16 de mar. de 2016

Audi Q2 estreia com motor 1.0

Audi Q2 estreia com motor 1.0

Na última terça-feira (1) no Salão de Genebra, que acontece na Suíça e que tem revelado uma série de novidades interessantes, a Audi apresentou o seu inédito Q2, que chega para ficar logo abaixo do Q3 e representa o mais novo SUV da montadora. Com um visual bem diferente do que a marca costuma apresentar, a novidade começará a ser vendida na Europa a partir do segundo semestre de 2016. Segundo o que foi divulgado pela Audi, o novo SUV de design “quadradinho” chega como um veículo destinado para uso urbano e diário de alta funcionalidade. Entre as diferenças no visual estão a sua grade frontal, que sofreu mudanças e é bem diferentes dos outros modelos da marca.

Como deve chegar o novo Audi Q2



O grande destaque do novo SUV é o seu desenho. Começando pela grade frontal, que não é a mesma da família Q, da mesma forma que o para-choque dianteiro, que ganha um formato diferenciado. Nas laterais, os desenhos de vincos nas portas chegam para dar destaque aos músculos do carro. Já o restante da silhueta continua simples e segue o estilo tradicionalmente visto nos modelos SUVs. Na traseira, as lanternas são básicas e não apresentam nada de muito inovador. No geral, o Q2 possui um desenho de certa forma retrô, como os que eram utilizados no começo dos anos 2000. Isso se deve a sua aparência mais quadrada e menos “enfeitada” do que tem sido apresentado nos últimos anos. Com 4,19 m de comprimento, o Q2 terá como concorrentes SUVs já bem conhecidos e consolidados no mercado, como o HR-V da Honda, o Renegade da Jeep e a Ecosport da Ford. Na parte mecânica a palavra é variedade. Isso porque o novo Q2 virá com uma ampla gama de motores disponível, sendo três a gasolina e três a diesel. As opções irão ficar entre motores 1.0, 1.4, 1.6 e 2.0.

Na versão de entrada, equipada com a versão 1.0, será utilizado o mesmo motor de três cilindros que hoje encontramos no up!, mas com mudanças que farão com que a potência máxima alcançada seja 115 cv. Nas versões mais potentes, a potência máxima será de 190 cv. Para acompanhar, transmissões que podem ser uma de seis marchas manual ou de sete velocidades de dupla embreagem. As versões 2.0, que se encontrarão nas top de linha, poderão ser equipadas com tração integral. Em compensação a lista de equipamentos é extensa. Entre eles estão controle de cruzeiro adaptativo com função stop & go, alerta e assistente de manutenção e mudança de faixa, leitor de placas de trânsito e alerta de pontos cego, entre muitos outros. A Audi ainda não divulgou datas para que o Q2 chegue por aqui.
Com 4,19 m de comprimento, o Q2 terá como concorrentes SUVs já bem conhecidos e consolidados no mercado, como o HR-V da Honda e o Renegade da Jeep.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

15 de mar. de 2016

Ford cria start-up para trabalhar questões de mobilidade urbana

Ford cria start-up para trabalhar questões de mobilidade urbana

Conteúdo em Vídeo
A Ford anunciou a criação de uma nova companhia dentro do grande conglomerado e que deve operar como uma start-up. A ideia basicamente é tornar esta empresa a centralizadora de todos os serviços e soluções que estão sendo desenvolvidas e que estejam diretamente relacionadas com o assunto mobilidade urbana. A Ford Smart Mobility (mobilidade inteligente, em tradução livre) terá, como principal objetivo, ajudar as pessoas que precisam se locomover pelas ruas das grandes cidades. A ideia é pensar em soluções que não envolvam somente os carros que foram criados pela montadora, e sim todo o ecossistema das ruas e avenidas das metrópoles.

O vídeo acima foi criado para ser uma espécie de vídeo institucional da companhia, que já apresenta algumas das soluções e das pesquisas que estão sendo realizadas, tais como projetos de serviço de transporte público por micro-ônibus, que altera o seu trajeto de acordo com as solicitações dos passageiros. Um outro aplicativo que também está sendo desenvolvido dentro da Ford Smart Mobility quer ajudar os motoristas a encontrar uma vaga de estacionamento nas ruas. Com isso, as pessoas acabam ficando menos tempo circulando com os seus carros pelas ruas e avenidas, diminuindo o congestionamento e com impacto positivo também nos bolsos dos motoristas e no meio ambiente. 
Companhia deve coordenar todos os produtos de mobilidade da montadora norte-americana.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Mercedes convoca Classe C para recall

Mercedes convoca Classe C para recall

Nesta quinta-feira (10), a alemã Mercedes anunciou um recall de três modelos que compõem a Classe C da marca. Os veículos convocados foram o C 180, o C 200 e o C 250, que totalizam um total de 16 unidades chamadas para o reparo. Segundo informações divulgadas pela montadora alemã, as falhas apresentadas nos carros em questão podem provocar princípio de incêndio sob o capô. O comunicado que foi divulgado pela Mercedes diz que a falha detectada foi causada por causa do cabo negativo da bateria, que não teria sido fixado da maneira correta na carroceria do carro em questão. Este erro ocasionaria um possível aumento de temperatura no carro, que poderia gerar fogo no compartimento, podendo colocar em risco o motorista e os demais ocupantes do veículo.

Os carros convocados para a chamada foram fabricados entre 20 de maio e 8 de novembro de 2014. Os chassis envolvidos foram os seguintes: C 180 – de WDDWF4AWXFR002822 a WDDWF4AWXFR027591. C 200 – de WDDWF4CW9FR004476 a WDDWF4CW9FR014149. C 250 – WDDWF4FW6FR014149. Aqueles que foram contemplados pelo recall devem realizar o agendamento da inspeção e do conserto gratuito. Caso seja necessário o reparo consiste na substituição do cabo da bateria em um oficina autorizada da Mercedes-Benz. Todo o conserto deve levar 25 minutos, segundo o que foi divulgado pela fabricante. Para aqueles que tiverem dúvidas, a alemã disponibiliza um número de telefone da sua central de atendimento. O número é 0800 970 9090. É importante agendar o atendimento o quanto antes, afinal de contas, não tem como ter certeza que o seu carro não foi atingido com o problema. Melhor prevenir do que remediar.

Recalls anteriores

Esse não foi o primeiro recall em que a Mercedes convocou os veículos da Classe C. Em novembro de 2015 os modelos fabricados entre 17 de julho e 31 de agosto de 2015 que eram equipados com motor de quatro cilindros foram convocados por problemas apresentados na parte mecânica. Na ocasião em questão, o problema apresentado estava no eixo do comando de válvulas de escape do motor dos veículos. A solda do eixo de comando de válvulas de exaustão do motor poderia ter sido aplicada de maneira incorreta, o que tinha como possíveis consequências a perda de potência ou a quebra do motor. O grande problema é que essas falhas poderiam fazer com que o veículo parasse subitamente, o que ocasionaria acidentes com danos físicos e materiais ao motorista e demais ocupantes do carro e até mesmo a terceiros. Os veículos convocados da Classe C foram o C 180 e o C 200. Ambos os modelos participam do recall de 2016. Nesta mesma situação foram convocados veículos da Classe A, Classe B, CLA, GLA e SLK.
Os veículos convocados foram o C 180, o C 200 e o C 250, que totalizam um total de 16 unidades chamadas para o reparo.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

14 de mar. de 2016

Bugatti Chiron surpreende com motor de 1.521 cv

Bugatti Chiron surpreende com motor de 1.521 cv

O Salão de Genebra chegou com novidades que estão fazendo a cabeça dos amantes de carros. E a mais emocionante delas provavelmente é a novidade da Bugatti, que chega com a sua mais nova máquina, o Chiron. Grande atração do evento, ele chega para ocupar o lugar deixado pelo Bugatti Veyron e conta com um design que se assemelha muito com o conceito do Vision Gran Turismo. A novidade chega para superar o seu antecessor em todos os aspectos e chega para tirar o fôlego dos visitantes do evento.

Chiron, o mais novo feroz da Bugatti



Novo, exclusivo e completamente diferente de seu antecessor, o Chiron é um superesportivo é uma criação totalmente nova. Isso se deve ao fato de ele não conter praticamente nenhum componente advindo do Veyron. A grande empolgação fica escondida sob o capô. Isso porque o Chiron chega equipado com um motor de W16 de 8.0 litros com quatro turbocompressores, que chega completamente aprimorado para resultar no melhor desempenho. A potência? Surpreendente. A feroz novidade chega com 1.521 cv e torque máximo de 163,1 kgfm, alcançados entre 2.000 e 6.000 giros. Acompanhando o motor está o câmbio automatizado de sete marchas, dupla embreagem e um sistema de tração integral. Segundo dados divulgados pela montadora, o novo Chiron acelera de 0 a 100 km/h em menos de 2,5 segundos. Os números não param por aí e a novidade continua impressionando. Isso porque vai de 0 a 200 km/h em 6,5 segundos e de 0 a 300 km/h em 13,6 segundos. A velocidade máxima é 420 km/h. No visual, ele continua a se diferenciar do Veyron. Isso porque o Chiron chega 82 mm mais longo, 40 mm mais largo e 53 mm mais alto. Todos esses pequenos aumentos geraram mudanças no espaço interno do veículo, que ganhou 12 mm a mais para a cabeça dos ocupantes. O Veyron chega maior e também mais pesado. Com novos 1.195 kg, ele chega 155 kg mais pesado do que o seu antecessor.

Com um chassi remodelado e completamente feito em fibra de carbono, o Chiron ganha equipamentos que empolgam. Entre eles estão suspensão adaptativa, capacidade de cinco modos de pilotagem, freios de carbono-cerâmica com pinças de oito pistões na parte dianteira e seis pistões na traseira, rodas aro 20 na frente e 21 atrás. Completamente exclusivo, serão produzidas apenas 500 unidades da máquina feroz. E 150 dessas que serão produzidas já foram reservadas e estão programadas para ser em entregues ainda em outubro. O preço não muito amigável também faz jus à Bugatti. A novidade pode ser adquirida por nada menos do que US$ 2,61 milhões. O que convertido em câmbio direto e sem adição de impostos é o equivalente a impressionantes R$ 10,5 milhões. 
Segundo dados divulgados pela montadora, o novo Chiron acelera de 0 a 100 km/h em menos de 2,5 segundos.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Vídeo tenta conscientizar motoristas que estacionam nas ciclovias

Vídeo tenta conscientizar motoristas que estacionam nas ciclovias

Conteúdo em Vídeo
A verdadeira guerra que pode ser presenciada nas ruas, travada entre os motoristas e os ciclistas, não é um problema visto apenas nas grandes cidades do Brasil, mas algo que as grandes metrópoles mundiais precisam enfrentar. E uma das questões que mais geram polêmica é com relação ao estacionamento de veículos nas ciclovias. Por um lado, existem os ciclistas que recamam o fato de que aquele espaço precisa ficar sempre libre para que eles possam passar. Por outro lado, os motoristas reclamam da falta de espaço nas grandes cidades, bem como da falta de planejamento de diversas ciclovias.

Para tentar conscientizar os motoristas de que estacionar na ciclovia é errado, um grupo canadense criou um pequeno filme, mostrando o que aconteceria com se eles resolvessem colocar suas bicicletas estacionadas na faixa de pedestre ou então nos meios das calçadas. O resultado você confere no vídeo acima. 
Filme foi produzido no Canadá.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

12 de mar. de 2016

Porsche lança 911 R com câmbio manual

Porsche lança 911 R com câmbio manual

O Salão de Genebra, na Suíça, tem acontecido com grandes revelações. E uma das mais emocionantes chegou na última terça-feira (1). A Porsche revelou o seu mais novo 911 R, que será uma edição limitada do já consagrado modelo. Segundo o que foi divulgado deverão ser produzidas apenas 991 unidades do modelo, o número tão específico faz referência ao código de geração do modelo. Essa versão tão especial do 911 R chegou para agradar os amantes mais puristas da marca. Isso porque o veículo traz de volta em sua concepção algumas tradições da marca. Uma delas é o seu motor de seis cilindros contrapostos (Boxer) que chega naturalmente aspirado de 4 litros.

Para os amantes da Porsche no Brasil as notícias são boas. A montadora confirmou que irá trazer o 911 R para o país, porém preços e datas ainda não estão disponíveis. Mas estima-se que a novidade deve chegar como a versão mais cara do 911 disponível no Brasil. O que resta agora é esperar para descobrir por quanto a novidade vai desembarcar por aqui. Na Europa, o esportivo começará a ser vendido pelo preço inicial de 189.544 euros, que, em conversão direta e sem o acréscimo de impostos, é o equivalente a R$ 792,5 mil. Um modelo exclusivo desenhado para poucos.

Como deve chegar o novo 911 R

Equipado com o tradicional motor de seis cilindros contrapostos, o novo Porsche deve chegar com 500 cv e torque máximo de 46,9 kgfm, que são alcançados a 6.250 rpm. A grande surpresa – que agradou aos mais puristas – é o câmbio. Isso porque ele chega em versão manual e esportiva, com seis marchas e um pedal duro que acompanha, como nos carros esportivos do passado.

O mais leve de toda a linha 911 da Porsche, o 911 chega com apenas 1.370 kg. Isso porque toda a sua estrutura foi pensada para diminuir o seu peso, como o capô e o para-lamas construídos em fibra de carbono e o teto feito de magnésio. Segundo o que foi divulgado pela montadora, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,8 segundos e alcança a velocidade máxima de 323 km/h. No interior, o carro chega sem bancos traseiros, contando apenas com os bancos do motorista e do passageiro. Entre os itens que completam o veículo, o ar-condicionado aparece como item opcional a ser acrescentado e o rádio que equipa o novo 911 R foi especialmente pensado para ser o mais leve possível, que também aparece como opcional. O esportivo chega como o mais novo integrante da família 911 da Porsche, que já conta com o 911 GT3 e o 911 GT3 RS.
Equipado com o tradicional motor de seis cilindros contrapostos, o novo Porsche deve chegar com 500 cv e torque máximo de 46,9 kgfm.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Spyker C8 Preliator é revelado na Suíça

Spyker C8 Preliator é revelado na Suíça

Palco de diversas novidades empolgantes do mundo automobilístico, o Salão de Genebra, na Suíça, foi o lugar onde mais uma máquina foi revelada. A mais recente novidade é a nova versão do C8, da Spyker. O novo Spyker C8 Preliator chega para substituir e ocupar o lugar do C8 Aileron. Extremamente exclusivo, serão produzidas e comercializadas apenas 50 unidades do modelo, tornando a novidade um item raro de colecionador. Segundo o que foi divulgado pela marca os preços de comercialização do novo C8 Preliator começarão em 324,9 mil euros, que em conversão direta e sem o acréscimo dos impostos é o equivalente a R$ 1,4 milhão de reais. Uma relíquia que pode ser adquirida por poucos, um público especialmente seleto. A versão mais cara vem equipada com câmbio automático e chegará por 330,9 mil euros ou R$ 1,45 milhão de reais.

Como deve chegar o novo Spyker C8 Preliator



A sua exclusividade já começa em seu conceito e desenvolvimento. Isso porque o C8 Preliator foi criado utilizando elementos de engenharia aeroespacial. Com um desenho fluido e limpo, o automóvel conta com uma grade colmeia e tomadas de ar, capô e teto modificados em comparação ao seu antecessor. No interior os elementos espaciais também marcam presença. Do estilo dos botões às saídas de ar-condicionado, tudo é inspirado e lembra os aviões. A engenharia também se faz presente em seu chassi, que é todo feito de alumínio aeroespacial. Na parte interior do carro se destacam o revestimento em couro e o painel todo revestido em alumínio, o que reforça ainda mais as características aeroespaciais do carro. Segundo o que foi divulgado pela marca, estarão disponíveis no mercado 16 cores para a pintura da carroceria. Os ares de espaço não acabam por aqui e se fazem presente nos dutos do carro, que estão nos padrões da NACA – National Advisory Committee for Aeronautics. Sob o capô, muita potência para combinar com o seu design de ar espacial.

O novo C8 Preliator é equipado com um motor Audi V8 4.2 supercharged. A verdadeira máquina entrega até 525 cv e torque máximo de 61,2 kgfm. Para acompanhar o motor uma transmissão de seis marchas, que pode ser manual da Getrag ou automática da ZF. Segundo dados divulgados, a nova máquina potente de Spyker acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos e tem a capacidade de alcançar a velocidade máxima de 322 km/h. Ao mesmo tempo simples e moderno, o Spyker promete abalar o coração dos apaixonados por velocidade e chega com um conceito completamente diferente e inovador. Pena que a novidade terá seu final nas mãos de poucos 50, que poderão apreciar o que há de melhor nessa nova criação.
Segundo o que foi divulgado pela marca, os preços de comercialização do novo C8 Preliator começarão em 324,9 mil euros.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

11 de mar. de 2016

Imagens registram carro entrando em restaurante

Imagens registram carro entrando em restaurante

Conteúdo em Vídeo
Um acidente impressionante foi registrado pelas câmeras de segurança das ruas de Yinan County, província de Shandong, na China. Um carro praticamente voou para dentro de um restaurante, passando muito perto de um cliente que estava no local. O veículo quebrou tudo que estava pela frente, parando apenas quando bateu no balcão.

De acordo com as informações que foram divulgadas pela imprensa local, seis pessoas ficaram feridas. Segundo o relato das testemunhas, o acidente foi causado em virtude de um problema de saúde que o motorista teve, perdendo os sentidos por alguns segundos, fazendo com que o carro fosse direto contra o restaurante. 
Seis pessoas ficaram feridas no acidente.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Toyota C-HR surge em Genebra

Toyota C-HR surge em Genebra

Repleto de lançamentos empolgantes, o Salão de Genebra, na Suíça, tem feito sucesso. E a mais recente novidade da vez chega da japonesa Toyota, que apresentou no evento a versão final do seu novo modelo, o C-HR, revelada após a divulgação de três versões conceituais do automóvel. Veja também:
  • Toyota mostra conceito C-HR em Frankfurt
Com linhas mais suaves do que as bem agressivas que foram apresentadas no modelo conceito, o carro continua com design moderno e arrojado. A grande sensação é que o modelo crossover terá disponível uma versão híbrida, que funciona tanto com energia elétrica quanto com combustível convencional.

A marca ainda não divulgou se o modelo chegará ou não a vir para o Brasil, mas as datas de lançamento nos Estados Unidos e na Europa já estão definidas. São elas início de 2017 e metade de 2016, respectivamente. Preços ainda não foram divulgados. Vale ressaltar que novidades da Toyota no Brasil estão previstas apenas para 2018. Resta esperar até lá para ver se o crossover chegará ao país.

Como vai chegar o novo C-HR

O novo crossover C-HR da Toyota chegou para bater de frente com a HR-V, da também japonesa Honda. Pode-se perceber até uma certa semelhança no nome e sua estrutura. O modelo vai utilizar a TNGA, mesma plataforma do Prius e será comercializado com uma versão híbrida, que alcança potência máxima de 122 cv. As outras versões que serão comercializadas são equipadas com o mesmo motor 1.2 turbo de 115 cv, o mesmo que equipa o Auris. E ainda exclusiva para alguns mercados específicos, o C-HR será comercializado em uma versão com motor 2.0.

Praticamente do mesmo tamanho que a concorrente HR-V, o novo Toyota tem o teto que lembra bastante um cupê, mas sem deixar de lado suas características de crossover, como sua distância elevada em relação ao solo. As maçanetas das portas traseiras são iguais às da concorrente, que são integradas à coluna C. as versões top de linha ainda serão equipadas com luzes de LED. De aspecto bem futurista, o seu interior ainda é um segredo, já que a montadora não permitiu o acesso de jornalistas ao interior do veículo. O que resta agora é esperar o novo SUV ser comercializado para descobrir como ele é completamente. Aos brasileiros, resta esperar e torcer para que o novo SUV venha bater de frente com o já consolidado e líder de vendas no mercado, Honda HR-V.
O novo crossover C-HR da Toyota chegou para bater de frente com a HR-V, da também japonesa Honda.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

10 de mar. de 2016

Volks mostra conceito de SUV compacto sem teto

Volks mostra conceito de SUV compacto sem teto

Repleto de inovações e lançamentos empolgantes – e de certa forma intrigantes – o Salão de Genebra, que tem acontecido na Suíça, também teve espaço para um curioso lançamento de veículo conceito da alemã Volkswagen. O automóvel em questão foi o T-Cross, o seu mais novo conceito de SUV compacto, que chegou com um conceito completamente inovador e que pode causar um estranhamento na primeira impressão daqueles que veem o carro.

Como deve ser o novo T-Cross



A grande surpresa e que causou um certo estranhamento a primeira vista, foi que a montadora alemã levou ao Salão de Genebra uma versão conversível do SUV T-Cross. Batizado de T-Cross Breeze – palavra em inglês que significa “brisa”, referente a sua falta de teto – o novo modelo foi pensado para ser o mais novo integrante da família de utilitários esportivos da montadora e deve ostentar um motor 1.0 turbo. Todo o conceito do novo SUV é inspirado no Polo, porém com dimensões consideravelmente maiores que o parente de montadora. Com 4,13 metros de comprimento, tem uma distância entre-eixos de 2,56 metros. Distância bem semelhante com a do Jeep Renegade e menor do que a do Honda HR-V, que aparecem como possíveis futuros concorrentes do SUV. O design chega com uma proposta inovadora e ousada. Ao invés de adotar estilos parecidos em todos os seus SUV – coisa que faz com o seus hatches e sedãs -, cada segmento dos utilitários esportivos terá um visual próprio e distinto. Apenas para efeito de comparação, enquanto o Tiguan possui um visual mais robusto e mais forte, o T-Cross chega com cara mais amigável e simpática. Isso se deve por suas formas quadradas e com uma grade frontal fina que lembra os contornos de um sorriso.

Nas laterais, apenas um vinco que percorre todo o carro. Já a traseira ganha destaque pelas formas estilizadas que foram utilizadas na lanterna. Um simples moderno e simpático ao olhar. A carroceria possui duas portas, mas o espaço disponível no veículo é para quatro ocupantes. O grande estranhamento e também uma surpresa bem grande, é o teto conversível que faz parecer com que o SUV estivesse com algo faltando, questão reforçada pelas suas formas bem quadradas. Tudo questão de acostumar o olhar para a novidade. O interior chega recheado de tecnologias e equipamentos novos, com telas sensíveis ao toque e comandos de volante touchscreens. As datas de lançamento do modelo oficial ainda não foram divulgadas. Agora é esperar para ver.
Apenas para efeito de comparação, enquanto o Tiguan possui um visual mais robusto e mais forte, o T-Cross chega com cara mais amigável e simpática.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Carro autônomo do Google bate em ônibus

Carro autônomo do Google bate em ônibus

Conteúdo em Vídeo
Parece que as notícias sobre os projetos relacionados a carros autônomos não estão sendo boas nos últimos meses. Mais um acidente foi registrado envolvendo um veículo de testes, desta vez pertencente ao projeto do Google. Uma SUV Lexus acabou colidindo com um ônibus enquanto estavam percorrendo uma das avenidas de Mountain View, na Califórnia. De acordo com as informações que foram divulgadas pela imprensa local, a colisão foi leve e ninguém ficou ferido no incidente. Mas a notícia acabou ganhando destaque por ser o primeiro acidente envolvendo o Google self-driving. As imagens foram registradas pelas câmeras instaladas no coletivo, que permitem com que as pessoas vejam a colisão de dentro do ônibus.

Como é possível perceber nas imagens, o carro do Google estava parado do lado direito da pista, aguardando o momento certo para retornar a faixa de trânsito que permitiria com que ele seguisse em frente. De acordo com o comunicado oficial da empresa, o sistema do carro pensou que o coletivo iria parar ou reduzir a velocidade para permitir a sua entrada, o que não aconteceu. O carro do Google acabou batendo na lateral do ônibus, e como ambos os veículos estavam em uma velocidade baixa, os danos foram leves. 
Imagens foram registradas pelas câmeras de dentro do coletivo.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Ford Caminhões lança versões automatizadas Torqshift para a linha Cargo

Ford Caminhões lança versões automatizadas Torqshift para a linha Cargo

Os tempos não andam nada fáceis para a indústria brasileira de caminhões. Em 2015, as vendas do setor caíram pela metade em relação a 2014. A Ford foi uma das poucas marcas de caminhões que mais cresceu no ano passado – embalada pelo bom posicionamento da linha Cargo no segmento de caminhões leves, o menos afetado pela crise. A Ford teve em 2015 um ganho de 3,7 pontos percentuais de “market share” – de 14,3% para 18%. Consolidou também a liderança no segmento de caminhões semileves – com o modelo F-350 e 42% de participação – e no segmento de leves, com os modelos Cargo 816, Cargo 1119 e F-4000, com 31% das vendas. Seguindo a tendência global de uso de transmissões automatizadas no transporte de carga, a Ford resolveu passar a oferecer uma opção de câmbio automatizado para seis veículos médios e semipesados da linha Cargo 2017 – antes, esse tipo de transmissão só era oferecido para os pesados e semipesados. Batizada de Torqshift, a nova transmissão automatizada da linha Cargo tem opções de 10 ou 16 marchas. Além de dispensar o pedal da embreagem e dar mais conforto aos motoristas, os caminhões automatizados da Ford incorporam outros recursos, como a opção de trocas manuais e os modos Economia e Performance.

Veja também:
  • Lançamento do Ford Cargo Extrapesado
A nova linha é formada pelos modelos Cargo 1723 Torqshift, Cargo 1723 Kolector Torqshift, Cargo 1729R Torqshift, Cargo 2429 Torqshift, Cargo 1729T Torqshift e Cargo 1933T Torqshift, destinados a segmentos distintos. O Cargo 1723 Torqshift é um médio com peso bruto total de 16.000 kg e capacidade máxima de tração de 32.000 kg, com motor de 230 cv e transmissão de 10 marchas. Na sua versão Kolector, vem com transmissão reforçada de 10 marchas e peso bruto total de 23.000 kg com terceiro eixo instalado. Já o médio Cargo 1729R Torqshift, com peso bruto total de 16.000 kg, tem motor de 290 cv e transmissão de 10 marchas, com as opções de cabine simples e leito. O semipesado Cargo 2429 Torqshift tem transmissão de 10 marchas, tração 6x2, peso bruto total de 23 toneladas e capacidade máxima de tração de 38.000 kg. Ele chega com dois anos de garantia e custa R$ 220 mil na versão cabine simples e de R$ 228 mil na versão leito. Os dois últimos modelos da linha Cargo Torqshift são os cavalos-mecânicos 1729T e 1933T. O Cargo 1729T Torqshift traz cabine leito, transmissão de 10 velocidades e capacidade máxima de tração de 38.000 kg. Já o 1933T vem com suspensão a ar e transmissão automatizada de 16 marchas. Sua capacidade máxima de tração é de 45.150 kg.

Desenvolvida pela Eaton em parceria com a Ford e a Cummins, a nova transmissão automatizada conta com recursos que, segundo a Ford, otimizam o desempenho, o rendimento e a segurança do caminhão. Entre eles está o piloto automático inteligente, que mantém a velocidade constante em subidas e descidas, e a assistência de partida em rampa, que segura o caminhão por até três segundos em rampas com inclinação superior a 3%. Tem também a função “Low” para descidas, indicador de marcha no painel e dois modos de direção: Performance e Economia. Ambos contam com escalonamento de marchas que garante alto torque em subidas e inclinações. Ainda de acordo com a marca, comparada às transmissões automáticas, a Torqshift tem como vantagens o menor custo de aquisição e reparo, a maior economia de combustível e a facilidade de manutenção. “Por fazer as trocas de marcha sempre no regime ideal de rotação, o Cargo Torqshift nivela o desempenho dos motoristas. Assim, aumenta a economia de combustível e a vida útil da embreagem, reduzindo os custos de manutenção. Ao mesmo tempo, diminui a fadiga do motorista no trânsito urbano e em viagens longas”, diz Antonio Baltar, gerente geral de Marketing e Vendas da Ford Caminhões.

A Ford afirma que o lançamento dos modelos como Linha 2017 permite ao cliente aumentar o tempo de permanência do veículo na frota – já que a maioria dos contratos no setor exige veículos com até três anos de uso –, sem contar a sua valorização na hora da revenda. Com o lançamento dos caminhões Torqshift, a linha Ford 2017 cresce de 26 para 34 modelos. Em abril, a marca apresentará quatro novas versões com transmissão manual: Cargo 1419, Cargo 1519, Cargo 3129 e Cargo 3129 Mixer.

Primeiras impressões

Baixo estresse

Caxias do Sul/RS - No campo de provas da fabricante de implementos rodoviários Randon em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, foi possível avaliar o caminhão Cargo 1723 Torqshift, com câmbio de dez marchas, e o cavalo-mecânico Cargo 1933T Torqshift, com câmbio de 16 marchas – ambos carregados com cargas superiores a dez toneladas. Durante a avaliação, que incluiu aclíves, declives e trechos sinuosos, o câmbio desenvolvido pela Eaton apresentou um desempenho surpreendente. Na prática, a nova transmissão automatizada coloca os modelos da linha Cargo em um novo patamar de conforto.

No campo de provas da Randon, em qualquer faixa de giro, a passagem das marchas no modo automático dos caminhões Cargo aconteceu sempre de modo progressivo e eficiente. E ainda há a possibilidade de acioná-las manualmente, através de um botão na manopla do câmbio. Pela leveza com que os caminhões da Ford se deslocaram no campo de provas, mesmo em trechos sinuosos ou aclives, tornou-se impossível perceber que arrastavam cargas de mais de dez toneladas. Além do câmbio automatizado, o sistema que impede que o caminhão “caia” quando sai da imobilidade em aclives também funcionou com precisão, assim como o sistema que mantém a velocidade pré-determinada pelo motorista, sem que ele tenha sequer de pisar no acelerador. A função “Low” para facilitar os declives, o indicador de marcha no painel e os dois modos de direção – Performance e Economia – também reveleram efetividade e extrema simplicidade de uso.
Ar-condicionado, rádio com entrada USB, travamento elétrico das portas e vidros que sobem e descem ao toque de botões – os caminhões da linha Cargo Torqshift oferecem níveis de conforto elevados para veículos de transporte de cargas. No final do teste, ambos os modelos deixaram uma impressão bastante positiva. Com sua posição elevada, seus amplos espelhos e recursos só disponíveis em carros de passeio sofisticados, os novos Cargo Torqshift se mostram até mais agradáveis de dirigir que muitos hatches “pé de boi” que se encontram por aí. Em tempos de empregos escassos, pilotar um caminhão como esses pelas estradas afora pode ser uma opção a considerar.
Autor: Luiz Humberto Monteiro Pereira (Auto Press)
Fotos: Divulgação

Solução na palma da mão - Para crescer em tempos de crise, Ford Caminhões lança versões automatizadas Torqshift para a linha Cargo

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Caminhões

9 de mar. de 2016

Teste do Volkswagen Fox Track

Teste do Volkswagen Fox Track

De maneira geral, os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes e interessados nos avanços tecnológicos. No mercado automotivo, isso se comprova facilmente. Até poucos anos, muitos modelos – principalmente compactos – eram ofertados em versões básicas, que sequer traziam itens como ar-condicionado, vidros elétricos e direção assistida. Caso do Volkswagen Fox, lançado no Brasil há 13 anos e que hoje pode ter até central multimídia que espelha celulares em configurações de entrada, com motor 1.0. Um bom exemplo desse “upgrade” dos modelos básicos é a versão Track, que surpreende pela valoração que recebe da fabricante – inclusive em seu preço.

Veja também:
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A proposta da Volkswagen com a versão, lançada em outubro do ano passado, era atrair o público mais jovem com um visual levemente aventureiro e pitadas de modernidade. Para isso, apostou nas opções de centrais multimídia para o modelo, que vão desde tela touch, de 5 ou 6,3 polegadas, ao espelhamento de smartphones Android ou iPhone – neste último caso, é preciso pagar pelo equipamento mais caro, com tela maior, para contar com o Volkswagen App-Connect e, de quebra, ter também GPS no carro. O Fox Track segue a trilha do Gol Track no line up da marca: é uma versão com roupagem ligeiramente “off road”, mas que, assim como as outras, não é realmente destinada para este uso. Esteticamente, a grade dianteira tem o friso prateado e o para-choque traz faróis de neblina integrados. Os faróis têm acabamento que mistura máscara negra com detalhes cromados e, no perfil, chama atenção o rack de teto e as molduras inferiores e nas caixas de rodas. Maçanetas das portas e retrovisores são sempre na cor preta e, atrás, o para-choque traz um adesivo preto na região da placa e defletor na mesma cor na parte superior da tampa do porta-malas.

O interior tem a mesma ambientação e tecidos do Fox Comfortline, mas opcionalmente pode receber o revestimento interno do teto e das colunas escurecido. A lista de opcionais, na verdade, é que surpreende mais, já que trata-se de uma configuração praticamente de entrada do Fox. As rodas são de liga leve de 15 polegadas e o carro sai da fábrica com, no mínimo, ar-condicionado, direção e vidros elétricos dianteiros e som com rádio, Bluetooth, MP3 e entradas USB, auxiliar e SD, por R$ 46.950. Mas é possível equipá-lo com vidros traseiros e retrovisores elétricos, sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento dianteiro e traseiro, volante multifuncional revestido em couro e a própria central multimídia, entre outros itens. Com tudo que pode receber, no entanto, a conta assusta: são R$ 55.190 pelo Fox Track completo. Sob o capô, o hatch traz o mesmo motor 1.0 de 3 cilindros da família EA211 que estreou no Fox Bluemotion e já é usado por toda a linha de compactos 1.0 da marca. Sua potência máxima é de 82 cv a 6.250 rpm, com etanol, e o torque chega a 10,4 kgfm a partir de 3 mil giros com o mesmo combustível. O propulsor tem sistema de partida a frio, ou seja, dispensa o tanque auxiliar para gasolina, e trabalha em conjunto com uma transmissão manual de 5 marchas.

Ponto a ponto

Desempenho – O 1.0 de três cilindros do Fox Track é um tanto modesto para mover o modelo. Ele só mostra mesmo algum vigor a partir dos 3 mil giros, quando alcança o torque máximo de 10,4 kgfm com etanol no tanque. Em tráfego rodoviário, até se sai bem. Mas, em perímetro urbano, não mostra muita agilidade. O câmbio manual, no entanto, tem engates precisos e as marchas são bem escalonadas. Nota 6. Estabilidade – O Fox tem uma suspensão firme – típica da marca alemã. Mas a altura um pouco elevada da carroceria faz com que ela balance em mudanças de direção. Não chega a ser um grande problema, mas convém não levar o hatch aos limites em trechos sinuosos. De qualquer forma, a direção tem relação mais direta com as rodas e peso correto em velocidades altas, o que transmite sensação de segurança ao motorista. Nota 7. Interatividade – O Fox Track é simples, mas bastante funcional. Todos os instrumentos têm boa visualização, são de fácil compreensão e estão bem localizados. Há ainda uma central multimídia opcional que espelha celulares e tem GPS. É possível parear, via Bluetooth, dois celulares simultaneamente e operar telefone e áudio streaming. O sistema ainda lê mensagens de texto do celular por meio dos alto-falantes e é possível respondê-las por comando de voz. Nota 8.

Consumo – O InMetro avaliou o Volkswagen Fox Track e registrou 8,6/9,3 km/l com etanol na cidade/estrada e  12,2/ 13,4 km/l com gasolina, nas mesmas condições. Os números renderam nota A em sua categoria e B na geral, com 1,68 MJ/km de consumo energético. Nota 8. Conforto – O bom espaço interno do modelo é um dos pontos altos. Quatro adultos conseguem se acomodar no interior sem apertos, com boa área para cabeça, pernas e ombros. Apenas um terceiro ocupante atrás pode sofrer graças à pouca largura da carroceria. O isolamento acústico é eficiente e a suspensão, apesar de mais firme, filtra boa parte das irregularidades do asfalto. Nota 7. Tecnologia – O Fox é um projeto antigo, em comparação com seus concorrentes diretos. A plataforma é a simplificação da utilizada no Polo em 2001. Já o motor da versão Track é moderno, o 1.0 de três cilindros. A central multimídia opcional é a grande novidade do modelo, completa e eficiente. Nota 7.

Habitabilidade – Há bons porta-objetos e o ângulo de abertura das portas também é suficiente para garantir o acesso e a saída dos passageiros com facilidade. O porta-malas leva um volume normal para sua categoria: 270 litros. Nota 7. Acabamento – O interior do modelo é simples, mas correto. Há plásticos rígidos abundantes, mas a realidade dos concorrentes diretos não é tão diferente. Os encaixes e arremates são bons. De qualquer forma, é pouco para um carro que começa em cerca de R$ 47 mil e, completo, ultrapassa R$ 55 mil. Nota 7. Design – O visual do Fox Track é marcado pela grade dianteira com friso pintado e para-choque com luzes de neblina integradas. Os faróis têm acabamento que mistura máscara negra com detalhes cromados e a lateral é valorizada por um rack de teto, molduras inferiores e nas caixas de rodas e o logotipo da versão nas portas traseiras. Maçanetas e retrovisores são sempre na cor preta e, atrás, há um defletor preto na parte superior da tampa do porta-malas. Apesar de algumas reestilizações desde seu lançamento, o design já é ultrapassado. Nota 6.
Custo/benefício – O Fox Track parte de R$ 46.950, mas chega a R$ 55.190 com todos os opcionais. É muito caro, apesar da lista extensa de equipamentos de conforto e entretenimento, com itens como sensor crepuscular e de chuva. Nenhum modelo de marca generalista com propulsor deste tamanho é tão bem equipado quanto o Fox Track. Mas o preço dele completo é superior ao do Renault Sandero inclusive em suas versões mais caras, como a Stepway, a partir de R$ 55 mil. O Nissan March topo de linha, com propulsor 1.6 de 111 cv, é R$ 51.790. Já a Ford pede R$ 51.690 pelo Ka SEL 1.5, que traz até controle eletrônico de estabilidade e tração. Definitivamente, este não é um ponto favorável para o Fox Track. Nota 5. Total – O Volkswagen Fox Track somou 68 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

Toda a linha do Volkswagen Fox passou a receber o motor 1.0 de três cilindros da marca – que inclusive estreou no Brasil no modelo, depois de ter feito seu “debut” na Europa no subcompacto Up. O propulsor não chega a injetar esportividade no carro, mas faz com que os giros subam mais rápido e, em diversos modelos, afasta a ideia de “falta de força” comum aos outros 1.0 de quatro cilindros, mais antigos e já ultrapassados por aqui.
Nas arrancadas, essa vantagem não aparece tanto. É já perto das 3 mil rpm que o Fox Track mostra mais vigor e propicia ultrapassagens e retomadas próximas às de modelos com motores um pouco maiores. Nesta faixa, as respostas ao acelerador são mais rápidas e consistentes e abrem espaço até para a dúvida se os dados da ficha técnica são mesmo tão modestos – de 82 cv máximos a 6.250 rpm com etanol e 10,4 kgfm de torque com o mesmo combustível, em 3 mil giros. Mas a grande surpresa do Fox Track é sua lista de equipamentos, capaz de provocar inveja se comparada à de alguns concorrentes com propulsores mais fortes. Completo, ele tem central multimídia que espelha celulares, GPS, faróis automáticos e sensores de chuva. A questão é que todas essas características elevam demais o valor do modelo e um dos pontos que mais deveriam influenciar a decisão de compra de um carro, que é a questão da segurança, passou batido pela marca. Não há nada nesse aspecto que não seja encontrado também na concorrência. Aliás, alguns oponentes até mais baratos, como o Ford Ka, já desfrutam de equipamentos como controle eletrônico de estabilidade e tração, ausentes no Fox Track.

