8 de fev. de 2016

Dodge Journey é convocado para recall por falha no sistema de freios

Dodge Journey é convocado para recall por falha no sistema de freios



Falha afeta modelos fabricados entre 2012 e 2015 Divulgação A Fiat Chrysler convocou um recall para 7.970 unidades do Dodge Journey, por causa de uma possível infiltração que pode afetar o chicote do sistema de freios ABS. Em decorrência disso, o sistema de freios e o controle de estabilidade podem ser desativados, alterando as características de frenagem e de dirigibilidade, com risco de acidentes com danos físicos e materiais ao motorista, passageiro e terceiros. Acompanhe a página de carros do R7 Segundo a empresa, a falha afeta modelos do Dodge Journey fabricados entre 2012 e 2015, com o intervalo de chassis, não sequenciais, de 3C4P0CCG0CT323078 a 3C4PDDFGXFT693296. A Fiat Chrysler ainda não tem peças para realizar o conserto dos veículos, mas chamará os proprietários em uma segunda fase, quando poderá ser feito o agendamento do serviço em uma de suas concessionárias. O problema é o mesmo que provocou um recall de mais de 10 mil unidades do Fiat Freemont na última semana. Os dois modelos dividem a mesma plataforma no mercado. Assine o R7 Play e veja a Record online!

Fonte: R7

6 de fev. de 2016

Dafra CityCom S traz mais potência

Dafra CityCom S traz mais potência

A fabricante nacional Dafra anunciou no início desta semana, um lançamento que promete agitar o ramo das motocicletas de pequeno e médio porte. Estamos falando do novo Citycom S que tem previsão de chegada para os próximos dias nas redes de concessionárias da marca. Mas o que esperar dessa novidade? Que tipo de vantagem ela pode trazer? Qual o preço? Quais seus principais acessórios? Quais as novidades no seu estilo? Nas próximas linhas, sanaremos essas e mais algumas dúvidas que você poderá vir a ter sobre essa novidade. Alguns detalhes a respeito ainda não foram divulgados, mas com as informações que dispomos já dá para você ter uma noção do que será. Veja conosco o que esperar do novo Dafra CityCom S!

Como será o motor desse veículo em relação ao da versão anterior?

No motor dessa motocicleta está a sua maior novidade. Ele passará a contar com 27,8 cv a 7.750 rpm e torque de 27,5 Nm a 6.500 rpm. Tais números superam os 23 cv a 7.500 e os 23,5 Nm a 5.500, números que compunham o motor da versão antiga. Além disso, o motor será Over Head Camshaft (OHC) de 278,33 cm², quatro tempos, monocilíndrico e de quatro válvulas.

Quais itens permanecem nessa versão?

Em relação aos itens que já compunham a versão antiga - produzida em 2010 em parceria com a fabricante taiwanesa SYM - e também estão presentes no novo Dafra CityCom S podemos citar os freios a disco FH-CBS – também conhecidos como Full Hidraulic Combined System ou freios combinados de acionamento hidráulico – em ambas as rodas, rodas maiores aro 16, escudo frontal, além de transmissão automática CVT, aquele que possui sistema de relações de marchas variáveis.

E quanto ao preço? Será um bom atrativo?

Em relação ao preço, está estimado em R$ 18.490.

E as cores que estarão disponíveis no mercado?

Você poderá encontrar essa motocicleta nas cores brancas, preto fosco ou então na possibilidade preto brilhante.

Quando elas serão comercializadas?

A expectativa é que o modelo comece a ser encontrado nas concessionárias Dafra a partir da segunda quinzena deste mês. E então, curtiram as novidades? Atrativos não faltam, mas o modelo será capaz de manter a fama de líder no segmento que a Dafra tem? Isso é o que teremos que conferir nos próximos dias.
A Dafra CityCom S passa a contar com 27,8 cv a 7.750 rpm e torque de 27,5 Nm a 6.500 rpm.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos

5 de fev. de 2016

Honda convoca recall de 164 mil carros

Honda convoca recall de 164 mil carros

No início desta semana, a Honda anunciou, para o mercado nacional, a necessidade de reparo em mais de 164 mil unidades da marca. O motivo? Problema nos airbags. Segundo informações da fabricante, é um daqueles casos em que os airbags podem ser considerados como mortais. Algo que tem sido bastante comum com a fornecedora Takata, que, além da Honda, atende a outras montadoras. Por conta de fatos como esse, cerca de 30 milhões de carros já tiveram que passar por tal procedimento em todo o mundo, no que pode ser chamado como o maior recall da história. Nas linhas abaixo, esclarecemos como será feito tal procedimento para que você verifique se está enquadrado na necessidade de recall e em como proceder se for o caso. Veja aqui como será o procedimento de correção dos veículos Honda!

Qual a necessidade de correção?

De acordo com a montadora, os airbags estão apresentando falhas em seu funcionamento.

O que acontecerá se não for efetuado o reparo?

É muito importante que todos os proprietários desses veículos procurem efetuar o recall o quanto antes. O defeito poderá fazer com que os airbags, quando forem abertos, lancem objetos metálicos sobre os ocupantes, podendo ocasionar todos os tipos de ferimentos. Inclusive, alguns bem sérios. Por conta de alguns desses casos que citamos na introdução do texto, já existem 10 casos de mortes relacionadas a esse tipo de defeito no material. O último caso ocorreu em dezembro do ano passado, envolvendo o condutor de uma picape Ford Ranger, nos Estados Unidos.

Veículos convocados

Importante ficar bem atento aos modelos, anos e à numeração dos chassis: Ao todo são 90.939 unidades do Fit, produzidas entre quatro de agosto 2011 e 10 de abril de 2014, com os chassis não sequenciais entre CZ103030 e EZ503439. No caso dos modelos City são 73.237 carros, produzidos de 14 de dezembro de 2011 a 2 de junho de 2014. Nesse caso, os chassis não sequenciais devem ser entre C*209151 a E*307830.   

Como deverá ser realizado o agendamento?

Para os proprietários do City e para os donos do Fit 2012 o agendamento já pode ser providenciado em qualquer concessionária da marca. Os reparos começarão a ser feitos a partir do dia oito deste mês. Para aqueles que possuem o modelo Fit ano 2013 e 2014, o reparo deverá ser agendado a partir do dia 1º de junho, com o recall sendo realizado a partir do dia 29 de julho.
O defeito poderá fazer com que os airbags, quando forem abertos, lancem objetos metálicos sobre os ocupantes.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

Equipe faz pegadinha e dá choque em quem tenta roubar McLaren

Equipe faz pegadinha e dá choque em quem tenta roubar McLaren

Conteúdo em Vídeo
As pessoas que estão passando pela rua e que se deparam com um carrão esportivo todo aberto, com a chave na ignição devem, no mínimo, desconfiar que alguma coisa está acontecendo de diferente naquela situação. E para testar qual seria a reação das pessoas, um grupo de produtores de vídeos para o YouTube resolveu fazer uma pegadinha. Para aguçar a curiosidade e também a cobiça das pessoas, eles colocaram nada menos do que uma McLaren 650S Spider na rua, com sua capota aberta, e ainda por cima deixou a chave do carro na ignição. Mas o que não estava tão aparente assim é que no banco do motorista havia um colar de choque, semelhante ao utilizado para o adestramento de cães.

O colar era acionado por um controle remoto, nas mãos dos produtores do vídeo que estavam, de longe, apenas observando o movimento e acompanhando a reação das pessoas. Como mostram as imagens, diversos não resistiram e acabaram entrando no carro. Mas não conseguiram ficar muito tempo dentro do veículo depois que o choque foi disparado.
Carro foi deixado aberto justamente para testar a reação das pessoas que passam por perto do modelo 650S Spider.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Volvo estreia novo motor no Brasil

Volvo estreia novo motor no Brasil

Para você que é fã da marca Volvo, a empresa sueca começa 2016 anunciando novidades. A Volvo trará para o Brasil novos motores em sua versão esportiva R-Design dos modelos S60, V60 e XC60. A informação foi divulgada no início dessa semana e promete agitar o mercado automobilístico nacional. Essa medida fez parte de uma ação da montadora de implantação de uma nova motorização em seus veículos. Nas próximas linhas, confira um pouco a respeito do que você poderá esperar para essa novidade que a montadora passará a oferecer em território nacional.  Acompanhe o que a Volvo trará de novidade com a adoção da nova motorização aqui no país!

Qual será o novo motor que esses veículos terão?

A versão esportiva R-Design dos modelos S60, V60 e XC60 virá equipada com um motor 2.0 de quatro cilindros e 306 CV da nova família Drive-E. Com essa mudança, a partir de agora, todos os modelos da marca sueca que são oferecidos no país passam a estar de acordo com a nova motorização que foi desenvolvida pela montadora.

O que mudou na prática com essa medida?  

Com essa mudança, os modelos possuem um motor menor que o 3.0 de seis cilindros, originado pela Ford, e que vinha sendo utilizado anteriormente nos R-Design T6. No entanto, o motor de quatro cilindros é uma opção mais moderna e que é capaz de combinar o turbo com um compressor volumétrico, alcançando um desempenho muito parecido em números.

O que teremos comparando o torque e a potência desse motor em relação ao antigo?

O motor que será novidade tem menos torque do que o anterior. Passará de 44,9 kgm para 40,8 kgfm. No entanto, apesar de menos torque ele superará em outro quesito. É ligeiramente mais potente. A potência atual é de 306 cv. O motor do modelo antigo era de 304 cv.

Como será a transmissão desse motor?

Em relação à transmissão também haverá novidades. O novo motor contará com nada menos do que uma transmissão automática Geartronic de oito velocidades. 

Como será o desempenho desses veículos?

Quanto ao desempenho dos automóveis que contarem com esse motor, não tenha dúvidas que vão lhe agradar. Com o motor Drive-E, o S60 será capaz de acelerar de 0 até 100 quilômetros por hora em até 5,9 segundos. No caso da perua V60, em seis segundos, ela alcançará a mesma velocidade. E em relação ao crossover X60, o trajeto de 0 a 100 quilômetros será feito num tempo de 6,9 segundos. E então, o que acha da nova motorização que a Volvo está trazendo? Está de acordo com o que você espera? Se sim, só aguardar, pois dentro em breve poderá ser seu. A fabricante ainda não deu mais notícias a respeito de preços e datas para o início das vendas, mas na medida em que formos tendo mais informações divulgaremos a vocês. Fato é que, para quem está atrás de potência, essa novidade promete ser interessante e deve agitar o mercado nos próximos meses.
A versão esportiva R-Design dos modelos S60, V60 e XC60 virá equipada com um motor 2.0 de quatro cilindros e 306 CV da nova família Drive-E.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

4 de fev. de 2016

Bolloré lançará programa de compartilhamento de carros na Itália

Bolloré lançará programa de compartilhamento de carros na Itália

Para quem ainda não teve nenhuma informação a respeito do assunto, é importante começarmos contextualizando. Vicent Bollore é um bilionário francês que está investindo num novo conceito de mobilidade urbana na Europa. No entanto, a novidade não está necessariamente nisso. Sua intenção é lançar um serviço de carro compartilhado. Como isso funcionaria? Acompanhe conosco neste texto, pois explicaremos por tópicos os principais estudos e como está se desenvolvendo esse projeto que está sendo implantado na Itália. Veja aqui como funciona o programa de compartilhamento de carros que está se desenvolvendo na Europa!

1# - Planejamento inicial



A ideia partiu de uma premissa básica. A redução de custos. Coloque na ponta do lápis os gastos que você tem com um veículo. Nessa planilha anote: as despesas para a compra do veículo, impostos pagos em cima dele, gastos com seguro e também com possíveis reparos que poderão vir a ser feitos. Junte a isso a necessidade de sempre precisar gastar com estacionamentos. Fora o fato de sempre estar precisando procurar lugar para estacionar.

2# - A ideia

A partir de então, Vicent Bollore teve a seguinte ideia: A partilha de carro. Esse planejamento deve ser feito da seguinte forma. Com um aplicativo de celular, você saberá onde está o carro mais próximo para essa finalidade. Você o utilizará para chegar até o seu destino e, em seguida, você deverá deixá-lo estacionado em uma estação de carregamento disponível.  O custo do trajeto será cobrado diretamente no seu cartão de crédito. Interessante não? Funciona como um Uber, um táxi, mas guiado por você mesmo. E com um carro elétrico que deve ser uma tendência para os próximos anos.

3# - Bollore já é pioneiro no assunto

Quando o assunto são os carros elétricos, Bollore já pode ser considerado pioneiro nesse tipo de implantação. Foi a Bollore que criou as baterias de estado sólido que são consideradas mais seguras do que as de íon de lítio que eram tradicionalmente utilizadas. Ela também costuma projetar os seus próprios veículos e os constrói na fábrica que a Peugeot e a Citroen mantém em conjunto, na cidade de Rennes, na França. Seu conversível Bollore Bluesummer é fabricado lá e também fornece o chassi para o novo Citroen Mehari.

4# - Dados sobre o programa

O serviço de compartilhamento de carros de Bollore já vem provando ser muito eficaz na cidade de Paris. Ao todo já possui mais de 10 mil assinantes que utilizam os 3.600 carros que esse serviço de compartilhamento disponibiliza. Agora o programa já começou a ser implantado em Indianápolis e já conta com mais de 500 assinantes em seus dois primeiros meses.

5# - Expansão do programa

Agora o programa está avaliado para ser implantado nas cidades italianas de Roma e Turim. Para o segundo trimestre de 2016, a cidade de Roma deve contar com 150 carros, 70 estações e 200 pontos de carregamento. Está prevista uma expansão para, em dois anos, a cidade contar com mil carros e dois mil pontos de carregamento. Na cidade de Turim, o projeto inicial é de 400 carros e 200 estações até 2018. Também na cidade de Londres , o programa de Bollore já está em conversa com o prefeito da cidade para uma ação envolvendo 1000 carros a longo prazo e que deve começar com 40 já nos primeiros meses desse ano.
Vicent Bollore é um bilionário francês que está investindo num novo conceito de mobilidade urbana na Europa. E agora traz uma novidade à Itália...

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Curiosidades

As picapes que estarão em breve nas ruas brasileiras

As picapes que estarão em breve nas ruas brasileiras

O ano de 2016 tem tudo para se tornar o das picapes. O segmento já começou a se movimentar na reta final do ano passado, com o lançamento da nova geração da Toyota Hilux e da nova Renault Duster Oroch, que inaugurou um novo subnicho dentro da categoria dos modelos com caçamba – com quatro portas e cinco lugares, mas menor que as picapes médias. E esse mercado de picapes vai esquentar ainda mais nos próximos dias, com a chegada da Fiat Toro, que é maior que a Oroch e construída sobre a plataforma do Jeep Renegade.

A Fiat ainda não confirma valores, mas já entrega as versões que estarão disponíveis no comercial leve. Serão duas opções de acabamento, a Freedom e a Volcano. A primeira, de entrada, poderá ser equipada com motor 1.8 flex de 139 cv e câmbio automático de seis marchas ou com um 2.0 turbodiesel de 170 cv acoplado a uma caixa manual também de seis marchas, com opção de tração dianteira ou integral. Já a topo da gama, a Volcano, receberá o mesmo turbodiesel 2.0, mas com transmissão automática de nove velocidades e sempre com tração integral.

Já em relação aos modelos maiores, a Ford promete vender ainda este ano a Ranger reestilizada. O modelo recebeu algumas alterações no visual, mostradas na Tailândia, em março de 2015. Na dianteira, a grade adota o formato hexagonal proposto pela atual assinatura visual da marca, que lembra uma boca. O conjunto óptico foi atualizado – assim como o para-choque – e segue uma forma mais fina. Na traseira, a única alteração perceptível é uma leve modernização na lanterna. O resultado é um aspecto um pouco menos robusto, mas bem mais elegante. Na motorização, permanecem as opções a gasolina e diesel já disponíveis na Ranger vendida por aqui. A gasolina, é o 2.5 litro Duratec de 173 cv – que no Brasil é flex. As versões com propulsor diesel podem receber o 2.2 litros de 150 cv ou o 3.2 litros de 200 cv. A transmissão é automática ou manual de seis velocidades.

A Nissan também deve trazer a nova geração da Frontier este ano para o Brasil, importada do México – posteriormente, provavelmente a partir de 2017, iniciará a produção na Argentina, de onde passará a vir para o mercado nacional. Por enquanto, a picape só é exportada para a América do Sul na versão LE, com o motor 2.3 biturbo diesel de 190 cv associado à caixa manual de seis marchas – com tração traseira ou integral com reduzida e bloqueio de diferencial – ou automática de sete velocidades, sempre com tração integral. A Frontier é recheada de itens que garantem segurança e, principalmente, conforto e entretenimento de carro de passeio. Caso do controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas, controle de cruzeiro, bancos dianteiros com aquecimento, ajuste elétrico do banco do motorista, revestimentos dos bancos em couro, partida sem chave e central multimídia com tela de 5 polegadas. Além disso, o modelo ganhou nova estrutura de longarinas que, segundo a Nissan, acrescenta robustez e tem maior resistência à torção. O comprimento cresceu 3 centímetros, passando de 5,23 metros para 5,26 m, enquanto o entre-eixos caiu 5 cm – era 3,20 m, agora é 3,15 m. A caçamba ficou mais profunda e é possível transportar até 1.118 kg – cerca de 90 kg  a mais que a segunda geração, vendida atualmente no Brasil.

Outras três novas picapes chegarão ao mercado nacional no futuro. Duas delas fruto de uma parceria firmada entre a aliança Renault-Nissan e a Mercedes-Benz. Do acordo, sairão a Renault Alaskan, cujo conceito foi apresentado pela primeira vez no último Salão de Frankfurt, na Alemanha, no ano passado, e o modelo de estreia da Mercedes-Benz neste segmento. Ambas utilizarão a plataforma e a carroceria da nova Frontier, mas com indumentárias diferentes. Na Mercedes-Benz, tudo indica que o nome da picape será Classe X ou, como segunda opção, Classe Z. Além delas, a Hyundai confirmou a produção da sua primeira picape, a Santa Cruz. O conceito foi apresentado no Salão de Detroit do ano passado e já recebeu sinal verde para ser fabricado. O lançamento acontecerá no ano que vem e, posteriormente, tem tudo para disputar espaço no segmento nacional.

Além disso, Ford e Chevrolet estudam a possibilidade de contra-atacarem e lançarem novas picapes com proporções similares às da Fiat Toro. E o utilitário da Renault também receberá câmbio automático e tração integral, ainda indisponíveis no modelo. Já a Toyota Hilux contará com motores flex na nova geração – por enquanto, no Brasil, as versões que rodam com etanol ou gasolina só existem na anterior. Com mais opções em seu line up, 2016 poderá representar o ano da virada para o modelo. Por enquanto, já está na frente da líder há 20 anos consecutivos entre as picapes médias brasileiras, a Chevrolet S10.

Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Divulgação

Carga de expectativas - Picapes se tornam apostas de várias marcas e respondem por algumas das principais novidades de 2016

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Primeiras impressões do Mercedes-Benz GLE 400 4Matic cupê

Primeiras impressões do Mercedes-Benz GLE 400 4Matic cupê

O fato dos utilitários esportivos e dos carros de luxo serem os segmentos que escaparam da queda generalizada nas vendas de veículos no Brasil em 2015 gerou um fenômeno interessante. Nunca foram lançados tantos SUVs de luxo no país ao mesmo tempo. Ao longo de duas semanas, a Audi lançou o grande Q7, importado da Alemanha, e a BMW apresentou o compacto X1 – importado da Alemanha enquanto aguarda a versão “made in Brazil”, produzida na fábrica catarinense de Araquari. Já a Mercedes trouxe logo dois produtos no gênero: o GLC, derivado do médio Classe C,  que vem da Alemanha, e o GLE 400 4Matic cupê, produzido sobre a plataforma do sedã médio-grande Classe E. Esse último – que é produzido exclusivamente no estado norte-americano do Alabama – é uma derivação cupê do “jipão” GLE, que é o sucessor do Classe ML e ainda não é vendido no Brasil.

Quem primeiro arriscou lançar uma mistura de utilitário esportivo com cupê foi a BMW, ao apresentar, em 2009, o X6 – não por acaso, o cupê da marca bávara derivado do SUV X5 é o principal “alvo” do GLE 400 cupê. Definido pela Mercedes em sua “première” mundial como um “crossover” – veículos que mesclam elementos de duas categorias distintas –, “SUV-cupê” foi uma das atrações da marca da estrela de três pontas no Salão de Detroit de 2015 e estreou nos Estados Unidos em julho do ano passado.

Em termos visuais, o novo Mercedes lembra o estilo controverso – mas cheio de personalidade – de seu concorrente X6. São 4,90 metros de comprimento, 2,13 m de largura e 1,73 m de altura. A frente musculosa com a ampla grade de utilitário esportivo, ladeado por faróis em leds com design tridimensional, é arrematada por um perfil bem fluido, característico dos cupês. O caimento na parte posterior do teto leva a uma traseira baixa, com lanternas horizontais de aspecto tridimensional que se estendem até as laterais. A linha de cintura é elevada e os paralamas são generosos, como é normal nos SUVs, mas a área envidraçada é estreita, principalmente na parte posterior – algo típico dos cupês. O “mix” de estilos pode até incomodar os mais conservadores, mas ressalta tanto o aspecto de robustez quanto a aparência dinâmica do modelo.

Por dentro, o GLE 400 4Matic cupê reforça suas vocações esportivas em diversos detalhes. Para “marcar território” e se diferenciar do concorrente X6, o modelo da Mercedes leva cinco passageiros – no BMW, o lugar central do banco traseiro é ocupado por um grande console e por isso o carro só leva quatro pessoas. As padronagens são do mais elevado padrão da Mercedes-Benz e podem ser customizadas, combinando padronagens e texturas a gosto do comprador. Alguns detalhes internos seguem a estética “AMG line”, herdada dos modelos da preparadora esportiva da marca alemã – como bancos e volante em couro e pedais com revestimento em alumínio. No painel, se destaca o grande display de informações – que mais parece um “tablet” de 8 polegadas pendurado no painel. Ele permite ótima visualização do GPS e de diversas outras informações de entretenimento, inclusive um DVD player. O sistema pode ser sincronizado como Apple Car Play – por enquanto, não está disponível para smartphones com sistema Android. O sistema de áudio é um sofisticado Harman Kardon Logic 7. Quando se abre as portas, os espelhos externos projetam uma luz que desenha a marca da Mercedes no chão – algo que remete à “marca do Batman”, projetada nos céus de Gothan City para chamar o “homem-morcego”. O equipamento serve não apenas para permitir que quem entra ou sai do carro veja onde pisa, mas é bastante efetivo também para impressionar quem estiver em torno.

Em termos de conjunto mecânico, o GLE cupê chega apenas na versão 400 4Matic, com tração integral permanente e movida por um motor V6 biturbo de exuberantes 333 cv e 49 kgfm, combinada com uma transmissão automática 9G-Tronic com nove marchas com possibilidade de acionamento manual através de “borboletas” no volante, produzida pela própria Mercedes. A velocidade máxima é limitada eletronicamente em 247 km/h e, segundo a Mercedes, o modelo move seus 2.180 kg da inércia total aos 100 km/h em apenas 5,9 segundos. Acionável através de um botão rotativo o console central, o sistema Dynamic Select combina diferentes configurações de câmbio, motor, painel de instrumentos e a suspensão pneumática Airmatic para oferecer a performance mais adequada a cada situação. São cinco modos disponíveis: Comfort, Slippery – para terrenos com baixa aderência – Sport e Sport+, além do Individual, que permite ao motorista personalizar aos seu gosto todas variações disponíveis. O GLE 400 4Matic cupê vem com sete airbags – dois dianteiros de dois estágios, dois laterais dianteiros, um para o joelho do motorista e dois de cortina.

Os preços do GLE 400 4Matic cupê começam em R$ 415.900 e vão até R$ 425.900 na versão Night, que acrescenta detalhes estéticos em preto de alto brilho – como rodas, barra da grade do radiador e as carenagens dos espelhos. Ou seja, valores próximos ao do rival BMW X6 xDrive 35i, que na versão com entretenimento para os bancos traseiros, sai por R$ 426.950.

Primeiras impressões

Sorocaba/SP - A avaliação do GLE 400 4Matic cupê Night foi feita quase exclusivamente em estradas asfaltadas que ligam as cidades paulistas de Porto Feliz e Sorocaba, em um percurso de cerca de 150 km, entremeada com poucos trechos urbanos. Ou seja, qualquer análise de comportamento “off-road” do novo Mercedes teve que ficar para outra ocasião.
Os cinco modos de direção disponibilizados pelo sistema Dynamic Select permitem atender às diferentes demandas do motorista. No modo Comfort, o modelo se comporta como se fosse um grande sedã de luxo, transmitindo uma sensação relaxante aos ocupantes. A função Slippery é voltada para condições de baixa aderência, como lama, neve ou gelo – em um dia seco e ensolarado, não foi sequer acionada. O modo Sport atrasa as trocas de marchas, enrijece a suspensão e o volante e modifica a configuração do painel, valorizando os instrumentos ligados à performance. E o Sport+ ressalta ainda mais todas essas características, além de introduzir uma acústica mais esportiva nas trocas de marchas e no motor. Ou seja, se o GLE 400 4Matic cupê foi avaliado apenas no asfalto, o certo é que o modelo mostrou ser um “estradeiro” de primeira linha. Aprovado com louvor e recomedável para longas viagens em família. Para superar o tédio, comum em grandes deslocamentos rodoviários, dá ao motorista a chance de alternar momentos de direção tranquila com trechos “com emoção”. De fato, o novo Mercedes é um veículo de múltiplas personalidades.

Ficha técnica

Mercedes-Benz GLE 400 4Matic cupê

Motor: Gasolina, dianteiro, longitudinal, 2.996 cm³, turbo com intercooler, seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro e comando duplo no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial. Acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático de nove marchas à frente e uma a ré. Tração integral. Controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 333 cv entre 5.250 e 6 mil rpm.
Torque máximo: 49 kgfm entre 1.600 e 4 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 5,9 segundos.
Velocidade máxima: 247 km/h.
Diâmetro e curso: 88,0 mm X 82,1 mm.
Taxa de compressão: 10,5:1.
Suspensão: Pneumática Airmatic com sistema de amortecimento continuamente variável. Controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 275/45 R21 à frente e 315/40 R21 atrás.
Freios: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD e assistente de frenagem de emergência.
Carroceria: utilitário esportivo com quatro portas e cinco lugares. Com 4,90 metros de comprimento, 2,13 m de largura, 1,73 m de altura e 2,91 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho para o motorista.
Peso: 2.180 kg.
Capacidade do porta-malas: 650 litros.
Tanque de combustível: 93 litros.
Produção: Alabama, Estados Unidos.
Lançamento: 2015.
Lançamento no Brasil: 2016.
Itens de série: Estofamento em couro Nappa, sistema start/stop, kit de ferramentas, ponteira de escapamento, interior com acabamento da linha AMG, exterior com visual AMG Sport, alarme, banco do passageiro com sensor de peso, ajustes elétricos de quatro vias para lombar, sistema de amortecedores adaptativos, câmara de ré, assistente de estacionamento semiautônomo, bancos esportivos e os frontais com memória, teto solar panorâmico, sistema de aviso perda pressão dos pneus, protetor de cárter, suspensão Airmatic, retrovisores elétricos, central multimídia com GPS, ar-condicionado automático de três zonas, ajuste de altura dos faróis, faróis full led, rodas de liga leve de 5 raios duplos de 21 polegadas, acabamento interno em alumínio, sistema de som Harman Kardon com DVD Player, sensor de alarme nos vidros, acesso e partida do motor sem chave, assistente de atenção, controle de velocidade em descidas, freios adaptativos, controle eletrônico de estabilidade, distribuição eletrônica de força de frenagem, sistema antibloqueio dos freios, controle de tração na aceleração, tração eletrônica em cada roda, assistente de partida na subida, sensor de chuva e volante com borboletas para mudança de marchas.
Preço: R$ 415.900.
Versão Night: Acrescenta barra da grade do radiador, carenagens dos espelhos externos em preto com alto brilho e rodas de liga leve de 5 raios duplos de 21 polegadas com acabamento em preto.
Preço - Versão Night: R$ 425.900.

Autor: Luiz Humberto Monteiro Pereira (Auto Press)
Fotos externas: Luiz Humberto Monteiro Pereira/Carta Z Notícias

Coquetel de estilos - Combinar os atributos de SUVs e cupês é o atrativo do Mercedes-Benz GLE 400 4Matic cupê

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

3 de fev. de 2016

Teste do novo Audi Q7

Teste do novo Audi Q7

A Audi não chegou ao topo do mercado brasileiro à toa. Além da produção nacional iniciada com o A3 sedã, a marca procura maqnter uma alta frequência de lançamentos – a promessa é de mais de um por mês até junho. E, principalmente, ampliar o line up no país com verdadeiras joias tecnológicas para seus showrooms. É nesta última função que se enquadra a nova geração do SUV médio-grande Q7. Além de atuar no segmento que mais cresce no país, o de utilitários esportivos, o modelo concentra quase tudo que de melhor tem a fabricante a oferecer.

Para começar, a Audi conseguiu uma significativa redução de peso: são 325 kg a menos que a primeira geração, de 2005, graças à utilização de materiais mais leves. As dimensões também são ligeiramente menores. São 3,7 centímetros a menos no comprimento e 1,5 cm na largura. No total, são 5,05 metros de comprimento, 1,97 m de altura, 1,74 m de largura e 2,99 m de distância entre-eixos. A promessa é de um SUV cerca de 28% mais econômico. O aumento da eficiência vem também de um sistema start/stop evoluído, que já desliga o motor quando o carro atinge uma velocidade inferior a 7 km/h. O novo visual não chega a ser ousado, mas é mais elegante que o de antes. A grade dianteira tem grossos frisos cromados que se alinham aos faróis. A lateral, de farol a lanterna, é marcada por um grande vinco. A traseira ganhou lanternas horizontalizadas, que aumentam visualmente a largura do modelo. No interior, o Q7 adota o virtual cockpit já presente no cupê TT, com tela de 12,3 polegadas personalizável, complementado por um head up display. Os sofisticados bancos revestidos em couro podem receber quatro tonalidades diferentes: preta, cinza, bege ou marrom. Na frente, todos os ajustes são elétricos.

A lista de gadgets é extensa: ar-condicionado automático de quatro zonas, iluminação interna em leds, central multimídia MMI com sistema de voz, navegação GPS, Bluetooth, acesso à internet e sistema de som Bose. Assim como acontece com entradas USB, uma idiossincrasia germânica impede que a tela de 8,3 polegadas seja touch. Em vez disso, há um arcaico touchpad à frente da alavanca do câmbio, onde se pode desenhar letras com os dedos. Entre itens de série e opcionais, o Q7 pode ter alerta de desembarque, terceira fileira de bancos com acionamento elétrico, suspensão pneumática adaptativa e até eixo traseiro dinâmico, que esterça eletricamente as rodas em até 5º.  O trem de força é composto pelo novo 3.0 TSFI de 333 cv de e 44,9 kgfm de torque, sempre acompanhado pelo sistema de tração integral Quattro e câmbio automático de oito velocidades. O preço inicial parte de R$ 399.990, mas com todos os opcionais juntos, o Q7 pode chegar a R$ 489.490. Definitivamente, não se trata de um carro que será visto em qualquer rua brasileira. E a Audi sabe disso, tanto que espera comercializar apenas 150 unidades até o final do ano, ou seja, em média 13 unidades por mês.

Ponto a ponto

Desempenho – A nova geração do Q7 é equipada com um poderoso 3.0 V6 de 333 cv. Não falta força em nenhum momento. Basta pisar com vontade o acelerador para que o carro reaja e ganhe vigor e aceleração. São 250 km/h de velocidade máxima limitados eletronicamente e o zero a 100 km/h de apenas 6,1 segundos. Nada mau para um SUV médio-grande com cerca de duas toneladas. Nota 10. Estabilidade – Mesmo com suas dimensões avantajadas, o Q7 se destaca pela absoluta neutralidade nas curvas. A tração integral Quattro faz com que as quatro rodas mantenham sempre a aderência e nada parece ameaçar o modelo. Mesmo em velocidades altas, não há qualquer sensação de insegurança. A direção não pede correções e o Q7 se comporta como se andasse sobre trilhos. Nota 10. Interatividade – O interior é muito bem resolvido nesse sentido. A alavanca da transmissão é menor que a de outros modelos da marca alemã e encaixa bem na mão do motorista. O condutor conta com o cockpit virtual e head up display. A terceira fileira opcional de bancos tem acionamento elétrico e o porta-malas se abre por um sensor de movimento sob o para-choque quando a chave está próxima. A adoção farta de saídas de ar melhora a climatização da cabine. Em vez de uma tela touch, a central multimídia traz como interface comandos vocais ou um nada prático touchpad. Nota 9.

Consumo – Segundo o InMetro, com esta motorização, o Audi Q7 obteve médias de 6,7 km/l na cidade e 7,9 km/l na estrada, o que deu a ele nota E no segmento e E no geral. Nota 4. Conforto – O espaço é suficiente para levar cinco ocupantes – a unidade testada não tinha a terceira fileira de assentos – e os bancos são extremamente confortáveis. A suspensão filtra com eficiência os desníveis do solo e o isolamento acústico impressiona. O ar-condicionado resfria rapidamente o habitáculo e, de maneira geral, o ambiente é bem aconchegante. Nota 9. Tecnologia – O trem de força é moderno e não faltam itens tecnológicos no interior. O modelo já traz o novo cockpit virtual da Audi e head up display. A iluminação interior é full led e o sistema de aúdio é Bose, com amplificador de 558 watts com 15 canais e 19 alto-falantes. O start/stop é inteligente – desliga o motor antes da parada do veículo – e, completo, o Q7 pode ter sensor de ponto cego, alerta de desembarque, assistente de visão noturna, sensor de tráfego cruzado traseiro para saída de vagas, assistência de farol alto, câmara 360º e eixo traseiro dinâmico, entre outros. Nota 9.

Habitabilidade – O acesso ao carro é facilitado pelo excelente ângulo de abertura das portas e pelo sistema de travas e partida do motor sem chave. São 2,99 metros de distância entre-eixos, ou seja, o espaço interno é farto. Há uma terceira fileira de bancos opcional que é posicionada eletricamente em divisão 50/50. O porta-malas recebe 295 litros com sete lugares disponíveis e prontos para uso, 890 litros com cinco e, com a segunda fileira de bancos rebatida, na versão de cinco lugares, sobram 2.075 litros. Nota 10. Acabamento – O carro é bem sóbrio, mas extremamente elegante. O padrão é semelhante ao utilizado na linha A8, a mais luxuosa do line up da marca alemã. O interior mistura materiais nobres como couro – com quatro opções de cores –, alumínio escovado e plásticos de boa textura. Tudo de muito bom gosto, com encaixes perfeitos e toque suave. Nota 9. Design – O Audi Q7 ficou menor 4 centímetros no comprimento e 1,5 cm na largura. A grade dianteira trapezoidal possui detalhes cromados, que se alinham aos faróis. Os novos vincos laterais começam no conjunto ótico e chegam até a ponta da lanterna, remodelada, que transmitem ar de robustez, assim como as linhas horizontais na parte traseira, com as duas saídas duplas de escape. Nota 8.
Custo/Benefício – A Audi pede R$ 399.990 pelo Q7, mas os pacotes de opcionais custam entre R$ 7.500 e R$ 32 mil. Completo, pode chegar a quase R$ 490 mil. Um BMW X5 xDrive 35i 3.0 V6 de 306 cv parte de R$ 394.950, a Mercedes-Benz GLE, animada por um motor 3.0 V6 biturbo diesel, começa em R$ 332.900, e um Volvo XC90 Inscription, com propulsor 2.0 de 320 cv, custa R$ 363 mil com mais aparatos tecnológicos que o Q7 – é recheado de tecnologias de direção semiautônoma. Diante do concorrente sueco, preço definitivamente não é o forte do Audi Q7. Nota 5. Total – O Audi Q7 somou 83 pontos em 100 possíveis.

Primeiras impressões

Atibaia/SP – À primeira vista, a impressão que se tem é de que o Audi Q7 é menor que os SUVs médio-grandes concorrentes. Até houve uma redução de medidas em relação à primeira geração, mas muito sutil. Talvez contribua para essa ideia o fato das linhas serem mais harmônicas e, apesar de expressar certa robustez, são extremamente elegantes. Mas, na verdade, trata-se apenas de uma impressão de que é menor. Basta entrar no modelo para perceber claramente isso.  O interior esbanja espaço para pernas, ombros e cabeça. Os bancos são muito confortáveis e, na frente, os ajustes elétricos – com memória para motorista – facilitam a busca pela posição mais cômoda. O painel central não é entupido de comandos e todos os materiais usados expressam um nível superior de qualidade e muito bom gosto. A alavanca do câmbio pode causar algum estranhamento e não só pelo formato reduzido. Para parar o veículo, a posição “P” é dada ao pressionar um botão. Alguns distraídos podem se confundir e engatar a ré por engano, mas é muito fácil se acostumar com a novidade. Aliás, o comando se mostra até bem mais prático.
Em movimento, o Q7 impressiona. O propulsor 3.0 V6 de 333 cv – o mesmo adotado no A7 reestilizado, já à venda no Brasil – se mostra vigoroso em qualquer faixa de rotação ou modo de direção. Mas é no mais esportivo que ele se destaca, obviamente. Basta pressionar o pedal do acelerador para que o SUV médio-grande se desloque com uma força surpreendente. E a sensação de segurança é plena. Nas ruas, a impressão é de se estar ao volante de um sedã esportivo, tamanha a desenvoltura do Q7.  Mesmo em velocidades superiores e curvas acentuadas, a estabilidade é um ponto a favor. A direção se mantém firme e o modelo consegue, sem grande esforço, seguir o trajeto apontado pelo condutor. Outra característica do Q7 é a robustez em trajetos de terra, com lama e esburacados. A tração integral Quattro, típica da fabricante das quatro argolas, faz um trabalho exemplar ao se acionar o modo “off-road”. Desde uma viagem de família ou um passeio mais aventureiro, o maior SUV da Audi parece estar pronto para qualquer terreno.

Ficha técnica

Audi Q7

Motor: A gasolina, dianteiro, longitudinal, 2.995 cm³, seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro e sobrealimentado por turbocompressor com intercooler. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico.
Potência máxima: 333 cv disponíveis entre 5.500 e 6.500 rpm.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 6,1 segundos.
Velocidade máxima: 250 km/h, limitada eletronicamente.
Torque máximo: 44,9 kgfm entre 1.250 e 5 mil rpm. 
Transmissão: Câmbio automático de oito velocidades à frente e uma a ré. Tração integral. Controle eletrônico de tração. 
Diâmetro e curso: 84,5 mm x 89,0 mm.
Taxa de compressão: 10,8. 
Suspensão: Dianteira e traseira de cinco braços. Controle de estabilidade de série e suspensão adaptativa a ar e eixo traseiro dinâmico opcionais.
Pneus: 285/45 R 20.
Freios: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD. 
Carroceria: Utilitário esportivo em monobloco com quatro portas de cinco lugares (sete lugares opcionalmente). Com 5,05 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,74 m de altura e 2,99 m de distância entre-eixos. Airbags frontais e laterais.
Peso: 1.970 kg. 
Capacidade do porta-malas: 890 litros, podendo chegar a 2.095 litros com o rebatimento dos bancos traseiros.
Capacidade tanque de combustível: 85 litros. 
Itens de série: Ar-condicionado de quatro zonas, direção elétrica, acesso e partida do motor sem chave, saídas de ar em todo o painel central, tela MMI de 8,3 polegadas de alta resolução eletricamente retrátil e que espelha celulares Android e IOS, virtual cockpit com painel TFT digital de 12,3 polegadas, head-up display, sistema de som Bose 3D, acionamento do porta-malas com movimentação das pernas, start/stop 2.0 que desliga o motor antes das paradas – a 7 km/h –, faróis de xenon com luzes diurnas em leds, lanternas em leds, bancos dianteiros com ajustes elétricos e memória para condutor, seis modos de direção, assistente de atenção, hold assist e limitador de velocidade ajustável.
Preço: R$ 399.990.

Opcionais

Opcional 1: Pacote Tecnológico, com eixo traseiro dinâmico, night vision e faróis full led: R$ 32 mil.
Opcional 2: Pacote Side Assist, com sensor de ponto cego, assistente de desembarque e de tráfego reverso: R$ 7.500. 
Opcional 3: Terceira fileiras de banco: R$ 20 mil.
Opcional 4: Suspensão adaptativa a ar: R$ 30 mil.
Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Márcio Maio/Carta Z Notícias e Divulgação

Presença em cena - Novo Audi Q7 ganha design mais elegante, desempenho mais feroz e abusa da tecnologia

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Ford divulga vídeo do Sync 3

Ford divulga vídeo do Sync 3

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A Ford divulgou nesta semana um vídeo que apresenta algumas das principais novidades do novo sistema SYNC 3. A terceira geração da tecnologia deste sistema de conectividade que acabou se tornando líder na indústria, reunindo recursos como o celular, a navegação, entretenimento e também diversos aplicativos que trazem recursos para os motoristas e também para os passageiros. Uma das grandes novidades desta nova versão do sistema é o ganho de uma nova tela que aceita os mesmos tipos de comandos utilizados em smartphones, por exemplo. A Ford afirma que in vestiu pesado na simplicidade de uso do sistema de um modo geral, fazendo com que mesmo as pessoas que estão tendo contato pela primeira vez com a tecnologia não tenham grandes dificuldades.

O sistema também ganhou suporte para novos comandos de voz, especialmente para acesso aos arquivos de música, o que torna o processo de mudar de faixa, mudar de algum, baixar e diminuir volume muito mais fácil. A tela inicial do SYNC 3 também ganhou uma limpeza geral, deixando espaço para os apps que os motoristas costumam utilizar com mais frequência. 
Nova tecnologia exige um padrão de conectividade.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Quem é mais forte: Carro de F1 ou Equipe de Rugby?

Quem é mais forte: Carro de F1 ou Equipe de Rugby?

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A Red Bull decidiu fazer um teste um tanto quanto inusitado. Afinal de contas, o que aconteceria se colocasse, de um lado, um carro de F1 e do outro lado um time de Rugby, e ambos disputassem um teste de força? A ideia era basicamente testar qual seria o desempenho do carro ao tentar empurrar uma verdadeira parede de músculos.

O piloto convidado para participar do teste foi Daniel Ricciardo, e o modelo testado foi um RB8 2012. Para garantir a segurança dos jogadores de Rugby, foi criado um mecanismo para que houvesse a possibilidade de empurrar mas sem causar danos. E parece que a disputa acabou terminando em um incrível empate. É a força da máquina sendo testada contra a força humana!
Vídeo apresenta resposta para este teste maluco.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

BMW C 600 Sport revela problemas nos freios

BMW C 600 Sport revela problemas nos freios

A BMW anunciou na semana passada a necessidade de fazer recall das scooters C 600 Sport por conta de possibilidade de problemas nos freios. A fabricante já prepara o recall dos modelos que são de fabricação de período entre abril de 2013 e janeiro de 2015. Nas próximas linhas, explicaremos melhor como funcionará o procedimento e o que os proprietários das motocicletas deverão fazer para providenciar os devidos reparos.

Como será o processo de recall da BMW C 600 Sport?



1# - Qual o motivo do recall?

De acordo com informações que foram divulgadas pela fabricante, há a possibilidade de que os tubos flexíveis do freio dianteiro da moto estejam desgastados. Isso teria ocorrido por conta do atrito desse tubo com a suspensão dianteira.

2# - O que isso poderá ocasionar?

Com isso, poderão ocorrer vazamentos de fluídos do freio que, consequentemente, comprometerão a capacidade de frenagem da roda dianteira. Isso exigirá um tempo e uma distância maiores para que seja feita a frenagem total da motocicleta. Obviamente, como você já pode imaginar, o risco de acidentes sérios e frequentes será muito maior.

3# - Quais veículos precisarão passar pelo procedimento?

Tratam-se das motocicletas com os seguintes chassis (não sequenciais): C 600 Sport – de ZZ51928 até ZZ55652

4# - O que precisará ser feito?

Agora, a fabricante organiza uma convocação desses veículos para agendar uma inspeção técnica com um concessionário autorizado, fazendo a análise do tubo flexível dianteiro e, a partir do que ficar constatado nessa inspeção, serão realizadas substituições de forma totalmente gratuita.

5# - A partir de quando o recall deverá ser realizado?

A convocação está prevista para iniciar a partir de 15 de fevereiro deste ano.

6# - Quanto tempo será gasto para a realização dessa inspeção e da troca do tubo flexível, quando necessário?

A BMW estima que, no total, sejam gastos aproximadamente 30 minutos para a realização da inspeção e, ficando constatada a necessidade de reparo, mais cerca de 60 minutos.

7# - Para mais informações

Para quem precisar de mais esclarecimentos poderá obter entrando em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da BMW Group Brasil pelo telefone 0800 707 3578. O serviço está disponível da 2ª a 6ª feira, das 8 às 19 horas. Outro meio de contato com a fabricante é por meio do site da montadora. O endereço é www.bmw-motorrad.com.br
A fabricante já prepara o recall dos modelos que são de fabricação de período entre abril de 2013 e janeiro de 2015.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

2 de fev. de 2016

GM prepara novo conceito 1.0 turbo para Genebra

GM prepara novo conceito 1.0 turbo para Genebra

A General Motors anunciou no final de janeiro que virá com uma grande novidade para o Salão de Genebra que ocorrerá no mês de março deste ano. Trata-se do Opel GT Concept, um esportivo com motor 1.0 de três cilindros e que promete uma aceleração de 100 quilômetros por hora em menos de oito segundos. Depois do sucesso do Monza Concept, em 2013, a fabricante traz agora um novo conceito em automóvel esportivo que resgatará um ícone do passado com um visual totalmente moderno. Nas próximas linhas, falaremos um pouco mais a respeito do que já foi anunciado sobre ele.

Principais características do Opel GT Concept



1# - História

Talvez você esteja se perguntando por que falamos que resgatará um ícone do passado. Para quem não sabe, o nome Opel GT é o mesmo que, em 1965, a empresa atribuiu a um estudo que realizou. Anos depois, o modelo foi fabricado com base no Kadett B. De todo modo, importante deixarmos bem claro que, fora o formato do capô, a falta de tampa no porta-malas e a saída dupla de escapamento no centro, esse novo Opel GT tem muito pouco que lembre o seu antepassado.

2# - Motor

Assim como ocorre no corvette, esse modelo possui um motor dianteiro central 1.0 e de 3 cilindros. Tudo isso equipado com turbo e feito em alumínio. Além disso, seu propulsor também é inspirado em modelos como o Corsa e Astra que são comercializados na Europa.

3# - Velocidade

Segundo a fabricante, o motor 1.0 é capaz de desenvolver aproximadamente 145 cv. Estima-se que tal potência faz com que o novo automóvel seja capaz de atingir de 0 a 100 km/h em até oito segundos.

Isso ocorre também por conta do baixo peso desse brinquedinho. Nada que ultrapasse 1000kg. A velocidade do veículo poderá chegar até 215 km/h.

4# - Visual

Conforme falamos, o visual não remete muito ao retrô, apesar do nome que faz total referência a um veículo antigo. A ideia é bem moderna atingindo seu ápice estético com a fusão da porta com as janelas. Além disso, a primeira vista, você também estranhará a falta de algo muito comum. A maçaneta. A porta é aberta de maneira eletrônica, com o toque na linha vermelha que acompanha o teto. Outro fator interessante, mas que já não se trata de uma novidade está na ausência de retrovisores, dando lugar às câmeras integradas, disponibilizando imagens no painel do motorista. Esse veículo é do tipo que aguça a curiosidade dos apaixonados por automóveis. Além do bom arranque, o visual é chamativo e renderá olhares de curiosos quando estiver circulando pelas ruas.
Depois do sucesso do Monza Concept, a fabricante traz agora um novo conceito em automóvel esportivo que resgatará um ícone do passado: o Opel GT.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

1 de fev. de 2016

Ferrari faz vídeo em homenagem ao Oriente Médio

Ferrari faz vídeo em homenagem ao Oriente Médio

Conteúdo em Vídeo
A Ferrari divulgou um vídeo que traz uma grande homenagem ao Oriente Médio e suas paisagens exuberantes. O filme, que foi intitulado de “Deserto Rosso”, também é considerado estratégico para a marca, uma vez que os mercados árabes são considerados de fundamental importância para as marcas de carros de luxo.

As imagens realmente são impressionantes e mostram dois modelos California T, correndo por um cenário impressionante desértico, com suas dunas de areia imponentes e com uma fotografia muito interessante, que remete as produções de Hollywood. De acordo com as informações que forma divulgadas pela marca, as imagens foram feitas em Dubai. 
“Deserto Rosso” apresenta imagens impressionantes dos carros no deserto.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos