12 de fev. de 2016

Após 45 anos, extintores de incêndio passaram a ser facultativos para automóveis em 2015

Após 45 anos, extintores de incêndio passaram a ser facultativos para automóveis em 2015






A mudança na lei ocorreu após 90 dias de avaliação técnica e consulta com os setores envolvidos Cristino Martins/Agência Pará O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) estabeleceu em setembro deste ano que o uso do extintor nos automóveis e comerciais leves passou a ser facultativo. A decisão foi anunciada por Alberto Angerami, presidente do órgão e diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). A obrigatoriedade do equipamento será mantida apenas nos veículos de uso comercial e de transporte de passageiros e de produtos inflamáveis, líquidos e gasosos, tais como caminhões, micro-ônibus, ônibus. Acompanhe a página de carros do R7 A mudança na lei estabelecida em 1968 — e que passou a vigorar em 1970 — ocorreu após 90 dias de avaliação técnica e consulta com os setores envolvidos. Segundo Angerami, a prorrogação da obrigatoriedade do extintor tipo ABC, que valeria a partir de 1º de outubro, teve como objetivo dar prazo às reuniões. — Tivemos encontros com representantes dos fabricantes de extintores, corpo de bombeiros e da indústria automobilística, que resultaram na decisão de tornar opcional o uso do extintor. Exigência do extintor ABC foi adiada três vezes Inicialmente, a multa pela falta do item — infração grave, com cobrança de R$ 127,69 e cinco pontos na CNH — valeria a partir de 1º de janeiro. Depois, a data foi postergada para 1º de abril e, por fim, para 1º de julho. Segundo o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, técnicos do órgão precisavam de mais tempo para "concluírem avaliações". Veja mais:
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Neste período de conversas, os fabricantes alegaram que seria necessário um prazo de 3 a 4 anos para atender a demanda pelos extintores do tipo ABC. Na prática, estes contêm substância mais eficaz em incêndios causados por materiais sólidos, como madeira, papel e tecidos. Por isso, são mais "completos" que os do tipo BC (pó químico). Desde 2009, os extintores ABC foram obrigatórios nos veículos novos, mas a resolução nº 521/2015 do Contran exigiria o equipamento também em modelos antigos, o que não ocorrerá mais com a decisão. Abiex não concordou com fim da obrigatoriedade do item Reprodução Entidade contrária à decisão A Abiex — Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos contra incêndio e cilindros de alta pressão — se manifestou contrária à decisão. Em nota, a entidade definiu o fim da obrigatoriedade como “uma grande perda para o consumidor, que vai continuar pagando o mesmo preço pelo carro e fica sem um equipamento de segurança fundamental”. De acordo com o Ministério Público e estatísticas do Corpo de Bombeiros, ocorrem em torno de 13 mil incêndios por ano, quase 40 por dia, numa frota em que apenas 37 % dos automóveis têm seguro. Para Cláudio Sachs, diretor da Abiex, “desde 2009 a indústria trabalha para manter o abastecimento equilibrado e até propôs um escalonamento – conforme o final das placas dos veículos - para a entrada em vigor da obrigatoriedade do extintor de pó ABC, de forma que até dezembro de 2015 estariam com o equipamento sem transtornos para o usuário”. Impacto na produção e desemprego Outros dados mostrados pela Abiex desde que a decisão do fim da obrigatoriedade dos extintores foi tomada foram em relação à queda da produção na indústria representou 10.000 demissões diretas, queda de arrecadação de R$ 300 milhões por ano para todos os impostos federais, estaduais, além de aumento de seguro desemprego. A associação também declarou que “a produção de extintor automotivo está completamente paralisada e o mercado revendedor estocado”. Diversas concessionárias já pararam de comprar os itens. Para a entidade, o consumidor deverá perceber o impacto da mudança em poucos dentro de poucos meses, quando for comprar um carro, sem um extintor, e sem desconto do produto. Acesse aqui a página de R7 carros Assine o R7 Play e veja a Record online!

Fonte: R7

Porte de CNH pode ser facultativo no Brasil

Porte de CNH pode ser facultativo no Brasil

Você está passeando no seu carro com todos os documentos em dia quando se vê parado por um comando. O guarda pede para ver o documento do carro e sua carteira de habilitação. Você procura, procura e nada de achar a CNH. Pronto, você acabou de ganhar uma multa e o carro apreendido. Conseguiu imaginar a situação ou relembrou algum momento vivido? Esquecer a CNH em algum lugar e dirigir é um erro muito mais comum do que se imagina e muitas pessoas acabaram com problemas por causa disso. Porém, um novo projeto de lei pretende mudar essa situação. Continue lendo e confira o que sugerem as deputadas Sandra Rosado e Keiko Ota.

Quais as mudanças previstas?

Por causa do Projeto de Lei 8022/14, que foi aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, o porte da Carteira Nacional de Habilitação – a CNH – e do Licenciamento de Veículo pode deixar de ser obrigatório. O que as deputadas autoras do projeto defendem é que hoje as autoridades responsáveis pela fiscalização do trânsito possuem sistemas de verificação online, que permitem a consulta instantânea da situação do condutor e do veículo, sem que a apresentação dos documentos seja necessária. Mais ainda, o projeto de lei prevê que, caso a consulta na hora seja impossibilitada por algum motivo, a multa e a pontuação na carteira de habilitação devem ser anuladas se o condutor apresentar sua CNH ou comprovante de pagamento do licenciamento dentro de um período de 30 dias. Vale ressaltar que o projeto de lei conta com uma emenda que foi necessária para a sua aprovação pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados. Ela diz que, em caso de falta da CNH, o condutor deve estar portando algum outro documento legal que possibilite a sua identificação, como Carteira de Identidade (RG). O projeto ainda não foi completamente aprovado e em breve deve passar pela análise e pelo processo de aprovação conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania.

Punições hoje

De acordo com a atual Lei 9.503/97, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, aqueles que dirigirem sem portar o documento de licenciamento ou a carteira de habilitação podem ser multados e também terem seu veículo apreendido até a apresentação do documento solicitado. A infração cometida é considerada leve. O que resta agora é esperar a análise pela Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania e torcer para que um pequeno esquecimento pare de ser motivo de multas e até mesmo apreensões. Afinal de contas, a maioria das pessoas que esquece a CNH em casa está com todos os documentos em dia, sofrendo apenas de um pequeno momento de lapso de memória. É hora de aceitar a tecnologia, pois já temos sistemas capazes de identificação em tempo real, que tornam o papel nada mais do que um papel. Caso seja aprovada, a lei será um passo mais perto para a verdadeira justiça no trânsito.
O que resta agora é esperar a análise pela Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania e torcer para que a não obrigatoriedade seja oficializada

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Curiosidades

O que é New Alpine A120 Sports Car?

O que é New Alpine A120 Sports Car?

Você sabe o que significa New Alpine A120 Sports Car? Trata-se de um novo veículo esportivo que será lançado pela marca Alpine, ainda neste mês. Para divulgar a mensagem de que o veículo está para ser lançado, a fabricante postou em seu Twitter oficial, no início desta semana, uma foto um tanto quanto enigmática. A imagem que foi postada mostra uma montanha coberta de neve e com uma data, que seria a de lançamento do veículo. Embora ela não chegue a mostrar o veículo em si, ao que tudo indica, ele deverá ser chamado de A120 e deverá ser bastante parecido com o Celebration Alpine, lançado no ano passado. Ainda não há muitas novidades a respeito do assunto, mas algumas coisas já foram divulgada e é isso que elencaremos neste texto. Acompanhe, nas próximas linhas, algumas curiosidades em torno do assunto. Veja aqui o que já foi informado a respeito do New Alpine A120 Sports Car!

Como deverá ser o motor desse veículo?

Sobre o motor desse veículo, o que se especula é que seja um motor turbo 1.8 e de quatro cilindros que deverá estar disponível em uma variedade de formas. Além disso, também no campo da especulação, a informação que temos é que esse motor será baseado nos 1.6 das unidades do Renault Clio RS. Os modelos deverão ter 250 cv ou 300cv, para quem procura por melhor desempenho, e em ambos os casos, haverá tração traseira como padrão. 

E em relação à transmissão? Como será?

Em relação a esse quesito, também nos dois casos que citamos no primeiro item, a transmissão será de dupla embreagem de sete velocidades.

E quanto ao porte do veículo?



Em relação ao tamanho do veículo podemos dizer que ele é um tanto quanto compacto. Para produzir esses veículos a fabricante tem utilizado o alumínio, o que faz com que o peso seja reduzido. Esse automóvel não deverá ter muito mais do que mil quilos.

Data e o local do lançamento

A data que apareceu na divulgação realizada no Twitter e que está sendo especulada como a ocasião em que o lançamento deverá ser feito é o próximo dia 16 deste mês. O evento escolhido para essa aparição pública é o Geneva Motor Show. Ficou curioso para mais informações? Acompanhe conosco, pois, tendo mais detalhes, falaremos a respeito.
A data que apareceu na divulgação e que está sendo especulada como a ocasião do lançamento é dia 16 de fevereiro de 2016.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

11 de fev. de 2016

Saiba como não rebocar um carro

Saiba como não rebocar um carro

Conteúdo em Vídeo
Quando um carro acaba caindo dentro de um buraco, geralmente é necessário contar com uma máquina mais pesada e potente para retirar o acidentado desta situação, utilizando quase sempre um tipo de reboque. Mas o que alguns acabam não entendendo é que o local e a forma como são colocadas as correntes podem fazer toda a diferença. Foi o que aconteceu com o Fiat Brava, que de acordo com as informações que circulam junto com o vídeo, acabou ficando com a sua parte da frente presa em um buraco causado por um tubo de água.

Neste momento, o motorista deum caminhão se ofereceu para tentar puxar o veículo para fura. Teoricamente seria simples, bastaria colocar umas fitas fortes na parte de trás e puxar... mas as leis da física nunca são tão simples assim. No vídeo, o carro preso no buraco praticamente perde a sua parte de trás. Seria melhor ter ficado no buraco!
Parece que essa não é a melhor forma de tirar um Fiat Brava do buraco.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Novo picape Fiat Toro 2016

Novo picape Fiat Toro 2016



Menor que a Chevrolet S10 e maior que a Strada, picape utilitária esportiva, que terá como principal rival a recém-lançada no mercado nacional o Renault Duster Oroch, chamados de Sport UtilityPicape (SUP). A nova picape Toro ainda não chegou às concessionárias da Fiat, mas a marca já adiantou algumas informações como o tamanho e a capacidade de carga do modelo, além de recentemente divulgar uma única foto da Toro.Características incluem lâmpadas piloto elegantes que são separadas das principais faróis que correm para o cromo grade dual-ripas. Os faróis de neblina têm caixas de cromo-aparada, enquanto o pára-choque inferior tem uma placa de prata skid. Ele monta em rodas de liga leve de 18 polegadas, e possui revestimento preto corpo de plástico em torno dos arcos das rodas e saias laterais. Também estão visto um par de grandes barras de tejadilho e ORVMs com indicadores de volta.


No interior, o top-spec Fiat Toro será equipado com teto solar opcional elétrico, tapeçaria de couro parcial, controle de clima automático, sistema de áudio com subwoofer, sensores de farol e chuva auto-, e um sistema de touchscreen UConnect 5 polegadas que vem integrado com navegação GPS , câmera de visão traseira e conectividade Bluetooth.


A nova picape da Fiat será produzida no Brasil, portanto nacional fabricada na unidade da Jeep na cidade de Goiana (PE), a mesma que produz o Jeep Rengade, modelo, que vai emprestar a plataforma para a novidade. A Fiat Toro terá três conjuntos mecânicos possíveis – 1.8 flex, sempre com câmbio manual de seis marchas e, o 2.0 a diesel, podendo sair de fábrica com o manual de seis marchas ou tendo como opção o câmbio automáticode seis velocidades. Já a tração 4×4 do Renegade ainda não foi confirmada para a picape Toro.


A versão de entrada será equipada com motor 1.8 E.torQ EVO (132cv com etanol), câmbio manual e tração 4x2, com preço a partir de R$ 70.000,00. A topo de linha terá motor 2.0 turbodiesel (170cv), câmbio automático de nove marchas e tração 4x4, com preço estimado de R$ 125.000,00. A capacidade de carga é de uma tonelada e a suspensão traseira é independente.

As versões com motor bicombustível serão equipadas com automático de seis marchas; as configurações turbodiesel, com a caixa de nove marchas da empresa alemã ZF ou com opção manual, de seis. Haverá sistema de tração integral nas versões de topo, mas nas de entrada ela será dianteira . Isso se deve ao fato de a picape ter estrutura monobloco e não ter sua carroceria montada sobre um chassi.



Há ainda informações sobre o mecanismo diferente para a abertura da tampa do porta-malas, que será dividida em duas partes com deslocamento lateral (como as portas de um armário), não no padrão convencional de picapes (abertura para baixo, basculante).

O painel da picape terá linhas que lembram as do Renegade, mas, os  materiais de acabamento não serão os mesmos. Diferentemente do Jeep Renegade o painel da Toro não será revestido com materiais sensíveis ao toque. O conjunto será construído com plástico regido texturado. Em comum o Renegade a Toro terá os comandos do ar-condicionado, volante multifuncional, rádio e alavanca de câmbio. Já as saídas de ar centrais da picape estão instaladas ao lado do rádio e lembram muito as do Novo Uno. Já as saídas de ar laterais não são tão grandes como as do SUV.
A picape compartilha somente a parte da frente da plataforma com o Jeep Renegade e do banco dianteiro para trás ela conta com uma nova plataforma que será compartilhada futuramente com o SUV 551 da Jeep. A suspensão dianteira será do tipo MacPherson e dual-link na traseira. Os freiosserão a disco nas quatro rodas e o sistema de direção será eletro-hidráulico. Em números aproximados, a distância do entre-eixos será de 2,80m, a largura de 1,94m, altura de 1,6m e comprimento na casa dos 5m. A capacidade de carga da versão flex será 700kg e chega a 1 tonelada na opção diesel.

Fonte: Carros Novos

Papo de roda - Mr Ward & Lady Dilma

Papo de roda - Mr Ward & Lady Dilma



  O sisudo inglês nem imagina que milhões de carros rodam em frangalhos pois o governo brasileiro ainda não implantou a inspeção veicular, obrigatória desde 1998                          Mr David Ward esteve em Brasília no mês passado para participar da Conferência Global de Segurança de Trânsito. Ele é secretário geral da GlobalNCAP, entidade inglesa ligada à FIA e outras organizações internacionais ligadas ao automóvel e fez inflamada exposição sobre a necessidade de se adotar dispositivos de segurança e testes de impacto (crash-tests) para a redução dos acidentes de trânsito e de suas consequências. Sugeriu também que se torne obrigatório nos nossos automóveis  o sistema eletrônico de estabilidade (ESC). Um importante dispositivo de segurança que evita derrapagens laterais do automóvel em curvas ou provocadas por golpe no volante para se desviar de um obstáculo. E que resultam, em geral, em graves acidentes. O ESC já é obrigatório nos EUA, na Europa e em muitos outros países . Será exigido na Argentina a partir de 2018. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) afirmou que já estuda adotar sua obrigatoriedade, o que viria, sem dúvida, a reduzir o número de acidentes rodoviários no Brasil.   Mr Ward deve ter voltado para Londres encantado com a boa receptividade de seu programa em Brasilia, pois duvido que alguma autoridade local tenha traduzido para o inglês a omissão e a leniência do governo brasileiro em relação à segurança veicular. Que no Brasil só se faz o mais fácil: publicar no Diário Oficial a legislação que torna obrigatório um carro deixar a linha de montagem com determinado equipamento. E, quanto maior o faturamento proporcionado pela lei, mais “fácil” sua adoção pelo governo ou pelo Congresso.   Mas a porca torce o rabo (como se traduz isto para o inglês?) depois que o automóvel deixa a fábrica e cai na realidade brasileira, muito mais para Bangladesh que para a Inglaterra. Mr Ward nem imagina que a inspeção veicular, obrigatória há décadas no Primeiro Mundo, apenas consta do nosso código de trânsito, em vigor desde 1998. Mas, como o governo federal ainda não teve disposição nem competência para implantá-la, milhões de automóveis rodam em frangalhos e poluindo ruas e estradas. Ainda bem que Mr Ward não entendeu o significado de “Borracharia”, pois já não se reparam mais pneus na maioria dos países europeus. Imagina o susto do sisudo inglês se souber que oficinas recuperam, livre e impunemente, rodas de liga leve seriamente danificadas num acidente. E que voltam a rodar mesmo com fissuras e trincas internas imperceptíveis a olho nu. Que muitas seguradoras não autorizam a troca dos cintos de segurança mesmo que o automóvel tenha sido submetido a um grave impacto...   No Primeiro Mundo, não se vende nem mesmo um parafuso que não tenha sido submetido a testes de homologação. No Brasil, o Inmetro, encarregado de padronizar e qualificar componentes do mercado paralelo, leva anos para certificar produtos essenciais para a segurança veicular. E tome fluido de freio produzido em fundo de quintal, roda de alumínio produzida com pinico e caçarola derretidas, amortecedor “recondicionado” e toda a sorte de maracutaias. Pneus remoldados foram homologados sem a exigência de conservarem suas características originais na banda lateral, como na Europa.   Alguém deve ter contado para Mr Ward que cadeirinhas são obrigatórias no Brasil desde 2010. Mas não contou que por enquanto são exigidas apenas nos automóveis particulares, pois faltou competência ao governo para regulamentar seu uso nos taxis, vans e ônibus.   E, será que alguém mostrou ao inglês uma foto da digníssima sra. Presidente da República num veículo oficial, sem cinto e carregando o neto no colo?

Fonte: R7

Holden Spark 2016 chega à Austrália

Holden Spark 2016 chega à Austrália

O mercado automobilístico inicia 2016 com novidades para o público australiano. Trata-se do novo Holden Spark que será lançado por lá com motor de 98cv. O novo modelo vem para ser uma versão australiana do Novo Spark, com uma missão bem delimitada de servir de porta de entrada para o lineup da marca. Mais encorpado e mais bem acabado que sua versão anterior, o Holden Spark ganha um bom destaque por sua multimídia MyLink com Car Play e Android Auto. Além disso, ele também promete ser mais barato que a versão anterior. Nas próximas linhas, falaremos um pouco mais a respeito das especificidades que esse automóvel, fabricado na Coréia do Sul, trará para o mercado automobilístico australiano. Acompanhe aqui as principais características do Holden Spark produzido para os australianos!

Como será o motor desse veículo?

O novo Holden Spark 2016 chegará às concessionárias australianas com uma versão exclusiva. Ela terá o motor 1.4, 98 cv de potência, além de 13 kgfm de torque.

E em relação à transmissão? Como será?

Em relação à transmissão, o veículo terá duas opções disponíveis. A com o câmbio manual de cinco marchas ou a forma opcional com Transmissão Continuamente Variável ou CVT.

Quando o modelo deverá chegar ao mercado?

De acordo com informações da fabricante, o modelo está definido para ir às vendas a partir de abril, após passar por alguns testes que poderão revelar se esse veículo tem condições de trafegar com qualidade pelas variadas estradas da Austrália.

E em relação ao seu visual? O que terá de diferente?

Apesar de mais brilho e glamour, trata-se de uma versão revista da plataforma do modelo antigo.

Ele terá ligas de 14 polegadas, um volante de três raios, além de compatibilidade com a Apple CarPlay e com o Auto Android.

E em relação à segurança, terá novidades?

Sobre as questões de segurança, esse modelo virá com controle de estabilidade eletrônico, EBD, ABS, controle de tração, além de uma câmera de marcha. Tudo visando uma viagem mais tranquila e segura para seu proprietário e demais usuários do veículo. O modelo promete ser bem ágil, mas sem deixar de investir no conforto de seus ocupantes. Ainda não há informações a respeito do preço, mas existe a expectativa que seja o mais barato dos Holdens. Mesmo não fabricando mais pelo país, a GM reforça cada vez mais os modelos Holden, preparando até mesmo um novo Commodore.
O Holden Spark ganha um bom destaque por sua multimídia MyLink com Car Play e Android Auto.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Chevrolet Sonic é convocado para recall

Chevrolet Sonic é convocado para recall

A Chevrolet anunciou no início da última semana, a necessidade de recall em alguns carros do modelo Sonic. Tal correção precisará ser feita por conta de um defeito na bomba de combustível podendo provocar vazamento, que, por sua vez, poderá ocasionar problemas maiores. Nas próximas linhas, falaremos um pouco a respeito desse procedimento, do que precisará ser feito e de quem deverá solicitar tais reparos. Acompanhe conosco como será o recall dos carros Chevrolet Sonic!

Qual é o problema que os veículos estão apresentando?

De acordo com o comunicado que foi divulgado pela fabricante, um anel de vedação fora das especificações foi utilizado para providenciar reparos no tanque de combustível.

O que esse problema poderá ocasionar?

Com esse anel fora das especificações, existe o risco dessa peça inadequada causar o vazamento de combustível, ocasionando um princípio de incêndio em caso de capotamento.

Quantos veículos passarão por tais reparos?

De acordo com a estimativa da Chevrolet, um total de 1.156 unidades precisarão passar pelo processo de recall.

Quais serão os veículos que estão sendo convocados para o recall?

Esse defeito está afetando os modelos Sonic hatch e sedã, que foram fabricados entre os anos 2012 (desde o mês de janeiro) e 2014 (até o mês de março). Além disso, é preciso ficar atento à numeração final do chassi. Elas devem estar entre CB058382 e ES637073. 

Como será feito o procedimento de agendamento pela Chevrolet?

Para fazer o processo de troca do anel de vedação, a fabricante está pedindo que seus clientes agendem uma visita para poder fazer tal substituição, totalmente gratuita, desse componente que está provocando riscos.

Tem algum horário que está sendo estabelecido pela fabricante?

Para o agendamento não foi estipulado nenhum horário específico. A fabricante estima que o procedimento de substituição deva durar em torno de 1 hora e 10 minutos.

Importante saber

Além disso, a Chevrolet também deixou bem claro que o recall também deverá valer para aqueles que compraram bomba, medidor de combustível ou mesmo o anel de vedação em alguma loja deles, para efetuar reparos que não tenham sido efetuados na própria concessionária.  É importante ficar atento a esse trâmite, pois estamos falando de problemas que envolvem a bomba de gasolina do automóvel e, diante de um acidente, o risco pode ser fatal. Olhe bem as numerações dos chassis e os modelos para ver se o seu veículo está incluído nesse recall.
Esse defeito está afetando os modelos Sonic hatch e sedã, que foram fabricados entre os anos 2012 (desde o mês de janeiro) e 2014 (até o mês de março)

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

10 de fev. de 2016

Vídeo mostra controle de carro da Tesla com um Apple Watch

Vídeo mostra controle de carro da Tesla com um Apple Watch

Conteúdo em Vídeo
Um vídeo foi divulgado recentemente mostrando um pouco da integração que a Tesla pretende promover com os dispositivos da Apple. De acordo com as informações que foram divulgadas, a empresa teria lançado um aplicativo que permite com que as pessoas controlem os carros autônomos da marca através de um Apple Watch.

O lançamento deste novo app não foi muito divulgado pela companhia, mas um usuário chamado Mark Schey postou um vídeo no seu canal do YouTube que mostra como seria o controle do veículo a distância, utilizando os recursos que estão presentes no relógio. O aplicativo se chama Remote S for Tesla, desenvolvido pela companhia Rego Apps. Mas, por enquanto, a Tesla não se pronunciou oficialmente sobre o app. 
Aplicativo que permite esta integração teria sido lançado no começo do mês de fevereiro.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Novo Renault Duster Oroch 2016

Novo Renault Duster Oroch 2016



A Renault Duster Oroch é uma picape robusta, cabine dupla, com quatro portas, bom espaço para cinco passageiros, caçamba generosa e com tamanho na medida certa. A nova Duster Oroch, a picape intermediária derivada do SUV Duster. Baseada na plataforma do Duster, a Oroch é quase completamente nova da coluna central para trás.  Entre os itens opcionais, há apenas bancos de couro. Mas existem ainda acessórios que serão vendidos na rede de concessionárias, como o kit visual Outsider, que inclui protetor frontal com faróis adicionais, alargador de para-lamas, capota marítima e grade de proteção no vidro traseiro.

O Novo Renault Duster Oroch é um modelo que se posiciona entre as picapes compactas e médias, desenvolvida especialmente para uso misto lazer e trabalho. Com 4 portas e 5 lugares, oferece atributos de habitabilidade similares aos de uma picape maior, com cabine dupla. “Além de ser um novo modelo, nossa primeira picape representa um novo passo rumo à estratégia de globalização da Renault. Com o Renault Duster Oroch, a marca lança sua ofensiva no competitivo segmento das picapes”.





No mercado competitivo dos automóveis quem não inova fica realmente para trás e é pensando nisso que a Renault chega com duas novidades para atingir vários tipos de consumidores com o lançamento de um novo modelo do Sandero – RS – e a  picape Duster Oroch 2016.

Versões e Preços do novo Renaut Duster Oroch 2016.

Duster Oroch Expression 1.6 16v (flex) – R$ 62.290,00Duster Oroch Dynamique 1.6 16v (flex) – R$ 66.790,00Duster Oroch Dynamique 2.0 16V (flex) – R$ 70.790,00O Duster Oroch 2016 entrega em sua versão de entrada a motorização 1.6 com alimentação injeção multi ponto, com 115cv de potência no álcool e 110cv de potência na gasolina em um motor de 1.598 cilindradas, torque de 15.9 kgf.m, velocidade máxima de 164 km/h, no teste de 0 à 100 km/h o tempo não foi divulgado pela montadora, consumo de combustível em vias urbanas é de 6.6 km/l, e em vias rodoviárias é de 7.5 km/l.
Já na versão top da Duster Oroch 2016 entrega a motorização 2.0 com alimentação também injeção multi ponto, com 148 cv de potência no álcool e 143 cv de potência na gasolina em um motor de 1.998 cilindradas, torque de 20.9 kgf.m, velocidade máxima de 186 km/h, consumo de combustível em vias urbanas é de 6.4 km/l e em vias rodoviárias é de 7.3 km/l.
As dimensões desta picape como altura de 1.69m, largura de 1.82m, comprimento de 4.69m e entre eixos de 2.82m, peso do carro é de 1.346 kg, tanque de combustível com capacidade para 50 litros, porta-malas não divulgado pela montadora e carroceria para 5 ocupantes.



Na mecânica trás o câmbio manual de 6 marchas, direção hidráulica, tração na dianteira com suspensão tipo McPherson com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal e suspensão traseira tipo multibraço com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal. Freios ABSsendo dois discos ventilados e assistidos BAS e distribuição eletrônica de frenagem EBD.

Fonte: Carros Novos

General Motors paga R$ 2,2 bilhões para vítimas de acidentes por falha na ignição

General Motors paga R$ 2,2 bilhões para vítimas de acidentes por falha na ignição






91% das vítimas aceitaram a indenização proposta pela fabricante Divulgação A General Motors (GM) divulgou nesta quinta-feira (10) o valor total do fundo criado para indenizar vítimas de acidentes causados por uma falha na ignição. A fabricante afirmou que pagará um total de US$ 594 milhões (R$ 2,23 bilhões) em compensações. O fundo foi estabelecido em 2014 depois que a GM reconheceu publicamente a existência do problema, que ficava no local onde é colocada a chave e fazia com que qualquer tipo de peso extra, além da chave em si (como um chaveiro grande), aliado a um grande tranco no carro (causado por colisões, por exemplo) podia fazer a chave mudar de posição, desligando o motor e os sistemas elétricos, e consequentemente, os airbags. Foram aprovadas 399 reivindicações por mortes ou lesões. Acompanhe a página de carros do R7 O prejuízo para a fabricante já chegou a US$ 2 bilhões (R$ 7,5 bi), incluindo um acordo de US$ 900 milhões (R$ 3,3 bi) com o departamento de Justiça dos Estados Unidos. A GM se comprometeu a pagar pelo R$ 3,5 milhões por vítimas fatais. De acordo com a agência Reuters, 91% das vítimas aceitaram a indenização proposta pela fabricante, entre elas todos os herdeiros de 124 mortos confirmados e 16 de 18 feridos de forma grave. Todas que aceitaram as indenizações se comprometeram a não continuar com processos na Justiça contra a GM. O fundo ainda afirmou que 74% das mortes tinham pelo menos uma irregularidade por parte de condutor, como velocidade acima do permitido, falta de cinto de segurança ou ingestão de álcool. Assine o R7 Play e veja a Record online!

Fonte: R7

9 de fev. de 2016

Papo de roda - Que tal um motor injetado a água?

Papo de roda - Que tal um motor injetado a água?





Água como combustível é coisa de “professor pardal”. Mas ela já foi e poderá voltar a ser utilizada para tornar os motores mais eficientes

Volta e meia aparece na tevê um “professor pardal” que põe um motor para funcionar com água. E prova por a+b que encontrou a solução definitiva para a substituição do combustível fóssil. Nos dias seguintes, não param de pipocar comentários e a questão de sempre: “Por quê a indústria automobilística não adota esta solução? Por pressão das empresas de petróleo?”

Se a água fosse mesmo capaz de movimentar um motor, estaria resolvido um dos maiores problemas do planeta. Aliás, basta reparar em sua fórmula para se constatar que a solução está por perto: H20 é uma composição de hidrogênio com oxigênio. E o H2 tem de fato a energia necessária para movimentar um veículo. Poderia (e já foi) utilizado diretamente como combustível no motor a combustão ou para produzir energia elétrica numa célula a combustível (“fuel-cell”). Mas obter o hidrogênio é uma operação de custo tão elevado que inviabiliza sua aplicação em escala industrial. Este ainda é um empecilho ao automóvel elétrico movimentado pelo hidrogênio: sua obtenção, distribuição e armazenamento.

Entretanto, o uso da água no motor a combustão interna não está descartado. Ela já foi utilizada diversas vezes no passado, não como combustível, mas como  elemento auxiliar para aumentar a eficiência da combustão da gasolina. No século passado, o sistema de injeção de água foi utilizado em motores de tratores, aviões e carros de competição. Na década de 60, um automóvel da GM (Oldsmobile F-85) teve injeção de álcool/água no coletor de admissão de seu motor turbinado. Chrysler e Saab também realizaram experiências semelhantes.

Mas a ideia não foi abandonada: a Bosch apresentou este ano, num simpósio sobre motores em Viena, um novo desenvolvimento do sistema. A ideia básica está na absorção de calor quando a água se transforma em gotículas. No motor turbinado, o ar que chega ao coletor de admissão já resfriado pelo intercooler (radiador) tem sua temperatura novamente reduzida em cerca de 25 Cº com a injeção de água, aumentando ainda mais a densidade do  oxigênio. Além disso, a água é injetada também dentro dos cilindros, o que reduz a temperatura de pico da mistura em cerca de 70 Cº, aumenta a eficiência e permite aumentar  a taxa de compressão pois reduz a possibilidade de detonação antes da faísca na vela.

Segundo os estudos da Bosch, a injeção de água (numa proporção que pode variar de 25 a 30% do combustível) pode aumentar a potência do motor (ou reduzir o consumo, em função dos objetivos do fabricante) em cerca de 10%. Além do acréscimo de eficiência, há também uma redução nas emissões de CO2 e NOx.

O sistema ainda não existe comercialmente mas a BMW já o aplica num motor 1.5 de três cilindros, obtendo potência acima de 200 cv e uma considerável redução de emissões. Os custos adicionais ainda não foram estabelecidos mas não serão baixos pois será necessário instalar injetores de alta pressão nos coletores e nos cilindros . E um reservatório de água para o sistema (cerca de cinco litros).  A BMW teve uma ideia interessante para reduzir as dimensões deste tanque: direcionou para ele a mangueira de água do ar condicionado que, funcionando em condições normais, produz cerca de um litro por hora.

O sistema ainda está em desenvolvimento, mas a Bosch acredita que sua produção em série será iniciada dentro de dois a três anos.

Fonte: R7

Teste do novo BMW X1

Teste do novo BMW X1

A conta é simples. Se a BMW esperasse para apresentar a segunda geração do utilitário X1 até março ou abril, quando passa a sair da fábrica em Araquari, Santa Catarina, poderia perder entre 800 e mil vendas – muito para uma marca de luxo. O menor SUV da montadora, mesmo quando não era lá tão SUV – estava mais para um crossover de utilitário com station –, representava 25% dos emplacamentos da marca no Brasil. Desde o final de 2009, quando desembarcou por aqui, foram 17 mil unidades do modelo vendidas. Agora que a segunda geração abandonou o jeitão de carro familiar e está explicitamente mais esportivo, a possibilidade é que o modelo atraia ainda mais consumidores. Apesar disso, a marca prefere fazer uma projeção conservadora: emplacar 250 unidades por mês. É próximo à média histórica da geração anterior.

Além da nova orientação vocacional do X1, outros fatores reforçam a impressam de que esta previsão é um tanto tímida. O menor SUV da BMW chega com um nível de acabamento superior ao dos rivais diretos, Audi Q3 e Mercedes-Benz GLA. Apesar de pertencer à gama mais barata da marca, manteve o requinte e o cuidado característico. Não é um BMW de segunda linha. Se há algum tipo de barateamento na produção do modelo, ele está sob a carroceria, pela utilização de motor transversal e tração dianteira. Mas não se reflete na parte visível. O X1 traz boa parte do requinte de modelos superiores.

O X1 é bem recheado também em tecnologia. Traz, por exemplo, diversos sistemas que beneficiam o consumo, como o câmbio com 8 marchas – sendo as duas últimas overdrive –, o modo Eco Pro de condução, que configura o carro para ser mais eficiente, Start/Stop com sistema de recuperação de energia das frenagens para recarregar as baterias, e finalmente o sistema Coasting, que desacopla o motor do câmbio quando o pedal do acelerador é aliviado em velocidades acima de 60 km/h – uma espécie de “banguela eletrônica”. Todos os X1 também trazem de série o Connected Drive. O sistema conta com um chip interno e tem funções, entre outras, de serviço de concièrge, informação de trânsito, chamada de emergência e monitoramento das condições mecânicas do carro.

Os preços começam em R$ 166.950 na sDrive 20i GP, R$ 179.950 na sDrive 20i X-Line, R$ 184.950 na sDrive 20i Sport e 199.950 na xDrive 25i Sport. As três versões têm sob o capô o mesmo propulsor, 2.0 Twin Power turbo, em duas potências: 192 cv com 28,6 kgfm de torque, nas versões de tração dianteira, 20i, e 231 cv com 35,7 kgfm, na 25i, que conta com tração integral. Nessas versões importadas, o X1 consome somente gasolina. O motor ActiveFlex chega apenas com o modelo produzido no Brasil. 

Ponto a ponto 

Desempenho – No Brasil, todas as versões do X1 trazem o mesmo motor 2.0 Twin Power turbo. O que muda é que nas duas versões sDrive, de tração dianteira,  ele rende 192 cv. Já na xDrive, 4X4, ela chega a 231 cv. Para um veículo com cerca de uma tonelada e meia de peso, qualquer um deles é mais que suficiente. Tanto que a aceleração de zero a 100 km/h no caso das configurações mais mansas é feito em 7,7 segundos, enquanto na mais forte é em 6,5 s. Nos dois casos, a transmissão de oito marchas faz um bom trabalho. O ganho de velocidade é progressivo e com boa intensidade, as reações são imediatas e o motor está sempre cheio – o torque máximo, nos dois casos, aparece praticamente na marcha lenta, a 1.250 rpm, e se mantém até os 4 mil giros. Nota 10Estabilidade – Numa condução pacata, não há uma diferença notável entre as versões. Em uso civilizado, a comunicação entre roda e direção é direta e precisa, há uma grande neutralidade nas curvas e não exige correções de trajetória nas retas, mesmo a velocidades mais altas. Mas se for o caso de explorar a esportividade do utilitário, há uma nitida vantagem da versão xDrive, por conta da tração integral. Na acelerações bruscas e nas saídas de curva, a tração dianteira causa uma reação na direção e perde um pouco da precisão. No modelo superior, esta reação é bastante minimizada. Também as curvas, a xDrive gruda mais na pista fica mais na mão do motorista e nem parece um utilitário esportivo com quase 1,60 metro de altura. Nota 8.

Interatividade – Tudo na cabine do X1 está no lugar tradicional, o que facilita desde o primeiro contato. O volante multifuncional permite controlar praticamente todas as funções do carro. Os automóveis modernos ganharam uma quantidade avassaladora de itens e recursos, mas os comandos de um BMW se mantêm praticamente iguais. Uma fileira de botões para acionamento direto bem no meio do console frontal, controles de climatização logo abaixo e, no console central, o grande botão giratório do iDrive, surgido há 15 anos no Série 7. Mas pelo menos uma coisa poderia ter sido modernizada: o monitor, que ainda não é sensível ao toque. Pelo menos a BMW, ao contrário de Audi e Mercedes-Benz, utiliza entradas USB. A conectividade com a central multimídia segue uma lógica cartesiana e é feita com grande facilidade e o modelo ainda tem o Connected Drive. Nota 9Consumo – A BMW não participa do Programa Brasileiro de Etiquetagem, do InMetro. Mas o X1 traz diversas tecnologias específicas para beneficiar o consumo. Na Europa, a BMW aponta um consumo médio em ciclo misto em torno de 14 km/l. No entanto, como tem potência e motor turbo, o consumo real depende diretamente da forma de conduzir. A título de curiosidade, no test-drive de avaliação – aproximadamente 100 km com cada motorização –, quando a direção é bastante agressiva, o modelo sDrive consumiu bem mais: 4,5 km/l contra 7 km/l do xDrive. Numa condução mais dócil, o resultado seria provavelmente invertido. Nota 7.

Conforto – A nova configuração de carroceria do X1 – que assumiu mais o lado utilitário e ganhou 5,3 cm de altura – ampliou bastante o espaço a bordo. Pela elevação do teto, os ocupantes se sentam mais eretos, numa posição bem mais confortável, com bastante área para joelhos e cabeça. Todas as superfícies de contato têm acabamento macio e o teto solar panorâmico, presente nas versões X-Line e Sport, proporciona uma sensação de amplitude. A suspensão tem um acerto exemplar: enquanto controla a carroceria, filtra muito bem as imperfeições no piso, mesmo em trechos de terra. Nota 10. Tecnologia – O X1 divide a plataforma, leve e eficiente, com o Série 2 Active Tourer e com o Mini Countryman. Os motores também são de última geração. E ainda tem um bom sistema multimídia, pneus run flat, faróis full led, sensores traseiros, de luz e de chuva e todos os equipamentos padrão exigíveis em um modelo que custa acima de R$ 150 mil, como volante multifuncional e controle de cruzeiro. É um bom pacote, mas nada fora da curva. Nota 9.
Habitabilidade – A vida a bordo do X1 é mansa. A altura do modelo facilita tanto entrar e sair quanto se acomodar. A área de bagagem também é privilegiada. Ela ganhou 85 litros em relação ao antigo X1 e agora recebe 505 litros – com o rebatimento da segunda fileira de assentos, vai a 1.550 litros. O banco traseiro é divido em três partes, 40/20/40, o que facilita a conjugação de bagagens maiores e pessoas. Os bancos dianteiros são verdadeiras poltronas e as versões mais caras têm ajustes elétricos e sistema que infla as abas laterais, para encaixar melhor o corpo para enfrentar as curvas. Nota 9. Acabamento – Tanto a combinação quanto a composição dos materiais de acabamento são de bom nível. Detalhes em preto brilhante combinam com detalhes em alumínio e cromado. O revestimento é em couro sintético, mas de muito boa qualidade. Boa parte das superfícies são suaves e macias. Ao lado do Range Rover Evoque, tem o melhor nível de acabamento entre os SUVs de entrada de marcas premium. Nota 10.
Design – A BMW não inventou nem arriscou nada nesse ponto. O X1 parece uma simples miniaturização do X3. As linhas têm um enorme equilíbrio e são clássicas e conservadoras, com vincos, dobras e “músculos” nos lugares previsíveis. O conjunto é agradável e tem alguns detalhes charmosos, mas nada que torne o trabalho dos designers da marca excitante. Nota 7. Custo/benefício – A BMW decidiu brigar apenas com as versões intermediárias das rivais alemãs – o inglês Range Rover Evoque é mais caro. Ao contrário de Audi Q3 e Mercedes-Benz GLA, o X1 não tem nem as configurações mais básicas, que custam em torno de R$ 135 mil, nem as mais ferozes, que beiram os R$ 300 mil. O X1 começa em R$ 166.950, na sDrive20i GP, vai a R$ 179.950 na sDrive20i X-Line, passa pelos R$ 184.950 da sDrive 20i Sport e chega a R$ 199.950 na xDrive25i Sport. O espectro de atuação estreito prejudica o custo/benefício do modelo, mesmo dentro do segmento. Nota 5. Total – O BMW X1 somou 84 pontos em 100 possíveis.

Primeiras impressões

Trivial chique

Santana do Parnaíba/SP – A segunda geração do X1 se desvencilhou do conceito de crossover e abraçou com vontade a causa dos utilitários esportivos. Perdeu aquele jeito de station anabolizada da primeira geração e ganhou altura e corpo de SUV, segmento que vem sufocando todos os outros em todo o mundo. No Brasil, este crescimento ainda encontra na má qualidade da pavimentação uma justificativa para a preferência. Mas não há como negar que o fetiche é enorme. Por exemplo: nada, a não ser a pura estética, explica que um utilitário tenha rodas tão vulneráveis, como as de aro 18 e 19, ainda por cima calçadas com pneus run flat, caros e de difícil manutenção.  O visual mais esportivo pelo menos combina bem com o bom desempenho do X1. Tanto nas versões sDrive, com tração dianteira e 192 cv, quanto na xDrive, com tração nas quatro rodas e 231 cv, ele impressiona pelo comportamento dinâmico. No asfalto, ele desenha as curvas com absoluta segurança. O controle da carroceria é impressionante. A suspensão é macia e tem um bom curso, que permite andar mesmo em estradas de terra com conforto, mas não deixa o carro rolar. Nas retas, a direção elétrica é bem direta e precisa. Ela filtra bem o torque nas rodas dianteiras, mas nas acelerações mais fortes, deixa chegar um pouco de reação ao volante – principalmente na versão com tração dianteira.
A versão xDrive mostra um comportamento dinâmico bem superior. Mais em conta da tração distribuída nas quatro rodas – o diferencial central eletrônico pode jogar até 90% do torque para qualquer um dos eixos. Em qualquer versão, no entanto, o câmbio de oito marchas conversa intimamente com o motor. Não há buracos ou trancos e as trocas nos paddle shifts do volante são imediatas. No modo automático, o câmbio encontra a melhor marcha para cada situação sem pestanejar.  Por dentro, o X1 é um BMW de verdade. Não há concessões na qualidade dos materiais ou no conceito dos revestimentos . Ou seja: não é tratado como se fosse um modelo de menor estirpe. As superfícies da cabine são sempre agradáveis ao toque e convincentes visualmente – mesmo o couro sintético, chamado de Sensatec. Apesar das óbvias evoluções, como volante multifuncional, a geografia dos comandos também segue a formação clássica da marca. Continuam no console central os diversos botões de comando direto, com os ajustes do ar-condicionado bi-zone logo abaixo e o botão giratório do iDrive à frente do câmbio. Até mesmo o velho medidor de consumo (em litros/100 km) por ponteiro continua na base do tacômetro.

Ficha técnica

BMW X1

Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.998 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindros e duplo comando de válvulas variável. Acelerador eletrônico e injeção direta de combustível.
Transmissão: Câmbio automático com modo manual de oito velocidades. Tração dianteira ou integral (na versão xDrive25i Sport). Controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 192 cv ou 231 cv (na versão xDrive25i Sport) entre 5 mil e 6 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 7,7 ou 6,5 segundos (na versão xDrive25i Sport).
Velocidade máxima: 225 km/h ou 235 km/h (na versão xDrive25i Sport).
Torque máximo: 28,6 kgfm ou 35,7 kgfm (na versão xDrive25i Sport) entre 1.250 rpm e 4.600 rpm.
Diâmetro e curso: 94,6 mm x 82 mm.
Taxa de compressão: 11:1 ou 10,2:1 (na versão xDrive25i Sport).
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços em alumínio, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente com braços múltiplos em alumínio e molas helicoidais. Controle eletrônico de rigidez dos amortecedores e de estabilidade.
Freios: Freios com disco ventilado nas quatro rodas, com ABS.
Carroceria: Utilitário em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,45 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,60 m de altura e 2,67 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina.
Peso: 1.560 kg ou 1.615 kg (na versão xDrive25i Sport).
Capacidade do porta-malas: 505 litros.
Tanque de combustível: 61 litros.
Produção: Leipzig, Alemanha.

Itens de série e Preços

sDrive20i GP: Faróis full-led, retrovisor interno com função antiofuscante, sensor de Chuva com acionamento automático dos faróis baixos, volante multifuncional, rodas de liga leve de 18 polegadas, pneus run flat, controle de cruzeiro com função de freio, sensor de estacionamento traseiro, ar-condicionado automático digital, faróis de neblina, banco traseiro bipartido 40/20/40, central multimídia com tela de 6,5 polegadas com Bluetooth, GPS, USB, entrada auxiliar e chip telefônico com acesso ao Connected Drive, bancos de couro e freio de mão eletrônico.
Preço: 166.950.
sDrive20i X-Line: Adiciona teto-solar panorâmico, retrovisores externos rebatíveis com memória e aquecimento, porta-malas automático e ajuste dos bancos elétricos com memória.
Preço: R$ 179.950.
sDrive20i Sport: Adiciona rodas de liga leve de 19 polegadas e sistema de com Hi-fi.
Preço: R$ 184.950.
xDrive25i Sport: Adiciona motor de 231 cv e tração 4X4.
Preço: R$ 199.950.
Autor: Eduardo Rocha (Auto Press)
Fotos: Eduardo Rocha/Carta Z Notícias e divulgação

Fator X - Enquanto a versão nacional não vem, BMW importa a segunda geração do X1 para antecipar vendas

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

8 de fev. de 2016

Caminhão com motor a etanol da Scania vira aliado para empresas que querem imagem sustentável

Caminhão com motor a etanol da Scania vira aliado para empresas que querem imagem sustentável

A preocupação com a sustentabilidade é cada vez mais constante no Brasil. Metas de redução de emissão de poluentes viraram foco de diversos relatórios internos de indústrias, inclusive muitas que atuam no ramo automotivo. Foi de olho nesse nicho que a Scania apresentou, há pouco mais de quatro anos, seu semipesado P270, caminhão movido a etanol. Mas só no final do ano passado conseguiu realizar, de fato, sua primeira venda do modelo: três unidades adquiridas pela Clariant, fabricante de especialidades químicas que agora é a primeira empresa da América Latina a contar com cavalo mecânico a etanol da Scania. “Com esses caminhões, trabalharemos diretamente na redução de emissões de gases de efeito estufa, para o qual temos objetivos claramente definidos” explica Manfred Schwarz, diretor de Operações da unidade de negócios Industrial & Consumer Specialties da Clariant para a América Latina.

O P270 tem motor de cinco cilindros 8.9 litros e, como seu nome sugere, rende 270 cv de potência. O torque é de 122,4 kgfm, disponível já a partir de 1.100 rpm. Com essas especificações, a Scania garante que ele mantém as características de potência, mobilidade e rendimento do trem de força similares às de um modelo do mesmo porte, movido a diesel. Até porque funciona em ciclo diesel, ou seja, com combustão por compressão sem faísca. Isso é possível porque tanto o etanol quanto o diesel trabalham bem com taxas de compressão mais altas. “Suas características são muito mais apropriadas para sua utilização no transporte de cargas. Além da longevidade maior, o rendimento energético é melhor do que se utilizássemos ciclo Otto”, compara Emílio Fontanello, engenheiro de Pré-Vendas da Scania no Brasil. No ciclo Otto, normalmente adotado nos motores a gasolina e flex, uma centelha produzida pela vela de ignição desencadeia a explosão interna.

Mas priorizar a sustentabilidade, nesse caso, exige um “desapego” maior aos custos operacionais. Isso porque o caminhão movido a etanol já é, naturalmente, cerca de 10% mais caro que um semelhante que se alimente de diesel. Além disso, a manutenção também é mais dispendiosa. “São intervenções um pouco mais frequentes, com custo levemente superior também. É difícil precisar quanto será essa diferença porque estamos trabalhando para otimizar esse serviço e deixá-lo o mais barato possível. Mas é totalmente viável”, assegura Emílio, da Scania. Segundo ele, a tendência é que, quanto mais empresas aderirem à novidade, mais o preço de venda do produto e as despesas com manutenção barateiem. “O aumento da demanda vai fazer a diferença diminuir”, garante.  Segundo a Scania, a redução na emissão de poluentes pode ultrapassar os 90% nos motores a etanol, se comparados a caminhões diesel do mesmo porte. Esse número, na verdade, depende das condições de uso. No caso dos três caminhões adquiridos pela Clariant, por exemplo, eles atuam em configuração 4X2 na fábrica da marca em Suzano, no interior de São Paulo. Batizados pela empresa como Ecotrucks, eles realizam o carregamento de até 25 mil litros de produtos químicos, levando-os até a frota rodoviária de caminhões que partem para as entregas aos clientes.  Apesar de atuarem apenas internamente, os modelos a etanol produzidos pela Scania trabalham 24 horas por dia, divididos em quatro turnos nos sete dias da semana. Nesse processo, cada um deverá fazer pouco mais de 11 mil movimentações por ano, ou seja, quase 35 mil ao todo levando em conta os três veículos. “Optamos por utilizar a frota Scania a etanol em substituição aos caminhões a diesel que faziam essa função. Tendo em vista a quantidade de movimentações e as distâncias percorridas diariamente, nossa expectativa é uma redução anual considerável de emissões. Temos certeza de que essa operação pioneira com combustível renovável será um sucesso”, avalia Schwarzm, da Clariant. Mas a Clariant tem uma vantagem que foi fundamental na adesão aos caminhões a etanol utilizados pela Scania. O combustível ED95 utilizado pelos veículos têm em sua composição 95% de etanol e 5% do aditivo Master Batch ED 95, produzido pela própria Clariant no Brasil. A produção local otimiza custos e logística. O aditivo permite que motores desenhados para consumir diesel utilizem etanol hidratado, ajustando as características do combustível às necessidades do motor para obter um bom funcionamento do veículo. Mas a mistura precisa ser realizada fora do tanque de combustível. “Acreditamos que essa venda se reflita em novas oportunidades para o mercado brasileiro. A Scania prima pela sustentabilidade. Por isso, tem foco em melhor eficiência energética com economia de combustível e redução de CO2. O caminhão a etanol é uma solução para empresas comprometidas em diminuir os impactos ambientais de suas operações de transporte”, defende Mathias Carlbaum, diretor-geral da Scania no Brasil.

O motor utilizado no caminhão P270 já circula na cidade de São Paulo, mas em frotas de ônibus. Na verdade, a Scania anunciou em 2007 o início dos testes com ônibus movidos com o combustível no Brasil. Após um período de demonstrações em São Paulo, foram anunciadas as primeiras vendas de ônibus a etanol da história do Brasil, para a Viação Metropolitana, atual MobiBrasil, que comprou 50 unidades. Além dela, a Tupi Transportes também adquiriu 10 unidades. Ambas utilizam os veículos em operação pública urbana.

Desde abril de 2013, a Natura utiliza um ônibus também movido a etanol, de modelo K 270 4x2, para transporte de seus funcionários. A empresa foi a primeira no Brasil a adquirir um ônibus de fretamento movido ao combustível alternativo. O veículo conduz colaboradores para Cajamar, cidade na região metropolitana de São Paulo, onde está instalada a sede da empresa. O chassi Scania adquirido possui um tanque de combustível de maior autonomia, com capacidade para 500 litros – o tradicional leva apenas 300 litros.
Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Divulgação

Transporte (quase) sem culpa - Movido a etanol, caminhão P270 da Scania começa a atrair empresas que buscam imagem sustentável

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Caminhões