Ficha técnica

Volkswagen Fox Track

Motor: Etanol e gasolina, dianteiro, transversal, 999 cm³, três cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando simples no cabeçote e comando variável de válvulas na admissão. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 82 cv e 75 cv a 6.250 rpm com etanol e gasolina.
Torque máximo: 10,4 cv e 9,7 kgfm a 3 mil rpm com etanol e gasolina.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 14,4 e 14,7 segundos com etanol e gasolina.
Velocidade máxima: 159 e 158 km/h com etanol e gasolina.
Diâmetro e curso: 74,5 mm X 76,4 mm.
Taxa de compressão: 11,5:1.
Pneus: 195/55 R15.
Peso: 1.084 kg.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson com mola helicoidal e barra estabilizadora. Traseira interdependente com braço longitudinal e mola helicoidal.
Freios: Discos na frente e tambor atrás. ABS com EBD. 
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,87 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,58 m de altura e 2,47 m de distância entre-eixos. Airbags frontais. 
Capacidade do porta-malas: 270 litros.
Tanque de combustível: 50 litros.
Produção: São José dos Pinhais, Paraná.
Itens de série: Sistema de partida a frio sem tanque auxiliar de gasolina, direção elétrica, banco do motorista com ajuste de altura, banco traseiro rebatível, dois apoios de cabeça no banco traseiro, quatro alto-falantes e dois tweeters, aerofólio traseiro preto brilhante, alças de segurança dianteira e traseiras no teto, antena no teto, ar-condicionado, chave tipo “canivete” sem controle remoto, cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador e limitador de carga, cintos de segurança traseiros laterais de três pontos, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, colunas centrais externas com aplique preto, desembaçador traseiro, espelhos retrovisores externos com comando interno manual e luzes indicadoras de direção integradas, faróis de neblina, faróis duplos com máscara escurecida, gaveta sob o banco do motorista, lanterna de neblina, lanternas traseiras escurecidas, para-sol com espelho iluminado para motorista e passageiro, porta-revistas nos encostos dos bancos dianteiros, racks de teto longitudinais, rodas de liga leve de 15 polegadas,  sistema infotainment com rádio AM/FM, Bluetooth, MP3 e entradas USB, SD, e auxiliar, tomada 12V no console central, travamento elétrico das portas e porta-malas e vidros dianteiros elétricos com função “one touch”. 
Preço básico: R$ 46.950.
Opcionais: alarme, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, luz de leitura dianteira e duas traseiras, chave tipo “canivete” com comando remoto, porta-malas com iluminação, retrovisores externos elétricos com função “tilt down” no lado direito, porta-luvas com iluminação, porta-objeto removível e acendedor de cigarro, rede no porta-malas, tampa do porta-malas com abertura por controle remoto, tomada 12V no console central e no compartimento de bagagens, travamento elétrico das portas e porta-malas com controle remoto, vidros traseiros elétricos, banco traseiro corrediço e com três apoios de cabeça com ajuste de altura, computador de bordo, retrovisor interno eletrocrômico, faróis de neblina com luz de conversão estática, sensores de chuva e crepuscular, sistema infotainment touchscreen “Discover Media” com navegação e espelhamento de celulares e volante multifuncional revestido em couro. 
Preço completo: R$ 55.190.
Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias

Juízo de valor - Volkswagen Fox Track é hatch compacto bem equipado, mas chega a custar mais de R$ 55 mil

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Jeep convoca recall do Compass

Jeep convoca recall do Compass

Na última semana, a Jeep anunciou mais uma chamada de recall. O escolhido desta vez foi o Compass vendido no Brasil. Os modelos convocados foram aqueles ano e modelo 2015, com um resultado final de 91 veículos convocados para a chamada. Segundo o que foi divulgado pela montadora, os automóveis convocados podem apresentar falhas e defeitos na direção hidráulica, ocasionados por uma falha de instalação da mangueira de direção hidráulica resultada de um erro no processo de montagem dos veículos. O defeito em questão, em casos mais graves e extremos, pode chegar a causar incêndio no compartimento do motor.

Isso pode ocorrer porque o dano na direção pode levar ao desprendimento de componentes, causando assim vazamentos do fluido de direção hidráulica. Ao entrar em contato com o sistema responsável pela ignição do motor, o líquido pode ser o causador de incêndio dentro do mesmo. Com isso há um grande risco não só para o motorista, como também para os passageiros do veículo, que ficaram sujeitos a acidentes fatais. Além de causar danos materiais aos ocupantes. Para aqueles que foram convocados, a marca recomenda que o agendamento para o conserto seja feito o quanto antes possível. O agendamento deve ser feito em uma concessionária da Jeep e inclui a inspeção do veículo e também o reparo do defeito apresentado. O serviço é rápido, dura cerca de 30 minutos e é oferecido gratuitamente. Para aqueles que desejarem mais informações, deve-se acessar o site da montadora – que pode ser acessado pelo link www.jeep.com.br – ou também pode acionar o serviço por telefone, ligando no número 0800 703 7150.

Recalls anteriores do Compass

Apesar de ser a primeira ocorrência em 2016, o recall em questão não foi o primeiro em que os donos brasileiros do Compass, da Jeep, foram convocados. Há três anos, em 2013, a montadora convocou os donos do automóvel por causa de problemas originados no airbag. Na época foram convocados mais de 1.400 veículos. Mas a má fama do modelo não se resume apenas a dois recalls devido a problemas técnicos. Um ano antes, em 2012, o veículo ganhou as mídias e uma péssima repercussão a receber apenas duas estrelas no crash test do EuroNCAP. O teste em questão envolve situações de colisão e serve para qualificar a segurança do veículo. A pontuação máxima é de cinco estrelas e quanto menos o carro recebe, menos seguro em casos de colisão ele é.
Apesar de ser a primeira ocorrência em 2016, o recall em questão não foi o primeiro em que os donos brasileiros do Compass, da Jeep, foram convocados.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls