11 de jun. de 2015

Teste do Honda HR-V EXL

Teste do Honda HR-V EXL

Conteúdo em Vídeo
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A Honda sempre acreditou no poder de atração do HR-V. Quando lançou o crossover, em março último, a previsão era vender cerca de 4 mil unidades mensais, mesmo diante de um mercado em crise. Três meses depois, a retração nas vendas piorou – a queda ultrapassa os 20% na comercialização de automóveis. Mas, em compensação, a marca japonesa transformou seu SUV compacto em um verdadeiro fenômeno. O modelo já emplaca média de 5 mil unidades por mês. A fila de espera nas concessionárias não para de crescer – dependendo da cor e da versão, pode ultrapassar 100 dias. E é a configuração de topo, a EXL, a “menina dos olhos” do fabricante. Tanto que a previsão é de que quase metade dos veículos colocados nas ruas até o fim do ano sejam do HR-V “top”.  Pode parecer exagero tratar o crossover da Honda como fenômeno, mas os números provam isso. E não apenas os de venda, mas o próprio crescimento do mercado nacional de SUVs se acelerou após o lançamento do HR-V. Entre janeiro e fevereiro de 2015, a categoria respondia por cerca de 10,5% dos emplacamentos nacionais de carros de passeio. Em maio, essa participação cresceu 37% e chegou a 14,4%. É claro que outros competidores surgiram – caso do Jeep Renegade e do Peugeot 2008. Mas, exceto pelos 2.500 exemplares do Jeep pernambucano registradas no mês passado, a contribuição desses novatos não chega a fazer tanta diferença frente à redução nos emplacamentos dos concorrentes.

Para ganhar espaço neste segmento cada vez mais disputado, a Honda investiu na mistura de características que, normalmente, se encontram neste tipo de veículo. Reuniu bons aparatos tecnológicos e a robustez típica de um utilitário à credibilidade conquistada pela marca. E ainda conseguiu um design que chama atenção pelas linhas contemporâneas e a clara inspiração nas carrocerias dos cupês.  O crossover da Honda é mais baixo e tem linhas mais agudas que as que se notam em um SUV normal. Os vincos deixam o carro “musculoso” – ampliando a ideia de robustez – e, ao mesmo tempo, transmitem uma imagem de velocidade. A frente tem conjunto ótico pontiagudo e esticado, para-choques encorpados e grade em preto brilhante cortada por um friso cromado. A linha de cintura é alta e o teto se encerra com um caimento forte, como o de um cupê. Para reforçar essa semelhança, as maçanetas das portas traseiras são disfarçadas.

Todas as versões do SUV são movimentadas pelo mesmo motor 1.8 de 140 cv que equipa a configuração de entrada do sedã médio Civic, a LXS. No HR-V “top”, o propulsor trabalha em conjunto com uma transmissão CVT. Quem sente falta de uma pegada mais esportiva pode utilizar os “paddle shifts” junto ao volante para as trocas entre as sete marchas que são simuladas pelo câmbio.  Bem equipado, o HR-V EXL já sai da fábrica com freio de estacionamento elétrico, volante multifuncional, controle eletrônico de estabilidade e tração, direção elétrica progressiva e sistema multimídia com Bluetooth, câmara de ré e até GPS. O preço é “salgado”: R$ 88.700, R$ 300 a mais que a configuração de topo do próprio Honda Civic, a EXR, com motor 2.0 de 155 cv. Porém, a julgar pela procura nas concessionárias, o valor de venda está longe de ser um problema para o HR-V.

Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.8 do HR-V atinge 140 cv com gasolina e tem torque de 17,3 kgfm com o mesmo combustível. São bons números, mas seu desempenho fica visivelmente prejudicado pela transmissão CVT que equipa a versão EXL. O câmbio é confortável para o tráfego urbano, mas prejudica as ultrapassagens e retomadas. No modo Sport, há a impressão de se contar com um pouco mais de energia. Mas nada que transmita esportividade a quem dirige. Nota 7. Estabilidade – A suspensão é firme o suficiente para garantir um comportamento seguro em curvas – com rolagens de carroceria quase imperceptíveis –, mas os buracos das ruas brasileiras são absorvidos com eficiência. Não há sensação de insegurança, o SUV compacto se mostra o tempo todo “na mão” do motorista. Caso seja necessário, o modelo ainda oferece controle eletrônico de estabilidade. Nota 8. Interatividade – Os comandos são fáceis tanto para acessar quanto para entender o funcionamento. O freio de estacionamento é elétrico e o sistema multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas conta com câmara de ré, GPS, entrada HDMI e duas USB. Mas a posição dessas entradas, na parte inferior do console central, é um tanto incômoda. Já a direção elétrica é digna de elogios: extremamente leve em manobras de estacionamento e firme nas velocidades mais altas. Nota 8.

Consumo – O Honda HR-V com motor 1.8 e câmbio CVT foi testado pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular e registrou médias de 7,1/10,5 km/l em trânsito urbano e 8,5/12,1 km/l na estrada, com etanol/gasolina no tanque. Conquistou “A” em sua categoria e “C” na classificação geral, com consumo energético de 1,96 MJ/km. Nota 8. Conforto – A posição de dirigir é boa, assim como o isolamento acústico. O espaço é condizente com a categoria e garante a viagem de quatro ocupantes sem problemas de apertos. Ser “altinho” contribui ainda mais para a sensação de espaço e conforto. Os bancos têm a densidade correta e os corpos dos passageiros são bem recebidos. Nota 8. Tecnologia – Motor e câmbio do HR-V são modernos. A plataforma do utilitário é uma evolução da utilizada no monovolume Fit. O SUV é recheado de itens tecnológicos, com ABS de última geração, controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, direção elétrica progressiva e sistema de entretenimento completo e prático. Nota 8.

Habitabilidade – Nesse ponto, o HR-V se assemelha aos concorrentes no segmento. O habitáculo garante espaço para passageiros – inclusive de estatura mais alta – e o porta-malas se destaca com 431 litros. É fácil entrar e sair do modelo e há bons nichos para carregar objetos pessoais que precisam ficar mais à mão do motorista, como carteira, celular e chaves. Nota 9. Acabamento – A Honda se vale da credibilidade que conquistou no mercado automotivo. Talvez por isso não se mostre tão cuidadosa assim na questão do acabamento. Os materiais parecem de boa qualidade e têm encaixes perfeitos, mas não há luxo. O que se vê é uma grande quantidade de plásticos rígidos. Até o revestimento das portas deixa a desejar, já que não acompanha o padrão utilizado nos bancos de couro. Nas laterais, é tecido mesmo. Nota 7.
Design – As linhas do HR-V são contemporâneas e transmitem a ideia de esportividade. O caimento acentuado do teto na parte traseira remete ao formato de um cupê, o que adiciona charme ao modelo. A maçaneta da porta traseira disfarçada ajuda ainda mais a manter essa característica e as rodas da versão EXL, de 17 polegadas, dão um toque de requinte ao perfil. A dianteira ostenta faróis grandes, esticados e pontiagudos, que chamam atenção e conferem uma estética moderna. Nota 9. Custo/benefício – A Honda cobra pelo HR-V EXL R$ 88.700. Um Jeep Renegade Longitude 1.8 Flex equipado à altura, com transmissão automática de seis velocidades e sete airbags – três a mais que o HR-V  – sai a R$ 87.900. Já a Peugeot pede R$ 79.590 pelo 2008 Griffe THP, com motor turbo de 173 cv e câmbio manual de seis marchas, melhor equipado e mais bem acabado. Um Ford EcoSport Titanium 2.0 tem preço de R$ 87.100 e traz seis airbags, transmissão automatizada de dupla embreagem e seis marchas e seis airbags. Nota 7. Total – O Honda HR-V obteve 79 de 100 pontos possíveis.

Impressões ao dirigir

As aptidões do Honda HR-V EXL são claramente de um veículo familiar. A altura é boa o suficiente para garantir conforto no interior, mas não exige grande esforço para entrar no carro. O porta-malas é espaçoso tanto para uma viagem quanto para as compras de mês de mercado e os itens tecnológicos facilitam a vida do motorista na hora de lidar com o trânsito das grandes metrópoles. Mas o modelo tem outras particularidades. O design contemporâneo e até ousado se destaca entre a concorrência e exala esportividade. As rodas de liga leve mesclam prata e preto – uma combinação que, em movimento, se torna ainda mais interessante. Mas essa esportividade sugerida no visual não é acompanhada pelo trem de força. O motor 1.8 de 140 cv é forte o suficiente para movimentar o modelo com certo vigor. A transmissão CVT, porém, desanima um pouco na hora de exigir mais do SUV. Retomadas e ultrapassagens ficam um tanto insossas e, mesmo ao recorrer ao modo esportivo do câmbio, que simula sete marchas, não há sobras. A única diferença é que o câmbio cria pontos fixos em uma relação que é contínua, mas isso não altera seu desempenho.
Um dos pontos fortes do carro é a direção elétrica. Seu comportamento parece se adequar a cada situação que se enfrenta. Nas manobras de estacionamento, por exemplo, é tão leve que se gira o volante com apenas um dedo. Conforme a velocidade aumenta, se torna mais firme o suficiente para garantir conforto e segurança.  Nas curvas, o HR-V se sai bem com seu acerto de suspensão mais para rígido. As rolagens de carroceria até aparecem, mas tão sutis que chegam a passar despercebidas pelos passageiros. A versão de topo do HR-V é bem completa e todos os seus equipamentos são de uso fácil. O GPS, por exemplo, é simples e o sistema de som tem quase todas as suas funções disponibilizadas a partir dos comandos do volante. As duas entradas USB e a HDMI ficam mal localizadas, sob o console central. Mas, verdade seja dita, ter uma entrada HDMI já é um diferencial. De qualquer forma, o acabamento poderia entrar na lista de prioridades da Honda. Frente à concorrência, é certamente um ponto fraco. Não foge muito do que se vê em versões de topo de hatches e sedãs compactos. Ou seja, carros que custam bem menos que os quase R$ 90 mil pedidos pelo HR-V EXL.

Ficha técnica

Honda HR-V EXL

Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.799 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando variável de válvulas e comando simples no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio tipo CVT. Tração dianteira com controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 139 cv a 6.300 rpm com etanol e 140 cv a 6.500 giros com gasolina.
Torque máximo: 17,3 kgfm a 4.800 rpm com gasolina e 17,4 kgfm a 5 mil giros com etanol.
Diâmetro e curso: 81 mm x 87,3 mm.
Taxa de compressão: 11,5:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson. Traseira com barra de torção. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 215/55 R17.
Freios: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Utilitário em monobloco com quarto portas e cinco lugares. Com 4,29 metros de comprimento, 1,77 m de largura, 1,58 m de altura e 2,61 m de distância entre-eixos. Tem airbags frontais e laterais de série.
Peso: 1.276 kg.
Capacidade do porta-malas: 431 litros.
Tanque de combustível: 51 litros.
Produção: Sumaré, São Paulo.
Lançamento no Brasil: 2015.
Itens de série: Chave canivete, spoiler traseiro, retrovisores elétricos, descansa-braço dianteiro, ar-condicionado digital, freio de estacionamento por botão, vidros e travas elétricos, assistente de partida em rampas, sinal de frenagem de emergência, controles de tração e estabilidade, volante multifuncional, câmara de ré, farol de neblina, rack de teto, cruise control, bancos em couro, rebatimento elétrico dos retrovisores, sistema multimídia com tela de 7 polegadas touchscreen com GPS, entrada HDMI e 2 conexões USB para MP3 players, pen drive e iPod/iPhone/iPad.
Preço: R$ 88.700.
Opcionais: pintura metálica ou perolizada.
Preço: R$ 1.200.

Objeto do desejo - Honda HR-V se transforma em fenômeno de vendas e emplaca principalmente na versão de topo EXL

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

10 de jun. de 2015

Ford Caminhões cresce nos segmentos de entrada

Ford Caminhões cresce nos segmentos de entrada



Veja também:
  • Entrevista com Antonio Baltar, gerente de Vendas e Marketing da Ford Caminhões
Apenas uns poucos se salvam no atual mercado nacional de veículos. Mas no caso dos caminhões, há duas peculiaridades. Uma é que a queda nas vendas nos cinco primeiros meses de 2015, em comparação mesmo período de 2014,  foi de 42,3%. Entre as motocicletas foi de 12% e nos automóveis, 20%. A outra peculiaridade entre os veículos de passeio, o segmento menos afetado foi o do topo da pirâmide, dos modelos de luxo. Mas entre os caminhões, ocorre o contrário: são os menores que sofrem menos com a retração do mercado. Como foi exatamente no segmento de semileves e leves que a Ford apostou no ano passado, com lançamento de modelos da linha F, com F-350 e F-4000 – só a F-350 representa 44% do segmento de semileves. Além disso, contou com o ótimo desempenho do leve Cargo 816, que junto com a F-4000, alcançou 25% do segmento. Embora ninguém escape ileso frente uma retração acima de 40%, a Ford encolheu “apenas” 15,1% – o que fez a participação da marca no mercado de caminhões crescer de 12,9% nos primeiros cinco meses de 2014 para 19% em 2015. Em números, as vendas caíram de 6.978 para 5.925 unidades.

O comportamento do mercado de caminhões tem uma explicação. Os segmentos de modelos mais caros, como o de pesados e extrapesados, é dirigido a grandes frotistas, que são extremamente suscetíveis às projeções para a economia – e os “futurólogos” tupiniquins não têm sido muito otimistas com o Brasil. Com uma perspectiva desfavorável, os frotistas de grande volumes de carga preferem investir um pouco mais na manutenção dos veículos e adiar novas compras. Já os mercados de semileves e leves respondem mais prontamente à realidade objetiva, que atualmente demanda veículos urbanos de carga para entregas e para pequenos agricultores – a F-4000, por exemplo, tem uma versão 4X4 exatamente para o público rural.

Apesar de não haver muito otimismo com o futuro próximo, a Ford resolveu ampliar sua oferta nos veículos pesados e extrapesados. E aproveitou a produção do caminhão número 400 mil na unidade de São Bernardo do Campo, inaugurada em 2001, para anunciar as novidades. A marca pretende lançar ainda este ano um opcional de câmbio automático para a linha Cargo e também um novo modelo 8X2, próprio para cargas muito compactas – como betoneiras, por exemplo. No total, a promessa é de seis novos modelos ainda este ano.


Autor: Eduardo Rocha (Auto Press)
Fotos: Divulgação

Na contramão da retração - Ford amplia participação no mercado com caminhões leves e semileves

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Caminhões

Teste do Nissan Versa Unique

Teste do Nissan Versa Unique

A Nissan já deixou claro que quer aumentar sua participação no mercado automotivo brasileiro. Com atuais 2,3%, a marca japonesa pretende mais que dobrar sua fatia e abocanhar 5% do total de unidades emplacadas no país até março de 2017. Uma estratégia que depende de apostar em produtos com bom volume de vendas. Caso dos sedãs compactos, como o recém-reestilizado Versa. Agora nacional – é fabricado em Resende, no interior do Rio de Janeiro –, o modelo tem mais opções de versões que podem ajudar a incrementar suas vendas, como a de topo Unique. A configuração une qualidades já consagradas do sedã, como o bom espaço interno, com elementos normalmente encontrados em modelos maiores, como câmara de ré, rodas aro 16, revestimento em couro e sistema multimídia completo.  Veja também:
  • Impressões do Nissan Versa 2015 “made in Brazil”
O Versa Unique é equipado com motor 1.6 de 111 cv, o mesmo utilizado nas configurações mais caras do hatch March. E a única opção de transmissão para completar o trem de força é manual de cinco velocidades. No México, de onde era importado antes de ser montada a linha de produção da Nissan no Brasil, já existem configurações automáticas. Mas, por aqui, não há previsão da adoção – o Sentra, sedã médio da marca, oferece o câmbio CVT aliado a um motor 2.0.

O Versa Unique foi projetado em função do próprio resultado de vendas do modelo que era importado do México. Antes, a versão mais emplacada era a mais cara, a SL. Por isso, a marca japonesa entendeu que inserir alguns itens extras de sofisticação poderia atrair um público ainda mais exigente. E, pelo menos por enquanto, parece que a ideia funcionou. O Versa “top” já responde por cerca de 35% das vendas do modelo no Brasil.  A diferença entre as duas configurações está exatamente no acabamento mais refinado, com cromados e painéis preto brilhante, e em equipamentos como ar-condicionado automático, além de rodas aro 16, sistema multimídia com interação com as redes sociais e GPS e câmara de ré. Detalhes que chegam a determinar uma diferença de mais de 10% de preço entre elas, já que a SL sai a R$ 49.490 e a Unique custa R$ 54.990.

Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.6 16V responde bem às pisadas no acelerador. Basta carregar um pouco mais fundo com o pé direito para o sedã entregar vigor e agilidade. O câmbio manual de cinco marchas tem engates precisos e trabalha em boa sintonia com o propulsor. O torque máximo, de 15,1 kgfm, aparece só em 4 mil giros. Mas boa parte dele já dá as caras em rotações menos elevadas, favorecendo as saídas e retomadas. Nota 8. Estabilidade – O Versa é um carro leve – são 1.088 kg na versão Unique, a mais pesada. Em velocidades em torno de 120 km/h, convém segurar com mais firmeza a direção. Mas, de maneira geral, o modelo apresenta um comportamento equilibrado. Os pneus 195/55 R16 da configuração de topo oferecem boa aderência e as rolagens de carroceria são incômodas, mas controladas. Nota 7.

Interatividade – O controle dos retrovisores elétricos fica escondido atrás do volante e os comandos do ar-condicionado digital são um tanto confusos, com um formato circular. Mas a direção elétrica é bem suave, o computador de bordo traz informações interessantes e a retrovisão é condizente com o segmento. Nota 7. Consumo – O Versa com motor 1.6 recebeu nota “A” tanto na sua categoria quanto na classificação geral do Programa Brasileiro de Etiquetagem do InMetro, com médias de 12,4/8,6 km/l em trajeto urbano e 14,8/10,2 km/l na estrada, com gasolina/etanol no tanque. Seu índice de consumo energético foi de 1,61 MJ/km, o que é excelente para um sedã. Nota 9.

Conforto – O Versa é um sedã compacto com espaço interno de modelo médio. Quatro pessoas viajam com bastante folga e um quinto elemento, em trajetos curtos, não interfere tanto. A suspensão absorve com alguma competência as irregularidades mas permite a rolagem da carroceria nas curvas, o que incomoda os ocupantes. O precário isolamento acústico rouba conforto interno e denuncia a categoria do modelo. Em rotações altas, o barulho do motor invade a cabine sem a menor cerimônia. Nota 7. Tecnologia – A plataforma V é a segunda geração da B-zero da Nissan, com carroceria reforçada, novos materiais no assoalho, painéis laterais e frontais e mais pontos de solda. O sedã, que já é produzido no Brasil, vem com ar-condicionado digital automático, sistema multimídia Nissan Connect com navegador e câmara de ré integrados e acesso às redes sociais na tela sensível ao toque de 5.8 polegadas. Mas não tem recursos mais sofisticados, como controles de tração e estabilidade. Nota 8.

Habitabilidade – O bom ângulo de abertura das portas faz com que seja bem fácil entrar e sair do carro. No interior, existem vãos suficientes para guardar objetos de uso pessoal. O porta-malas engole 460 litros e o excelente espaço interno é um dos pontos altos do carro. Nota 9. Acabamento – Há plástico rígido por todos os lados, como ocorre em boa parte dos sedãs compactos no Brasil. Apesar do uso de cromados e black piano, a cabine não transmite a ideia de requinte. Os encaixes são bem feitos e os materiais aparentam boa qualidade. Nota 7.
Design – As mudanças estéticas em relação ao Versa que era importado do México são pequenas. Falta uma personalidade mais atraente ao design. A frente e a traseira são aceitáveis mas o perfil causa estranheza, em função do caimento do teto e do contorno da área das janelas. Nota 7. Custo/benefício – O Nissan Versa 1.6 Unique custa R$ 54.990. É mais barato que modelos de fabricantes “medalhões”, como um Chevrolet Prisma 1.4 LTZ, que começa em R$ 56.790, ou a Fiat Gran Siena, que sai a R$ 55.282 com equipamentos equivalentes – mas sem sistema multimídia. Renault Logan Dynamique é bem mais em conta: sai a R$ 51.280 equipado de forma semelhante ao Nissan. Nota 7. Total – O Nissan Versa Unique somou 76 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

Por fora, o Nissan Versa proporciona uma reação um tanto atípica. Visto de perfil, pode agradar ou desagradar. Mas, ao ser analisado pela dianteira ou traseira, quase sempre o que se ouve é que se trata de um modelo sem personalidade e pouco ousado em seu design. Mas basta acessar o interior da versão Unique para perceber que ali, no habitáculo, as inovações em relação a outros sedãs compactos são grandes.  Detalhes em black piano no console e bancos revestidos em couro criam uma atmosfera um pouco mais refinada. O sistema multimídia que interage com redes sociais a partir de um smartphone conectado à internet, com GPS – bem fácil de usar – e câmara de ré é um dos melhores atualmente. O ar-condicionado é digital. São “mimos” normalmente vistos em modelos maiores e de faixa de preço superior. Assim como o impressionante espaço interno. Os ocupantes traseiros não ficam reféns dos passageiros da frente. No habitáculo, o único aspecto que desagrada é o isolamento acústico, bastante suscetível aos ruídos do motor.
O trem de força, 1.6 16V com câmbio manual de cinco velocidades, é mais uma vantagem do Versa. O motor de 111 cv tem força suficiente para mover com eficiência o carro. O torque máximo aparece em giros altos – 4 mil rpm – mas boa parte dele já fica disponível em rotações menores, o que facilita as retomadas e ultrapassagens. A suspensão tem a rigidez necessária para fazer bem curvas, mas não deixa de garantir o conforto dos passageiros ao suavizar os impactos causados pelos desníveis do solo. A carroceria rola um pouco e, de maneira geral, a sensação de segurança é constante no sedã compacto da Nissan.

Ficha técnica

Nissan Versa Unique

Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas na admissão. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração. 
Potência máxima: 111 cv a 5.600 rpm com etanol e gasolina.
Aceleração 0-100 km/h: 10,4 segundos (etanol).
Velocidade máxima: 187 km/h.
Torque máximo: 15,1 kgfm a 4 mil rpm com etanol e gasolina.
Diâmetro e curso: 78 mm X 83,6 mm.
Taxa de compressão: 10,7:1 (1.6).
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com barra estabilizadora. Traseira por eixo de torção com barra estabilizadora e molas helicoidais.
Pneus: 195/55 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,45 metros de comprimento, 1,69 m de largura, 1,51 m de altura e 2,60 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais de série.
Peso: 1.088 kg.
Capacidade do porta-malas: 460 litros.
Tanque de combustível: 41 litros.
Produção: Resende, Brasil.
Lançamento mundial: 2011.
Lançamento no Brasil: 2011.
Reestilização: 2015.
Itens de série: Ar-condicionado automático digital, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, conta-giros, direção elétrica progressiva, vidros, travas e retrovisores elétricos, volante com regulagem de altura, faróis de neblina, rodas de liga leve de 16 polegadas, airbag duplo, ABS, travamento automático das portas com veículo em movimento, abertura interna do porta-malas e do tanque de combustível, desembaçador traseiro, alarme, volante multifuncional, banco traseiro rebatível, acabamento em preto brilhante no painel, sistema de multimídia com tela colorida de 5,8 polegadas, entrada para MP3 Player/iPod, USB, GPS, interação com redes sociais, câmara de ré e revestimento em couro no volante, manopla do câmbio, bancos e portas.
Preço: R$ 54.990.

Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/Carta Z Notícias

Conta de chegada - Nissan Versa Unique usa recursos de modelos maiores para concorrer no segmento de sedãs compactos

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Michelin lança novo pneu de uso misto para entrar na onda das picapes e SUVs compactos

Michelin lança novo pneu de uso misto para entrar na onda das picapes e SUVs compactos





Fonte: R7

BMW Roadster Z4 com nova cor

BMW Roadster Z4 com nova cor

Considerado um dos modelos mais arrojados de todo o portfólio da montadora alemã BMW, o Roadster Z4 2016 deverá chegar ao mercado com uma série de novidades impactantes. Dentre elas, consta que o modelo deverá chegar ao mercado mundial com uma nova cor, além de outras mudanças que deverão agradar em cheio aos fãs do carro esportivo da marca alemã.

Maior e com nova plataforma

As principais mudanças para o BMW Roadster Z4 2016 ficam por conta do fato de que o esportivo deverá ser maior e que deverá ganhar uma nova plataforma, mais moderna. De acordo com sites especializados, o carro deverá ganhar uma nova cor para sua carroceria, chamada de Azul Estoril, para deixá-lo ainda mais belo e atraente. Esta cor, como é possível visualizar no portfólio da BMW, já é oferecida em outros modelos, como Série 3 M Sport e M235i, e deverá aparecer em outros modelos também.

Chegada oficial

De acordo com informações de dentro da própria BMW, a cor Azul Estoril estará disponível aos consumidores do novo BMW Roadster Z4 2016 a partir de julho (ao menos para os consumidores europeus). Para os aficcionados de outros mercados, a previsão é que a chegada deste modelo se dê ainda em 2016, mas para os consumidores brasileiros, não há qualquer tipo de previsão de chegada.

Parceria importante

Completamente renovado, tanto visualmente, quanto mecanicamente, o novo BMW Roadster Z4 é fruto de uma parceria importante, firmada entre as montadoras alemã e a japonesa Toyota. Juntas, elas desenvolveram a nova plataforma, que servirá de base para que a Toyota lance entre 2016 e 2017, o seu esportivo Supra. Tanto o Roadster Z4 da BMW, quanto o Supra da Toyota, deverão ser híbridos, o que mostra que boa parte do projeto de parceria tem a ver com o desenvolvimento de tecnologias voltadas para veículos menos poluentes.

Novo design

O BMW Roadster Z4 também passará a apresentar novo desenho e terá um novo grupo óptico com LEDs, que chega para substituir as atuais lâmpadas convencionais.

Valor desconhecido ainda

Ainda não há qualquer informação quanto ao preço que será cobrado pelo BMW Roadster Z4 2016, mas tudo indica que ele deva chegar com valores parecidos aos atuais.
De acordo com informações da BMW, a cor Azul Estoril estará disponível aos consumidores do novo BMW Roadster Z4 2016 a partir de julho.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

9 de jun. de 2015

Lexus anuncia recall de SUV no Brasil

Lexus anuncia recall de SUV no Brasil

Dois meses após lançar o modelo NX 200, a Lexus convocou o recall de 23 unidades do veículo do SUV de luxo. Segundo a montadora, um defeito no freio ABS atingiu automóveis produzidos entre dezembro de 2014 e fevereiro deste ano. Segundo comunicado oficial da montadora japonesa, foi identificado um defeito no sistema antitravamento das rodas, causado por uma falha no processo de montagem do fornecedor. Além do problema no ABS, a montagem incorreta afeta também o funcionamento do controle de estabilidade do veículo.

Atendimento



A Lexus no Brasil disponibilizou o telefone 0800 7030206 para esclarecer qualquer dúvida que os proprietários de veículo tenham em relação ao recall, bem como locais de atendimento. A montadora oferece também os sites da Toyota (www.toyota.com.br) e da própria empresa (www.lexus.com.br) para esclarecer outros questionamentos.

Recall em outros países

Além do Brasil, a Lexus convocou o recall para o NX 200 em países como a China, onde o mesmo problema afetou as unidades exportadas para Shangai. A correção na peça montada erroneamente no país oriental acontecerá a partir de 26 deste mês.

Modelo de luxo foi apresentado no SuperBowl

O modelo NX 200 foi anunciado em janeiro de 2015 com toda pompa de uma estrela: no evento esportivo de maior audiência dos Estados Unidos, o SuperBowl. Chegou ao mercado brasileiro em meados de março em duas versões, com preços variando entre R$ 216 mil e R$ 236 mil. O recall afeta veículos com numeração de chassis entre 02001098 e G2010395, que devem agendar a inspeção e substituição do ABS a partir de 8 de junho.  O NX 200 entrou no mercado para servir como opção para os amantes de SUV no Brasil. O defeito no atuador do freio ABS pode aumentar a chance de colisões do veículo, pondo em risco a vida do motorista e passageiros, assim como a de terceiros.

Onda de recall afeta outras montadoras

O recall da Lexus acontece no momento em que outra montadora anunciou a convocação para a troca de airbags defeituosos. No início da semana, a japonesa Honda também convocou um megarecall para corrigir defeitos de aproximadamente 300 mil veículos no Brasil, entre eles modelos como Fit e Civic. Além da Honda e Lexus, a General Motors também anunciou um recall de 1.946 unidades de veículos. A substituição de peças defeituosas da GM afetam unidades do Chevrolet Malibu de 2011, 2012 e 2013. Gostou da notícia? Compartilhe com seus amigos nas redes sociais!
Dois meses após lançar o modelo NX 200, a Lexus convocou o recall de 23 unidades do veículo do SUV de luxo.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

Teste vocacional

Teste vocacional

Por Péricles Malheiros 3.649 km Foi rápido como um piscar de olhos: bastaram apenas cinco dias de uso após o emplacamento para o HR-V rodar os primeiros 1 000 km e, com isso, ganhar sua primeira missão oficial no Longa Duração, o teste em nosso Campo de Provas, em Limeira (SP). Na pista, nosso SUV de Longa Duração entregou números compatíveis com os das unidades cedidas pela Honda para testes e comparativos. Lógico, é preciso considerar que os carros de Longa são abastecidos com etanol, ao passo que os carros de teste bebem gasolina. Essa diferença de combustível explica os tempos menores nas provas de aceleração e retomada e o maior consumo de combustível tanto em ambiente urbano como rodoviário (veja os resultados abaixo). O uso do carro em ambiente controlado também nos permitiu confirmar algumas impressões iniciais. A suspensão proporciona ao motorista sensação de segurança mesmo em alta velocidade. Em sequência alternada de curvas, a carroceria inclina pouco e a resposta aos movimentos do volante é rápida. O diretor de redação, Sérgio Gwercman, pai de dois bebês, gostou da facilidade para fixar as cadeirinhas infantis no banco traseiro. “Em muitos carros, o sistema Isofix fica oculto. É preciso tatear a área entre o encosto e o assento para encontrar os ganchos. Mas, no HR-V, eles ficam em posição evidente”, explicou. Os editores Péricles Malheiros e Ulisses Cavalcante, em coro, criticaram a posição da tomada 12 volts e das entradas USB e auxiliar, abaixo do câmbio, no andar inferior do console. “O acesso é horrível”, disseram. Consumo No mês: 8 km/l com 25,5% de rodagem na cidade
Desde mai/15: 8 km/l com 25,5% de rodagem na cidade
Combustível: etanol Gastos no mês Combustível: R$ 1 008


Por Péricles Malheiros 3.649 km Foi rápido como um piscar de olhos: bastaram apenas cinco dias de uso após o emplacamento para o HR-V rodar os primeiros 1 000 km e, com isso, ganhar sua primeira missão oficial no Longa Duração, o teste em nosso Campo de Provas, em Limeira (SP). Na pista, nosso SUV […]

Fonte: 4 Rodas Longaduração
Categoria: Honda HR-V
Autor: Redação

Comparativo: Citroën C4 Lounge e Renault Fluence tentam fugir do estereótipo do carro francês

Comparativo: Citroën C4 Lounge e Renault Fluence tentam fugir do estereótipo do carro francês





Fonte: R7

Hyundai lançará SUV compacto ainda em 2015

Hyundai lançará SUV compacto ainda em 2015

A Hyundai entrou de vez no mercado de SUV. A fabricante sul-coreana oficializou na última terça-feira (2) o lançamento do SUV compacto para o segundo semestre deste ano de 2015. O modelo nomeado como Creta terá alcance global, sendo fabricado em diversos mercados e será lançado primeiramente na Índia e posteriormente, em outros países.

Creta quer alcançar diversos mercados



Detalhes técnicos sobre o Creta não foram revelados e a produção do carro é feita a sete chaves. A Hyundai, porém, explicou que o nome do modelo do SUV compacto é uma referência a maior e mais populosa ilha da Grécia, além de ser um nome fácil de ser lembrado. No passado, a Ilha de Creta era a conexão entre Ásia, África e Europa e a nomeação do SUV compacto revela o verdadeiro interesse da fabricante sul-coreana: alcançar o mercado global.

Concorrência de grandes

O SUV compacto da Hyundai chega ao mercado para fazer frente a modelos consolidados no segmento, como o Honda HR-V, Ford EcoSport, Renault Duster e Jeep Renegade. Enquanto a marca não revela mais detalhes técnicos sobre o Creta, as especulações apontam que o modelo será inédito e desenvolvido baseado no hatchback i20.

Especificações do Creta

Por outro lado, há quem aponte o Creta como uma nova versão do ix25, lançado no salão de Pequim 2014 e comercializado pela sul-coreana exclusivamente na China. Certo é que o Creta terá motores 1.6 de 122 ou 126cv, com opção de câmbio automático de cinco marchas, rodando com gasolina (122cv) ou diesel (126cv).

Parceria entre Coreia e Índia

A produção do Creta acontecerá na Coreia do Sul, mas seguirá para a Índia, onde serão realizadas as etapas seguintes de montagem do SUV compacto. Segundo o Vice-Presidente Senior de Vendas e Marketing da marca, isso acontecerá por um bom motivo. "O Creta foi projetado e desenvolvido na Coréia, enquanto os nossos engenheiros em Hyderabad e Chennai têm desempenhado um papel importante para personalizá-lo para as condições indianas", afirmou. Com o SUV Creta a Hyundai avança rumo ao seu grande objetivo que é se firmar no mercado mais “influente e ascensão”, chegando inicialmente a consumidores que já conhecem os veículos fabricados pela marca, para depois expandir rumo a novos mercados. Com o lançamento do Hyundai Creta, a marca completa a sua gama de SUV, já que existem no mercado o Hyundai Tucson, Santa Fé e Santa Fé Grande.
A Hyundai explicou que o nome do modelo do SUV compacto é uma referência a maior e mais populosa ilha da Grécia, além de ser um nome fácil de lembrar.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

8 de jun. de 2015

Honda faz recall para corrigir problema no airbag

Honda faz recall para corrigir problema no airbag

A montadora japonesa Honda anunciou no início da semana o recall de aproximadamente 300 mil veículos no Brasil para corrigir uma falha no airbag. O problema afetou milhões de automóveis da marca em todo mundo. De acordo com a Honda, o defeito foi no insuflador do airbag. Em colisões frontais, as bolsas devem ser acionadas, mas o insuflador poderia romper, o que permitiria a projeção de fragmentos para dentro do carro.

Segundo recall em 2015



Esse é o segundo recall de grande porte da Honda no Brasil, apenas em 2015. O problema no insuflador atinge 290.361 unidades de modelos como o Honda Fit, Civic e CR-V fabricados entre 2004 e 2009. Em maio, a Honda fez um megarecall para corrigir defeitos em mais de 420 mil veículos dos modelos City, Fit, Civic e CR-V. Os proprietários dos modelos citados anteriormente devem procurar uma concessionária da Honda para realizar a substituição gratuita do airbag, depois de verificar a necessidade de troca. Isso pode ser feito através do número do chassi do veículo, já que nem todos os automóveis produzidos nesse intervalo (2004-2007) apresentaram defeito.

Atendimento

A troca do airbag defeituoso seguirá o cronograma imposto pela Honda. Proprietários dos modelos Civic e CR-V, ano 2007 devem comparecer à uma concessionária até 20 de julho para corrigir o problema no lado do motorista. Já nos Civic, CR-V e Fit fabricados entre 2004 e 2006 o defeito é no lado do passageiro e poderá ser corrigido até 3 de agosto do presente ano. No modelo Fit 2007 e  2008, o airbag defeituoso também é no assento do passageiro e deve ser trocado até 3 de novembro. Nos modelos Civic e CR-V fabricados entre 2007 e 2009, a substituição do airbag do passageiro poderá ser feita na concessionária autorizada até 30 de novembro. A data também vale para os proprietários do Fit ano 2009.

Dúvidas e agendamento

A Honda disponibilizou canais para orientar os proprietários dos modelos convocados a realizar o recall. Quem tiver dúvidas pode enviá-las para o site oficial da marca no Brasil (http://www.honda.com.br/recall/autos) ou podem ligar para a central de atendimento (0800-701-3432) de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.  A empresa japonesa ressalta ainda que os proprietários de veículos consertados em convocações para recall anteriores não precisam comparecer novamente às oficinas da marca para substituição da peça com defeito. Conhece algum amigo que tenha um desses modelos com defeito? Compartilhe com ele e ajude-o a encontrar a oficina mais próxima para realizar a substituição.
A montadora japonesa Honda anunciou no início da semana o recall de aproximadamente 300 mil veículos no Brasil para corrigir uma falha no airbag.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

Confira o teaser do novo BMW Série 7

Confira o teaser do novo BMW Série 7

Conteúdo em Vídeo
A BMW confirmou para o próximo dia 10 o lançamento oficial daquele que deve ser o modelo mais luxuosos da montadora até o momento. O Série 7 ganhou também um teaser, que apesar de matar um pouco a curiosidade, acaba revelando muito pouco do design. A montadora também tornou público alguns detalhes do lançamento. Uma novidade que estará presente no Série 7 é um novo sistema para os faróis, que vai utilizar uma tecnologia de laser. Além disso os condutores também poderão manobrar o carro de forma remota, através de um dispositivo que estará disponível na própria chave.

Na parte de dentro do carro o Série 7 também deverá apresentar algumas novidades interessantes. Uma delas é um recurso que permite que motoristas ou passageiros consigam controlar funções da central multimídia apenas com gestos, sem que seja necessário tocar na tela. O novo Série 7 também está cerca de 130 kg mais leve do que o modelo atual, resultado da utilização da fibra de carbono na carroceria. 
Modelo mais sofisticado da montadora deve ser lançado no próximo dia 10.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Papo de roda - Noivas, sacoleiras e automóveis

Papo de roda - Noivas, sacoleiras e automóveis




Comparativos que criticavam os preços dos nossos automóveis não levaram em conta a defasagem de mais de treze anos da cotação do dólar Sumiram do mapa os internautas que faziam contas, comparavam tabelas de preços, analisavam conversões cambiais e consultavam mapas internacionais de vendas para elaborar “manifestos” sobre a diferença de preços entre automóveis no Brasil e em outros países. Alguns se deliciaram com matéria publicada pela revista norte-americana Forbes ironizando o brasileiro que pagava U$ 80 mil por um Jeep Cherokee, três vezes mais que seu custo nos EUA. Não percebiam que, com a distorção cambial, Miami passou a concorrer com o Paraguai e atrair sacoleiras e noivas brasileiras que montavam enxoval. Qual distorção? No caso dos automóveis nacionais, quando circularam estes comparativos há três ou quatro anos, o dólar estava em baixa e cotado por menos de dois reais. A moeda norte-americana valia, em maio de 2012, menos que sua cotação em maio de 1999! Os R$ 30 mil que se pagava na época por um carro brasileiro correspondiam a quase U$ 17 mil. Hoje, os mesmos trinta mil reais valem menos que U$ 10 mil, o que jogou por terra todas os inflamados textos sobre a ganância da indústria automobilística brasileira. A valorização do dólar praticamente equiparou preços dos nacionais com seus similares em outros países. O Nissan Versa SL produzido em Resende (RJ), por exemplo, é tabelado por R$ 49.760, mas custa R$ 54.388 nos EUA. O VW Cross up! custa no Brasil R$ 40.592 contra R$ 48.130 na Alemanha. Voltando ao Jeep, a Forbes poderia retomar o assunto com os importados, mas não com  os nacionais: a Chrysler acaba de lançar o Jeep Renegade produzido em Pernambuco que sai, na versão mais sofisticada (Trailhawk, 2.0, Diesel, 4x4, automático), por R$ 116.900. A mesma versão custa R$ 113.488 na Europa. Nosso Fiesta Hatch 1.6 é vendido por R$ 57.549. Nos EUA, por R$ 56.629. A realidade cambial só não mudou o panorama para os importados: neste caso, a distorção até se agravou pois os elevadíssimos impostos alfandegários ainda foram reforçados (contrariando acordos internacionais de comércio) em 30 pontos percentuais. Automóveis não contemplados com algum acordo bi-lateral desembarcam custando duas a três vezes o preço no país de origem. Não se trata de defender os fabricantes no Brasil. Quando podem, eles enfiam mesmo a mão e sua rentabilidade chegou a ser uma das maiores do mundo. Mas hoje, com dezenas de fábricas instaladas e estoque de quase 50 dias nos pátios...a conversa é outra.   É até difícil entender como pode um modelo nacional ter preço semelhante ao de um similar produzido no exterior, pois “Custo Brasil” não é apenas argumento de executivo na entrevista com a imprensa, mas peso-pesado nos cofres de qualquer empresa, principalmente na indústria automobilística. É a infra-estrutura portuária em frangalhos, o custo da energia elétrica,  a malha rodoviária que dispensa comentários e encarece o transporte, os pesados encargos salariais e a inexplicável e astronômica carga tributária. Como comparar um automóvel nacional que paga, em média, 30% de impostos entre IPI, ICMS, PIS, Cofins e outros, com um produzido nos EUA que contribui com 6% (IVA)? Ou com um europeu que paga 14% de impostos na Espanha, 17% na Italia? Ainda assim, bastou o dólar atingir cotação coerente com outros indicadores da economia brasileira para nossos carros deixarem de ser “os mais caros do mundo”. E das noivas e sacoleiras irem se abastecer em Miami.

Fonte: R7

6 de jun. de 2015

Onde comprar motos seminovas?

Onde comprar motos seminovas?

Você deseja comprar uma moto seminova, mas simplesmente não faz ideia de onde procurar, não é mesmo? E por este motivo está cheio de dúvidas, afinal de contas, escolher uma moto nestas condições requer confiança nas informações que são oferecidas. Por isso, o Salão da Moto oferece a você uma oportunidade de busca otimizada de modelos de motocicletas seminovas de modo mais eficaz, para que você consiga encontrar o que procura muito mais rápido e de modo muito mais prático.

A busca por filtros



Como há uma série de fatores importantes que uma pessoa que procura por motos seminovas pode estar observando, o Salão da Moto, oferece para você uma série de filtros para facilitar a busca. Desta forma, basta que você coloque a marca, o modelo, a versão ou o ano para conseguir realizar uma busca por motos seminovas de modo eficaz, e existe a possibilidade de se buscar por faixa de preço, o que pode facilitar ainda mais as coisas. A busca por ofertas que é feita no site do Salão da Moto é das mais interessantes possíveis, já que mostra resultados de modo realmente mais direto e muito mais limpo, o que faz com que você ganhe tempo durante este tipo de pesquisa.

Fazer anúncios

E o site do Salão da Moto não é útil e indicado apenas para quem procura saber onde comprar motos seminovas, já que ele também é muito interessante para quem deseja fazer anúncios. Anunciar gratuitamente é perfeitamente possível em nosso site. E, por este motivo, qualquer pessoa que deseja vender uma moto seminova também tem chances de conseguir realizar seu intento de modo mais eficaz por meio do Salão da Moto.

Notícias

E não são apenas anúncios de motos seminovas que aparecem entre as coisas mais interessantes visualizadas no site do Salão da Moto, já que também é possível visualizar uma boa quantidade de notícias importantes sobre o mercado de motocicletas por meio deste site. Para quem ainda tem dúvidas quanto ao preço das motocicletas, é possível acessar a área onde são colocados os preços dos modelos, já que há uma tabela de preços atualizada à disposição dos usuários em nosso site. E se alguma dúvida surgir durante o processo de busca por uma moto seminova, você poderá acessar a área do Fale Conosco, onde será possível entrar em contato diretamente com o Salão da Moto.
O Salão da Moto oferece a você uma oportunidade de busca otimizada de modelos de motocicletas seminovas de modo mais eficaz.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos