18 de fev. de 2016

Confira mais detalhes da Ferrari Lusso

Confira mais detalhes da Ferrari Lusso

Conteúdo em Vídeo
Convidados e imprensa conseguiram conferir, em primeira mão, ângulos diferentes da nova Ferrari GTC4Lusso. O local escolhido para apresentar o carro foi o Lago Como, na Itália. Este é o modelo lançado que vai substituir a antiga FF. O vídeo acaba marcando a segunda aparição do carro. O novo modelo da Ferrari deverá ser lançado oficialmente durante o Salão de Genebra, que abre suas portas no dia 31 de março. Por enquanto, a empresa está fazendo bastante mistério sobre as configurações e também as características do veículo. Mas algo que já se tornou público é o motor que estará disponível neste carro, que será um 689 cv, substituindo o antigo motor da FF de 659 cv.

Em termos de espaço, a nova Ferrari terá uma configuração que permite com que quatro pessoas andem no carro ao mesmo tempo. Além disso, o veículo também deverá contar com um kit multimídia, com display de 7 polegadas. 
Imagens foram captadas durante um evento vip na Itália.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Auto Papo - Embreagem na partida?

Auto Papo - Embreagem na partida?





Pisar bem fundo no pedal da embreagem na hora da partida é até obrigatório em alguns carros, veja o caso do Hyundai HB20. O costume tem mais de uma vantagem, confira no Auto Papo.    embreagem.mp3   Crédito da imagem: WikiHow/Reprodução

Fonte: R7

Mercedes Classe E ganha motor 2.0 e turbodiesel

Mercedes Classe E ganha motor 2.0 e turbodiesel

Aparecendo pela primeira vez no Salão de Detroit, a nova Mercedes Classe E mostrou que chegará com uma nova opção de motor, um turbodiesel 2.0 que em breve deverá ser comercializado. Para mais informações sobre a novidade da montadora alemã continue lendo. Separamos para você todas as características do lançamento.

O que muda

O novo motor turbodiesel 2.0 chega ao mercado para substituir o antigo 2.1 que equipava a linha da montadora alemã.  Segundo o que foi divulgado pela Mercedes, a novidade será cerca de 13% mais eficiente do que a versão anterior. Além disso, o motor virá quase 35 kg mais leve, mais compacto e também irá gerar menor nível de ruídos e de vibração, tudo graças às novas tecnologias que foram utilizadas no seu desenvolvimento.

A nova versão 2.0 chega com 194 cv, que se contrapõem com os 170 cv do modelo anterior, e torque máximo de 40,8 kgfm. Para acompanhar o motor, o modelo deverá vir equipado com transmissão automática de nove velocidades. Com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e velocidade máxima de 240 km/h, o novo motor também chega econômico. Segundo o que foi divulgado, o consumo médio de gasolina do modelo é de 25,6 km/l. De série o modelo contará com suspensão de amortecimento convencional, mas oferecerá três opções personalizáveis de Direct Control com amortecimento adaptativo. A Comfort, a  Avantgarde, que se caracteriza por ser confortável, rebaixada 15 mm e ter um comportamento mais desportivo, e a Sport, que conta com amortecimento adaptativo e também é rebaixada 15 mm.

Interior

Com mudanças também no interior, o novo Mercedes Classe E promete oferecer em seu acabamento interno uma qualidade de referência, utilizando materiais nobres como madeira e pele. No painel de instrumentos digital o motorista poderá escolher entre três ambientes: Classic, Sport e Progressive. Além disso, o novo modelo ganha os estreantes botões Touch Controls sensíveis ao toque.

Também inéditas, as duas telas de alta resolução com 12,3’’ cada, podem se juntar e serem utilizadas como uma única tela panorâmica. Como equipamentos opcionais aparecem as luzes de LED para compor integralmente a iluminação interior do veículo. As luzes opcionais contam com 64 escolhas de cores. Também como pacote extra, aparece o Heat Comfort, outro estreante na categoria. Ele é composto de bancos e apoios de braço – tanto os de porta quanto o central – com sistema de aquecimento.

Preço

Segundo o que foi divulgado pela montadora alemã, o novo Mercedes Classe E 220d começará a ser comercializado na Alemanha pelo valor de 47.124 euros, o equivalente a R$ 209.551,00 em conversão livre, sem levar em conta os impostos e os custos de importação. Ainda não foram divulgadas datas de início de vendas no Brasil e nem se a nova versão do já conhecido Classe E chegará a desembarcar em terras brasileiras. Resta esperar novas informações serem divulgadas pela montadora alemã. Até lá é admirar as imagens que foram divulgadas até agora.
Com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e velocidade máxima de 240 km/h, o novo motor também é econômico.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

17 de fev. de 2016

Renegade é lançado na Argentina com motor 1.8 16V

Renegade é lançado na Argentina com motor 1.8 16V

Na última segunda-feira (15), a Jeep divulgou que o seu mais novo modelo, o Renegade – que já é comercializado no Brasil – começará a ser vendido no nosso país vizinho, a Argentina. O lançamento era muito aguardado há tempos pelos nossos hermanos argentinos. Por enquanto, a montadora divulgou o lançamento e a pré-venda de apenas uma versão do modelo, a Sport, que é equipada com um motor a gasolina 1.8 16V que chega acompanhado de um câmbio manual de cinco marchas. O motor promete entregar 129 cavalos de potência e torque máximo de 17,2 kgfm. As versões top de linha e mais equipadas, com opções de câmbio automático e tração integral só serão comercializadas no país posteriormente e ainda não foram anunciadas. Na Argentina o Renegade chega para concorrer com outras opções já existentes no mercado vizinho, como o EcoSport, da Ford, o 2008, da Peugeot, e a HR-V, da Honda.

O preço, porém, chegou um tanto quanto salgado e nem tanto acessível. O Jeep Renegade, que é produzido no complexo da FCA em Goiana, PE, já pode ser reservado por nossos vizinhos pelo valor de 398.700 pesos. Isso é o equivalente a R$ 107,5 mil, em conversão direta.

Versão argentina x versão brasileira

Lançado e fabricado no Brasil desde o ano passado, o Renegade desembarca apenas agora em terras argentinas. A versão Sport, única disponível em nosso vizinho hermano, conta com lista de equipamentos bem semelhante a do brasileiro. Ela possui airbag duplo, controle de estabilidade, frenagem de emergência e Isofix, entre muitos outros. Por aqui ele disputa mercado lado a lado com a concorrente da Honda, a HR-V.

Porém, a grande diferença fica no preço: enquanto em terras brasileiras a versão 1.8 Sport manual custa R$ 74.990, lá fora ela irá custar o equivalente a R$ 32.510 a mais. Além disso, o mercado brasileiro com uma variedade muito maior de opções do Jeep, que já caiu no gosto da população. Confira as versões disponíveis por aqui:
  • 1.8 → Mais básica, é oferecida por R$ 68.990. Conta com motor 1.8 Flex de 132 cv, câmbio mecânico de cinco marchas e controle de estabilidade.
  • Sport 1.8 MAN → Mesma que será oferecida na Argentina, custa R$ 74.990. É equipada com motor 1.8 Flex de 132 cv, câmbio manual de cinco marchas e áudio Uconnect com seis autofalantes, Bluetooth e USB.
  • Sport 1.8 AUT → Conta com as mesmas opções anteriores, além de um câmbio automático de cinco marchas. Custa R$ 81.990.
  • Sport 2.0 AUT → Equipado com motor 2.0 turbodiesel, câmbio automático de nove marchas e áudio Uconnect. Por R$ 105.990.
  • Longitude 1.8 AUT → Com motor 1.8 Flex, câmbio automático de seis marchas, tem detalhes diferentes no visual. R$ 88.490.
  • Longitude 2.0 AUT → Conta com motor 2.0 turbodiesel e câmbio automático de nove marchas. R$ 117.990.
  • Limited Edition → Com motor 1.8 Flex, câmbio automático de seis marchas, banco de couro, multimídia, rodas de liga leve e teto pintado de preto. R$ 95.490.
  • Trailhawk → Conta com motor 2.0 turbodiesel, câmbio automático de nove marchas, tração 4x4 e selo Trail Rated. Por R$ 127.990.

O preço, porém, chegou um tanto quanto salgado e nem tanto acessível: ele já pode ser reservado por nossos vizinhos pelo valor de 398.700 pesos.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Mercado

Teste da nova picape Fiat Toro

Teste da nova picape Fiat Toro

A Toro é um animal difícil de definir. A nova picape da Fiat tem estrutura em monobloco, como os carros de passeio, divide a plataforma com o SUV compacto Jeep Renegade, mede quase 5 metros mas tem uma versão flex que carrega apenas 650 kg, como se fosse uma picape compacta. Mas também tem uma versão diesel, que transporta uma tonelada, o que a torna oficialmente uma picape média. Na apresentação do veículo, foi pedido aos executivos da marca que traçassem o perfil do público-alvo do novo carro. Ninguém soube dizer exatamente quem a Toro vai atrair. A Fiat, no entanto, tem certeza de que vai atrair. E muito. Primeiro pelo tamanho. Ela é menor que as atuais picapes médias, tem mais espaço na cabine e na caçamba que as compactas. Depois pelo conteúdo. Desde a versão básica, a Toro chega bem completa.

Os preços da Toro se equilibram exatamente entre os das picapes compactas e os das médias. Ela chega em duas versões e cinco configurações. A topo é a Volcano, que vem com motor 2.0 turbodiesel, tração 4X4 e câmbio automático de nove marchas. Ela vem bem completa e custa R$ 116.500. Todas as outras quatro configurações são da versão Freedom. Ela começa com motor flex 1.8 de 139 cv e câmbio automático de 6 marchas a R$ 76.500. Para o lançamento, a Fiat criou a Opening Edition, que é a Freedom flex com vários itens adicionais. Ela custa R$ 84.400 – R$ 7.900 a mais – e inclui rodas de liga aro 16, faróis de neblina, capota marítima, sensor de chuva e de luminosidade e sistema multimídia com tela de 5 polegadas, entre outros. As outras duas configurações da Freedom trazem o mesmo conteúdo da Freedom de entrada, mas têm motorização diesel e câmbio manual de seis marchas. A 4X2 custa R$ 93.900 e a 4X4, R$ 101.900.

Todo o projeto da Toro foi desenvolvido no Brasil e atendeu a intenção da Fiat de valorizar a marca e trabalhar com modelo de segmentos superiores – como já aconteceu em pequena escala com o SUV Freemont. Por isso mesmo, houve uma preocupação de embarcar uma boa dose de eletrônica no modelo – ela conta com controle de estabilidade e de tração e hill holder, por exemplo. Mas onde esta intenção fica mais evidente é mesmo no design, com linhas bem marcadas e modernas. A perspectiva da marca é vender pouco mais de 4 mil unidades por mês ou 50 mil por ano – 65% delas de versões diesel. Essa performance deixaria a Toro acima de Chevrolet S-10 e Toyota Hilux – em 2015, elas venderam menos de 34 mil unidades cada.

Ponto a ponto

Desempenho – Os motores da Fiat Toro são basicamente os mesmos que animam de forma bastante eficiente o Jeep Renegade. Só que o pequeno SUV tem quase 200 kg a menos que a picape. O resultado é que tanto a motorização flex quanto a diesel movimentam a Fiat Toro de forma bem parcimoniosa. Nem os 7 cv a mais do motor 1.8 EVO – chega agora a 139 cv – livram a Toro da relação peso/potência desfavorável, de 11,6 kg/cv. Nas versões diesel, o bom torque de 35,7 kgfm ainda dá uma boa disposição ao utilitário, mas o ganho de velocidade não impressiona. Nota 7. Estabilidade – A sensação de “carro de passeio”, tão propalada pela Fiat para valorizar as qualidades de sua nova picape, é real. A Toro se movimenta como se a caçamba não existisse, tal a rigidez estrutural e a eficiência do conjunto suspensivo – McPherson na frente e multilink atrás. Não há rolagem lateral mesmo em curvas mais forçadas e a neutralidade em retas é absoluta. A tração integral das versões mais caras é capaz de transferir, on demand, até 50% do torque para as rodas traseiras e melhoram ainda mais a equação. Nota 9. Interatividade – Desde o conceito, o sistema Uconnect se mostra uma interface bastante eficiente entre motorista e carro. Na Toro, tudo pode ser controlado pelo volante multifuncional em conjunto com os comandos vocais. O que compensa em parte a timidez da tela touch de apenas 5 polegadas no console central. No centro do painel de instrumentos, uma tela TFT configurável pode trazer informações do computador de bordo, do sistema de som, do telefone e do GPS. Na condução, os dois câmbios automáticos podem ser trabalhados de forma sequencial tanto diretamente na alavanca quanto nos paddles shifts atrás do volante. Nas versões superiores, há sistema para acionamento do motor e do ar-condicionado remotamente, sem destrancar o veículo, e chave presencial com ignição por botão. Nota 9.

Consumo – Segundo o InMetro, a versão flex fez na cidade 5,8 km/l com etanol e 7,4 km/l com gasolina. Na estrada os números sobem para 8,3 e 10,5. Não é um mal resultado para um carro de 1.600 kg. Tanto que esse desempenho rendeu à Toro o índice A na categoria picapes – motorizações diesel não entram no programa de etiquetagem da entidade. Nota 7. Conforto – A Toro transita entre as picapes compactas e as médias. Na prática, isso significa que tem bom espaço longitudinal, para pernas e joelhos, e pouco espaço transversal, para os ombros. Em suma: quatro ocupantes ficam muito bem acomodados, mas um quinto personagem deve ser reservado apenas para trajetos rápidos. A suspensão, que tem um bom compromisso com a estabilidade, filtra muito bem as irregularidades e ajuda no ótimo isolamento acústico do veículo. Nota 8. Tecnologia – O pacote eletrônico da Toro é bem completo mesmo na versão de entrada, Freedom 1.8. Traz um ABS moderno, com recursos como controle de estabilidade e de tração e assistência em aclives. Tem ainda direção elétrica, sensor traseiro, sistema de som com Bluetooth e controle de cruzeiro, além de luzes diurnas e lanternas em led. Nas versões mais caras, os recursos vão se ampliando, principalmente em relação ao conforto. Enquanto os motores não são os mais modernos – embora o Multijet diesel seja muito eficiente –, a plataforma, compartilhada com o Jeep Renegade é bem evoluída. Nota 8.

Habitabilidade – A altura da Toro dificulta um pouco o acesso, mas exige muito menos ginástica que nas picapes médias maiores. Por dentro, falta espaço lateralmente e a proximidade entre o teto e as cabeças dos mais altos é um pouco opressora. Por outro lado, os 2,99 metros de entre-eixos dimensionam bem o conforto que quatro ocupantes podem desfrutar. A solução de dividir a tampa da caçamba em duas portas que abrem em par dá uma maior funcionalidade ao modelo para uso cotidiano. Além disso, sob a capota marítima cabem 850 litros. Nota 9. Acabamento – O interior da Toro é bem concebido e bem desenhado. Os detalhes são bem cuidados e refletem a assumida intenção da Fiat em mudar de status. Há, no entanto, um excesso de plásticos rígidos revestindo painel das portas, console e tablier. Nota 8. Design – Um dos pontos altos da Toro. As linhas são modernas, sofisticadas e equilibradas. A solução de “esconder” os faróis na grade dianteira e fazer das luzes diurnas e lanternas os “olhos” do veículo dão a dose de arrojo que diferencia a picape da Fiat da horda de utilitários sem graça que ocupam as ruas das grandes cidades. O capô tem um contorno arredondado semelhante ao do Range Rover Evoque. A musculatura exposta nos vincos da carroceria, principalmente na lateral, emprestam a robustez e a agressividade necessárias a um carro que trabalha a ideia de resistência. Além de original, o design da Toro é ousado. Nota 10.
Custo/Benefício – A própria Fiat assume uma certa dificuldade em apontar os rivais da Toro. A capacidade de carga da versão diesel, de uma tonelada, a coloca como picape média. Mas na versão flex ela só suporta 650 kg, como se fosse compacta. Com preços entre R$ 76.500 e R$ 116.500, ela briga com as topo de linha de Volkswagen Saveiro e Renault Duster Oroch e com as básicas a diesel de médias como Toyota Hilux e Chevrolet S10. E como é bem completa, pode tranquilamente se dar bem nos dois flancos. Detalhe: a Toro é entre R$ 5 mil e R$ 10 mil mais barata que as versões correspondentes do Jeep Renegade. Nota 8. Total – A Fiat Toro somou 83 pontos em 100 possíveis.

Primeiras impressões

Campinas/SP – A Fiat Toro impressiona de cara. O visual ousado e agressivo aproxima a picape da imagem de um SUV moderno. Outros aspectos também promovem esta proximidade. O habitáculo recebe um tratamento de carro de passeio. Não tem grandes luxos, mas há muitos detalhes “sociais”, como as molduras nas entradas de ar, os puxadores das portas cheios de bossa, telas de LCD e um desenho no estilo cockpit do painel. Pela estética e pela pequena largura na cabine, não há como negar o parentesco com o Jeep Renegade, com quem divide a plataforma e a linha de produção, em Goiana, Pernambuco.
Sob o capô, a presença de um propulsor flex ou turbodiesel muda tudo. No segundo caso está a versão de topo Volcano. Nela, além do propulsor de 170 cv, a Toro traz ainda tração 4X4 e câmbio automático de nove marchas. Com ele, a Toro tem boa disposição e aparenta ser capaz de enfrentar trechos difíceis, caso eles houvessem no test-drive proposto. Um efeito colateral da tração integral é o menor esterçamento das rodas dianteiras, o que prejudica um pouco nas manobras – o diâmetro de giro é 70 cm maior. Por outro lado, o maior peso da versão de topo, que tem 250 kg a mais que a flex, até deixa a Toro mais estável.
Todas as unidades estavam com a caçamba vazia. Mas nem assim o propulsor 1.8 flex de 139 cv convenceu muito. Principalmente porque esta motorização tem praticamente a metade do torque da versão diesel – 19,3 kgfm com etanol contra 35,7 kgfm. O melhor, nesse caso, é se concentrar no conforto a bordo. Os bancos têm a densidade correta e bons apoios laterais. Atrás, o encosto tem boa inclinação em relação ao assento, o que amplia o conforto. Mas com mais ou menos torque, a posição de dirigir e as reações da picape são muito semelhantes às de um carro de passeio. Tudo parece pensado para tornar a convivência com a Toro bastante agradável.

Ficha técnica

Fiat Toro

Motor 1.8: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.747 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Coletor de admissão variável, injeção eletrônica multiponto e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático de seis velocidades à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle de tração.
Potência: 135 cv com gasolina e 139 cv com etanol a 5.750 rpm.
Torque máximo: 18,8 kgfm com gasolina e 19,3 kgfm com etanol a 3.750 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 12,8 segundos com gasolina e 12,2 s com etanol.
Velocidade máxima: 172 km/h com gasolina e 175 km/h com etanol.
Diâmetro e curso: 80,5 mm x 85,8 mm.
Taxa de compressão: 12,5:1. Motor 2.0: Diesel, dianteiro, transversal, 1.956 cm³, turbo, quatro cilindros em linha e quatro válvulas por cilindro. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual de seis ou automático de nove marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira ou 4X4. Oferece controle de tração.
Potência: 170 cv a 3.750 rpm.
Torque máximo: 35,7 kgfm a 1.750 giros.
Aceleração 0-100 km/h: 9,5 segundos com câmbio manual e 10,0 segundos com automático.
Velocidade máxima: 190 km/h (manual) e 188 km/h (automático).
Diâmetro e curso: 83 mm x 90,4 mm.
Taxa de compressão: 16,5:1. Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, braços oscilantes inferiores com geometria triangular e barra estabilizadora, amortecedores hidráulicos e pressurizados e molas helicoidais. Traseira independente do tipo multilink, links transversais/laterais, barra estabilizadora, amortecedores de duplo efeito e molas progressivas. Oferece controle eletrônico de estabilidade de série.
Pneus: 225/70 R16 (Freedom) e 225/65 R17 (Volcano).
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Picape em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Comprimento de 4,92 metros com 1,84 m de largura, 1,69 m de altura e 2,99 m de entre-eixos. Possui airbags frontais de série. Airbags laterais, de cabeça e para joelho de motorista opcional.
Peso - Freedom 1.8 flex: 1.619 kg.
Peso - Freedom diesel 4X2: 1.779 kg.
Peso - Freedom diesel 4X4: 1.788 kg.
Peso - Volcano 2.0: 1.871 kg.
Capacidade da caçamba: 850 litros.
Capacidade de carga - 1.8 flex: 650 kg.
Capacidade de carga - Diesel: 1.000 kg.
Tanque de combustível: 60 litros.
Lançamento no Brasil: 2016.
Produção: Goiana, Pernambuco.

Itens de série e Preços

Freedom 1.8 Flex e 2.0 Diesel: Controle de tração, abertura elétrica do tanque, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, ar-condicionado, chave canivete com telecomando para abertura e fechamento das portas, computador de bordo, direção elétrica, controle eletrônico da aceleração, controle eletrônico de estabilidade, airbag duplo, freios ABS com EBD, assistente de partida em rampas, lanterna traseira em leds, piloto automático, radio com entrada USB/AUX, Bluetooth e função Audio Streaming, rodas de aço de 16 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, tampa traseira dupla com abertura elétrica, tomada 12V, vidros e travas elétricos, volante multifuncional com regulagem de altura e profundidade e lanterna traseira de neblina.
Preço: R$ 76.500 e R$ 93.900. 
Opcionais da Freedom 1.8 Flex: Faróis de neblina, retrovisores externos elétricos com memória, capota marítima, ar-condicionado digital dualzone, câmara de ré, volante em curo com borboletas para trocas de marchas, sistema de reconhecimento de voz, central Uconnect Touch 5 polegadas, válvula antirrefluxo de combustível, rodas de liga leve de 16 polegadas, teto solar, entrada extra USB e tomada extra 12V, alarme antifurto, apoia-braço traseiro, brake light, iluminação de caçamba, sensor de chuva, sensor crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico.
Preço completa: R$ 88.030. 
Opcionais da Freedom 2.0 Diesel e 2.0 diesel 4X4: sete airbags, sensor de monitoramento da pressão dos pneus, teto solar, audio streaming, Bluetooth com comandos de voz, centra Uconnect touch 5 polegadas, 2ª entrada USB, 2ª Tomada 12V, alarme, apoia-braço traseiro, brake light, iluminação de caçamba, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, Bluetooth com comandos de voz, capota marítima, faróis de neblina, retrovisores externos elétricos com memória, bancos revestidos parcialmente em couro e rodas de liga leve de 17 polegadas.
Preço completa: R$ 113.280.
Freedom 2.0 Diesel 4X4: adiciona retrovisores elétricos com memória.
Preço: R$ 101.900. 
Opcionais da Freedom 2.0 Diesel 4X4: sete airbags, sensor de monitoramento da pressão dos pneus, teto solar, audio streaming, Bluetooth com comandos de voz, centra Uconnect touch 5 polegadas, 2ª entrada USB, 2ª Tomada 12V, alarme, apoia-braço traseiro, brake light, iluminação de caçamba, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, Bluetooth com comandos de voz, capota marítima, faróis de neblina, retrovisores externos elétricos com memória, bancos revestidos parcialmente em couro e rodas de liga leve de 17 polegadas.
Preço completa: 115.160. 
2.0 Volcano:  adiciona 2ª Tomada 12V, 2ª entrada USB, ar-condicionado digital dualzone, brake light, central multimidia Uconnect Touch NAV 5?com comandos de voz, porta USB, Viva-voz Bluetooth® e função GPS, faróis com sistema DRL, faróis de neblina com sistema Cornering, quadro de instrumentos com display de 7 polegadas colorido com relógio digital, calendário e indicador de temperatura externa multifuncional e rodas de liga leve de 1 polegadas.
Preço: R$ 116.500. 
Opcionais da 2.0 Volcano: banco motorista com regulagem elétrica (assento em 8 posições), sensor de pressão dos pneus, sete airbags, teto solar, capota marítima, chave presencial, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, volante com borboletas para troca das marchas e bancos revestidos parcialmente em couro.
Preço completa: R$ 129.340.
Autor: Eduardo Rocha (Auto Press)
Fotos: Eduardo Rocha/Carta Z Notícias e divulgação

Carga de originalidade - Picape Toro chega com a missão de elevar a Fiat a um novo status no mercado brasileiro

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Produção de veículos cai 22,8% em 2015 e retorna ao volume de 2006, um recuo de nove anos

Produção de veículos cai 22,8% em 2015 e retorna ao volume de 2006, um recuo de nove anos



Fábricas produziram 717 mil de veículos a menos em 2015 Divulgação/Jeep Os números da indústria automobilística brasileira em 2015, divulgados nesta quinta-feira (7) pela Anfavea, remontam aos anos de 2006 e 2007, promovendo uma indesejada viagem no tempo. Segundo a associação das montadoras, a produção de veículos no País recuou 22,8% nos últimos doze meses, voltando aos patamares de 2006. Em números brutos, 2.429.463 unidades saíram das fábricas entre janeiro e dezembro do ano passado, volume muito inferior aos 3.146.386 de veículos entregues em 2014. — Projetamos um mercado muito superior ao que estamos atingindo. Por isso a necessidade de ajuste na produção. Importante dizer que o setor vem demonstrando grande preocupação com a manutenção do nível de emprego, o que consideramos fundamental para o País. Buscamos a aprovação do Plano de Proteção ao Emprego, o qual estamos utilizando ao máximo, em detrimento do lay off e das férias coletivas e individuais. Tudo para garantir ao máximo de proteção aos trabalhadores da cadeia produtiva. De fato, o desemprego nas fábricas cresceu de forma espantosa em 2015, remontando ao período entre 2009 e 2010. Quase 15 mil postos de trabalho foram fechados na comparação entre os meses de dezembro de 2014 e 2015. No momento, cerca de 5.100 trabalhadores estão enquadrados em lay off e férias coletivas, enquanto 35.600 participam do PPE, que oferece mais garantias. Os cortes incessantes nas fábricas são resposta direta aos licenciamentos, que retornaram ao volume de 2007, oito anos de retrocesso. Pátios nas fábricas ficaram lotados em 2015, e encerraram o ano com estoques suficientes para 42 dias de vendas Reuters Emplacamentos encolheram 26,6% Apesar de remeter ao resultado de 2007, a queda nas vendas em 2015 foi ainda mais intensa em volume que a produção. Ao todo, foram licenciados 2.568.976 veículos no ano passado, quase 1 milhão a menos que os 3.498.012 emplacados em 2014. Se observados apenas os automóveis e comerciais leves, o tombo foi de 25,6%, com 2.480.529 contra 3.333.479 unidades, respectivamente. O impacto disso foi visto durante todo 2015 no estoque. Dezembro fechou com 271 mil unidades nos pátios, o suficiente para 42 dias. — Entendemos a necessidade do ajuste fiscal pelo governo, mas sabemos também que o veículo tem uma carga tributária bastante alta no Brasil. Uma das propostas é justamente reduzir os impostos, mas isso não será aceitável neste momento. Outra possibilidade é reduzir parcialmente os tributos. Quando se reduz o imposto, tem-se uma maior arrecadação do governo e dos estados. Isso aconteceu até 2014, com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Nos EUA, o imposto médio sobre os veículos é de 8%. Na Europa é de 16%. O que pedimos não é uma política de desoneração, mas um ajuste nas alíquotas que dará fôlego à indústria e à economia do País.  Previsões mais otimistas Apesar do cenário muito ruim, a Anfavea projeta para 2016 certa estabilidade, especialmente na produção das fábricas. A entidade prevê um aumento de 0,5% no volume, número impulsionado pelos veículos pesados (+12,8%), uma vez que o total de automóveis e comerciais leves deve cair 0,1%, mantendo os resultados de 2015. Já os licenciamentos, na visão da associação, continuarão em queda acentuada, com recuo geral de 7,5%, sendo 7,3% para veículos leves e 13,9% para caminhões e ônibus. Números positivos só para as exportações, que devem crescer 8,1%, com 7,7% de avanço no envio de carros e 12,4% no de pesados. — O mercado brasileiro é um dos que possui maior potencial de crescimento. Não é por acaso que os investimentos de R$ 82 milhões foram mantidos pelas fabricantes. O que desejamos é que essa crise política termine logo e que o consumidor retome a confiança. Acesse aqui a página de R7 carros Assine o R7 Play e veja a Record online!

Fonte: R7

Fiat Linea ganha visual esportivo

Fiat Linea ganha visual esportivo

A montadora italiana Fiat divulgou neste começo de ano de 2016, a sua nova versão referente ao Linea, que promete ter um dos melhores custos-benefícios da modalidade. O sedã continua seguindo suas linhas tradicionais de sedã médio, mas agora adota uma estética um pouco mais ousada e esportiva buscando atingir o público executivo. Na parte estética, as barras externas horizontais e do para-choque são cromadas, que dão ao carro uma atmosfera moderna, limpa e futurista. As maçanetas são pintadas sempre na cor do veículo, e o design dos frisos e acessórios tem um aspecto ousado e futurista. A empresa disponibilizou o veículo com motores 1.8, o que garante uma grande potência e uma ótima performance nas estradas. “O Fiat Linea possui rodas de liga leve, que podem ser de 15”, 16” ou 17”. Outro aspecto que chama a atenção são as pedaleiras esportivas do veículo, bastante confortáveis de se dirigir, além da iluminação interna, com o chamado efeito night design.

Interior do novo Fiat Linea



Em relação ao interior do carro, este já possui revestimento interno dos bancos feito parcialmente de couro, bem como há uma saída de ar para o banco traseiro, o que facilita  desempenho o sistema de ar condicionado e ventilação. Há um apoio de braço reclinável para o motorista. O volante do carro tem seu revestimento também em couro, além de ter acoplado nele os controles de comando do rádio. A tecnologia a que envolve o sistema de som possui subwoofer e sistema de Hi-Fi. A fábrica disponibilizou ainda o sistema opcional Uconnect, que conjuga um sistema de som diferenciado, aparelhagem GPS de última geração e possibilidade de pareamento do telefone móvel com o automóvel para a realização de chamadas. Há um sistema de pilotagem automática do veículo, o que possibilita a programação de uma velocidade de cruzeiro ideal, que só será interrompida no acionamento dos freios do carro. Os veículo ainda possui sensor de estacionamento com visualizador elétrico, que possui gráfico de aproximação do veículo em relação ao objeto, e emite sinais sonoros. Há uma câmera acoplada nesse sistema, o que facilita ainda mais as manobras de ré.

As janelas das portas traseiras e dianteiras tem acionamento elétrico com sistema one touch e antiesmagamento e as travas dos veículos são automáticas. O porta-malas é outro aspecto que chama atenção no Linea. Sua capacidade de cerca de 500 litros é bastante considerável em relação a outros veículos do mesmo porte. Assim como suas versões anteriores, o veículo tem freio a disco nas quatro rodas, regulagem elétrica dos faróis, air bag dianteiro duplos, side bags e windows bags. A marca disponibiliza versões com câmbio mecânico ou automático. 
O sedã continua seguindo suas linhas tradicionais de sedã médio, mas agora adota uma estética um pouco mais ousada e esportiva.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Nova BMW X1 brasileira chega em março

Nova BMW X1 brasileira chega em março

A montadora de veículos BMW anunciou em seu site que no começo de março a nova versão do utilitário compacto X1 já estará disponível à venda. Na página da marca já existe um formulário de preenchimento para que o consumidor possa efetuar a reserva do veículo desejado. Porém, ao que parece, o modelo já está disponível para apreciação e compra em algumas concessionárias e conta com uma série de novidades interessantes. A nova versão, razoavelmente mais cara, tem uma paginação completamente nova e seu design exterior e interior tem uma série de mudanças aplicadas. Além disso, o modelo deixa de ser produzido em Araquari (SC) e passa a ser importado.

Mudanças no tamanho



Um dos pontos mais importantes na alteração do modelo é o tamanho do utilitário, que é sensivelmente aumentado. O veículo passa a ser mais alto, e as linhas ficam mais robustas, especialmente na estrutura da carroceria, que recebeu alguns centímetros a mais, deixando o porta-malas bem mais espaçoso: antes eram apenas 420 litros de capacidade interna, que passaram agora a ser 505, que podem ser expandidos para até 1.550 com os bancos reclinados. Dessa forma, A BMW X1 deixa de lado seu aspecto de “perua familiar” e passa a ter uma abordagem mais esportiva e moderna. A estrutura do veículo também recebeu alterações, haja vista que a montadora passou a utilizar o aço de alta resistência na sua estrutura: A BMW X1 é  mais leve e resistente. Outra mudança que chama atenção no veículo é o motor, que deixa de ser movido à gasolina e passa a contar com tecnologia twinturbo 2.0 flex, podendo ser alimentado com álcool ou gasolina. Além disso, a tração do veículo deixa de ser traseira e passa a ser na parte dianteira.

A versão xDRive 251 possui 231 cv e torque de 350 Nm, com possibilidade de fazer 100km/h em cerca de 6,5 segundos. Já sua alternativa Sdrive20i tem 192 CV e 280 Nm de torque, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos. A proposta do utilitário é consumir menos combustível que suas versões anteriores. A montadora ainda disponibilizou o sistema denominado BMW ConnectecDrive, com serviços de chamada inteligente, concierge e navegação acoplados. Tudo isso podendo ser operado à distância. O automóvel conta agora com 3 versões: Sport, X-Line e GP, de acordo com as necessidades de cada tipo de consumir. Todas as suas versões possuem teto solar elétrico panorâmico, faróis com sistema LED e sensor de luz e rodas de liga leve.
A versão xDRive 251 possui 231 cv e torque de 350 Nm, com possibilidade de fazer 100km/h em cerca de 6,5 segundos.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

16 de fev. de 2016

Confira o som do novo motor da Mercedes

Confira o som do novo motor da Mercedes

Conteúdo em Vídeo
Os fãs de Fórmula 1, especialmente aqueles que acreditam que o som do motor é uma espécie de sinfonia para os ouvidos, já podem conferir o som do novo motor da Mercedes. Este será o barulho que será emitido pelos carros da marca durante a temporada de 2016. O vídeo também mostra uma pequena parte do escapamento do novo modelo que será utilizado na competição esportiva. Mas, até o momento, parece que não existe nenhuma intenção da montadora de mostrar o seu novo carro antes do período de pré-temporada da F1.

Um fato interessante da parte do vídeo que deixa mostrar um pouco do escapamento é que é possível ver que o carro tem um cano principal e dois canos secundários, menores, que ficam logo abaixo. Esta configuração é basicamente influência das novas regras para o escapamento, impostas para este ano de 2016. A ideia é realmente tornar mais alto o barulho emitido pelos motores. 
Vídeo foi divulgado pela marca nas redes sócias.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Novo Ford Ecosport 2016

Novo Ford Ecosport 2016



As novidades da Ford esquentam conforme o ano chega ao final. No segundo semestre chega a reestilização que promete deixar o Ecosport com visual mais robusto e próximo ao do utilitário grande Edge. Dele virá a grade mais agressiva unida ao capô e aos faróis. Diferente do que ocorreu na Europa, é mais provável que o estepe seja opcional permaneça ou não para o modelo nacional, embora a marca afirme que ainda não se decidiu sobre o assunto. A oferta do câmbio automático de seis marchas não vem sozinha. O motor 1.6 Sigma que opera com ela também será melhorado. Ele passará por um aumento de potência.Em breve será mais barato comprar um EcoSport automático, conforme antecipamos em agosto. Hoje, a versão mais acessível que dispensa o pedal da embreagem é a SE Powershift, de R$ 71.900,00. O que a montadora americana quer fazer é colocá-lo abaixo dos R$ 70 mil, para sair na vantagem diante de competidores como Honda HR-V e Jeep Renegade, que o arrancaram da liderança nas vendas.

Ao mesmo tempo em que a Honda anuncia a chegada do HR-V à Europa, a Ford lança o EcoSport 2016com atualizações discretas no visual, dinâmica melhorada e oferta de novos itens – a principal novidade é inédita opção de remover o estepe montado na tampa traseira. Internamente, as novidades ficam por conta dos bancos parcialmente revestidos em couro na versão Titanium, novo volante e detalhes de acabamento cromados. Também está disponível um novo pacote com aquecimento para o para-brisas (desembaçador), retrovisores externos e bancos dianteiros.

No caso dos equipamentos de conveniência, o modelo passa a contar com retrovisores e assentos aquecidos, além de sistema de som de melhor qualidade. Além disso, está sendo apresentada a versão esportiva S, que traz a nova cor Deep Impact Blue with, teto, retrovisores e novas rodas de 17 polegadas pintadas em preto A Ford fez ajustes na suspensão, controle de estabilidade e direção para melhorar a dinâmica de condução do SUV compacto.

Versões e Preços do novo Ford Ecosport 2016.

Ecosport SE 1.6 16V (flex) – R$ 65.000,00Ecosport Freestyle 1.6 16V (flex) – R$ 71.900,00Ecosport SE PowerShift 1.6 (flex) – R$ 71.900,00Ecosport Freestyle PowerShift 1.6 (flex) – R$ 76.900,00Ecosport Freestyle Plus PowerShift 1.6 (flex) – R$ 80.300,00Ecosport Freestyle 2.0 16V (flex) 4WD – R$ 82.500,00Ecosport Titanium PowerShift 2.0 (flex) – R$ 85.900,00A Ford Ecosport 2016 entrega na sua versão de entrada a motorização 1.6 com alimentação injeção multi ponto, combustível álcool e gasolina, arrasta 115 cv de potência em um motor de 1.596 cilindradas, torque de 15.9 kgf.m, velocidade máxima não divulgada pela montadora, consumo de combustível em vias urbanas é de 7.0 km/l no álcool,  já na gasolina é de 10.2 km/l em vias rodoviárias é de 8.2 km/l no álcool,  já na gasolina é de 11.8 km/l.

Já a versão Top de linha do Ford Ecosport 2016 trás motorização 2.0 com alimentação injeção multi ponto, combustível  álcool e gasolina, arrasta 147.0 cv de potênciaem um motor de 1.999 cilindradas, torque de 19.7 kgf,m, velocidade máxima de 180 km/h, percorre de 0 à 100 km/h com o tempo de 9.9 segundos, consumo de combustível em vias urbanas é de 6.6 km/l no álcool e de 9.7 km/l na gasolina, em vias rodoviárias é de 8.0 km/l no álcool e de 11.5 km/l na gasolina.

O Ford Ecosport entrega as dimensões como altura de 1.69m, largura de 1.76m, comprimento de 4.24m e entre eixos de 2.52m, peso deste maravilhoso carro é de 1.300 kg, e trás o tanque de combustível com capacidade para 52 litros e porta malas com capacidade para 362 litros e carroceria para 5 ocupantes.
Já na mecânica na versão de entrada entrega o câmbio manualde 5 velocidades e na versão top da linha entrega o câmbio dupla embreagem manual sequencial com modo automático de 6 velocidades, ar condicionado 1 e automático, direção elétrica, tração na dianteira com suspensão tipo McPherson com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal, suspensão traseira tipo eixo de torção, roda tipo semi-independente e molas helicoidal. Freios ABS sendo dois discos ventilados, com distribuição eletrônica de frenagem EBD e freios assistidos BAS.



Lançado em 2004, o SUV foi totalmente projetado no Brasil e, logo foi um sucesso no mercado nacional. A primeira geração foi comercializada até 2012, quando novamente construída no país se tornou um carro global da Fordsendo vendido em diversos países pelo mundo. Atualmente, continua sendo o SUVmais vendido no Brasil, mas isso poderá mudar com a chegada do Honda HR-V, Jeep Renegade, Peugeot 2008, entre outros. Esta última versão com câmbio automático do EcoSport é exclusiva para venda a pessoas portadoras de deficiência física. O preço já está com às isenções fiscais.


Fonte: Carros Novos

Carros mais vendidos 2015 – Onix supera o Pálio e fecha o ano na liderança

Carros mais vendidos 2015 – Onix supera o Pálio e fecha o ano na liderança

Confirmando as expectativas mais recentes, o Fiat Palio sucumbiu ao Chevrolet Onix no ranking de mais vendidos do país. Um ano após desbancar o Volkswagen Gol de uma supremacia de quase 30 anos no mercado brasileiro, o modelo italiano amargou a segunda posição em 2016, mesmo somando duas gerações na contabilização de vendas (Fire e atual). Outrora líder absoluto em vendas, o Volkswagen Gol ocupou em 2015 sua pior posição nas últimas décadas, fechando o ano na quinta posição, ultrapassado por HB20 e Ford Ka. A seguir você confere um panorama mais detalhado do ranking de vendas de dezembro 2015 e do acumulado geral do ano. Veja!

Tudo sobre os carros mais vendidos



HB20, Corolla e outros destaques do ano

Depois de vencer o ranking de vendas em 2014, o Fiat Pálio começou muito bem em 2015, dando mostras de que poderia fechar o ano novamente na liderança. Apesar disso, mesmo com o Palio Fire somando cerca de 50% das vendas no ano, o modelo acabou sendo ultrapassado no ranking nos últimos meses. Se considerados apenas as vendas da versão mais recente do modelo italiano, as três primeiras posições ficariam na verdade com Onix, HB20 e Ford Ka, respectivamente. Vale dizer que o modelo da Hyundai foi uma das gratas surpresas do ano, tendo saltado da sexta posição em 2014, para a terceira em 2015 no acumulado geral. Além do HB20, outro modelo que se destacou nesse ano foi o Sandero, que ficou na oitava posição em 2015. Ainda entre os destaques, quem aparece é o Corolla, que reinou entre os sedãs médios e por pouco não se tornou o mais vendido do ano entre os sedãs em geral. O modelo da marca japonesa ficou na décima posição no ranking anual, superando o Siena e ficando pouco atrás do Prisma, líder da categoria. Leia também:
  • Dicas imperdíveis para motoristas de “primeira viagem”
  • Cuidado com o prejuízo: veja erros comuns de quem vai comprar um carro novo
  • As 10 marcas mais valiosas do mercado automotivo em 2015
O “Top 20” de mais vendidos surpreendeu ainda pela grande presença de veículos considerados mais caros que os chamados populares, a lista trouxe, por exemplo, modelos como HR-V e Renegade. Entre os que não tiveram um bom ano, o Uno foi um dos modelos que mais sofreu. O veículo recuou significativamente após a reestilização e amargou a sétima colocação no ranking. Outro que também se saiu mal foi o já mencionado Gol, que foi para a quinta posição. Para completar, o Up!, criado para ocupar o lugar do Gol G4 não parece ter agradado os brasileiros, mesmo após a estreia elogiada, o veículo ficou na décima segunda posição em 2015. Considerando apenas os compactos acima de 1 litro, o Fit superou o Fiesta e o Etios, apesar de ser mais caro. No caso do modelo da Ford, o fato de o modelo não ter se saído tão bem pode ter sido influenciado pela chegada do irmão mais barato, o Ka. Já pelo lado da Toyota, nada de novo, o Etios manteve a estabilidade na faixa das 3 mil unidades vendidas ao mês. Nessa disputa quem surgiu bem foi o Duster, que avançou e superou o Eco no “Top 20”, deixando o modelo da Ford fora do ranking pela primeira vez. A seguir você pode conferir os 20 mais vendidos de dezembro e o resultado do acumulado anual de vendas segundo a Renavam.

Ranking com os carros mais vendidos no Brasil em dezembro 2015

  1. Onix: 14.215 unidades vendidas
  2. Palio: 12.085 unidades vendidas
  3. HB20: 10.680 unidades vendidas
  4. Sandero: 8.019 unidades vendidas
  5. Prisma: 7.276 unidades vendidas
  6. Renegade: 6.561 unidades vendidas
  7. Ka: 6.346 unidades vendidas
  8. HR-V: 6.167 unidades vendidas
  9. Gol: 6.138 unidades vendidas
  10. Corolla: 6.029 unidades vendidas
  11. Uno: 5.873 unidades vendidas
  12. Fox: 5.443 unidades vendidas
  13. HB20S: 4.844 unidades vendidas
  14. Siena: 4.327 unidades vendidas
  15. up!: 3.944 unidades vendidas
  16. Fit: 3.243 unidades vendidas
  17. Etios: 3.048 unidades vendidas
  18. Classic: 2.910 unidades vendidas
  19. Duster: 2.737 unidades vendidas
  20. Versa: 2.610 unidades vendidas

Ranking com o acumulado de vendas de carros no Brasil 2015

  1. Onix: 125.058 unidades vendidas
  2. Palio: 121.535 unidades vendidas
  3. HB20: 109.871 unidades vendidas
  4. Ka: 89.767 unidades vendidas
  5. Gol: 82.386 unidades vendidas
  6. Fox: 79.222 unidades vendidas
  7. Uno: 79.046 unidades vendidas
  8. Sandero: 77.852 unidades vendidas
  9. Prisma: 69.920 unidades vendidas
  10. Corolla: 66.946 unidades vendidas
  11. Siena: 59.081 unidades vendidas
  12. up!: 53.332 unidades vendidas
  13. HB20S: 52.966 unidades vendidas
  14. HR-V: 50.785 unidades vendidas
  15. Fit: 42.253 unidades vendidas
  16. Voyage: 41.397 unidades vendidas
  17. Fiesta: 39.916 unidades vendidas
  18. Renegade: 38.793 unidades vendidas
  19. Etios: 35.056 unidades vendidas
  20. Duster: 34.200 unidades vendidas


Fonte: R7

Triumph renova Tiger Sport

Triumph renova Tiger Sport

Uma boa notícia para os apaixonados por motos. A Triumph deu novo motor e mais tecnologia para a Tiger Sport. A novidade foi anunciada nesta quarta-feira (10). As principais mudanças ficam por conta do motor de três cilindros e 1.050 cilindradas, mais forte e econômico. A nova Tiger Sport é montada em Manaus (AM), com peças importadas, mas ainda não tem data para circular no Brasil, porém não deve demorar muito.

Ainda não se sabe muito sobre as especificações do novo modelo, nem todos os dados foram divulgados. O que se sabe é que a nova Tiger tem uma proposta mais estradeira, mais voltada para o asfalto. Ela vem com novo acelerador eletrônico, sistema ABS, controle de tração, modos de potência e embreagem anti-deslizante., além de mudanças no visual. Outro diferencial do atual modelo é quanto a posição de pilotagem, que é mais elevada e mais ereta, permitindo ao piloto fazer viagens mais longas sem sentir dores nas costas e com uma proteção aerodinâmica maior. Enquanto o novo modelo não chega nas ruas, é possível notar que o modelo 2015 com um estilo maxitrail era uma esportiva disfarçada. Entrou no mercado com novo motor da Naked Speed Triple, câmbio de seis marchas, rodas de aro 17” na frente e atrás, pneus esportivos e carenagem com bolha para proteger do vento na aceleração.

Mais detalhes da Tiger Sport



A Tiger Sport 2015 é concorrente direta da Kawasaki Versys 1000 e mesmo quando foi lançada, ela entrou no mercado com um preço competitivo, custando R$ 45.990, enquanto a concorrente custava R$ 59.990. Os amantes das duas rodas esperam algo nessa linha de preços para a chegada do novo modelo. A Triumph Tiger Sport 1050 oferece dois anos de garantia. Está disponível nas cores branca e vermelha. Banco comprido, guidão alto e aberto, trazendo conforto para motorista e garupa. O painel possui conta-giros analógicos e visor digital. O modelo peca pela falta do mostrador de marcha. O ronco do tricilíndrico é típico da Triumph, um pouco estridente em baixas rotações. Transmite confiança na pilotagem e absoluta precisão e segurança em altas velocidades. Para testar os seus 125 cv, o ideal é pegar a estrada. Se a pedida for mais diversão, a Tiger Sport 1050 oferece uma dianteira que quase não afunda nas frenagens e a roda dianteira com aro 17” facilita a entrada das curvas. Para você que é apaixonado por motos, curtiu o último modelo da Tiger, fique no aguardo de novos detalhes sobre o lançamento e pela chegada no mercado.
A nova Tiger Sport é montada em Manaus (AM), com peças importadas, mas ainda não tem data para circular no Brasil.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos

15 de fev. de 2016

Renault confirma motor 0.8 litro para Kwid

Renault confirma motor 0.8 litro para Kwid

Chamado por algumas revistas especializadas de “mini-Duster” pela semelhança de seu design com a SUV da montadora, o Renault Kwid, que até pouco tempo rodava repleto de camuflagens pelas estradas do Brasil, finalmente foi confirmado e será apresentado no Salão do Automóvel no dia 10 novembro. O compacto com jeitão de SUV, que será o novo modelo de entrada da montadora francesa substituindo o Clio, conta com um visual mais robusto mesclando conceitos urbano e aventureiro, tentando se aproveitar da boa aceitação dos crossovers no mercado nacional. O modelo irá disputar a faixa de mercado que o VW UP! ocupa atualmente, e futuramente com a novidade da Fiat, o Mobi, que tem lançamento previsto para abril deste ano.

Inicialmente o Kwid será equipado com o motor tri-cilíndrico de 1.0 litro, 12 válvulas, com 77 cv de potência, o mesmo que atualmente equipa o Nissan March 1.0. Porém a montadora já confirmou que a partir do próximo ano contará com uma versão de motorização 0.8 litro, também com três cilindros, gerando 62 cv de potência se abastecido com etanol. Esta opção de motorização é a mesma que equipa a versão indiana do compacto que foi lançado em maio de 2015 e faz parte da estratégia comercial do Grupo Renault-Nissan para alcançar o objetivo de oferecer uma versão que custe menos de R$ 30.000. O modelo inicial no mercado indiano tem preço equivalente a R$ 13 500. Embora concebido para o mercado indiano, o Kwid é um produto global da montadora – a exemplo do que a Ford já faz com o Ka e Ecosport – e será comercializado em outros países emergentes como Rússia e China, além de Brasil e Índia. Em solo nacional ele será fabricado em São José dos Pinhais (PR), a partir do segundo semestre de 2016, e terá poucas mudanças em relação ao indiano, como alguns frisos e retrovisores na cor da carroceria. A maior diferença será notada no seu interior, mais sofisticado para agradar ao gosto dos consumidores locais e ainda itens como airbags e freios ABS de série – itens opcionais na Índia – atendendo obrigatoriedade imposta pela legislação brasileira.

A expectativa da montadora é alta, uma vez que o modelo já faz sucesso no mercado indiano, sendo bastante procurado pelo público jovem, o que criou a expectativa de abertura de novas concessionárias para atender a demanda.

Ficha técnica do Kwid

  • Motor 0.8 de 3 cilindros com 62 cv (com etanol) ou 1.0 de 3 cilindros com 77 cv de potência
  • Câmbio manual de cinco marchas
  • Comprimento – 3,68 m
  • Largura – 1,58 m
  • Capacidade do porta-malas – 300 litros
  • Airbag duplo frontal e sistema de freios ABS de série

O modelo irá disputar a faixa de mercado que o VW UP! ocupa atualmente, e futuramente com a novidade da Fiat, o Mobi.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Confira o vídeo do novo SW4 da Toyota

Confira o vídeo do novo SW4 da Toyota

Conteúdo em Vídeo
A Toyota liberou um vídeo oficial mostrando um pouco mais do utilitário esportivo SW4. Este é um veículo que tem apresentação marcada para a próxima semana. A montadora já havia lançado um hotsite especial para iniciar a apresentação do carro para os futuros compradores. O carro chega com diversas mudanças no visual, destaque para a presença de uma grade na parte da frente, bem como para o redesenho de elementos como faróis, para-choques e também para lanternas.

Já no interior o veículo também ganhou um quadro de instrumentos novo, além de um novo console central. O carro que será lançado aqui no Brasil está sendo fabricado em uma unidade da Toyota instalada na Argentina Por enquanto a montadora ainda não divulgou maiores detalhes sobre a motorização do novo SW4, deixando estes detalhes para a apresentação oficial do carro. 
Nova geração do veículo chega ainda este mês no Brasil.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos