LX, que já chega com o câmbio automático como item de série. O Honda City DX CVT, que agora vai passar a ser a versão de entrada equipada com transmissão automática, tem sob o capô um motor 1.5 litro flex de quatro cilindros que é capaz de entregar até 114 cv na gasolina e até 116 cv no álcool a 6.000 rpm. Além disso, também é capaz de render um torque máximo de 15,3 kgfm a 4.800 rpm, acompanhado do câmbio tipo CVT. Entre os equipamentos de série que fazem parte do veículo, estão rodas aro 15 com calotas, maçanetas e retrovisores na mesma cor do carro, trio elétrico, ar-condicionado, sistema de som equipado com Bluetooth e conexão USB, banco do motorista que conta com regulagem de altura, volante ajustável, computador de bordo, freios ABS com EBD e muitos outros.

Além das versões de entrada, a DX MT e a DX CVT (nova com câmbio automático), o City também oferece diversas outras versões. São elas a LX, a EX – que sai por R$ 74,2 mil – e a EXL – que sai por R$ 79,8 mil -, sendo essas últimas duas ambas equipadas com o câmbio automático do tipo CVT. A novidade chega para agradar quem só pode comprar uma versão mais básica e mesmo assim não quer abrir mão do câmbio automático. Afinal de contas, os R$ 3,8 mil a menos do que o necessário para a versão intermediária com câmbio automático fazem diferença e muita no bolso.
O novo valor representa um aumento de R$ 5,8 mil em relação ao mesmo modelo, mas equipado com câmbio manual.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

12 de jul. de 2016

Light Rider: a primeira motocicleta impressa em 3D

Light Rider: a primeira motocicleta impressa em 3D

Uma das tecnologias que mais tem feito sucesso e mostrado resultados surpreendentes, com criações que tem tirado o fôlego da população em geral, é a impressora 3D, que é capaz de imprimir objetos a partir de uma foto. E a mais recente novidade vinda de impressoras 3D é uma motocicleta. Batizada de Light Rider, a novidade é nada menos do que a primeira moto a ser impressa em 3D. E é exatamente para que você saiba mais sobre esse lançamento surpreendente que reunimos aqui uma série de informações sobre ela. A novidade pode ser considerada uma prévia do que o futuro nos espera e chamou atenção, conseguindo impressionar o mundo todo. Ficou curioso para saber mais? Continue lendo e confira.

Sobre a Light Rider



Criada pela APWorks, uma subsidiária do grupo Airbus, a Light Rider foi a primeira motocicleta a ser completamente impressa em 3D. Lançada no início desse ano, teve apenas 50 exemplares produzidos, sendo que metade dessas motocicletas já foram vendidas. Com apenas 35 quilos, o grande diferencial da Light Rider é ser um terço mais leve do que outras motocicletas. Equipada com um motor elétrico, ela é capaz de alcançar até 80 km/h. Segundo informações divulgadas pela fabricante, a motocicleta foi criada a partir de um algoritmo que tornou possível que ela tivesse o menor peso possível para que fosse capaz de enfrentar adversidades comuns do dia a dia pelas ruas. Com uma aparência bastante peculiar, a Light Rider tem mais a cara de um exoesqueleto do que a de uma verdadeira máquina. Mas isso também tem um propósito. Isso porque a oca e complexa estrutura da motocicleta não é algo que poderia ter sido construído utilizando técnicas de produções convencionais, como a moagem ou a solda. Toda a Light Rider foi construída utilizando um sistema de impressão laser 3D que funciona por meio do derretimento de milhões de partículas de liga de alumínio juntas, formando milhares de finas camadas.

Para a construção da Light Sheer a APWorks utilizou um material exclusivo de criação própria. Batizado de Scalmalloy, ele nada mais é do que uma liga de alumínio que é bastante resistente à corrosão e que é praticamente tão forte quanto o titânio, tudo para conseguir formar uma motocicleta que fosse leve, mas extremamente resistente. A motocicleta é o primeiro passo para o que podemos enxergar como o começo do futuro das motocicletas. Afinal de contas, a impressão em 3D tem ganhado destaque nos mais diversos setores e algo que começou com a simples produção de bonecos, tem ganhado o mundo, produzindo agora coisas que nunca poderíamos imaginar serem possíveis de impressão, como uma motocicleta completa, que realmente funciona.
Para a construção da Light Sheer a APWorks utilizou um material exclusivo de criação própria, batizado de Scalmalloy.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos

Vídeo mostra piloto de F-1 quase batendo no safety-car

Vídeo mostra piloto de F-1 quase batendo no safety-car

Conteúdo em Vídeo
Um vídeo divulgado neste começo de semana mostra o que pode ser considerado como quase acidente na Fórmula 1. Por muito pouco o piloto Lewis Hamilton não bateu no safety-car, logo nas primeiras voltas do Grande Prêmio da Grã-Bretanha. O piloto acabou vencendo a prova. O vídeo também mostra que o piloto não estava nada paciente com a presença do safety-car na pista. Depois da quarta volta em velocidade baixa, o piloto fala: “Let’s go, Charlie [Whiting]” pelo rádio, mandando um recado para o diretor da corrida autorizar a saída do safety-car.

Em determinado momento, o piloto acelerou demais, ficando praticamente ao lado do carro que não pode ser ultrapassado quando está na pista. O piloto conseguiu frear e evitar o acidente.
Quase acidente aconteceu com Lewis Hamilton.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Auto Papo - Powershift com encrenca

Auto Papo - Powershift com encrenca



Você sabe qual é o problema dos câmbio Powershift? Tem concessionária que está enrolando o cliente. Saiba no Auto Papo o que deve ser feito e porquê esse problema está acontecendo. 
powershift.mp3

Fonte: R7

Lei do Farol Baixo entra em vigor

Lei do Farol Baixo entra em vigor

Dono de leis bastante amplas, o Brasil possui um Código de Trânsito bastante completo. Tudo isso pode fazer que até mesmo um pequeno deslize ou distração resulte em multas que não só geram prejuízos financeiros, como também rendem pontos na CNH, podendo resultar até mesmo na perda da mesma. E a grande novidade para quem dirige é mais nova lei que acabou de entrar em vigor: a lei do Farol Baixo, que agora o uso do farol baixo obrigatório nas estradas durante o dia. E para explicar melhor a nova medida reunimos aqui uma série de informações sobre a nova lei.

Farol de dia agora obrigatório



A nova lei foi sancionada pelo presidente em exercício Michel Temer e desde a última sexta-feira (08) torna obrigatório o uso do farol baixo na circulação por estradas brasileiras durante o dia. A mudança no Código de Trânsito Brasileiro, o CTB, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 24 de maio e passou a valer essa semana, após o prazo de 45 dias. Aqui vale ressaltar que a partir de agora todos que desrespeitarem a nova regra e circularem com o farol apagado vai ser punido não só com a multa em dinheiro, mas também com os pontos a serem computados na Carteira Nacional de Habilitação, a CNH. Até então, o uso de farol era obrigatório apenas para a circulação durante a noite e dentro de túneis em todos os horários. Para as motocicletas, a utilização do farol baixo durante o dia já era obrigatório. Segundo informações divulgadas pelo Denatran – o Departamento Nacional de Transito -, a nova medida vai se aplicar para todos os tipos de rodovia, sejam elas de trecho urbano, sejam elas túneis com iluminação pública. Os motoristas que desrespeitarem a nova medida deverão ser multados e receberão uma infração média, que rende novos 4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação e também uma multa no valor de R$ 85,13. Aqui vale uma pequena observação, todos os valores das multas vão subir em novembro e a multa resultado da infração da nova lei também está contemplada na medida.

O aumento vai ficar entre 52% e 66% em todas as classificações de multa. Para completar, a punição para o motorista que for pego falando ou manuseando o celular enquanto dirige também vai mudar, passando a ser classificada como gravíssima – hoje ela é uma infração média. Segundo informações divulgadas pelo governo, a nova medida chega para aumentar a segurança nas estradas brasileiras e também para reduzir o risco e o número de colisões frontais em rodovias no geral. De uma coisa podemos ter certeza, a arrecadação com multas com certeza vai aumentar.
A nova lei foi sancionada pelo Michel Temer e desde o dia 08, torna obrigatório o uso do farol baixo na circulação por estradas durante o dia.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Curiosidades

Nissan Pathfinder 2017 inova com visual

Nissan Pathfinder 2017 inova com visual

Não tem erro, quem gosta de carros e motocicletas pode esperar ansiosamente para o meio do ano, porque é certeza que vai ter lançamentos empolgantes no setor. Tudo porque essa é sempre a época escolhida pelas montadoras para divulgar as suas novidades no mercado, desde novos carros até inovações visuais, sempre aparecendo com coisas novas. E como não poderia ser diferente, a Nissan não ficou de fora e apresentou algumas novidades empolgantes. A novidade em questão fica por conta do novo Pathfinder 2017 que chega com um visual bastante diferente de seu antecessor.

O novo Pathfinder 2017 da Nissan

Na última semana a japonesa Nissan anunciou nos Estados Unidos o lançamento da nova linha do seu SUV Pathfinder, que agora vai chegar ao mercado já em sua versão 2017. Agora com independência da prima Frontier, o Pathfinder tem como principal novidade o seu visual que foi completamente repaginado. Além disso, ganhou também mudanças em seu conjunto frontal e também pequenos aperfeiçoamentos em sua cabine, contando também com pequenas novidades e ajustes na parte mecânica. Grande estrela do lançamento, o novo visual ganhou alguns detalhes empolgantes. Dentre as novidades, estão faróis redesenhados, com traços mais retos e definidos, grade frontal com grelha nova, para-choque dotado de novas entradas de ar e também apliques cromados que se destacam pelo corpo do veículo. Na parte de dentro as mudanças foram sutis, mas eficientes. Isso porque na versão 2017 o Pathfinder chega com um cabine dotada de melhoras em detalhes do acabamento, novos revestimentos e também guarnições renovadas. Completando o interior, o SUV agora chega com um sistema de entretenimento Nissan Connect atualizado e com um inédito sistema de abertura de porta-malas que é acionado por meio de um comando pelo pé.

Sob o capô as mudanças para a linha 2017 do utilitário da Nissan também foram pontuais. Entre as novidades está o motor 3.5 V6, que passou por algumas alterações e agora é capaz de render até 288 cv e torque máximo de 35,8 kgfm. Completando a parte mecânica, a suspensão também ganhou melhorias e agora aparece mais firme e estável ao lado da direção elétrica, que agora passa a prometer respostas até 11% mais rápidas e diretas. Dono de tração dianteira, também pode contar com tração integral, que aparece como um opcional. Relativamente econômico para o porte do carro e para o tamanho do motor, a novidade 2017 vai chegar com um consumo de 8,5 km/l na cidade e de 11,5 km/l na estrada, segundo informações divulgadas pela fabricante. Agora é esperar para ver de perto o novo SUV e se ele realmente chegou melhor que o seu antecessor.
Na parte mecânica, a suspensão também ganhou melhorias e agora aparece mais firme e estável ao lado da direção elétrica

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

11 de jul. de 2016

Vídeo mostra Lamborghini se chocando contra muro

Vídeo mostra Lamborghini se chocando contra muro

Conteúdo em Vídeo
Mais um vídeo capturado pelas incríveis câmeras acopladas nos carros que circulam pela Rússia, desta vez mostrando cenas que podem ser consideradas fortes para muitas pessoas, especialmente para os amantes de veículos. Trata-se de um acidente envolvendo uma Lamborghini Huracan. No vídeo acima podemos perceber que a pista por onde os carros estão passando está bem molhada em virtude da chuva que ainda caia na região. O motorista do veículo esportivo parece que acaba perdendo o controle do carro, rodopia e depois bate na mureta. De acordo com as informações que circularam junto com o vídeo, o motorista acabou saindo ileso.

A polícia afirmou que o acidente aconteceu, em boa parte, em virtude da imprudência do motorista, uma vez que ele estava alta velocidade. O carro está avaliado em R$ 2,6 milhões se for comprado aqui no Brasil.
Imagens foram captadas nas estradas da Rússia.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Segunda geração do Volvo XC60 já está rodando

Segunda geração do Volvo XC60 já está rodando



A Volvo quer renovar rapidamente sua linha de produtos. No lançamento da segunda geração do SUV grandalhão XC90, a marca sueca afirmou que até 2018 ele seria seu mais antigo carro nas concessionárias. Isso referente a um modelo que foi lançado no fim de 2014 e ainda estala de tão novo. - Siga o AUTOPOLIS no […] The post Segunda geração do Volvo XC60 já está rodando appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

10 de jul. de 2016

Aston Martin Vanquish Zagato entrará em produção

Aston Martin Vanquish Zagato entrará em produção



Alguns carros podem até ser muito bonitos, no entanto, existem verdadeiras obras de arte de quatro rodas que podem sair correndo por aí. Uma delas se chama Aston Martin Vanquish Zagato. Fala sério, tem como não achar este carro absurdamente bonito? Eu penduraria um destes na parede apenas para admirá-lo. - Siga o AUTOPOLIS no Facebook- […] The post Aston Martin Vanquish Zagato entrará em produção appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

9 de jul. de 2016

JAC, SsangYong e BYD são descreditadas do Inovar-Auto

JAC, SsangYong e BYD são descreditadas do Inovar-Auto



Três marcas perderam seus benefícios no Inovar-Auto neste mês. JAC Motors e a importadora Rising, responsável pela coreana SsangYong e pela chinesa BYD foram descreditadas do programa até 2017. - Siga o AUTOPOLIS no Facebook- Leia mais notícias sobre a JAC O caso da JAC foi o mais grave: a chinesa reviu seu programa de investimentos […] The post JAC, SsangYong e BYD são descreditadas do Inovar-Auto appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

8 de jul. de 2016

Dúvida: flex acostuma com combustível?

Dúvida: flex acostuma com combustível?



Carro flex existe há mais de dez anos, mais ainda rolam mitos sobre ele por aí. Divulgados principalmente pela internet. Um que deixa muita gente em dúvida diz que o motor se “acostuma” a um combustível. A explicação é a seguinte: se o motorista sempre usa gasolina, durante meses (ou anos) e um dia decide mudar para o etanol, pois fez as contas e percebeu que ficaria mais barato, ele vai ter problemas com o motor e seu funcionamento será irregular, etc. E vice-versa: sempre usa etanol, se um dia mudar para a gasolina, terá problemas! Nada disso. O carro flex tem este nome, pois o motor é “flexível” e foi projetado para funcionar com qualquer dos dois combustíveis.  Pode ser abastecido só com gasolina, ou só com etanol ou uma mistura de ambos durante meses ou anos. Não existe esta história de que o motor se “acostuma”: ele foi projetado para funcionar perfeitamente com qualquer dos dois combustíveis. Quem ajusta automaticamente o motor para funcionar com gasolina e etanol a qualquer momento é a central eletrônica. Se ela estiver falhando nesta missão, o problema pode ser da sonda “lambda”. É um sensor que fica no escapamento e percebe qual combustível está sendo queimado no motor, se etanol ou gasolina. Seu funcionamento é simples: o sensor percebe qual é o combustível no tanque pela grande diferença de volume de oxigênio presente num ou no outro. E sabe também se o motor recebe uma mistura dos dois, sempre pela quantidade de oxigênio. E cabe à central regular a entrada de ar/combustível em função da informação remetida pela sonda lamba. Entretanto, se ela sonda lambda estiver defeituosa, deixa de passar esta informação à central eletrônica e o motor vai ter problemas de funcionamento. Entretanto, “olho vivo” na oficina: não existe reparo nem limpeza nem procedimento nenhum com este sensor. Ou ele está funcionando ou não está. Qualquer sugestão de manutenção é pura pi-ca-re-ta-gem...

Fonte: R7