3 de jul. de 2015

Primeiras impressões do novo Audi Q3

Primeiras impressões do novo Audi Q3

Aos poucos, a Audi vem pavimentando o caminho para a retomada de uma produção sustentável no Brasil. Primeiro, quando passou a importar o sedã A3, em janeiro de 2014, e logo em seguida incluiu versões com preços bem atraentes para embalar as vendas – afinal, o sedã será primeiro produto dessa nova fase da empresa a sair das linhas paranaenses de São José dos Pinhais, em setembro. Agora, faz coisa semelhante com o crossover Q3, que também terá uma versão nacional no começo de 2016. A marca aproveitou o face-lift promovido neste início de ano na Europa para ampliar o line-up do modelo. Até agora, o utilitário só era vendido por aqui com motorização turbo de 2.0 litros e configurações que custavam a partir de R$ 150 mil. Agora, com a cara renovada, a Audi evoluiu as versões já existentes e incluiu o propulsor 1.4 TFSI, por 127.190, na versão Attraction, e R$ 144.190, na Ambiente.

Veja também:
  • Novo Audi Q3 vem com motor 1.4 TFSI
Este propulsor é da família EA211, a mesma aplicada no Audi A3 sedã e no Volkswagen Golf 1.4 e receberá uma versão turbo flex produzida na fábrica de motores da Volkswagen em São Carlos, interior de São Paulo. Só que no três-volumes ele rende 122 cv, no hatch chega a 140 cv e no Q3 vai a 150 cv. Para alcançar este resultado foi preciso uma verdadeira reengenharia. Entre outras coisas, foram trocadas várias peças para reduzir o peso, a inércia e o atrito – o peso total do propulsor foi reduzido em 22 kg – e a corrente de comando, que é em aço no A3, foi trocada por um correia dentada com revestimento antiaderente. O propulsor 2.0, que tinha configurações de 170 cv e 211 cv, não passou por uma reforma tão profunda, mas também foi “azeitado”. Ele agora rende 180 cv nas versões Attraction e Ambiente e 220 cv na versão Ambition. Todas recebem o sistema de tração integral Quattro e custam, respectivamente, R$ 145.190, R$ 165.190 e R$ 190.190.

Na parte visual, o Q3 adota a linguagem estética apontada pelo novo Q7. A principal mudança está na grade dianteira, que recebe uma grossa moldura pintada de prateado que chega a tocar na parte interna dos faróis. Todas as luzes dianteiras foram concentradas no conjunto ótico: faróis alto e baixo, assinatura em led e farol de neblina. O para-choque ficou bem semelhante ao utilizado na versão esportiva RS Q3, com molduras bem protuberantes abaixo dos faróis. Só que no RS Q3 há ali uma tomada de ar para os freios, enquanto no Q3 é apenas estético, não há qualquer abertura. Na traseira, as lanternas pasaram a ser em led e tiveram as seções redefinidas. Já os refletores foram alongados e acompanham a curva do para-choque.

Desde a versão de entrada Attraction, o Q3 tem um conteúdo compatível com o segmento premium. Além de obrigatórios trio elétrico, ar, direção, de relevante ela traz faróis bixênon, sensores de luz, chuva e obstáculos traseiro, rodas aro 17, revestimento dos bancos em couro sintético, volante multifuncional com borboletas para troca de marcha, sistema multimídia com comando de voz e start/stop. Entre os itens de segurança há controle de estabilidade e tração e seis airbags.

A Ambiente ganha rodas aro 18, ar bizone, tampa do porta-malas e teto solar elétricos e retrovisor eletrocrômico. A Ambiente 2.0 ainda recebe o Audi Drive Select, que permite mudar parâmetros de motor, suspensão, direção e câmbio para uma condução voltada para o conforto ou para a esportividade. A topo de linha Ambition traz de série bancos elétricos e sistema multimídia MMI Plus com navegação, equipamento vendido como opcional nas demais versões por R$ 10.500.

Mesmo antes da chegada das versões com motor 1.4, o Audi Q3 vinha apresentando um bom desempenho de vendas. No ano passado, manteve uma média de 320 unidades mensais. Neste ano, as vendas já ficaram bem parelhas com as do Range Rover Evoque, em torno de 400 carros/mês. Com essa ampliação da gama, a projeção é que as vendas subam em, pelo menos, 25% e cheguem mensalmente a 500 unidades. Nada mal como preparação para a chegada dos produtos feitos no Brasil.

Primeiras impressões

Dinâmica de precisão

São Paulo/SP – O mínimo que se exige de um modelo vendido como premium é que ele transmita a sensação de solidez quando é posto em movimento. Ou seja: o carro deve passar a impressão que “sabe o que está fazendo”. No caso do Q3, ele não só deixa claro que controla a situação como ainda instiga a quem está no volante a tentar extrair um pouco mais do que tem a oferecer. O limite fica por conta do ambiente em que se encontra. No lançamento, por exemplo, o teste foi realizado em rodovias públicas.
No primeiro trecho, o modelo era um Ambiente 2.0 completo. O ganho na potência, passou de 170 cv para 180 cv, deu mais agilidade na hora de acelerar. No zero a 100 km/h, a Audi mediu 7,6 segundos contra 7,8 segundos da antiga motorização, mas a consistência no ganho de velocidade é capaz de impressionar. Nas retomadas, o câmbio de dupla embreagem e sete marchas se encaixa rapidamente sem maiores trancos. Quando se coloca o Audi Drive Select no modo mais esportivo, chamado de Dynamic a direção e a suspensão ficam mais firmes enquanto motor e câmbio passam a responder de forma mais abrupta às solicitações. No modo Comfort, ao contrário, tudo fica um pouco mais frouxo. E macio. Mas a maior novidade do dia era mesmo a motorização 1.4. A príncípio, parece um abuso querer que um motor desse tamanho consiga lidar bem com um crossover de pouco mais de 1.400 kg. Nada disso. Os 150 cv dão até alguma desenvoltura ao modelo. Isso, aliado ao comportamento dinâmico bastante equilibrado – tanto pelo ajuste de suspensão quanto pela rigidez da estrutura –, faz do Q3 um carro agradável e bastante desejável.
Em qualquer versão, o SUV médio da Audi recebe bem os ocupantes. É claro que a vida a bordo é melhor nas versões superiores, com teto solar panorâmico, banco de ajustes elétricos e ar condicionado digital bizone. Mas seja na Attraction, seja na Ambiente, o interior é igualmente confortável e elegante, embora não traga sinais exteriores de requinte. Os materias de revestimento não são exatamente nobres: o couro dos bancos é sintético e os plásticos rígidos do interior não têm toque agradável. Mas há qualidade nos encaixes das peças, cuidado nos detalhes e bom gosto na composição. Características que reafiram a condição de modelo premium.

Ficha técnica

Audi Q3 2016

Motor 1.4: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.395 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando duplo de válvulas no cabeçote. Duplo sistema de injeção de combustível, direta e multiponto. Acelerador eletrônico e turbocompressor com intercooler.
Transmissão: Câmbio automatizado de dupla embreagem com seis velocidades à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 150 cv entre 5 mil e 6 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 8,9 segundos.
Velocidade máxima: 204 km/h.
Torque máximo: 25,5 kgfm entre 1.500 e 3.500 rpm.
Diâmetro e curso: 74,5 mm x 80 mm.
Taxa de compressão: 10:1. Motor 2.0: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.984 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando duplo de válvulas no cabeçote. Injeção direta de combustível, acelerador eletrônico e turbocompressor com intercooler.
Transmissão: Câmbio automatizado de dupla embreagem com sete velocidades à frente e uma a ré. Tração integral. Controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 180 cv entre 4 mil e 6.200 rpm (220 cv entre 4.500 e 6.200 rpm na versão Ambition).
Aceleração 0-100 km/h: 7,6 segundos (6,4 segundos na versão Ambition).
Velocidade máxima: 217 km/h (233 km/h na versão Ambition).
Torque máximo: 32,6 kgfm entre 1.400 e 3.900 rpm (35,7 kgfm entre 1.500 e 4.400 rpm na versão Ambition).
Diâmetro e curso: 82,5 mm x 92,8 mm.
Taxa de compressão: 9.6:1. Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira independente do tipo multilink, com braços sobrepostos, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 235/55 R17 (Attraction) e 235/50 R18 (Ambiente e Ambition).
Freios: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS e EBD.
Carroceria: Utilitário esportivo em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,39 metros de comprimento, 1,83 m de largura, 1,59 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. Oferece airbags duplos frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina.
Peso: 1.405 kg (com motor 1.4), 1.540 kg (com motor 2.0 de 180 cv) e 1.565 kg (com motor 2.0 de 220 cv).
Capacidade do porta-malas: 460 litros.
Tanque de combustível: 64 litros.
Produção: Martorell, Espanha.
Lançamento mundial: 2011.
Lançamento no Brasil: 2012.
Face-lift: 2015.

Itens de série e Preços

Attraction: Ar-condicionado, bancos, alavanca do câmbio e volante em couro, apoio de braço dianteiro, computador de bordo, sensor de luz e chuva, Isofix, start/stop, central multimídia MMI, airbags frontais, laterais e de cortina, alarme, assistente de partida em rampas, controle eletrônico de estabilidade e tração, faróis em xênon com ajuste automático de altura, lanternas de leds, sensor de estacionamento traseiro, rodas de liga leve de 17 polegadas e comando de voz. Com motor 2.0, banco do motorista com ajuste elétrico. Preço: R$ 127.190 (1.4) e R$ 145.190 (2.0).
Ambiente 1.4: Adiciona ar-condicionado automático de duas zonas, abertura e fechamento elétricos do porta-malas, bancos do motorista com ajustes elétricos e de lombar, retrovisor interno eletrocrômico, teto solar elétrico, rodas de liga leve de 18 polegadas, cruise control, teto solar elétrico e retrovisores externos rebatíveis eletricamente. Preço: R$ 144.190.
Ambiente 2.0: Adiciona Acabamento interno em alumínio, quatro modos de direção (econômico, conforto, esportivo e automático) e sensor de estacionamento dianteiro. Preço: R$ 165.190.
Opcional: central multimídia MMI Plus com sistema de navegação. Preço: R$ 10.500.
Ambition 2.0: Adiciona banco do carona com ajustes elétricos, central multimídia MMI com sistema de navegação. Preço: R$ 190.190.
Opcional: Alerta lateral para mudanças de faixa, sistema de partida sem chave e equipamento de som da Bose. Preço: R$ 7.500.
Fundamentos do mercado - Audi renova o visual do Q3 e cria versões mais baratas para preparar a chegada da produção nacional

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

O futuro está próximo! Veja empresas que estão apostando na criação de carros voadores

O futuro está próximo! Veja empresas que estão apostando na criação de carros voadores

Você já parou pra imaginar como seria se os carros voadores dos filmes americanos de ficção da década de 80 e 90 já existissem? Se ainda não talvez seja a hora de começar a pensar seriamente no assunto, pois ao que tudo indica isso poderá se tornar realidade em breve. De acordo com informações publicadas pela “CNN Money”, já existem diversas empresas trabalhando para ver qual será a primeira a lançar no mercado uma linha de carros voadores. Segundo a publicação, algumas dessas companhias esperam iniciar as vendas do primeiro modelo até o ano de 2017. A seguir você confere os detalhes sobre o projeto das empresas.

Veja os possíveis carros voadores que podem chegar ao mercado em breve

Aeromobil



Com sede na Eslováquia, a Aeromobil é uma das que pretendem começar a aceitar pagamentos e encomendas para seu primeiro carro voador a partir de 2017. Apresentado como protótipo AeroMobil 3.0, o modelo já apresentado tem capacidade de carregar até 2 tripulantes e possui design que lembra o de um “mini-avião”. Leia também:
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Terrafugia



Se a eslovaca tem trabalhado forte para apresentar seu carro voador ao mercado, a norte-americana Terrafugia aparentemente não quer ficar pra trás. A empresa é mais uma das que pretendem começar em 2017 a produção definitiva de seu próprio modelo, denominado por hora de “Transition”. Segundo informações da CNN, a companhia já teria até recebido depósito antecipado de cerca de 100 clientes interessados no veículo.

Moller International



Sediada na Califórnia, essa é outra empresa norte-americana que tem planos de colocar seu carro voador no mercado. As informações sugerem que a companhia já começou a aceitar pagamentos pelas vendas de seus veículos denominados “Skycar”, que inclusive já podem começar a ser entregues a partir do ano que vem, contanto é claro que a empresa consiga autorização do órgão regulador estadunidense.

PAL-V



Com sede na Holanda, a PAL-V é mais uma que não quis ficar de fora nessa possível nova tendência. A empresa possui um modelo que mais parece um “mini-helicóptero” e espera começar entregar a novidade até o início de 2017. E então, o que você acha sobre a possibilidade de abandonar os congestionamentos e sair por aí voando com seu carro? Fique à vontade para deixar sua opinião nos comentários.

Fonte: R7

Novo Honda CR-V 2015 traz tração 4x4 e motor 2.0 16 válvulas

Novo Honda CR-V 2015 traz tração 4x4 e motor 2.0 16 válvulas

O mercado de SUV’s realmente está aquecido, e no Brasil, as principais montadoras começam a lançar modelos e mais modelos para agradar aos consumidores locais, que cada vez mais têm gostado destes utilitários. Agora foi a vez da Honda trazer uma novidade para o mercado brasileiro, o novo CR-V 2015, que chega com diversas novidades, como a tração 4x4 e o motor 2.0 de 16 válvulas. Seu preço: R$ 134.900.

Versão única



O crossover CR-V da Honda já apresentou diversas versões no Brasil, tendo até mesmo uma versão com transmissão manual, mas atualmente, a montadora japonesa confirmou que o Honda CR-V 2015 que chega ao mercado brasileiro importado do México, chega com uma versão única. Seu preço sugerido será de R$ 134.900, e sua versão única será a topo de linha EX-L, que chega cheia de novidades importantes, tanto na parte externa, quanto na parte interna, além de algumas mudanças mecânicas também. Sua grade frontal agora apresenta um desenho que mais lembra o de uma colmeia e o modelo agora conta com mais frisos cromados adicionais, além de trazer novíssimos faróis de LED’s diurnos, que contam com formato mais moderno. As novidades não param por aí, já que agora o novo Honda CR-V 2015 traz um novo para-choque, que apresenta também um novo desenho, mais arrojado, com destaque para os faróis de neblina, que ficaram mais retangulares e que contam com adornos cromados. Em sua traseira, o novo Honda CR-V 2015 traz um friso cromado bem posicionado em sua base da vigia, e seu para-choque traseiro também conta com novo formato e com novo desenho. Suas rodas de liga leve têm aro de 17 polegadas, que chegam com pneus 225/65 R17, dando ao modelo um aspecto muito mais esportivo ainda.

Mudanças internas

Internamente, o modelo também ganhou novidades, trazendo um console totalmente renovado, que agora conta com ar-condicionado dual zone que apresenta saída para o banco traseiro, dando mais conforto a todos os ocupantes. Há ainda uma tela de 7 polegadas em seu sistema multimídia totalmente atualizada, sendo que há navegador por GPS integrado, e que traz dados de tráfego das principais cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Seu motor segue sendo o potente 2.0 i-VTEC FlexOne, que desenvolve 150/155 cv e entrega um torque de 19,3/19,5 kgfm (gasolina/etanol). O sistema de transmissão é automático com 5 velocidades e a tração é integral.
O novo CR-V 2015 chega com diversas novidades, como a tração 4x4 e o motor 2.0 de 16 válvulas, por R$ 134.900.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

Mercedes lança Classe A 2016 com 386 cavalos

Mercedes lança Classe A 2016 com 386 cavalos

Com três anos de presença no mercado, a geração atual do Mercedes Classe A se mostra realmente em plena forma, e por este motivo, a montadora alemã não quis fazer muitas mudanças em seu visual. O modelo hatch, que é um dos prediletos do público, teve apenas algumas poucas mudanças visuais para sua nova linha 2016, trazendo também mais itens de série, uma versão a diesel que deverá ser mais econômica e mais potência para a versão esportiva AMG A45.

Novo motor para o AMG A45



Considerado o mais esportivo de todos os modelos da família Classe A, o AMG A45 recebeu da Mercedes uma atenção especial para sua nova linha 2016, ganhando um novo motor, extremamente potente. Agora o hatch esportivo conta com um propulsor 2.0 litros turbo com quatro cilindros movido à gasolina, que consegue, entre outras coisas, desenvolver uma potência impressionante de nada menos do que 386 cavalos e entregar um torque de 48,4 kgfm. O modelo conta com um sistema de transmissão automático AMG SPEED SHIFT DCT com sete velocidades e que traz dupla embreagem, além de também contar com sistema de tração integral 4MATIC. Com isto, o novo Mercedes Classe A 2016 AMG A45 consegue entregar um desempenho realmente acima da média, conseguindo resultados formidáveis.

Mudanças estéticas

Externamente, o Classe A 2016 conta com novos para-choques, que foram totalmente redesenhados, dando mais modernidade ao modelo e a sua grade frontal traz agora um desenho em forma de “diamante”, que se faz presente para todas as versões. Ainda na linha das mudanças externas, agora há também novos faróis de LED como opcionais, sendo de série na versão esportiva AMG A45, e saídas de escape integradas no novo para-choque traseiro.

Novidades internas

E no que diz respeito à parte interna do novo Mercedes Classe A 2016, as novidades ficam por conta do novo painel de instrumentos que está presente nos modelos GLA e CLA. E para quem deseja estar conectado com as tecnologias em todos os momentos, a nova linha chega equipada com um novíssimo sistema de multimídia que conta com uma tela de oito polegadas que é compatível com o Apple CarPlay e com o Mirror Link. Os bancos ficaram ainda mais confortáveis, tendo agora um novo desenho e trazendo também novas cores, além de mostrarem também novos detalhes de acabamento, compondo um conjunto renovado e extremamente elegante.
Considerado o mais esportivo de todos os modelos da família Classe A, o AMG A45 recebeu da Mercedes uma atenção especial para sua nova linha 2016.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

2 de jul. de 2015

Confira imagens do conceito Jaguar F-Pace

Confira imagens do conceito Jaguar F-Pace

Conteúdo em Vídeo
A Jaguar divulgou um vídeo esta semana no qual revela uma série de detalhes do seu novo carro conceito, o F-Pace, que deverá participar do Tour da France 2015. Como esta é uma das provas mais tradicionais no mundo do ciclismo, o veículo será utilizado como carro de suporte para a equipe Sky. A participação do veículo está agendada para o próximo sábado. Dentro do modelo ficam as pessoas da equipe que ajudam o ciclista durante a prova, como o mecânico, o médico e o diretor que passa todas as orientações sobre o circuito que deverá ser feito pelo participante.

Além disso, dentro do F-Pace estarão equipamentos reservas que poderão ser necessários durante a prova, bem como suprimentos destinados ao competir, como bebida. O modelo que aparece no vídeo conta com alguns acessórios destinados a auxiliar o trabalho, como um rack para transporte das bicicletas. Este equipamento extra não deverá estar presente no modelo do protótipo, que deverá ser apresentado oficialmente ao público durante o Salão de Frankfurt, marcado para o mês de setembro. 
Montadora divulgou vídeo de carro que será utilizado o Tour da France.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Opel Insignia 2016 pode chegar a 136 cv

Opel Insignia 2016 pode chegar a 136 cv

Um dos modelos de maior sucesso dentro do mercado europeu na atualidade, o Opel Insignia acabou de ter sua linha 2016 lançada por lá, e ela chegou cheia de novidades interessantes e importantes. Veja também:
  • Opel - Marca histórica e de sucesso da GM
Dentre as principais, podemos destacar a presença dos novos motores que equipam o novo Opel Insignia 2016, que são motores a diesel que conseguem desenvolver até 120 cv ou até 136 cv.

Os novos motores a diesel



Pensando nas versões de entrada do novo Opel Insignia 2016, a montadora alemã decidiu dar duas novas opções de motor diesel 1.6 CDTI, sendo que uma delas é capaz de desenvolver até 120 cv, enquanto que a outra consegue desenvolver até 136 cv. Eles entram para substituir o antigo motor destinado às versões de entrada do sedã alemão, que era o propulsor 2.0 CDTI, que conseguia entregar no máximo 120 cv. O motor 1.6 CDTI que entrega 120 cv consegue acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 11,9 segundos, o que é considerado um desempenho realmente muito bom para um modelo de seu porte e com este tipo de motor. Já o motor 1.6 CDTI que consegue entregar uma potência máxima de 136 cv é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 10,9 segundos, o que é ainda melhor e ainda mais surpreendente. Os dois motores que equipam as versões de entrada do novo Opel Insignia 2016 trabalham em conjunto com um sistema de transmissão manual que conta com seis velocidades, e ainda contam com moderno sistema Start&Stop.

Bom desempenho econômico



Além do bom desempenho de um modo geral, que ficou melhor, estes novos motores do Opel Insignia 2016 também apresenta bom desempenho do ponto de vista econômico. O propulsor 1.6 CDTI que entrega 120 cv consegue apresentar um consumo médio de apenas 25,6 km por litro, o que é realmente muito bom. Enquanto que o propulsor 1.6 CDTI que entrega 136 cv consegue apresentar um consumo médio de 26,3 km por litro. No que diz respeito à emissão de CO2, ambos os propulsores conseguem manter uma média de 99 gramas por km percorrido, o que também é muito bom. Para completar, o Opel Insignia 2016 chega equipado com o que há de melhor em matéria de tecnologia, com o sistema multimídia Navi 900 Intellink, além do Apple Car Play e do OnStar, entre outras coisas.
Um dos modelos de maior sucesso dentro do mercado europeu na atualidade, o Opel Insignia acabou de ter sua linha 2016 lançada com 120cv e 136cv.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Volkswagen Fox 2016 aposenta antigo 1.0 e ganha central multimídia que espelha a tela do smartphone

Volkswagen Fox 2016 aposenta antigo 1.0 e ganha central multimídia que espelha a tela do smartphone





Fonte: R7

Honda lança CBR 1000RR Fireblade no Brasil

Honda lança CBR 1000RR Fireblade no Brasil

Uma das motos mais aguardadas pelos fãs brasileiros, a Honda CBR 1000RR Fireblade chegou com sua versão 2015, que é inspirada no modelo RC213V, que é utilizado pela equipe Repsol Honda Team, que participa do Mundial de MotoGP. Chegando ao país com duas opções de cores, uma tricolor, com azul, branco e vermelho, que é inspirada na equipe Honda HRC (Honda Racing Corporation), com preço de R$ 66.500 e outra edição limitada “Marc Márquez”, que apresenta visual exclusivo, com preço de R$ 69.900.

Importadas do Japão



As duas opções que foram lançadas no mercado brasileiro da Honda CBR 1000RR Fireblade 2015 são importadas do Japão, sendo que a versão “Marc Márquez”, que é realmente limitada, terá apenas 93 unidades sendo comercializadas. Este número se deve a uma alusão ao número oficial que é utilizado por este piloto espanhol dentro das corridas da principal e mais importante categoria do motociclismo mundial. Para completar ainda mais seu visual especial e diferenciado, esta moto apresenta aplicações do número “93” presentes em sua carenagem frontal, destacando mais uma vez o número de Marc Márquez.

Potência presente

Por se tratar uma superesportiva, a Honda CBR1000RR Fireblade 2015 chega equipada com um motor realmente poderoso, com 4 cilindros, DOHC (Double Over Head Camshaft), com 999,8 cilindradas. Este motor apresenta arrefecimento a líquido, que é capaz de entregar uma potência máxima de nada menos de 180,8 cv e de desenvolver um torque máximo de 11,6 kgfm. Leve, ela pesa apenas 191 kg, o que ajuda a melhorar ainda mais o seu desempenho, fazendo com que a moto consiga atingir velocidades máximas realmente interessantes.

Seu chassi é de alumínio do tipo diamante, extremamente resistente e contribuindo ainda mais para tornar a moto mais rápida. Seus freios contam com tecnologia C-ABS, é capaz de trabalhar aliado com os sistemas ABS (Anti-lock Brave System) e CBS (Combined Brake System), que garante que a segurança esteja presente. Um dos modelos mais interessantes da atualidade, esta moto deverá fazer muito sucesso entre os fãs de motocicletas velozes, estando entre as mais potentes de sua categoria na atualidade. Portanto, sem sombra de dúvidas esta moto irá vender muito bem, especialmente as 93 unidades da edição limitada da Honda CBR 1000RR Fireblade “Marc Márquez”, que deverá ser um dos maiores sucessos da marca japonesa dentro do mercado brasileiro nos últimos anos. Vamos observar os próximos meses! 
A Honda CBR1000RR Fireblade 2015 chega equipada com um motor de 4 cilindros, DOHC (Double Over Head Camshaft), com 999,8 cilindradas.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos

Teste do Volkswagen Jetta Highline

Teste do Volkswagen Jetta Highline

A disputa entre os sedãs médios no Brasil é acirrada. Mas a categoria, que por aqui é dominada por representantes das fabricantes japonesas no topo da lista – Toyota Corolla, Honda Civic e Nissan Sentra –, também tem espaço para outras qualidades, além da confiabilidade e conforto – traços que caracterizam os modelos nipônicos. A Volkswagen começou a trazer a versão pós-face-lift do sedã Jetta, importado do México. A ideia com esta renovação é ampliar a participação do três-volumes no segmento. E, de fato, isso vem ocorrendo. Desde que esta segunda fase da sexta geração do modelo chegou, em março, as vendas se aproximaram das mil unidades por mês – o que o deixa em quarto lugar neste ranking. Ou seja: a conjugação do design mais sóbrio com uma boa dose de esportividade tem encontrado algum respaldo. De fato, o Jetta Highline é o que oferece, entre os sedãs de marcas generalistas, o melhor comportamento dinâmico.

Veja também:
  • Volkswagen divulga preços do novo Jetta
O grande trunfo da configuração é a motorização. Nesta renovação, o propulsor 2.0 turbo do Jetta foi recalibrado e passou dos 200 cv para 211 cv – o torque passou de 28,5 kgfm para 28,6 kgfm. A transmissão é sempre automatizada de seis marchas,  dupla embreagem e trocas manuais no volante. Com esse trem de força, o modelo chega aos 100 km/h, partindo da imobilidade, em apenas 7,2 segundos. E é capaz de atingir a velocidade máxima de 241 km/h. São números que surpreendem diante da vocação familiar que os sedãs médios carregam no Brasil. E fazem com que o modelo da Volkswagen se torne apto também para oferecer mais esportividade. A suspensão, em razão disso, é do tipo Multilink na traseira, com novas molas e amortecedores – na versão de entrada é por eixo de torção. Na concorrência direta, este tipo de suspensão só está presente no Ford Focus e no Honda Civic O Jetta atual se distancia do modelo anterior principalmente pela nova frente, com para-choque redesenhado, entradas de ar e grade do radiador ligeiramente maiores, faróis de neblina quadrados e conjunto ótico com luz diurna em leds, na versão completa. Na parte traseira, a lanterna ficou com a parte interna mais afilada e tampa do porta-malas e para-choque foram mexidos. Por dentro, nenhuma ousadia ou grande novidade. Alguns detalhes no console central receberam um leve toque de refinamento. Caso do acabamento em preto brilhante em volta da alavanca do câmbio e frisos cromados ao redor dos controles do sistema de climatização.

A lista de itens de série é boa, mas não chega a destacá-lo no segmento. A direção é elétrica e o ar-condicionado é automático bizone. O carro entrega ainda sistema de entretenimento com uma acanhada tela sensível ao toque, de apenas 6,5 polegadas, oito alto-falantes, entradas auxiliar e USB e conexão Bluetooth, rodas de liga leve de 17 polegadas, seis airbags, bloqueio eletrônico do diferencial, controle de estabilidade e tração e assistência de partida em rampa. Até aqui, o modelo sai por R$ 93.990, o que o deixa caro no confronto com os rivais. Com os opcionais, o custo/benefício piora. Além do teto solar panorâmico, há um pacote de equipamento chamado de Exclusive e outro de Premium. O primeiro acrescenta ao sedã bancos de couro com sistema de aquecimento para os dianteiros em duas opções de cores, preto ou bege, e sensores de chuva e de luminosidade. Já o Premium traz todos os itens do Exclusive e mais GPS, abertura das portas e partida do motor sem chave, faróis bixenônio com luzes diurnas de leds e ajuste elétrico do assento do motorista, além de outros detalhes. Completo, o preço vai a R$ 107.543. Com os mesmos equipamentos, os concorrentes são, em média, R$ 10 mil mais baratos.

Ponto a ponto

Desempenho – O motor 2.0 TSI entrega agora 211 cv a 5.500 rpm e torque de 28,6 kgfm disponível em 2 mil giros. Na prática, o propulsor garante acelerações vigorosas desde as arrancadas até as ultrapassagens e retomadas. A transmissão automatizada de dupla embreagem de seis velocidades impressiona e há opção de trocas manuais no volante. Para um sedã médio familiar, a marca de zero a 100 km/h em apenas 7,2 segundos é uma vantagem e tanto. Nota 9. Estabilidade – O Jetta 2.0 TSI é bem grudado ao chão. A boa rigidez da carroceria não deixa espaço para torções e o modelo está sempre equilibrado, mesmo diante de curvas acentuadas realizadas em velocidades altas. A direção tem peso correto na estrada e ganha firmeza a cada subida do ponteiro do velocímetro. Além disso, o modelo conta com controle eletrônico de estabilidade e tração. Nota 9.

Interatividade – Os comandos são de fácil acesso e uso bem intuitivo. O ar-condicionado é de duas zonas e o acesso ao veículo e a partida do motor são feitos sem que a chave precise sair do bolso, graças ao sensor de presença dela. As manobras de estacionamento são facilitadas pelos sensores traseiros e dianteiros com visualização gráfica, mas a ausência de uma câmara de ré em um carro que pode chegar a R$ 108 mil é até supreendente. Nota 8. Consumo – O InMetro testou o Jetta Highline DSG e aferiu média de 8,9/12,1 km/l de gasolina na cidade/estrada. Obteve nota C tanto em sua categoria quanto no geral. Mas essas médias só são conseguidas quando o motorista esquece que está a bordo de um modelo 2.0 turbo e não explora a capacidade esportiva do carro. O consumo energético foi de 2,19 MJ/km. Nota 6.

Conforto – A suspensão mais firme cobra seu preço diante das imperfeições das ruas, sentidas pelos passageiros. O isolamento acústico é bom, já que só deixa o ronco do motor invadir a cabine quando se extrai uma atitude mais raivosa do Jetta. Os bancos têm boa densidade e recebem extremamente bem todos os ocupantes. Nota 7. Tecnologia – A plataforma é a PQ35, mesma usada no Golf VI, da geração anterior à atual. O motor é o mesmo usado na sétima geração do Golf GTI, mas com desempenho um pouco mais suave em comparação ao hatch – no GTI são 220 cv e 35,7 kgfm. A lista de equipamentos, contando com os opcionais, é vasta e inclui chave presencial, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, seis airbags, ar-condicionado de duas zonas, controles de estabilidade e tração, bloqueio eletrônico de diferencial, assistente de partida em rampas. Falta uma prozaica câmara de ré. Nota 8.
Habitabilidade – O acesso ao veículo é bom tanto à frente quanto atrás. O espaço é suficiente para levar até cinco pessoas em trajetos curtos ou quatro nas viagens longas. O porta-malas de 510 litros é bastante satisfatório. Há no interior bons nichos para carregar os objetos que precisam ficar mais à mão do motorista e o porta-luvas é refrigerado. Nota 8. Acabamento – Os plásticos rígidos estão por toda parte e, embora aparentem qualidade, não proporcionam um convívio agradável. Em áreas de toque, há o uso de revestimentos espumados, menos brutos, exceto nas portas. O design geral é conservador demais. O conjunto parece inferior a alguns rivais com preços mais acessíveis. Os encaixes e a finalização, no entanto, são bem feitos. Os bancos em couro opcionais podem ser pretos ou no tom mais claro da unidade avaliada. Nota 7.
Design – As linhas são bem tradicionais e, de maneira geral, falta um toque de ousadia. A aparência é até agradável, mas não se destaca diante da concorrência. O conservadorismo exagerado expresso no design não combina com a proposta esportiva do motor. Nem mesmo a paleta de cores para a carroceria ajuda. Estão disponíveis apenas os tons branco, preto, azul, cinza e prata. Nota 7. Custo/benefício – O Jetta Highline começa em R$ 93.990, mas completo chega a R$ 107.543. Um Ford Focus Titanium Plus 2.0 com câmbio automatizado custa R$ 98.900 e é até mais bem equipado que o Jetta completo, mas não é turbo e tem “apenas” 178 cv. A Citroen oferece o C4 Lounge 1.6 THP de 173 cv a R$ 89.490 com equipamentos similares ao Jetta completo. No confronto, o Jetta tem a desvantagem de ser movido apenas a gasolina – o que, no mínimo, dobra o valor do IPVA em relação aos rivais. Entre os sedãs médios não há um concorrente com o mesmo desempenho e comportamento dinâmico, mas a Volkswagen cobra muito bem por essa diferença. Nota 6. Total – O Volkswagen Jetta Highline conseguiu 75 de 100 pontos possíveis.

Impressões ao dirigir

Pele de cordeiro

A julgar unicamente pelo exterior, o Volkswagen Jetta seria um carro que prioriza o conforto, ideal para a condição de carro de família. A carroceria de três volumes garante um porta-malas bom – são 510 litros – e o entre-eixos, de medianos 2,65 metros, não impede que a cabine passe a impressão de ser ampla. A versão de topo, a Highline, ainda traz itens de série e pacotes de opcionais que reforçam a função social de sedã. Os bancos de couro – que podem ser claros, como os da unidade avaliada, ou pretos – contam com ajustes elétricos só para o motorista, mas recebem bem todos os ocupantes. Além de segurar bem o corpo nas curvas. É bem fácil achar uma posição agradável para a direção e o espaço interno é suficiente para garantir bem a viagem de até quatro ocupantes. Com cinco, dependendo da estatura dos passageiros, a situação pode se complicar, mas nada que não aconteça na maior parte dos modelos desta categoria. Alguns detalhes favorecem o conforto interno. As portas têm bons ângulos de abertura e facilitam o acesso ao interior. A chave com sensor de presença faz com que o motorista entre no carro e dê a partida sem precisar tirar a peça do bolso. Basta pegar na maçaneta e apertar o botão de Start e pronto. A climatização conta com ar-condicionado de duas zonas e saídas traseiras, o que faz com que o veículo rapidamente fique refrigerado. Os materiais usados chamam a atenção pela precisão nos encaixes e a aparente robustez. Mas faltam revestimentos mais refinados e suaves ao toque.
Dinamicamente, porém, o Jetta Highline vai bem quando o acelerador é carregado com firmeza. Não falta força para nada: saídas de sinal, retomadas e ultrapassagens são feitas com um vigor capaz de fazer inveja nos concorrentes mais diretos. O bom torque de 28,6 kgfm aparece por completo em 2 mil rpm, mas o carro se mostra ágil e esbanja vigor em qualquer regime de giros. A transmissão automatizada de dupla embreagem trabalha em sintonia exemplar com o propulsor. Os mais dispostos a ter o controle total das trocas nas mãos podem utilizar as aletas atrás do volante, mas o câmbio explora bem a esportividade do Jetta mesmo quando as mudanças de marchas são feitas automaticamente. A direção elétrica é precisa e transmite segurança o tempo todo, mesmo em velocidades altas. A suspensão mais firme até faz com que os impactos dos desníveis das ruas sejam mais sentidos no interior do carro, mas nada que atrapalhe tanto assim os passeios. Qualquer desconforto é rapidamente recompensado pelas doses de diversão que o Jetta Highline é capaz de oferecer.

Ficha técnica

Volkswagen Jetta Highline

Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.984 cm³, quatro cilindros em linha, com quatro válvulas por cilindro. Com injeção direta de combustível, turbocompressor e comando variável de válvulas. Acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automatizado de dupla embreagem com seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Aceleração de zero a 100 km/h: 7,2 segundos.
Velocidade máxima: 241 km/h.
Potência máxima: 211 cv com gasolina em 5.500 rpm.
Torque máximo: 28,6 kgfm em 2 mil rpm.
Diâmetro e curso: 82,5 mm x 92,8 mm.
Taxa de compressão: 9,8:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente do tipo Multilink, com molas helicoidais e barra estabilizadora. Controle eletrônico de estabilidade.
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,66 metros de comprimento, 2,02 m de largura, 1,47 m de altura e 2,65 m de distância entre-eixos. Airbags frontais, laterais e de cortina.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás.
Pneus: 225/45 R17.
Peso: 1.376 kg, em ordem de marcha.
Capacidade do porta-malas: 510 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Puebla, México.
Itens de série: ABS com EBD, controle eletrônico de estabilidade, controle eletrônico de tração, alarme, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, seis airbags, oito alto-falantes, acendedor de cigarros e cinzeiro, ar-condicionado digital de duas zonas com refrigeração no porta-luvas e saída traseira, hill assist, bloqueio eletrônico do diferencial, direção elétrica, display multifuncional colorido com computador de bordo, espelhos retrovisores externos aquecíveis, com ajuste elétrico e luzes indicadoras de direção, faróis de neblina, Isofix, gaveta sob o banco do motorista, indicador de perda de pressão dos pneus, lanterna de neblina, lanternas traseiras escurecidas com iluminação em leds, rodas de liga leve de 17 polegadas, sistema de som com CD, Bluetooth, tela touchscreen e MP3, vidros dianteiros e traseiros elétricos, volante multifuncional em couro com comandos do sistema de som, computador de bordo e “shift paddles”. Preço: R$ 93.990.
Opcionais: piloto automático, bancos dianteiros aquecidos, banco do motorista com ajuste elétrico de altura, longitudinal, inclinação e apoio lombar, bancos com revestimento em couro, retrovisor interno antiofuscante, retrovisores externos rebatíveis, aquecíveis e com função “Tilt down”, faróis bixenônio com regulagem dinâmica de altura e luz de condução diurna em leds, faróis com acendimento automático, porta-revistas no encosto dos bancos dianteiros, regulagem dinâmica do facho do farol, com luz dinâmica para trânsito em curvas, sem gaveta sob o banco do motorista, sensor de chuva e crepuscular, chave presencial, sistema de som com navegação e teto solar elétrico.
Preço completo: R$ 107.543 em cor sólida ou R$ 108.665 no tom azul metálico da unidade testada.

Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias

Dupla personalidade - Design conservador do Volkswagen Jetta Highline esconde um sedã com esportividade aguçada

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

1 de jul. de 2015

Novo MAN TGX 29.480

Novo MAN TGX 29.480

A MAN já fabrica a linha TGX no Brasil há três anos. Mas em abril último deu um novo passo no que diz respeito ao mercado de extrapesados, com a chegada do TGX 29.480 6X4 às concessionárias da marca. O modelo tem 480 cv – 40 a mais que o TGX 29.440 – e, de acordo com a marca, é indicado para aplicações rodoviárias de longas distâncias com PBTC de até 74 toneladas em que se busque maiores velocidades médias e, com isso, menor tempo entre os transportes de cargas. Principalmente em rotas com muitos trechos de subida.

A evolução das potências no mercado de cavalos mecânicos rodoviários 6X4 mostram que a maior participação está entre 401 cv e 460 cv, com 52% de share. Mas o crescimento dos modelos acima desta faixa é inegável. De 2012 a 2014, subiu dos 29% para os 47%. Daí se justifica a necessidade da fabricante em introduzir no seu catálogo de produtos uma opção com motorização mais potente e, desta forma, tentar ampliar suas vendas. Vale lembrar que, desde 2011, é obrigatório usar cavalos mecânicos com tração em dois eixos para transportes a partir de 57 toneladas de PBTC.

No TGX 29.480, o motor MAN D26 de seis cilindros e 12,4 litros recebe a transmissão automatizada de série MAN TipMatic, de 16 marchas. Com esse trem de força, o caminhão entrega 244,7 kgfm de torque entre 1 mil rpm e 1.400 giros. Já a potência máxima de 480 cv aparece a partir de 1.400 rpm e se mantém constante até a rotação máxima de 1.900 rpm. No TGX 29.440, modelo logo abaixo do lançamento na gama, o torque é de 224,3 kgfm entre 950 rpm e 1.400 rpm e a potência de 440 cv fica disponível entre 1.500 rpm e 1.900 giros.

Para mostrar os atributos do TGX 29.480 na estrada, a MAN promoveu um passeio a bordo do modelo pelo interior de São Paulo. A entrada na elevadíssima boleia é facilitada pelos degraus e alças bem posicionados. A cabine da versão utilizada é de teto alto, com altura interna de 1,94 metro. O suficiente para qualquer pessoa com estatura abaixo desta medida se locomover com desenvoltura. O espaço é recheado de bagageiros e porta-trecos – incluindo um espaço que pode ser aberto e usado como cama para quem viaja em dupla. O banco do motorista tem suspensão pneumática, com diversas opções de ajuste, assim como o amplo volante cheio de comandos, como os referentes ao piloto automático, por exemplo.

Em movimento, o TGX 29.480 ganha velocidade de forma gradual e consistente. Sempre embalado ao som grave do motor diesel de 12 litros. Mesmo na posição de passageiro, é possível perceber que as trocas de marchas são suaves e, com PBTC de 42 toneladas no bitrem, trajetos de subidas são encarados sem grandes dificuldades – sem esquecer, é claro, que se trata de um veículo deste porte e carregado de carga –, assim como os de descida, com o auxílio do freio motor.

A MAN vende o TGX 29.480 com cabine alta por R$ 500 mil. Por ter 50% de nacionalização em sua construção, 90% do valor de compra pode ser facilitado pelo Finame. A intenção da fabricante, na verdade, é ampliar esse índice de nacionalização para 60% até o final deste ano. Tarefa nada simples, já que além de enfrentar a concorrência literalmente forte e pesada da Volvo, Scania, Mercedes-Benz e Iveco, precisa ainda se adequar à queda estrondosa do mercado de caminhões no Brasil, que já atingiu 40% em comparação com o ano passado.

Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Divulgação

No fluxo do mercado - MAN aposta no mercado de caminhões mais potentes com TGX 29.480

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Caminhões

Confira como é andar em um carro de R$ 7 milhões

Confira como é andar em um carro de R$ 7 milhões

Conteúdo em Vídeo
O sonho que muitas pessoas possuem o sonho de dar, pelo menos uma voltinha, em um destes chamados “supercarros”, veículos que fazem parte da realidade de uma porcentagem muito pequena da população. Mas a tecnologia pode ajudar, nem que seja na hora de ter a sensação de como seria estar dentro de um carro que custa alguns milhões de dólares. É o caso do Vulcan, um veículo produzido pela Aston Martin, e que acabou se tornando um dos carros mais caros já feito em toda a história deste país. Também é um carro tão distante da realidade da maioria das pessoas que ele nem está autorizado a andar nas pistas das grandes cidades, devido a sua grande potência.

De acordo com as informações que forma disponibilizadas pelo fabricante, o veículo, caso fosse disponibilizado para venda no mercado convencional, custaria em torno dos R$ 7 milhões. O carro conta com um motor V12 7.0 aspirado de 800 cv, junto com um câmbio sequencial de seis marchas. O carro consegue ir de 0 a 100 Km/h em menos de 3 segundos. Neste vídeo os curiosos de plantão podem ter uma pequena sensação de como seria estar sentado em uma máquina deste naipe. 
Veículo da Aston Martin é um dos mais caros fabricados na Grã-Bretanha.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Metade dos passageiros não usa cinto de segurança no banco traseiro dos veículos

Metade dos passageiros não usa cinto de segurança no banco traseiro dos veículos



Nas grandes cidades, uso do cinto é maior do que em áreas ruais Paulo Pinto/ Fotos Públicas O uso de cinto de segurança nos bancos traseiros dos automóveis ainda é baixo. No Brasil, 50,2% dos passageiros não utilizam o item de segurança, obrigatório pelo Código de Brasileiro de Trânsito. A adesão ao equipamento é maior nas áreas urbanas, onde 51,1% utilizam o cinto. Nas áreas rurais, esse índice cai para 44,8%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada nesta terça-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo mostrou também que o uso do cinto de segurança nos bancos dianteiros virou hábito entre os brasileiros. 79,4% das pessoas maiores de 18 anos sempre utilizam o equipamento. O índice não varia entre homens e mulheres, entretanto, cresce conforme aumenta o grau de instrução do passageiro ou condutor. Segundo a pesquisa, a variação fica entre 75,3% (sem instrução ou com fundamental incompleto) a 89,7% (superior completo). O IBGE também mediu o uso de capacetes entre quem anda de moto. O equipamento, que minimiza os danos em caso de queda, é mais aceito nas regiões Centro-Oeste (94,5%), seguido por Sul (93,9%), Sudeste (90,4%), Norte (70,6%) e Nordeste (72,9%).Já entre os passageiros das motocicletas, a situação é mais crítica. Apenas 80% dos caronas utilizam capacete na garupa. Leia mais notícias sobre Brasil no R7 A Pesquisa Nacional de Saúde foi elaborada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde. Além de cinto de segurança e capacete, o estudo avaliou o acesso e uso de serviços de saúde, cobertura do programa Saúde da Família, plano de saúde, saúde bucal, acidentes de trânsito, entre outros. Em relação à amostra, foram selecionados 81.767 domicílios no País e, de acordo com a pesquisa, existiam no Brasil 65,1 milhões de domicílios e 200,6 milhões de pessoas. A densidade domiciliar de 3,1 moradores corresponde ao número médio de moradores por domicílio.

Fonte: R7

Yamaha Lander 250 traz motor flex por R$ 14.150

Yamaha Lander 250 traz motor flex por R$ 14.150

Um modelo off-road extremamente bem sucedido, a Yamaha Lander 250 agora apresenta uma novidade para agradar a quem deseja ter flexibilidade na hora de abastecer a moto: motor flex. Esta moto chega ao mercado brasileiro com preço definido em R$ 14.150 e deve fazer ainda mais sucesso com sua novíssima linha 2016, que traz uma série de outras boas novidades aos consumidores do país.

Visual alusivo aos modelos de competição da Yamaha



A Yamaha é famosa no mundo todo por conta de seus excelentes modelos de competição, que sempre apresentam ótimos resultados dentro dos principais campeonatos do mundo todo. É com visual alusivo a estes modelos de competição da Yamaha que a Lander 250 chega ao mercado brasileiro, para ser uma moto off-road capaz de enfrentar qualquer tipo de desafio. Seu motor de 250cc traz a novidade de contar com a mais nova geração do sistema BlueFlex, que permite que o proprietário possa abastecer a Yamaha Lander 250 com gasolina, com etanol, ou até mesmo com uma mistura dos dois combustíveis.

Mais mudanças

Além do novo motor flex, a Yamaha Lander 250 também apresenta mais mudanças, como a presença de um novo painel, mais moderno e muito mais bonito do que o anterior. Para completar, há também a presença de novos piscas cristal e uma série de grafismos esportivos distribuídos pela sua carenagem, deixando a moto com mais “cara” ainda de off-road. Os consumidores brasileiros também passam a ter mais duas opções de cores para escolher, já que agora há também as cores branca e cinza, que se juntam às cores já disponíveis, azul e laranja.

Potência

E seu motor monocilíndrico de 249,45 cm³ (cilindrada real) tem comando simples no cabeçote, SOHC, que conta com arrefecimento misto, especialmente por causa da presença do radiador de óleo. Mas é a potência que realmente chama a atenção para o motor da Yamaha Lander 250, já que ele é capaz de entregar uma potência máxima de nada menos do que 20,7 cv e um torque de nada menos que 2,10 kgfm. Portanto, se você procura por uma moto off-road que seja capaz de entregar um ótimo desempenho, de encarar qualquer tipo de desafio nos mais variados tipos de terrenos e que ainda por cima seja mais ecológica e econômica, a Yamaha Lander 250 será uma excelente opção! Não tenha dúvidas quanto a isto!
A Yamaha Lander 250 agora apresenta uma novidade para agradar a quem deseja ter flexibilidade na hora de abastecer a moto: motor flex.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos

Audi lança novo A4 2016

Audi lança novo A4 2016

Um dos carros que mais mistério tinha em torno de sua chegada finalmente foi apresentado na Alemanha: o novo Audi A4 2016, o modelo médio da montadora alemã de carros de luxo. A 9ª geração do Audi A4 chega ao mercado mundial sendo feita em cima da mesma plataforma modular MLB, que fez com que ele conservasse tanto o motor, quanto o seu câmbio, na posição longitudinal. Vamos conhecê-lo!

Mais leve



Uma das coisas realmente interessantes no novo Audi A4 2016 é que ele apresenta em sua carroceria uma presença maior de materiais como aço de alta e de ultra resistência, além de outros materiais que podem ser considerados leves. Com isto, o modelo acabou ficando nada menos do que 120 kg mais leve em comparação ao modelo da geração anterior, o que faz com que ele tenha também um desempenho superior por conta disto. No que diz respeito ao seu visual, o novo Audi A4 2016 acabou ficando parecido ao modelo da geração anterior, tendo apenas alguns detalhes pontuais fazendo toda a diferença. Dentre estes detalhes estão os novos faróis chanfrados com LEDs, que apresentam o mesmo estilo, e também o mesmo desenho do Audi TT, ficando muito mais moderno e esportivo por causa disto.

Internamente, mais sofisticado

O novo Audi A4 2016 chega também com novidades importantes no que diz respeito à sua parte interna, sendo que seu painel renovado é um dos pontos altos, já que ficou mais moderno e muito mais sofisticado. Agora há uma tela ao centro do painel, que conta com 8,3 polegadas do MMI, que é suspensa e fixa, dando uma boa opção para quem gosta de controlar tudo de modo mais prático. Como opcional, há ainda a opção de ter um painel digital configurável com uma tela de 12,3 polegadas, que é a mesma que está presente no novo Audi Q7, entre outros.

Maior

Apesar de ser mais leve, o novo Audi A4 2016 ficou maior do que o modelo da geração anterior, tendo agora um comprimento de 4,73 m, uma largura de 1,84 m e uma altura de 1,43 m. E o modelo Avant (perua), agora conta com um porta-malas maior (o sedã também), que comporta até 1.510 litros de carga, dando aos consumidores pais de família, o conforto necessário para levar a família toda para viagens mais longas. Potente, a versão topo de linha do novo Audi A4 2016 consegue desenvolver nada menos do que 272 cv.
A 9ª geração do Audi A4 chega ao mercado mundial sendo feita em cima da mesma plataforma modular MLB. Veja os detalhes!

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos