28 de ago. de 2014

Mais caro que EcoSport, Tracker ainda luta para alcançar rival

Mais caro que EcoSport, Tracker ainda luta para alcançar rival




Utilitário da GM vai bem na cidade, com destaque para o motor 1.8. G1 avaliou a versão única, que, com opcionais, chega a R$ 85 mil.

Fonte: Carro G1
Categoria: Auto Esporte

Novo Audi A3 Sportback

Novo Audi A3 Sportback

O exterior do novo Audi A3 Sportback Bem à frente.Como seria se a tecnologia pudesse ser operada intuitivamente? Se o design purista encontrasse a funcionalidade inovadora? Se o espírito esportivo e o progresso se tornassem um só?Encontramos a resposta: com o novo Audi A3 Sportback. Seu design fala um idioma único; seu dinamismo é impressionante em cada viagem. Vivencie nossa liderança em um veículo que está muito à frente. O novo Audi A3 Sportback.

Mais informações »

Fonte: Carros Novos

Ferrari 250 GTO de R$ 86 milhões é o carro mais caro vendido em um leilão

Ferrari 250 GTO de R$ 86 milhões é o carro mais caro vendido em um leilão



Uma Ferrari 250 GTO 1962 tornou-se o veículo mais caro já vendido em um leilão. Vendida por US$ 38 milhões, o equivalente a R$ 86 milhões, a Berlinetta foi a grande estrela do leilão da Bonhams na Inglaterra. Foram apenas 39 unidades construídas entre 1962 e 1963, uma leva de veículos de homologação construídos para permitir à Ferrari se inscrever no Grupo 3 de carros de turismo da FIA (Federação Internacional de Automobilismo).  O projeto ficou a cargo do engenheiro Giotto Bizzarrini, que logo depois sairia da Ferrari, com desenho da Pininfarina. O motor V12 3.0 é aquele mesmo Tipo 125 projetado pelo mestre Gioacchino Colombo, ou seja, essa é uma Ferrari feita pelo time tão importante para a marca quanto a contemporânea Seleção Brasileira de 1962 era para o Brasil. Na versão de rua, eram 300 cv e 30 kgfm de torque, o que basta para arrancar aos 100 km/h em pouco menos de seis segundos e ultrapassar os 250 km/h. Esse exemplar especial foi pilotado e chegou a passar pelas mãos de Jo Schlesse e, depois disso, estava nas mãos do mesmo proprietário há 49 anos, quase que sua vida inteira. De tão valioso, o modelo sozinho puxa a valorização de várias outras Ferrari no índice HAGI, uma espécie de "bolsa" dos veículos antigos mais raros do mundo - incluindo outros fabricantes como a Porsche. Contudo, não chega a ser o maior valor pago por uma 250 GTO. Algumas dessas raridades foram vendidas privadamente por valores nem sempre declarados.

Fonte: R7

Novo Mazda 2 Sedan 2015 é flagrado nas ruas japonesas

Novo Mazda 2 Sedan 2015 é flagrado nas ruas japonesas

A montadora japonesa Mazda não é muito lembrada no mercado brasileiro, muito por conta da sua ausência por aqui, que já se dá alguns anos e que fez com que a marca ficasse esquecida para os consumidores daqui. No entanto, em outros mercados, a Mazda já é uma das principais montadoras, sendo uma das mais vendidas de todas em alguns países, como dentro do sudeste asiático, como na Índia, por exemplo. Pois o Mazda 2 Sedan 2015, que é um modelo que não é comercializado no Japão, foi flagrado em testes camuflado nas ruas japonesas, mostrando alguns detalhes. Portanto, vamos conhecê-lo um pouco mais!

Apesar da camuflagem, que tentou limitar ao máximo a visualização das linhas do sedã compacto, foi possível visualizar alguns detalhes do modelo, que é a prova máxima de que a Mazda realmente deseja investir cada vez mais neste segmento de sedãs compactos. Portanto, o novo Mazda 2 Sedan 2015 mostrou linhas mais modernas e mais suaves, o que indica uma tentativa de modernizar ainda mais o modelo, para agradar em cheio aos consumidores mais exigentes dos principais mercados asiáticos. Atualmente, o sedã compacto da montadora japonesa é comercializado apenas no mercado mexicano, mas como o mercado da China e também de outros países asiáticos necessitam de um modelo com estas características, é provável que em breve o Mazda 2 Sedan 2015 seja lançado nestes mercados.

Ainda não se sabe exatamente quais serão os motores que irão equipar o sedã compacto da Mazda na Ásia, mas o fato é que provavelmente ele tenha três versões diferentes: 1.3 e 1.5, além de uma versão 1.5 movida a diesel. No que diz respeito às características internas, ainda não se sabe como este modelo deverá chegar equipado, mas é fato que ele deverá vir com o que há de melhor para agradar aos exigentes mercados do sudeste asiático e também do mercado chinês. E para competir dentro do mercado mundial, o Mazda 2 Sedan 2015 pode pintar em outros mercados emergentes, como, por exemplo, o mercado do Brasil, o que indica que ele poderá aparecer por aqui em breve. E caso ele chegue por aqui, é natural que ele entre numa competição feroz com modelos como o Ford New Fiesta Sedan, o Honda City e o Chevrolet Sonic Sedan, e este lançamento poderá reforçar ainda mais as intenções de retorno da montadora japonesa ao mercado brasileiro.
O novo Mazda 2 Sedan 2015 foi flagrado em testes camuflado nas ruas japonesas, mostrando alguns detalhes. Confira!

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Versão 'aventureira' do Sandero, Stepway renovada é flagrada

Versão 'aventureira' do Sandero, Stepway renovada é flagrada




Hatch será lançado no Salão do Automóvel, já como linha 2015. Nova geração deve seguir visual do modelo vendido na Europa como Dacia.

Fonte: Carro G1
Categoria: Auto Esporte

Teste do Fiat Idea Adventure Dualogic Plus

Teste do Fiat Idea Adventure Dualogic Plus

[Veja a galeria de fotos no site]

Veja também:

  • Fiat lança Idea e Siena EL 2015
  • Fiat lança Idea Sublime a partir de R$ 52.150
Lançado há oito anos, o Idea Adventure já chegou com uma espécie de dupla identidade. Pelo menos no que diz respeito à sua função, já que alia características de veículos compactos voltados para o uso familiar às qualidades aventureiras – que vão além da estética. Uma combinação que, dependendo da configuração, gera certa contradição. É o que ocorre quando o modelo vem equipado com a transmissão Dualogic Plus. O câmbio automatizado facilita a vida de quem perde horas nos longos engarrafamentos das cidades. Mas inibe um maior controle sobre o desempenho – problema que é atenuado com o uso das trocas manuais de marchas.  Com 4,20 metros, é 25 centímetros mais comprido que as outras configurações em função do estepe preso na tampa do porta-malas – que leva consideráveis 380 litros. Seu perfil recebe proteções laterais nas portas e nas caixas de rodas, o que também amplia as dimensões da versão, mais larga cerca de seis centímetros que as outras duas. Sob o capô, o carro traz, desde 2010, o motor E.torQ 1.8 16V. Com 130 cv/132 cv de potência a 5.250 rpm com gasolina/etanol no tanque, o propulsor tem torque máximo de 18,4 kgfm/18,9 kgfm a 4.500 rpm com os mesmos combustíveis. O suficiente para levar o modelo de zero a 100km/h em 10,8 segundos quando abastecido com etanol. Já sua velocidade máxima é de 180 km/h.  Para ressaltar a habilidade “off road” do Idea Adventure, a Fiat se gaba de ter no modelo o opcional bloqueio de diferencial – chamado pela fabricante italiana de  Locker. O equipamento acrescenta R$ 1.807 aos R$ 57.310 cobrados pela marca pela versão com câmbio manual. Para adicionar o câmbio Dualogic Plus com borboletas no volante, é preciso incluir R$ 3.031 a essa conta. Com tudo que pode levar de opcionais, o preço atinge o valor de R$ 68.284, incluindo no modelo bancos revestidos parcialmente em couro bicolor, sensores de chuva, de estacionamento e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, vidros elétricos traseiros – de série, só os dianteiros –, subwoofer e airbags laterais. Preços tão altos até ajudam a explicar porque o carro não está em sua melhor fase. Com 11.236 unidades da minivan emplacadas nos sete primeiros meses do ano, obteve uma média de 1.600 exemplares por mês. Em 2007, chegou a registrar 2.500 vendas mensais.

Ponto a ponto

Desempenho – O motor E.torQ 1.8 16V é até esperto, mas trabalha melhor em altas rotações. Abastecido com etanol, o bom torque de 18,9 kgfm só se manifesta a 4.500 rpm. Isso prejudica ligeiramente as saídas de sinal e até algumas ultrapassagens. O câmbio automatizado demanda a atenção do motorista, que deve aliviar o pé do acelerador ao identificar as trocas de marchas, para evitar os trancos nas mudanças. Nota 7. Estabilidade – Em velocidades até os 120 km/h, suas quatro rodas estão bem presas ao chão. Acima disso, correções de direção se tornam necessárias e, mesmo em curvas pouco acentuadas, rolagens de carroceria são nítidas. Apesar de sua velocidade máxima ser, de acordo com a Fiat, de 180 km/h, convém evitar levar o modelo ao limite. Nota 7. Interatividade – O volante e o banco do motorista têm ajustes eficientes. Os comandos são intuitivos e o computador de bordo, além de ser fácil de se operar, é recheado de funções que auxiliam a condução. Na versão testada, os sensores de estacionamento, de chuva e crepuscular favorecem o conforto de quem comanda o carro. Nota 8.

Consumo – O Idea Adventure Dualogic foi testado pelo InMetro, que constatou consumo médio de 5,9/8,8 km/l na cidade e 6,7/10,1 km/l na estrada com etanol/gasolina. Esse resultado lhe conferiu a fraca classificação D, tanto em sua categoria quanto no geral, com consumo energético de 2,40 mJ/km. Nota 4Conforto – O espaço é bom para passageiros dianteiros e traseiros, mesmo sendo construído sobre a mesma plataforma do compacto Punto. A suspensão macia filtra bem buracos e outras irregularidades do piso. Com o motor em rotações mais baixas, o isolamento acústico funciona. Mas acima dos 4 mil giros, o ronco dificulta a interação do condutor com os demais passageiros. Nota 7. Tecnologia – A versão Adventure, pelo caráter “off road”, pode receber o diferencial auto-blocante Locker, que bloqueia a distribuição uniforme do torque entre as rodas motrizes para ajudar o carro a superar atoleiros. O câmbio automatizado é antigo e o último face-lift do modelo aconteceu em 2010, quando também recebeu a motorrização E.torQ 1.8 16V. Nota 7. Habitabilidade – Existem bons porta-objetos e porta-copos no Idea Adventure. O console central de teto traz um prático porta-objetos, além do espelho vigia e das portinholas no teto. O porta-malas abriga satisfatórios 380 litros. Nota 8.

Acabamento – Mesmo sendo a versão mais cara do modelo, o Fiat Idea Adventure abusa de plásticos rígidos. Mas os encaixes são bons e os bancos opcionais revestidos parcialmente em couro bicolor dão certo requinte ao habitáculo. Nota 7. Design – A versão aventureira do Fiat Idea tem uma aparência mais agressiva, que destoa da função de veículo familiar que a minivan carrega. Esse visual “lameiro” é reforçado pelas proteções laterais nas portas e para-lamas e pelo indefectível estepe na tampa do porta-malas, que também traz spoiler integrado. Nota 7. Custo/Benefício – A versão Adventure 1.8 16V é a topo da linha do Idea e custa R$ 57.310 com bons itens de série. Com os opcionais Adventure Locker, câmbio Dualogic Plus com borboletas no volante, sensor de estacionamento traseiro, de chuva e crepuscular e vidros traseiros elétricos, passa a custar R$ 66.630. Um Volkswagen CrossFox equipado à altura – mas sem bloqueio de diferencial – custa R$ 61.272, porém tem motor 1.6 de 104 cv. Nota 7. Total – O Fiat Idea Adventure somou 69 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

A proposta principal do Fiat Idea é ser um carro voltado para a família. A farta distribuição de porta-objetos e o amplo espaço interno transparecem isso. Mas a marca italiana apostou, em 2006, na versão aventureira no intuito de abocanhar consumidores interessados na proposta lameira/urbana que virou moda entre as fabricantes que atuam no mercado nacional. Funcionou e, de quebra, deu uma aparência bem menos conservadora que a das outras versões do modelo.  A posição de direção elevada facilita a condução e a visibilidade. Os comandos são de entendimento simples e bem posicionados. Escondido sob o capô, o motor 1.8 16V de 132 cv com etanol mostra vigor e esperteza, mas principalmente em rotações elevadas. As saídas de sinal se prejudicam quando o trem de força vem acompanhado da opcional transmissão Dualogic Plus, de cinco marchas. O câmbio automatizado reduz um pouco a força inicial do propulsor, que se mostra mais eficiente acima de 3 mil rpm. Uma boa solução para quem espera mais esportividade é aproveitar as borboletas para trocas manuais, presentes no volante multifuncional.  Na estabilidade, o centro de gravidade um pouco elevado provoca inclinação no Idea, o que se nota facilmente nas entradas de curvas. Em altas velocidades, a carroceria torce o suficiente para que uma leve sensação de insegurança apareça, estabelecendo um limite entre o que as especificações técnicas do modelo prometem e o que de fato ele instiga a buscar em movimento. Mas a suspensão reforçada e elevada absorve bem as irregularidades da pista, garantindo o conforto no interior.

Ficha técnica

Fiat Idea Adventure Dualogic Plus

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.747 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando simples de válvulas no cabeçote. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Automatizada com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 130 cv com gasolina e 132 cv com etanol a 5.250 rpm.
Torque máximo: 18,4 kgfm com gasolina e 18,9 kgfm com etanol a 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 80,5 mm x 85,8 mm. Taxa de compressão: 11,2:1
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com amortecedores hidráulicos telescópicos de duplo efeito, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com amortecedores hidráulicos telescópicos de duplo efeito, travessa de torção de seção aberta e barra estabilizadora.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS de série com EBD.
Pneus: 205/70 R15.
Carroceria: Monovolume em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,20 metros de comprimento, 1,75 m de largura, 1,81 m de altura e 2,51 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais.
Peso: 1.325 kg em ordem de marcha.
Capacidade do porta-malas: 380 litros.
Tanque de combustível: 48 litros.
Produção: Betim, Minas Gerais.
Lançamento: 2006.
Face-lift: 2010
Itens de série: Alerta de limite de velocidade, apoia-braço central no banco de motorista, ar-condicionado, banco traseiro bipartido, bússola e inclinômetros longitudinal e transversal, chave canivete com controle remoto, computador de bordo, direção hidráulica, faróis de neblina, retrovisores, travas e vidros dianteiros elétricos, volante multifuncional, rodas de liga leve de 15 polegadas, rádio com CD, MP3 e Bluetooth. 
Preço: 57.310.
Opcionais: Câmbio Dualogic Plus com borboletas no volante, bancos revestidos parcialmente em couro bicolor, sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento traseiro, retrovisor interno eletrocrômico, subwoofer, vidros traseiros elétricos e bloqueio de diferencial. 
Preço completo: R$ 66.630.
Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/Carta Z Notícias

Nas trilhas do paradoxo - Fiat Idea Adventure esbanja vigor lameiro, mas perde esportividade com o câmbio Dualogic Plus

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

27 de ago. de 2014

Teste do Suzuki Swift Sport

Teste do Suzuki Swift Sport

[Veja a galeria de fotos no site] A Suzuki quer invadir um dos poucos nichos do mercado ainda exclusivo dos europeus no Brasil. O compacto Swift chega na versão Sport, a mais forte da linha, para encarar alemães, britânicos e franceses e seus respectivos Audi A1, Mini Cooper e Citroën DS3. E aposta na mais pura e singela engenharia para isso. O Swift Sport aparece empurrado por um motor 1.6 aspirado de surpreendentes 142 cv de potência e rotundos 17 kgfm de torque – os três rivais têm propulsores sobrealimentados. O modelo vem diretamente do Japão – único local onde a versão é produzida – e passa a ser distribuído pelas 42 concessionárias da marca no final de setembro. A ideia é flexibilizar a atuação da Suzuki, extremamente identificada com o off-road no Brasil, e abrir espaço para as outras linhas de produtos da empresa em um futuro próximo. Por enquanto, a função do Swift Sport é mesmo ser um carro de imagem. Caminho semelhante ao que foi trilhado pela Mitsubishi, que assim como a Suzuki, é também controlada no Brasil pelo Grupo Souza Ramos. Por um bom tempo, a Mitsubishi trabalhou apenas com modelos off-road. De uns tempos para cá, iniciou um migração para os modelos mais esportivos e agora se prepara para iniciar a produção do sedã Lancer no país. Até por ter um line-up bem mais enxuto, a Suzuki tem cumprido este processo um pouco mais rápida e agressivamente. Tanto que usa o preço como ferramenta para entrar no nicho de compactos premium. Começa em R$ 75.990, coisa de R$ 11 mil a R$ 17 mil a menos que o pedido pelos rivais. Completo, com tudo que tem direito, o Swift Sport pode chegar a R$ 85.990.  Obviamente, o Swift não desfruta nem do status nem do charme dos adversários. Em compensação, tem qualidades dinâmicas capazes de seduzir quem está mais interessado em acelerar do que em desfilar. O motor 16 16V aspirado tem comando de válvulas e geometria do duto de admissão variáveis e é gerenciado por um câmbio mecânico de seis marchas – no Japão, há ainda uma versão com câmbio CVT com sete marchas pré-definidas, que a princípio não será importada. Na construção do modelo, várias partes da estrutura feitas em aço carbono comum foram substituídas por aços especiais de alta resistência, bem mais leves. O resultado é que ele tem mais de 100 quilos a menos que as versões comuns – que tão cedo não desembarcam no Brasil.

Embora o interior do carrinho japonês não seja lá muito requintado, em termos de equipamentos, o Swift é completo. São seis airbags, controle de cruzeiro, volante multifuncional em couro, controles de estabilidade e tração, direção elétrica, bancos esportivos com abas laterais, ar-condicionado automático digital e faróis bixênon, chave presencial que destrava as portas e permite a partida – através de um botão no painel. Além disso, há detalhes que servem para reforçar o visual esportivo do modelo, como ponteiras de escapamento cromadas, aerofólio traseiro, grade colmeia e pneus de perfil baixo. Na versão de entrada, os pneus são 195/50 com aro 16. Na versão R, eles são 205/45 R17 e ainda ganham pintura no teto, cobertura do motor com pintura, espelhos com repetidores e sensor de estacionamento. O Sport R ainda pode receber o sistema multimídia com GPS integrado. Com este nível de recursos, a intenção de atuar no segmento de compactos esportivos premium pode ser facilitada ainda por dois outros aspectos. O primeiro é que o mercado de luxo no Brasil parece imune à crise. Cresce ano a ano, inclusive por não depender tanto de financiamento, como ocorre nos segmentos com modelos mais baratos e de maior volume. O segundo é que a tarefa do Swift é apenas formar imagem. A expectativa da marca é que o esportivo emplaque por volta de 100 unidades por mês ao longo do próximo ano. Tarefa que o simpático modelo japonês tem plenas condições de realizar.

Ponto a ponto

Desempenho – A Suzuki arranca de um motorzinho 1.6 aspirado nada menos que 142 cv. Isso graças a recursos como duto de admissão de geometria variável e comando de válvula variável. E com um torque abrangente, que deixa o Swift Sport bem disposto em toda a faixa útil de giro. Melhor que a velocidade final de 210 km/h ou a aceleração de zero a 100 km/h em 8,7 s, é o vigor que o carrinho transmite. Nisso, a boa relação peso/potência, de 7,5 kg/cv, contribui bastante. Nota 9. Estabilidade – A engenharia da Suzuki apostou forte na aderência mecânica. Trocou o tipo de aço de partes do monobloco, para aliviar o peso e ganhar rigidez torcional, trabalhou a suspensão dianteira, uma McPherson tradicional, mas com amortecedor com uma segunda mola, e eixo traseiro autodirecional, com esterçamento de até 3 graus. O resultado foi uma absoluta neutralidade da carroceria, tanto na rolagem lateral quanto nas oscilações em freadas e acelerações. Nota 10. Interatividade – O Swift é bem completo. Os comandos estão posicionados nos locais tradicionais, o que acelera o entrosamento com o carro. O painel de instrumentos também usa um desenho clássico, com cinco nichos redondos. Conta-giros e velocímetro nos maiores, termômetro e combustível em dois menores nos cantos e um central com uma pequena tela de cristal com informações do computador de bordo. Tudo simples e eficiente. Nota 9. Consumo – O Suzuki Swift não está incluído no Programa de Etiquetagem do InMetro, mas não se mostrou beberrão mesmo sendo abusado em teste de pista. Ali obteve médias sempre superiores a 8 km/l. Segundo a Suzuki, em velocidade constante a 90 km/h faz 22 km/l e a 120 km/h faz 16 km/l. São números compatíveis com um compacto potente que pesa uma tonelada. Nota 7.

Conforto – Não tem mágica: ganha-se de um lado, perde-se de outro. A esportividade e a dinâmica do Swift apresenta a conta no conforto. A suspensão tem curso muito curto e transfere quase sem filtros as irregularidades para o interior. A economia de peso exigiu também um alívio de materiais fonoabsorventes e o som do motor invade o habitáculo. As abas protuberantes dos bancos da frente seguram bem o corpo nas curvas. Nota 6. Tecnologia – A versão Sport desta 5ª geração do Swift foi lançada em 2012, dois anos depois dos modelos normais de linha. Além das modificações na suspensão e na plataforma, conta com uma série de recursos mais luxuosos, com ar-condicionado digital, sistema keyless para travas e ignição, volante multifuncional e cruise control. O motor foi retrabalhado, também em 2012, e é bastante eficiente. O Swift ainda é muito bem fornido também em relação à segurança: faróis bixênon, seis airbags, controle de estabilidade e tração, sistema isofix, entre outros. Nota 9. Habitabilidade – O Swift não é muito generoso em porta-objetos. Há os mais comuns, nas portas e no console central à frente do câmbio, e ainda um compartimento com tampa na parte superior do painel. O fato de ter quatro portas com bom ângulo de abertura pode até não combinar tanto com um modelo esporte, mas facilita o acesso. O espaço para os passageiros é bom para um compacto, mas o porta-malas de 210 litros é bem restrito. A vantagem é o rebatimento do banco traseiro em 60/40. Nota 7. Acabamento – Nesse ponto, o Swift é um compacto comum. O interior é todo em plástico rígido e as texturas não são as mais elegantes. Tudo é correto, com bons encaixes e sem rebarbas, mas não transmite o requinte capaz de compatibilizá-lo com os rivais, todos mais luxuosos. Nota 5.

Design – Falta ousadia ao desenho do Swift. As linhas apresentadas pelo compacto em 2010 foram uma suave evolução das mostradas em 2004, na quarta geração do modelo. É simpático, mas não tem o impacto exigido no nicho em que pretende brigar. A frente em curva acentuada, a cintura alta e a traseira truncada dão um aspecto robusto e formam um desenho até harmônico, mas nada que o faça se destacar na multidão. Nota 5. Custo/benefício – O Swift Sport começa em R$ 74.990 e essa é a principal vantagem sobre os concorrentes que a Suzuki pôs na mira. Citroën DS3 inicia em R$ 86.990, o Mini Cooper em R$ 89.950 e o Audi A1 em R$ 91.700. Já a versão R, que adota um visual mais condizente com o segmento, eleva o preço para R$ 81.990. Ela ganha pintura no teto, rodas aro 17, sensores de obstáculos traseiros e a possibilidade de receber um sistema multimídia com GPS integrado – que encarece o conjunto em R$ 4 mil. Ou seja: preço de R$ 85.990 e sem a grife ou o requinte de um A1, um Mini ou um DS3. Nota 6. Total – O Suzuki Swift Sport somou 73 pontos em 100 possíveis.

Primeiras impressões

Mogi-Guaçu/SP – O Suzuki Swift Sport fica muito à vontade em um autódromo como o Velo Cittá. Afinal, o esportivo japonês é uma espoleta, que acelera forte, o motor sobe o giro rapidamente, freia forte sem embicar e entra nas curvas sem se contorcer. Por um lado, a base do projeto não foi completamente eliminada após o forte tratamento de engenharia pelo qual passou para ganhar uma personalidade mais agressiva. Manteve o bom espaço interno e a altura elevada, de 1,51 metro, facilita o acesso ao habitáculo. Por outro lado, o design é comprometido com a ideia de não desagradar. Com isso, peca pela falta de ousadia. O Swift conservou também a mesma qualidade dos revestimentos internos, que são bastante simples. Trata-se, na verdade, de um acabamento pensado para não onerar um modelo de marca generalista com bom volume de vendas. E que não sofreu qualquer modificação ao virar uma versão esporte. A não ser pelos bancos esportivos, revestidos com tecido, de abas avantajadas. Eles são rígidos, confortáveis e prendem bem o corpo nas curvas. Quem também enfrenta bem as curvas é o conjunto carroceria/suspensão. A ponto de fazer com que o controle de estabilidade dificilmente seja chamado ao trabalho. É preciso extrapolar para que a luz do ESP no painel pisque. Nestas conduções mais agressivas, o ronco do motor invade o interior sem a menor cerimônia. Durante um “track day” é ótimo, mas em uso normal, nem tanto. No afã de aliviar o peso do carro, a Suzuki acabou economizando nos isolantes acústicos. Ao se sentar ao volante do Swift, é fácil encontrar a melhor posição de digirir. Banco e volante têm ajuste longitudinal e de altura. Apesar do traçado interessante do Velo Cittá, não é possível chegar sequer à quinta das seis marchas do trem de força. Mas as saídas de curvas, mesmo em subida, e as frenagens no limite não são capazes de desequilibrar o modelo. Quando conduzido de maneira mais comedida, o motor 1.6 16V ganha uma insuspeita suavidade. A suspensão, porém, não é tão versátil. Ela transfere todas as irregularidades para o interior. A espuma de alta densidade utilizada nos bancos também não filtra muita coisa. A mudança de personalidade promovida pela marca japonesa acabou por unir bons e maus aspectos de um esportivo e de um compacto de grande volume. Mas foi muito bem sucedida no objetivo crucial, que era o de criar um esportivo razoavelmente acessível, de desempenho puro, sem excessos de eletrônica, com uma capacidade dinâmica acima da média. Baseado apenas  na mecânica de motor, de estrutura e de suspensão.

Ficha técnica

Suzuki Swift Sport


Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.586 cm³, quatro cilindros em linha, duplo comando no cabeçote, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas e coletor de admissão com geometria variável. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Mecânico com seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Possui controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 142 cv a 6.900 rpm.
Torque máximo: 17 kgfm a 4.400 rpm.
Diâmetro e cruso: 78,0 mm X 83,00 mm (taxa de compressão de 11:1).
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos com molas internas. Traseira com travessa deformável em H, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e eixo autodirecional em 3º. Controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/50 R16 (205/45 R17 na R).
Freios: Discos ventilados na frente, sólidos atrás e ABS com EBD.
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,89 metros de comprimento, 1,70 m de largura, 1,51 m de altura e 2,43 m de distância entre-eixos. Airbags frontais, laterais e de cortina de série.
Peso: 1.065 kg. 
Capacidade do porta-malas: 210 litros.
Tanque de combustível: 42 litros.
Produção: Sagara, Shizuoka, Japão.
Itens de série: Bancos dianteiros esportivos, computador de bordo, direção elétrica, trio elétrico, volante com regulagem de altura e profundidade, faróis de neblina, sistema keyless para trava das portas e ignição, rodas de liga leve R16, ar-condicionado automático, controle de cruzeiro e rádio/CD/MP3/Bluetooth.
Preço: R$ 74.990.
Versão Sport R: acrescenta pintura no teto e na cobertura do motor, rodas de liga leve aro 17, retrovisores externos com pisca integrado e sensor de estacionamento.
Preço: R$ 81.990
Opcionais: Sistema multimídia com GPS integrado.
Preço completo: R$ 85.990.
Autor: Eduardo Rocha (Auto Press)
Fotos: Eduardo Rocha/Carta Z Notícias

Puro-sangue japonês - Suzuki aposta na dinâmica aprimorada do Swift Sport para encarar os compactos esportivos premium

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Renault pode transformar crise em vantagem na Rússia

Renault pode transformar crise em vantagem na Rússia

A Renault, a grande montadora com maior participação na Rússia, pode transformar uma crise de mercado em vantagem à medida que Moscou pondera um esquema de subsídios para estabilizar a demanda e um rublo mais fraco sabota rivais que fabricam menos peças localmente. A montadora francesa, a parceira de aliança Nissan e a subsidiária russa AvtoVAZ estão entre as montadoras exibindo novos modelos no salão do automóvel de Moscou nesta semana, em meio a tensões entre a Rússia e o Ocidente sobre a Ucrânia, que já levaram as vendas de carros na Rússia a uma forte queda. Embora sem descartar cortes na produção se a fraqueza persistir, o chefe da Renault na Rússia não tem planos de revisar ou adiar o desenvolvimento de veículos, acreditando que uma atitude anterior de investir durante um período de baixa em 2009 foi justificado quando a Rússia se tornou um dos mercados mais lucrativos da montadora nos anos seguintes. "Agora não é o momento de tomar decisões ruins de não fazer coisas", disse Bruno Ancelin para a Reuters em uma entrevista nos corredores do salão do automóvel. "É precisamente quando o mercado está perturbado que se deve investir". No entanto, a Renault e a marca Lada, que a companhia francesa controla indiretamente, aproveitam o benefício de uma proporção relativamente alta de peças fornecidas de dentro da Rússia e faturadas em rublos, enquanto rivais como a Ford sofrem um aperto por custos cada vez maiores de importação. O rublo acumula uma queda de cerca de 10% ante o dólar até agora no ano. Subsídios estatais para vendas sendo estudados podem ser acompanhados por restrições a importações, segundo relatos na imprensa russa, potencialmente tornando a situação ainda mais difícil para aqueles que importam veículos ou peças. A própria baixa pode ser aliviada ou até mesmo revertida se Moscou revelar novos subsídios significativos para alavancar a demanda. Executivos do setor automotivo, incluindo Ancelin da Renault, dizem acreditar que um anúncio é iminente.


A Renault, a grande montadora com maior participação na Rússia, pode transformar uma crise de mercado em vantagem à medida que Moscou pondera um esquema de subsídios para estabilizar a demanda e um rublo mais fraco sabota rivais que fabricam menos peças localmente....

Fonte: Terra
Categoria: Carros Motos

Indenizações do DPVAT dobram em 3 anos, com impulso do Nordeste

Indenizações do DPVAT dobram em 3 anos, com impulso do Nordeste




Número subiu 106% no 1º semestre do ano contra mesmo período de 2011. Resultado contrasta com crescimento de 28% da frota de 2011 a 2014.

Fonte: Carro G1
Categoria: Auto Esporte

Impressões dos caminhões Ford F350, F4000 e F4000 4X4

Impressões dos caminhões Ford F350, F4000 e F4000 4X4

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  • Ford relança caminhões Série F
Os caminhões da linha F foram os primeiros veículos a sair da pioneira fábrica brasileira da Ford, em São Bernardo do Campo, em 1957. Logo depois, a intensa participação nas obras para a construção de Brasília deu visibilidade aos caminhões da marca norte-americana. E fez a linha F ganhar uma fama de robustez que embalou as vendas por aqui por mais de meio século. “A Série F sedimentou a imagem da marca Ford Caminhões no mercado brasileiro. Foram mais de 170 mil unidades vendidas no Brasil até 2011”, explicou Guy Rodriguez, diretor de Operações de Caminhões da Ford América do Sul. Em 2011, a Ford achou que as vendas no segmento estavam em baixa por aqui e era hora de encerrar a produção local. Três anos depois, a marca mudou de ideia. E relança, a partir de setembro, o semileve F350 e o leve F4000. Esse último chega com uma versão 4X4, o que lhe garante o prestígio de ser o único caminhão leve com tração integral comercializado no Brasil. Aparentemente, a decisão de relançar a linha F no Brasil foi acertada. Antes do lançamento, 800 unidades foram comercializada em pré-venda, com os interessados adiantando 10% do valor dos modelos. Ou seja, a linha F chega às concessionárias em setembro com dois meses de produção já vendida. A decisão de resgatar a linha F no país tem muito a ver com o ritmo do agronegócio no país. O setor da economia que mais cresce no Brasil ampliou a demanda por veículos leves robustos e confiáveis, capazes de encarar terrenos inóspitos sem vacilar. Algo que os “caras chatas” leves Cargo 816 e Cargo 1119, com vocação mais urbana, não conseguiam atender. Tal demanda é tão expressiva que justifica o investimento de US$ 70 milhões que a Ford alega ter feito para voltar a produzir a linha F nacional.

Os modelos da linha F têm características distintas. O F-350 tem rodado simples, peso bruto total de 4.500 kg e capacidade de carga útil de 2.128 kg. É ideal para transporte de hortifrútis, entregas fracionadas, serviços de manutenção e distribuição comercial. Já o F-4000 tem rodado duplo, peso bruto total de 6.800 kg e capacidade de carga útil de 3.949 kg. É indicado para o transporte de hortifrútis, insumos agrícolas, materiais de construção e animais vivos, além de entregas fracionadas e manutenção de serviços públicos. Também com rodado duplo, o F-4000 4X4 tem peso bruto total de 6.800 kg e capacidade de carga útil de 3.810 kg. Seu ângulo de entrada de 26 graus e ângulo de saída de 27 graus facilitam a rodagem em terrenos de difícil acesso.  Apesar da aposta na “conexão emocional” que a Ford acredita existir com os consumidores pela tradição da linha F no país, os novos modelos trazem novidades bem racionais em relação aos que deixaram as linhas de montagem em 2011. O motor dos modelos da linha F agora é um turbodiesel Cummins 2.8 litros de 150 cv com 36,7 kgfm de torque, com Common Rail. Segundo a Ford, é mais potente, econômico, silencioso e limpo que o propulsor usado em 2011. Preparado para o biodiesel B20, o novo motor  atende à norma ambiental Proconve P7 (Euro 5), com sistema de redução catalítica seletiva (SCR) de pós-tratamento de gases com o reagente Arla 32, um líquido à base de ureia responsável por reduzir as emissões de partículas e gás carbônico. A transmissão agora é uma Eaton de cinco velocidades – com relações de marchas  diferentes na F350 e na F4000. Desenvolvida para aplicações comerciais, essa transmissão também equipa os modelos Cargo 816 e Cargo 1119. A Ford afirma que ela otimiza a força do motor em diferentes condições de rodagem, tanto em uso urbano como rural. Como as exigências de conforto e segurança também se sofisticaram, o ar-condicionado agora é de série na linha F, assim como freios com ABS e EBD. A volta da linha F reforça a estratégia da Ford de se fazer representar em todos os segmentos do transporte de carga: das picapes Ranger aos extrapesados Cargo 2842, passando pelos caminhões semileves, leves, médios e pesados. A expectativa da marca é que F350 e F4000 dividam por igual as vendas da nova linha F. Dos F4000, acreditam que 30% da demanda seja pela versão 4X4. O preço do F-350 é R$ 101.290, enquanto o F-4000 sai por R$ 117.290 e o F-4000 4x4 custa R$ 133.290. Os modelos são habilitados ao financiamento pelo Finame e também contam com a opção de um grupo especial do Consórcio Nacional Ford, para aquisição em até 100 meses.

Primeiras impressões

Ford F4000 e F4000 4X4

Bragança Paulista/SP - O teste de avaliação dos novos F4000 e do F4000 4X4 ocorreu na Fazenda Coronel Jacinto, na periferia da cidade de Bragança Paulista. O F350 não foi disponibilizado. Para a versão com tração nas quatro rodas do F4000, foi montado um pequeno circuito com rampas, buracos e trechos alagados, para que o modelo pudesse mostrar suas capacidades off-road. E o caminhãozinho lameiro da Ford não fez feio. Uma vez dentro dele, a sensação é de estar a bordo de uma picape, principalmente pela facilidade para entrar e sair da cabine. Ao ligar o motor e engatar a primeira marcha, já se nota que o câmbio é duro, mais próximo dos caminhões do que dos utilitários. É uma experiência interessante dirigir um veículo onde um torque máximo tão brutal se faz presente já nos 1.500 giros. Ou seja, mal saiu do lugar, o modelo já disponibiliza toda a força de seus 36,7 kgfm. E esse torque permanece disponível até 2.900 rpm – quando, normalmente, chega a hora de subir uma marcha. O modelo desfilou quase indiferente pela buraqueira, atravessou trechos alagados sem vacilações e subiu rampas com ângulo de entrada de 25 graus sem estresse, no modo “low” – que dispensa inclusive que o motorista pise no acelerador para andar.  Já para a versão 4X2 do F4000 foi montada uma trilha mais extensa e menos “cascuda”. Mesmo assim, incluía aclives e declives bem radicais. Embora sem recursos de tração integral e reduzida, a F4000 encarou com bravura os obstáculos que apareceram pela frente. Na partida em aclive, para evitar que o caminhão descesse a rampa – o freio de estacionamento é acionado em um pedal no pé esquerdo –, foi necessário recorrer a um “punta taco”. Ou seja, com a primeira marcha engatada, foi preciso pisar ao mesmo tempo com o pé direito no freio e no acelerador – a ponta do pé fica no freio e o calcanhar pressiona o acelerador. Enquanto isso, o pé esquerdo pressiona a embreagem para o motor não morrer. Na hora de arrancar, basta tirar a ponta do pé direito do freio e, simultaneamente, transferir a pisada ao acelerador e tirar o pé esquerdo da embreagem, para que o carro arranque no aclive sem recuar. A manobra exige alguma coordenação motora, mas é bem efetiva – o caminhão retoma a trajetória na rampa sem recuar um único centímetro. De volta ao plano horizontal, é hora de acelerar um pouco para ver o efeito que um torque tão elevado faz sobre um veículo. E, mesmo carregado, o modelo acelera de forma desembaraçada e vigorosa pela trilha a fora.


Autor: Luiz Humberto Monteiro Pereira (Auto Press)
Fotos: Luiz Humberto Monteiro Pereira/Carta Z Notícias e divulgação

Carga emotiva - Ford aposta na tradição e no carisma da linha F de caminhões para relançar F350 e F4000 e lançar F4000 4X4

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Caminhões

Subaru lança versão japonesa do esportivo WRX

Subaru lança versão japonesa do esportivo WRX




Sedã será oferecido em duas configurações, S4, de 300 cv e STI, de 308 cv. Motor 2.0 boxer conta com injeção direta de gasolina e turbo.

Fonte: Carro G1
Categoria: Auto Esporte

Novo Audi A1 Sportback 2014

Novo Audi A1 Sportback 2014

O motor TFSI 1.4 do A1 Sportback da audi, com 122 cavalos de potência na versão Attraction e 185 cavalos na versão Ambition, dá a liberdade que você precisa para aproveitar a vida até nos menores detalhes.

Mais informações »

Fonte: Carros Novos

GM vai patrocinar seleção brasileira por cinco anos

GM vai patrocinar seleção brasileira por cinco anos



José Maria Marin (presidente da CBF) e Mary Barra (CEO da General Motors) se cumprimentam nesta sexta-feira (15) Divulgação A GM anunciou nesta sexta-feira (15) que vai patrocinar a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) pelos próximos cinco anos. O novo contrato chega para substituir a parceria da CBF com Volkswagen, que começou em 2009 e foi encerrada na semana passada. A partir de agora, a marca Chevrolet será exibida nos eventos da seleção brasileira, incluindo as equipes olímpica e feminina. Como não é permitida a publicidade no uniforma principal, o logotipo da montadora aparecerá nas camisas de treino, ônibus oficial e placas de publicidade. A estreia da montadora será no próximo dia 5 de setembro, nos Estados Unidos, quando o time nacional fará um amistoso contra a Colômbia. Segundo o presidente da GM no Brasil, Santiago Chamorro, o objetivo da parceria é aproximar a marca do consumidor. — Estamos realmente empenhados em associar duas grandes paixões dos brasileiros, carro e futebol, buscando sem dúvida o fortalecimento da nossa marca, que no próximo ano completará 90 anos no Brasil. A presença da Chevrolet no “mundo da bola” inclui apoios às Séries A e B do Campeonato Brasileiro e às seleções de futsal e “beach soccer”, além de parcerias com clubes como Manchester United e a seleção dos Estados Unidos. O anúncio do patrocínio ocorre um dia após a GM divulgar investimentos de R$ 6,5 bilhões no Brasil, quantia que será aplicada no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, além da ampliação do índice de nacionalização das peças de carros produzidos por aqui. Saiba tudo sobre carros! Acesse R7.com/carros

Fonte: R7

BMW i3 inicia pré-venda no Brasil

BMW i3 inicia pré-venda no Brasil

Considerado um dos modelos mais aguardados do ano, o BMW i3 tem no fato de ser um veículo elétrico um dos seus pontos mais lembrados por todos, mas a verdade é que o modelo tem outros predicados. Pois é com estes predicados que o BMW i3 inicia a pré-venda no mercado brasileiro, com preço que esbarra na casa dos 200 mil reais. Portanto, vamos conhecê-lo um pouco mais!

O BMW i3 é o primeiro modelo elétrico da montadora alemã a ser produzido em série, e por este motivo, o compacto já chega com grande responsabilidade, já que ele tem de manter uma tradição de anos de qualidade e ao mesmo tempo tem de apontar para o futuro da marca. Pois o modelo que inicia a fase de pré-venda por aqui terá apenas 130 unidades para serem encomendadas pelos interessados no Brasil, sendo que a intenção é observar a receptividade por parte do público brasileiro para ver se há precedente para um lançamento efetivo do compacto elétrico. As reservas do ecológico i3 poderão ser feitas diretamente nas concessionárias da BMW ou por meio de cadastro no hotsite criado especialmente para divulgação do modelo no Brasil. Nesta ação de pré-venda, o BMW i3 só poderá ser encomendado pelos consumidores residentes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Pernambuco, Distrito Federal e Bahia.

Como já foi dito anteriormente, o i3 possui muitos predicados, e dentre os principais está o seu motor elétrico, que é capaz de entregar uma potência de 170 cavalos e um torque de 25,5 kgfm, o que permite que ele acelere de 0 a 100 km/h em apenas 7,2 segundos. A autonomia do BMW i3 é variável, e segundo dados divulgados pela própria montadora alemã fica entre 130 e 160 km, sendo que ela pode ser aumentada até 180 e até 200 km, desde que o motorista utilize um dos modos de condução a seguir: ECO PRO (mais 20 km) e ECO PRO+ (mais 40 km). Há uma versão que chega equipada com um motor extra à combustão interna com 2 cilindros, sendo capaz de entregar mais 34 cavalos de potência e permitindo que a autonomia do BMW i3 chegue perto dos 300 km. Já sendo comercializado em fase de pré-venda, o BMW i3 deverá ser apresentado ao público brasileiro de modo oficial durante o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. 
O BMW i3 é o primeiro modelo elétrico da montadora alemã a ser produzido em série. Ele chega ao Brasil para pré-venda com preço em torno de R$ 200.000

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias